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Críticas

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain (Multi) é o jogo do ano!

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Big Boss acorda depois de 9 anos em coma e se prepara para

recuperar e se vingar de tudo o que lhe aconteceu

 

Despedidas nunca são fáceis. Principalmente despedir-se de Hideo Kojima, depois de tantas travessuras ao longo de quase 30 anos de Metal Gear. Furtividade e espionagem foram palavras-chave para a série, mas definí-la apenas por isso seria uma injustiça das grandes. Em todos os títulos onde Kojima pôs as mãos, detalhes receberam tratamento meticuloso e bem humorado. Tão autoral quanto o piano de Chopin ou o céu de Van Gogh, assim é um jogo criado por esse japonês excêntrico e aficionado pela cultura ocidental: reconhecível, inconfundível e incomparável.

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain veio ao mundo contrariando expectativas. Uma franquia que construiu seu nome em cima de histórias fechadas e bem delineadas decide jogar tudo para o ar no ponto final, apresentando uma experiência inédita de mundo aberto. Torcemos um pouco menos pelo destino de Big Boss, assumindo um pouco mais o papel de Deus no controle de tudo. O que fazer, como e quando? ‘Cê que sabe!’ — E isso é chocante, quando pensamos em Metal Gear.

 

Tudo novo, de novo

“Em time que está ganhando, não se mexe”, dizem por aí. Hideo Kojima, como um bom alienígena, discorda dessa afirmação em gênero, número e grau. Depois de um cinematográfico Metal Gear Solid 4 aparando todas as arestas da trama, quem poderia imaginar que ele optaria por desconstruir a série para dar um contorno todo novo a essa altura do campeonato? Não seria mais fácil reciclar? E é aí que mora a centelha de ‘loucura boa’ de Kojima!


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Metal Gear tem quase 30 anos de história, mas a coisa só foi engrenar de verdade depois do lançamento de Metal Gear Solid para PS1, ainda em 1998. De lá pra cá, a tecnologia e os capítulos da série só fizeram crescer, lado a lado. A cada geração nova de consoles, lá estavam trocentas inovações para renovar a franquia e reinventar a forma como são contadas as histórias, sem perder o velho charme dos primórdios.

Uma (de muitas) bola dentro de MGS V é a presença dos parceiros nas missões. D. Dog, Quiet, Diamond Horse… Eleger um camarada para uma missão não é um conceito novo, mas o peso que os seus comparsas podem ter em seus êxitos/fracassos aqui, é bem maior do que estamos habituados de outros carnavais. Você pode, por exemplo, escolher uma abordagem mais sutil com os tiros certeiros de Quiet limpando o território. Ou sair galopando a mil no trajeto entre uma base militar e outra. Ou tudo isso! A experiência é sua, você faz o que bem entender com ela.

 

Vingança!

Antes de começar a usar e abusar dos recursos táticos de Punished Snake em combate, você deve lutar pela sua própria vida em um prólogo de tirar o fôlego. Após nove anos em coma, Big Boss se vê acuado ainda no hospital, quando descobre que o mundo inteiro está interessado em vê-lo morto. Se somarmos ainda uma introdução cantada por ninguém menos que David Bowie, bem… quase certeza de que estamos diante de algo MUITO especial. E isso foi só a introdução!

O jogo só começa de verdade mesmo quando você chega ao Afeganistão e passa a receber algumas instruções sobre como se orientar no imenso mapa do jogo. Foi aí que a mente deu um nó e eu não quis mais parar de jogar. Pelo menos não até alcançar a vingança de Snake!

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Reconstruir um exército não parece ser uma missão fácil, nem mesmo para um cara com a quilometragem de Snake. Se você quer se dar bem nessa história, vai ter que fazer bom uso da Mother Base e da possibilidade de recrutar personagens para o lado “tapa-olho” da força. No entanto, diferente do que acontece em Metal Gear Solid: Peace Walker, desta vez é possível adentrar a sua base e interagir com os personagens recrutados durante as missões.

O método para recrutar os personagens continua o mesmo: você deve nocautear ou adormecer o inimigo, para depois usar o balão e enviá-lo para a base. As chances de captura não são de 100%, já que o personagem pode morrer durante o trajeto ou até mesmo se perder em condições climáticas adversas. Sendo assim, recomendamos muita atenção para não perder soldados por detalhes pequenos.

