Conecte-se conosco.

Críticas

Murdered: Soul Suspect tem boas ideias, mas falha na execução

Publicado

em

Alguém aí se lembra de Ghost: Do Outro Lado da Vida? O clássico pastelão romântico da Sessão da Tarde pode parecer ridículo hoje em dia, mas já fez o maior sucesso nos já distantes anos da década de 1990. Contudo, o pessoal da Airtight Games parece não ter se esquecido do filme, pois utilizou-o como inspiração para seu novo jogo: Murdered: Soul Suspect. A criação da desenvolvedora em parceria com a Square Enix lembra bastante L.A. Noire, mas ainda assim introduz novos e empolgantes elementos à fórmula, mas sem se isentar de alguns problemas de design.

Detetive até depois de morto

Murdered: Soul Suspect se passa em Salem, cidade do estado de Massachussetts que enfrenta a ameaça de um serial killer conhecido como Bell Killer. Sem muitas pistas quanto a identidade do assassino, mas sempre em seu encalço, o detetive Ronan O’Connor acaba o flagrando em pleno ato, mas falha miseravelmente na tentativa de captura e é morto pelo criminoso. Pouco depois desse momento, o detetive acorda e se depara com seu próprio corpo estatelado no chão, logo percebendo que havia passado dessa para a melhor e que já era apenas um espírito. Para piorar um pouco mais a sua noite, Ronan descobre, por meio de uma fantasma chamada Abgail, que só poderá seguir em frente no além quando resolver os problemas que deixou em aberto no mundo dos vivos.

murdered-soul-suspectNessa situação delicada, nosso herói deverá investigar seu próprio assassinato e descobrir toda a conspiração por trás das ações do misterioso serial killer. É claro que Ronan não estará sozinho em sua jornada, e encontrará Joy, uma médium adolescente a procura de sua mãe, que desapareceu ao tentar colaborar com a polícia nas investigações do caso Bell Killer. Infelizmente, ao contrário de Whoopi Goldberg em Ghost, Joy não tem graça nenhuma, e só é necessária para estabelecer o elo de Ronan com o mundo dos vivos.

L.A. Noire, linearidade e colecionáveis

Soul Suspect funciona na maior parte do tempo como L.A. Noire. Com o encargo de apenas uma grande investigação, o detetive deverá rodar toda a cidade em busca de evidências, examinando cenas de diferentes crimes associados ao Bell Killer. O maior diferencial é que o rapaz fantasma pode atravessar paredes, possuir pessoas, ler pensamentos, questionar os mortos e até mesmo reconstituir cenas de crimes ao tocá-los. Todas as mecânicas são originais e tornam tudo mais divertido, já que o jogador se sente realmente poderoso e com diversas habilidades inéditas em títulos do gênero. Sendo assim, mesmo durando apenas cerca de oito horas, toda a campanha é bastante divertida e intrigante, e consegue prender os jogadores até o não tão emocionante final.


Além disso, em suas andanças por Salem e suas principais localidades, você ainda poderá coletar uma série de documentos que revelam mais sobre a história dos personagens do arco principal da aventura. Tais documentos também ensinam um pouco sobre a cultura e os pontos turísticos da pequena cidade. E não pense que você é o único fantasma preso no mundo dos vivos! Vários mortos estão vagando pela cidade tentando resolver os seus próprios problemas, e, como um bom detetive, você certamente não vai se negar a ajudar essas pobres almas, não é mesmo?

murdered_soul_suspect.0_cinema_960.0Mesmo com tantas atividades paralelas, Murdered ainda sofre com alguns problemas de ritmo. Primeiramente, tudo é muito linear, sendo que não é possível explorar certas localidades antes que o roteiro da campanha lhe permita. Então, caso o jogador queira explorar a igreja da cidade antes de o enredo habilitar a região em que ela está, não será possível. Isso limita demais as opções de investigação, o que torna o andamento do caso muito direcionado e não apresenta qualquer desafio aos jogadores. Como se não bastasse, as investigações são bastante óbvias e não há nenhuma punição para eventuais erros, o que torna jogo muito fácil.

A jogabilidade é bem simples. Ao encontrarmos todas as pistas de uma cena, basta respondermos a algumas perguntas − ora óbvias, ora nem tanto − sobre o caso. É possível errar quantas vezes quiser sem que nada aconteça, de forma que o jogo continuará normalmente assim que a pista correta for selecionada. O sério problema de design no gameplay é muito evidente e tira o engajamento de qualquer jogador pela busca de ser um detetive impecável.

