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Críticas

Tomodachi Life é divertido, mas não é para qualquer um

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Como uma grande surpresa, A Big N anunciou através de um Nintendo Direct especial que Tomodachi Life, o game que já era um sucesso absoluto no Japão, finalmente chegaria ao ocidente. Tendo em mente o conteúdo surreal do jogo, muita gente logo começou a se perguntar se fazia sentido tirar o game de terras orientais.

Não demorou para que o bom humor e as bizarrices do jogo fizessem qualquer um se apaixonar por Tomodachi Life. Como grande fã de coisas sem noção, já havia me interessado pelo título logo que vi as primeiras imagens. O que eu não sabia era que encontraria algo bem diferente do que esperava — para o melhor e para o pior.

 

Entediante e surpreendente

Quando começamos a nos aprofundar em Tomodachi Life, fica perceptível que mesmo sendo comparado com jogos como The Sims e Animal Crossing, o game não tem qualquer semelhança com nenhum dos dois. Principalmente pela impossibilidade de controlar as ações ou a vida de seus personagens como em The Sims e a falta de atividades a serem realizadas ou objetivos a serem alcançados como em Animal Crossing.

O conceito principal do jogo é simplesmente acompanhar a vida dos Miis que você coloca em sua ilha, sendo que o máximo que você pode fazer é aconselhá-los em seus problemas e dúvidas. A real graça do game é observar a vida destes Miis se desenrolando aos poucos, com diversas situações surreais e aleatórias acontecendo constantemente.


A grande diferença entre Tomodachi Life e a maioria dos outros jogos é exatamente colocar o jogador como mero observador. Isso pode ser desconfortável para muita gente no começo; afinal, estamos acostumados a sermos praticamente deuses em todos os games que jogamos, controlando desde as ações de um protagonista até as estratégias de pequenos grupos ou grandes exércitos.

Assim, logo fica claro que Tomodachi Life não é um jogo para qualquer pessoa. A falta de controle que jogador encontrará em sua pequena ilha povoada por Miis é facilmente entediante, e em diversos momentos você não fará absolutamente nada (a não ser olhar para a tela de seu 3DS).

Ninguém manda no coração, nem os Miis

É preciso ter em mente que Tomodachi Life, em muitos aspectos, representa a vida real mais do que qualquer outro simulador social já feito. Afinal, como mencionamos, você não tem qualquer poder sobre as vontades e desejos de seus Miis.

Isso fica ainda mais perceptível nos relacionamentos que se desenvolvem durante o jogo, parte mais fundamental do game (afinal, “Tomodachi” significa “amigo” em japonês). Seus Miis logo se interessarão em conhecer as outras pessoas que forem se mudando para a ilha, podendo ou nascer ali uma amizade. Se o relacionamento for dando certo, eles podem até virar melhores amigos. Caso contrário, podem acabar não se suportando.

Mas prepare-se: nem relacionamentos bons estão a salvo de brigas, e não serão poucas as vezes que um Mii te chamará para dizer o quanto está nervoso porque brigou com alguém. Ainda assim, o melhor que você pode fazer é acalmá-lo e tentar convencê-lo a pedir desculpas, mas isso não garante que o outro Mii vá se desculpar ou querer continuar a amizade.

Como devem imaginar, também não é possível adivinhar quem vai se apaixonar por quem, ou se o amor de um Mii será retribuído. É até difícil explicar o quanto é de partir o coração ver um Mii todo apaixonado se declarando para então ser rejeitado. Mas com sorte, eles vão conseguir encontrar o amor, sair em encontros, se casar e ter filhos.

Isso aí, filhos. Com o tempo, os bebês Miis vão crescer e você vai poder decidir se eles vão viajar pelo globo (para o 3DS de alguém no mundo, na verdade) ou se vão ficar na ilha também. Ainda assim, como na vida real, os relacionamentos também podem acabar se seus Miis se sentirem infelizes. De novo, não há nada que você possa fazer.

tomodachi-life-playreplay-003

Os Miis também se divertem

Assim como na vida real, nem sempre os Miis vão ter algo interessante para fazer, e provavelmente você vai acabar se entediando enquanto espera algo legal acontecer. Seus Miis até propõem alguns joguinhos ocasionalmente, mas são outros aspectos que acabam ajudando a diminuir o efeito inevitável do tédio.

Conforme formos presenteando (com roupas, decoração de casa e diversos outros itens), ajudando e alimentando nossos Miis, a felicidade deles sobe de nível e eles podem receber algumas coisas especiais como músicas, objetos para interagir (como videogames, livros e maquiagem), frases personalizadas e visuais novos para seus apartamentos.

O progresso do jogo também vai destravando, aos poucos, todos os locais disponíveis da ilha, como o parque de diversões, a cabine de fotos, a lanchonete e diversas lojas. E o legal é que alguns destes cenários têm diversos eventos programados em horários específicos (sendo que o jogo trabalha com tempo real do 3DS). Por exemplo, se quiser ver seus Miis falando de assuntos absurdos, é só ir até a lanchonete à tarde e se quiser brincar de RPG, é só ir até o parque de diversões à noite.

Outros lugares permitem uma diversão mais personalizada, como a cabine de fotos, na qual é possível colocar diversos Miis em poses e lugares inusitados. Mas o lugar que realmente mais chamou a atenção foi a casa de shows. Como seus Miis podem aprender diversos estilos de músicas, você pode fazê-los se apresentarem com as músicas criadas pelo próprio jogo ou editar a letra de cada uma como preferir, abrindo centenas de possibilidades para a criatividade dos jogadores.