 

A dimensão do mundo das engrenagens sólidas

Ground Zeroes foi alvo de desconfiança por conta de sua curta duração. Pois bem. Se compararmos o mapa de Phantom Pain com o seu antecessor, temos um ambiente cerca de 200 vezes maior para explorar. Sorte a nossa que o cavalo já está disponível logo de cara!

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Se você é daqueles que curte vasculhar cada centímetro do cenário antes de avançar com as missões, MGS V é um prato bem cheio. As paisagens são ricas, bastante detalhadas e integradas ao jogo, com um sistema de passagem de tempo que não deve ser desconsiderado de maneira alguma. A noite prejudica a sua visão, mas aumenta o fator furtividade, essencial para quem curte ação em modo stealth. Agora, se você está nessa para brutalizar no melhor estilo Rambo, tanto faz o período do dia.

Controlar Big Boss não é das tarefas mais difíceis, com controles não muito complicados (você pega rápido, mesmo sendo um não-iniciado na série) e movimentação bastante fluida. Até mesmo o sistema de CQC (Close Quarters Combat) parece bastante aprimorado, principalmente se compararmos com jogos mais antigos da série.

 

A dor da despedida

Segundo a Konami, são necessárias pelo menos 40 horas para fechar Metal Gear Solid V, e isso se você fizer um rush bacana, sem se importar em explorar o que o jogo tem a oferecer. Um crime! Choramos, crescemos e guerreamos ao lado de Big Boss, vimos de perto a ascenção e queda de personagens por quem ganhamos simpatia ao longo dos anos. Se há um futuro sem Kojima? Honestamente, não. E é cedo demais para pensar nisso, já que a “dor fantasma” ainda está latente.

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain é um fortíssimo concorrente a jogo do ano e deve levar o caneco sem precisar suar. Esse sem-número de possibilidades para encarar a aventura devem torná-la uma experiência quase infinita, ou com duração próxima à sede de vingança de Big Boss. Deve dar no mesmo.

O modo online estará disponível nos consoles a partir do dia 6 de outubro, enquanto a galera do PC vai ter que esperar até janeiro de 2016. Ou seja: a tendência é se tornar ainda mais completo.

Em um misto de tristeza e satisfação, nos despedimos de Big Boss e de Hideo Kojima como maestro da franquia. E quer saber? Não poderia ter sido melhor.

Colaborou com esta análise: Guilherme Vargas, o Vargolino

 


Metal Gear Solid V: The Phantom Pain — Nota 5/5

Desenvolvedora: Konami
Plataformas: PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One e PC-Steam
Plataforma utilizada na análise: PlayStation 4

Formado em Publicidade e Propaganda e retrô gamer apaixonado, tem predileção pelos 8 bits. Lê e relê suas revistas de video game antigas todas as noites na hora de dormir. Antes de vir para o PlayReplay, coordenou a área de diagramação do GameBlast.

Cinema

Viva A Vida é uma Festa repleta de emoções

Nem tudo é alegria nessa festa, mas você vai lembrar dela por muito tempo

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Devo admitir que não comecei a ver Coco (Viva A Vida é uma Festa, em português) com a melhor das expectativas. Afinal, desde 2010 ou, mais especificamente, desde Toy Story 3, não assisto a um filme da Pixar que eu considere essencial, bonito e divertidíssimo. Então, ainda que muita gente estivesse se derretendo em elogios ao novo desenho, eu não estava lá muito animado.


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Até a premissa eu não considerava das mais interessantes, já que a temática de Mundo dos Mortos eu julgava ter sido realizada bem próxima da perfeição no jogo Grim Fandango. Então até o fator ineditismo se perdia neste sentido. Ainda assim, relevei tudo isso e, com a maior boa vontade que consegui reunir, comecei a ver o filme.

 

Viva a Vida é uma Festa conta a história de Miguel, um garotinho de apenas 12 anos que sonha em ganhar a vida como músico. Uma ideia simples o bastante, exceto pelo fato de que sua família odeia música com todas as suas forças. Tudo porque, mais de 100 anos atrás, o tataravô de Miguel abandonou sua tataravó para perseguir o estrelato.