Screen-shot-2013-06-13-at-1.35.02-PMA quantidade de colecionáveis é tão grande que você coletará uma quantidade enorme deles e acabará perdendo a vontade de ler cada um, já que eles passam dos duzentos e são muito fáceis de se encontrar. A maior parte dos documentos é até interessante, mas além de tirarem o foco do caso principal da campanha, eles ainda deixam o jogador dependente, já que estão, literalmente, por toda parte nos cenários.

[infobox color=light]

Combatendo demônios

Apesar de não ser focado em momentos de ação, Murdered: Soul Suspect possui alguns inimigos. Em alguns cenários, demônios surgirão para acabar com a festa de Ronan, e neste momento o jogo apresenta algumas mecânicas stealth bastante simples. O detetive nunca poderá ser visto, já que os demônios o arrastarão para o inferno. Logo, o jogador terá que chegar pelas costas do inimigo e executar um rápido Quick-Time Event para derrotá-lo. Para facilitar um pouco as coisas, o detetive pode se esconder em espectros de almas espalhados pelos cenários e se transportar de um para o outro, até que consiga surpreender o inimigo. A mecânica é simples, mas diverte, apesar de ser pouco aproveitada.[/infobox]

A apavorante Salem

Entre tantos erros e acertos, Murdered: Soul Suspect acerta principalmente no que se refere à sua ambientação. Os gráficos do jogo nem chegam a ser muito bonitos, e são cheios de texturas lavadas e cenários pouco detalhados, mas a cidade de Salem é realmente apavorante e sombria, cheia fantasmas estáticos e assustadores espalhados pelos cantos. Os cenários fechados também são muito bem construídos e podemos ver espectros de pessoas que passaram por eles há muitos anos, além de fantasmas que simplesmente seguem as pessoas que lhes foram importantes durante a vida. Tudo isso contribui para criar o clima pesado da aventura, que apesar de não ser focada no gênero survival horror, é capaz de arrancar alguns sustos de vez em quando, principalmente quando os competentes efeitos sonoros surgem em momentos oportunos.

Murdered-Soul-Suspect-21-mai-2014-4

Imperfeito, sim. Sem potencial, nunca!

Murdered: Soul Suspect é bem sucedido no que se propõe a oferecer: um thriller de suspense com um enredo intrigante e jogabilidade divertida. Contudo, alguns problemas sérios de design afastam o jogo do status de excelente e tornam-no apenas um jogo bom. Se a Square Enix (já que a Airtight Games bateu as botas logo após o lançamento do game) ouvir o feedback dos jogadores e insistir na franquia, é possível que ela se torne algo memorável. E se nada disso for possível, torço para que os desenvolvedores chutem o balde e incluam de uma vez a ridícula e memorável cena do vaso de barro do filme que tanto lhes inspirou.

[infobox color=light]

Murdered: Soul Suspect — Nota 3,5 / 5

Desenvolvimento: Airtight Games
Plataformas: PS3, PS4, X360, XOne, PC
Plataforma utilizada na análise: PS4[/infobox]

Economista, colecionador de games e nintendista fanático reabilitado. Também é apaixonado por Zelda, Star Fox, cachorros e coelhos. Atualmente joga de tudo um pouco e, ao contrário de alguns, nem é tão pessimista assim quanto aos rumos da indústria. Ex-diretor de pautas do GameBlast, dedica-se integralmente ao PlayReplay.

Cinema

Star Trek Discovery tem um voo de estreia turbulento

Publicado

em

Por mais que Star Trek tenha inspirado dezenas de filmes, não há como negar que Jornada nas Estrelas sempre ficou muito mais à vontade na televisão, seja na série clássica absurdamente inovadora de Gene Roddenberry, ou em suas várias derivadas, como as cultuadas Nova Geração, Deep Space Nine e Voyager.


Veja também:


Assim, a notícia de que a CBS e a Netflix disponibilizariam uma temporada completa focada em novas aventuras no universo principal, e não no cânone alternativo estabelecido pela série de filmes da Bad Robot, foi recebida com bastante interesse e, claro, inevitáveis polêmicas na internet, com fãs apaixonados temendo pelo pior. Curiosamente, o primeiro ano de Star Trek Discovery consegue agradar e irritar todos os tipos de espectadores ao mesmo tempo e, infelizmente, isso acontece devido a sua falta de foco.