Assim, Miguel pratica violão escondido enquanto decora todas as músicas de seu ídolo Ernesto de la Cruz. Ao mesmo tempo, sua família se esforça ao máximo para convencê-lo a seguir a carreira de sapateiro, como todos os demais familiares. Insatisfeito, o jovenzinho foge de casa no feriado de Dia dos Mortos e, no processo acidentalmente cruza a barreira para o “outro lado”, onde acredita ter uma chance de finalmente encontrar Ernesto.

Durante os dois primeiros atos do filme, a jornada é repleta de clichês e reviravoltas previsíveis e, com isso, me deixou consideravelmente de saco cheio, a despeito de alguns personagens carismáticos que surgiam pelo caminho aqui e ali, com destaque para o adorável esqueleto Héctor, magistralmente interpretado por Gael García Bernal.

Ainda que uma ou outra piadinha funcionasse, a aventura em si não estava me agradando, e chegou à beira do desastre quando seu principal antagonista foi reduzido ao puro maquiavelismo barato. No entanto, os últimos 20 minutos de filme me provocaram algo inesperado e muito especial!

Sem spoilers, várias coisinhas espalhadas ao longo da jornada foram ressignificadas (especialmente a sua canção principal, em uma sacada de gênio) e, quando unidas à linda trilha incidental do mestre Michael Giacchino, viram um soco emocional certeiro em seu cérebro, capaz de demolir até a mais durona das pessoas.

Faz quase um dia inteiro desde que vi o filme e, desde então, já devo ter ouvido a sua música principal, Remember Me, algumas dezenas de vezes. E não penso em parar tão cedo! Aliás, muito me impressionaria se ela não vencesse o Oscar 2018 de melhor canção original, pois seria muito merecido.

Ainda que eu não tenha achado a animação maravilhosa como um todo, e veja sérios problemas com a barriga da jornada, o final de Viva é tão gratificante e emocionalmente devastador que eu não posso deixar de recomendar a obra para qualquer um que tenha interesse em desenhos 3D. Só não esqueça de separar alguns lencinhos antes de começar!

Viva A Vida é uma Festa
8.5 Nota
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Prós
  • Emocionante demais
  • Linda trilha sonora
Contras
  • Aventura arrastada
  • Piadas fracas
Avaliação
Viva a Vida é uma Festa é mais uma animação da Disney Pixar que tem tudo para conquistar uma montanha de prêmios. Sua mensagem é linda e sua conclusão emocionante, mas a jornada em si não é das mais divertidas.
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Cinema

Star Trek Discovery tem um voo de estreia turbulento

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Por mais que Star Trek tenha inspirado dezenas de filmes, não há como negar que Jornada nas Estrelas sempre ficou muito mais à vontade na televisão, seja na série clássica absurdamente inovadora de Gene Roddenberry, ou em suas várias derivadas, como as cultuadas Nova Geração, Deep Space Nine e Voyager.


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Assim, a notícia de que a CBS e a Netflix disponibilizariam uma temporada completa focada em novas aventuras no universo principal, e não no cânone alternativo estabelecido pela série de filmes da Bad Robot, foi recebida com bastante interesse e, claro, inevitáveis polêmicas na internet, com fãs apaixonados temendo pelo pior. Curiosamente, o primeiro ano de Star Trek Discovery consegue agradar e irritar todos os tipos de espectadores ao mesmo tempo e, infelizmente, isso acontece devido a sua falta de foco.

Os primeiros capítulos são, de longe, os piores da temporada, e mais parecem um extenso, desnecessário e desinteressante prólogo, que poderia ser apagado sem qualquer prejuízo para a série. Ainda que não falte valor de produção neles (todas as naves e planetas mostrados são muito bem feitos, ainda que sua estética pareça derivativa demais do jogo Mass Effect e do filme de JJ Abrams), a trama não empolga.

À bordo da nave Shenzhou acompanhamos a protagonista Michael Burnham (Sonequea Martin-Green) e sua capitã e mentora Georgiou (Michelle Yeoh), mas, após uma batalha infeliz com os Klingons, eles e a Federação começam uma guerra, e Michael acaba perdendo sua patente de primeira oficial e o direito à liberdade após responder por seus atos em um julgamento marcial.


 

Presa e odiada por todos, Michael acaba encontrando uma nova chance à bordo da USS Discovey, onde o Capitão Lorca (Jason Isaacs) nota seu potencial e a coloca para trabalhar com sua tripulação. É uma premissa ok, mas que é pessimamente conduzida por uma trama muito dark, que nada tem a ver com o tom dos seriados anteriores.