Os primeiros capítulos são, de longe, os piores da temporada, e mais parecem um extenso, desnecessário e desinteressante prólogo, que poderia ser apagado sem qualquer prejuízo para a série. Ainda que não falte valor de produção neles (todas as naves e planetas mostrados são muito bem feitos, ainda que sua estética pareça derivativa demais do jogo Mass Effect e do filme de JJ Abrams), a trama não empolga.

À bordo da nave Shenzhou acompanhamos a protagonista Michael Burnham (Sonequea Martin-Green) e sua capitã e mentora Georgiou (Michelle Yeoh), mas, após uma batalha infeliz com os Klingons, eles e a Federação começam uma guerra, e Michael acaba perdendo sua patente de primeira oficial e o direito à liberdade após responder por seus atos em um julgamento marcial.


 

Presa e odiada por todos, Michael acaba encontrando uma nova chance à bordo da USS Discovey, onde o Capitão Lorca (Jason Isaacs) nota seu potencial e a coloca para trabalhar com sua tripulação. É uma premissa ok, mas que é pessimamente conduzida por uma trama muito dark, que nada tem a ver com o tom dos seriados anteriores.

Tempos de guerra e conflitos sangrentos até poderiam apontar para um caminho audacioso e servir de gancho para boas soluções otimistas e moderadas, mas praticamente não há espaço para leveza, nem mesmo entre os tripulantes sem carisma da Discovery.  Honrando a histórica luta por diversidade que a franquia Trek sempre se empenhou em trazer muito bem, Paul Stamets (Anthony Rapp) e o Dr. Culber (Wilson Cruz) formam um casal homossexual, mas seu relacionamento é totalmente sem graça e dificulta a criação de empatia, se resumindo a panfletagem vazia e sem graça.

Melhor sorte tem a fofa Sylvia Tilly (Mary Wiseman), que consegue ter um bom arco de personagem, começando como uma garota insegura que fala demais e teme a opinião dos outros, e progredindo lentamente para o posto de uma oficial determinada, que acredita e luta por seus amigos. Sem dúvidas ela é quem mais se aproxima do tom tradicional de Star Trek.

O grande problema da primeira metade da temporada é inserir personagens bem desinteressantes e obrigá-los a enfrentar temas pesados, que vão desde crimes de guerra, passando por estupro e os traumas derivados disso, racismo, abuso animal, enfim, só “diversão”!

Talvez já notando os problemas e insatisfação justificada de uma parcela dos fãs com o clima pesado e militarizado demais, após as férias de fim de ano, a primeira temporada voltou para uma leva final de episódios muito mais palatáveis para quem via a série clássica assiduamente, com direito até a uma exploração rica do Universo Espelho, onde reencontramos o Império Terran, além de uma referência bem bonita à série clássica em seu episódio final.

Atirar para todos os lados pode até não ter gerado o produto final mais coeso do mundo, mas há algo admirável na tentativa de correção de curso no meio do caminho, ainda que isso venha ao custo de sabotar as expectativas de quem estava gostando da série em seus primeiros episódios. Foi um voo turbulento, sem dúvidas, mas se a o próximo ano seguir mais a linha da reta final da primeira temporada, talvez Discovery finalmente encontre um pouco mais de amor quando chegar a seu destino.

Continue lendo

Críticas

Brinquedos que Marcam Época é um presente da Netflix

Publicado

em

No finzinho de 2017 a Netflix disponibilizou uma de suas melhores e mais subestimadas produções. Quase sem alarde, The Toys That Made Us (Brinquedos que Marcam Época, em português) chegou ao serviço de streaming e, se você gosta de brinquedos e colecionáveis, não deveria deixar esse documentário passar batido!


Veja também:


Por enquanto são apenas quatro episódios com pouco menos de uma hora cada um, mas já há outros quatro encomendados, com estreia programada para ainda em 2018. Já estão no ar documentários sobre Star Wars, GI Joe, Barbie e He-Man, e na segunda levam estreiam LEGO, Transformers, Hello Kitty e Star Trek.

Com direção de Tom Stern, o documentário criado por Brian Volk-Weiss é extremamente nostálgico, como não poderia deixar de ser, mas, diferente de outras produção da Netflix, jamais se limita a uma apelação barata para nossas lembranças a fim de provar seu valor. Não, aqui há bastante trabalho de pesquisa e material interessante até mesmo para os aficionados mais versados no tema.

Pessoas envolvidas com as mais diversas etapas da produção e venda de brinquedos, desde seus idealizadores, passando por empregados das empresas, advogados, executivos e varejistas, fornecem aspas repletas de informações, então há muito a se aprender sobre a história do hobby favorito de milhares de pessoas por todo o mundo.


Naturalmente, o foco do documentário fica restrito ao mercado norte-americano mas, felizmente, isso não impede a nossa apreciação e identificação, já que todos os brinquedos mencionados por enquanto fizeram muito, muito sucesso em nossas lojas também, ainda que em diferentes proporções.

Se você nasceu na década de 1980, seguramente deve ter várias memórias sobre esses bonecos! Mas, se for mais jovem, encontrará aqui uma oportunidade de ouro para o aprendizado, que não deve ser desperdiçada.

Ao fim da série, você vai saber muito mais sobre como era a cultura pop durante as décadas de 1970 e 1980. Mais importante, vai entender melhor como funciona a cabeça daqueles que vivem em função de pequenos pedaços de plástico, e como esses pequenos objetos podem ganhar um improvável e gigantesco significado nos corações das pessoas.

 

Continue lendo

Críticas

Franz Ferdinand não consegue ser nem sombra do que já foi em Always Ascending

Publicado

em

No começo dos anos 2000, o rock ganhou uma sobrevida inesperada com o advento do indie e da volta do rock de garagem. Liderado por nomes como The Strokes e Arctic Monkeys, o período foi imensamente frutífero, e até bandas “secundárias” como Kaiser Chiefs conseguiam lançar grandes músicas, mesmo longe de chegar ao mesmo status de fama dos líderes do movimento.


Veja também:


Em algum lugar no meio do caminho ficava o Franz Ferdinand, banda formada em Glasgow em 2002, com clara inspiração em Talking Heads e nas guitarras do Gang of Four. Com músicas perfeitas para dançar e pular, o grupo trouxe toda uma vibe festiva e sexy para o rock da época, mas acabou não alcançando tanta fama em escala global, até eventualmente se resignar e acomodar com o posto de banda de nicho. Seu novo disco foi lançado esta semana, então vamos avaliá-lo faixa a faixa.

Always Ascending, a faixa título do disco e também a responsável por abrir os trabalhos, é um perfeito resumo dos problemas do novo Franz Ferdinand. Ela começa com uma extenuante introdução de 1:20 minutos regida por um corinho insuportável. O “prêmio” por sobreviver a isso é encontrar um pouco de música eletrônica batalhando por espaço até a canção ter algo interessante a mostrar, o que só acontece aos 2:27 minutos, quando a faixa finalmente soa minimamente tolerável, e nada mais que isso.


Lazy Boy, como o próprio nome indica, mostra um Kapranos mais preguiçoso e desinteressado do que nunca, uma persona que, infelizmente, ele não consegue abandonar por praticamente todo o disco. Melhor sorte tem Paper Cages, a melhor faixa do álbum até então, e uma das poucas que conseguem apontar para o que poderia ser um futuro interessante para a banda.

Ao invés de se contentar com guitarrinhas genéricas tentando alcançar o trabalho lendário do ex-membro Nick McCarthy, a canção abraça o teclado que, por sua vez, alavanca o baixo dançante de Bob Hardy em direção a novos caminhos bem gratificantes. Ali sim Kapranos parece empolgado com o material, e seu vocal vai bem além do tédio onipresente no disco.

A faixa seguinte, Finally, prontamente destrói esse pequeno progresso ao apostar em um novo coro intragável, o que é a segunda pior ideia que a banda teve em sua carreira (perde apenas para a esdrúxula parceria com o Sparks, que gerou a atrocidade chamada FFS). The Academy Award não é das piores, mas sofre do mesmo mal que a maioria das faixas do disco: dura um bom minuto e meio a mais do que deveria, e cansa por isso. Ainda assim, seu ritmo mais lento é um bom suspiro de tranquilidade em um disco que o tempo inteiro se força a parecer agitado, mas jamais consegue engrenar de verdade.

Lois Lane é um pouco agridoce, porque algumas partes instrumentais são interessantes e quase empolgantes, mas a harmonia vocal coloca tudo a perder com versos arrastados e chatos. Algo parecido acontece em Huck and Jim, porque o baixo e a bateria de Paul Thomson apontam para uma  música instigante, e o vocal de Kapranos e letra pífia anulam as virtudes da canção.