Tempos de guerra e conflitos sangrentos até poderiam apontar para um caminho audacioso e servir de gancho para boas soluções otimistas e moderadas, mas praticamente não há espaço para leveza, nem mesmo entre os tripulantes sem carisma da Discovery.  Honrando a histórica luta por diversidade que a franquia Trek sempre se empenhou em trazer muito bem, Paul Stamets (Anthony Rapp) e o Dr. Culber (Wilson Cruz) formam um casal homossexual, mas seu relacionamento é totalmente sem graça e dificulta a criação de empatia, se resumindo a panfletagem vazia e sem graça.

Melhor sorte tem a fofa Sylvia Tilly (Mary Wiseman), que consegue ter um bom arco de personagem, começando como uma garota insegura que fala demais e teme a opinião dos outros, e progredindo lentamente para o posto de uma oficial determinada, que acredita e luta por seus amigos. Sem dúvidas ela é quem mais se aproxima do tom tradicional de Star Trek.

O grande problema da primeira metade da temporada é inserir personagens bem desinteressantes e obrigá-los a enfrentar temas pesados, que vão desde crimes de guerra, passando por estupro e os traumas derivados disso, racismo, abuso animal, enfim, só “diversão”!

Talvez já notando os problemas e insatisfação justificada de uma parcela dos fãs com o clima pesado e militarizado demais, após as férias de fim de ano, a primeira temporada voltou para uma leva final de episódios muito mais palatáveis para quem via a série clássica assiduamente, com direito até a uma exploração rica do Universo Espelho, onde reencontramos o Império Terran, além de uma referência bem bonita à série clássica em seu episódio final.

Atirar para todos os lados pode até não ter gerado o produto final mais coeso do mundo, mas há algo admirável na tentativa de correção de curso no meio do caminho, ainda que isso venha ao custo de sabotar as expectativas de quem estava gostando da série em seus primeiros episódios. Foi um voo turbulento, sem dúvidas, mas se a o próximo ano seguir mais a linha da reta final da primeira temporada, talvez Discovery finalmente encontre um pouco mais de amor quando chegar a seu destino.

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Críticas

Brinquedos que Marcam Época é um presente da Netflix

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No finzinho de 2017 a Netflix disponibilizou uma de suas melhores e mais subestimadas produções. Quase sem alarde, The Toys That Made Us (Brinquedos que Marcam Época, em português) chegou ao serviço de streaming e, se você gosta de brinquedos e colecionáveis, não deveria deixar esse documentário passar batido!


Veja também:


Por enquanto são apenas quatro episódios com pouco menos de uma hora cada um, mas já há outros quatro encomendados, com estreia programada para ainda em 2018. Já estão no ar documentários sobre Star Wars, GI Joe, Barbie e He-Man, e na segunda levam estreiam LEGO, Transformers, Hello Kitty e Star Trek.

Com direção de Tom Stern, o documentário criado por Brian Volk-Weiss é extremamente nostálgico, como não poderia deixar de ser, mas, diferente de outras produção da Netflix, jamais se limita a uma apelação barata para nossas lembranças a fim de provar seu valor. Não, aqui há bastante trabalho de pesquisa e material interessante até mesmo para os aficionados mais versados no tema.

Pessoas envolvidas com as mais diversas etapas da produção e venda de brinquedos, desde seus idealizadores, passando por empregados das empresas, advogados, executivos e varejistas, fornecem aspas repletas de informações, então há muito a se aprender sobre a história do hobby favorito de milhares de pessoas por todo o mundo.


Naturalmente, o foco do documentário fica restrito ao mercado norte-americano mas, felizmente, isso não impede a nossa apreciação e identificação, já que todos os brinquedos mencionados por enquanto fizeram muito, muito sucesso em nossas lojas também, ainda que em diferentes proporções.

Se você nasceu na década de 1980, seguramente deve ter várias memórias sobre esses bonecos! Mas, se for mais jovem, encontrará aqui uma oportunidade de ouro para o aprendizado, que não deve ser desperdiçada.

Ao fim da série, você vai saber muito mais sobre como era a cultura pop durante as décadas de 1970 e 1980. Mais importante, vai entender melhor como funciona a cabeça daqueles que vivem em função de pequenos pedaços de plástico, e como esses pequenos objetos podem ganhar um improvável e gigantesco significado nos corações das pessoas.

 

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