Quando tudo parecia fatalmente corrompido, Glimpse of Love aparece como uma salvadora improvável. Não por acaso, tal qual Paper Cages, é um exemplo perfeito de como jogar uma vibe meio Hotline Miami pode dar certo para um Franz Ferdinand desfalcado de seu guitarrista principal. O tecladinho, quando bem usado, cria uma atmosfera muito boa e, de novo, ela ajuda Kapranos a soar como o bom vocalista que costumava ser. Disparado a melhor faixa do álbum!

Munido dessa energia, Feel the Love Go aponta para um fechamento de disco com um pouco de dignidade. Instrumentos de sopro foram uma boa adição e, finalmente, o Franz Ferdinand conseguiu soar dançante e feliz como a banda que conquistou a galera no começo dos anos 2000.

Slow Don’t Kill Me Slow é um epílogo desnecessário e novamente mais longo do que deveria, e ajuda o álbum a terminar com bem mais erros do que acertos. No entanto, nem tudo está perdido. As poucas faixas genuinamente boas, como Paper Cages e Glimpse of Love, são um claro indicativo de que o Franz Ferdinand ainda consegue soar interessante mesmo sem apelar para truques batidos ou meras emulações de seu passado. O jeito é torcer para vermos mais disso nos trabalhos futuros da banda.

Continue lendo

Últimas notícias

Burnout Paradise Remastered Burnout Paradise Remastered
Games5 horas atrás

Burnout Paradise Remastered | Jogo chega aos consoles em março

A versão remasterizada de Burnout Paradise já era esperada há algum tempo, mas a EA só confirmou o lançamento hoje.

Anime5 horas atrás

Star Wars | Animador de One Punch Man recria luta entre Obi-Wan e Darth Maul

Arifumi Imai também trabalhou como animador em Attack on Titan e Guilty Crown

Cinema6 horas atrás

Pantera Negra | Filme já superou a bilheteria americana total de Liga da Justiça

Em menos de uma semana o novo filme da Marvel atropelou o flop da DC nos EUA

Música8 horas atrás

Sade | Cantora participará da trilha de Uma Dobra no Tempo com nova música

Foi divulgada a tracklist completa da trilha sonora do novo filme da Disney

Notícias9 horas atrás

Jessica Jones | Novo trailer da Netflix destaca terapia da heroína

Novos episódios estreiam em Março na Netflix

kingdom come kingdom come
Games10 horas atrás

Kingdom Come: Deliverance | Modo de salvar o jogo deve mudar em breve

Os desenvolvedores do game estão planejando um recurso de "Salvar e Sair", mas não há previsão de quando isso acontecerá.

Games12 horas atrás

League of Legends | Flamengo estreia com vitória

Mengão estreia no Circuito Desafiante de League of Legends vencendo a IDM Gaming

doom capa doom capa
Games12 horas atrás

Doom | Versão do Switch recebe controles de movimento

Depois de alguns desde seu lançamento, os jogadores de Doom finalmente terão uma alternativa melhor para mirar no Switch.

Notícias13 horas atrás

The Walking Dead | Criador queria que Rick perdesse a mão na série de TV

"Eu quero cortar fora a mão do Rick"

Cinema13 horas atrás

Star Wars | Blu-ray de Os Últimos Jedi ganha data e trailer

Star Wars The Last Jedi estará disponível em Download e Blu-Ray já em março

Anime14 horas atrás

Sword Art Online | Terceira temporada cobrirá todo o arco Alicization

Nova temporada cobrirá do nono ao 18º volume das light novels

Cinema14 horas atrás

Sharknado | Sexto filme vai misturar nazistas com dinossauros

Série trash do canal Syfy ainda encontrará um espacinho para a Arca de Noé em sua trama

Cinema15 horas atrás

Blade Runner 2049 | Rutger Hauer não queria que filme existisse

Vilão do filme não ficou satisfeito ao ver uma sequência do clássico cult ganhar forma

Games1 dia atrás

Switch | Acessório transforma o console da Nintendo em um mini arcade

Agora você já pode dar uma surra de Hadoukens nos amigos simulando fliperamas em casa

Cinema1 dia atrás

Hebe Camargo | Andréa Beltrão interpretará a apresentadora nos cinemas

Cinebiografia da saudosa apresentadora ainda não tem uma data de estreia definida

Em alta