 

A vida como ela é

tomodachi-life-playreplay-004Por fim, dá pra dizer que é difícil não gostar de Tomodachi Life. O game realmente é tudo aquilo que a Big N mostrou em seu irreverente Nintendo Direct, mas de uma forma diferente do que imaginamos à primeira vista. É perceptível que a Nintendo teve a intenção de criar um verdadeiro pequeno mundo naquela ilha cheia de Miis onde, assim como na vida real, você não pode impor sua vontade.

As situações bizarras que ocorrem são apenas um charme a mais na desenvoltura do jogo como um todo, mas é um dos fatores que mais vão conquistar aqueles que se aventurarem por Tomodachi Life. É quase impossível não sentir curiosidade com o que acontecerá com seus Miis ou se divertir com cada situação nova que ainda acontece mesmo depois muito tempo de jogo.

Não vai ser difícil se surpreender com a profundidade das coisas que os Miis nos dizem aleatoriamente, quase como se soubessem o que se passa na sua cabeça naquele exato momento. Foi marcante quando o meu próprio Mii disse que “não é porque algo na vida parece não ter sentido que não tem um significado”. Não era algo que eu esperaria ver em um jogo assim. Mas, coincidentemente ou não, é a melhor definição que alguém poderia fazer a Tomodachi Life.

 

[infobox color=”eg. light”]

Tomodachi Life — Nota 4/5

Desenvolvimento: Nintendo
Plataforma: Nintendo 3DS[/infobox]

Gosta de cachorros, pizza e pipoca. Já foi fanboy da Nintendo e da Sony, mas hoje joga qualquer coisa. Já colaborou em sites e revistas como GameBlast, Nintendo World, Herói e Portal Pop, mas hoje se dedica exclusivamente ao PlayReplay.

Cinema

Live Action de Fullmetal Alchemist tem ritmo acelerado até demais

Adaptação é muito corrida para fãs das antigas, mas pode agradar curiosos

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Diversos animes alcançaram o sucesso nos anos 2000, mas poucos deixaram uma marca tão grande em seus fãs quanto Fullmetal Alchemist. Depois de inspirar séries em 2003 e 2009, longas animados e jogos, o mangá de Hiromu Arakawa agora serve de base para um filme em live action. Bom, mais ou menos, já que o filme toma diversas liberdades criativas.


Veja também:


Se você é fã do material original, é bom se preparar um pouco psicologicamente antes de dar play no filme, já disponível para streaming na Netflix. Afinal, embora a temática básica tenha sido mantida, há muitas diferenças em relação ao material que conhecemos e amamos.

A história segue os irmãos Elric, que tentam trazer sua mãe de volta à vida por meio do tabu da alquimia humana. No entanto, tudo dá errado e Al perde seu corpo físico e fica obrigado a vestir uma armadura para abrigar sua alma, enquanto Ed precisa vestir braço e perna mecânicos. Os irmãos partem, então, em busca da cobiçada Pedra Filosofal, a única forma de restaurar os seus corpos.


Embora apareça com o selo de Original Netflix por aqui, o filme estreou em dezembro do ano passado no oriente pelas mãos da Warner Bros. Japan, com produção da Oxybot. Aliás, se você não está acostumado com o estilo de atuação oriental, não estranhe esse choque de cultura!

Em adaptações live action, os atores japoneses tentam fazer uma atuação bem em estilo “desenho animado em carne e osso”, o que pode causar estranheza para os menos versados na arte. Para quem está acostumado, Ryosuke Yamada, Dean Fujioka e a bela Tsubasa Honda fazem um ótimo e divertido trabalho sob a direção competente de Fumihiko Sori.

É na história, então, que residem a maior parte dos problemas do longa, que serão notados muito mais por quem sabe a obra original de cor. Como o filme tem menos de duas horas para expor toda sua narrativa, naturalmente acontecem muitas concessões e adaptações. O sentimento é de que é tudo muito corrido, até porque personagens importantes são omitidos sem dó, como o Scar. Beira a heresia falar da guerra de Ishtar sem tocar em seu nome.

Da mesma forma, não há qualquer menção ao Pai dos homunculos. Simplesmente é informado que eles foram criados, mas nada tem impacto na narrativa. O ato final é especialmente mal trabalhado, e torna mais notória a superficialidade dos personagens secundários. As pessoas apenas vêm e vão, e não é possível se importar com nada direito.

Ainda assim, não deixa de ser uma opção decente de diversão. Certamente há portas de entrada melhores para o apaixonante universo de Fullmetal Alchemist, mas, se você já é um fã e tem a mente bem aberta, há algo de mágico e profundamente divertido em ver seus personagens favoritos em carne e osso, por mais que sua passagem seja bem breve e corrida.

Fullmetal Alchemist
6.5 Nota
6.6 Leitores (5 Notas)
Prós
  • Bons atores
  • Divertido
Contras
  • Ritmo acelerado demais
  • Omissão de personagens importantes
Avaliação
A versão em live action de Fullmetal Alchemist tem acertos o suficiente para valer o tempo investido pelos fãs e agradar aos curiosos de plantão, mas adaptações e omissões em excesso comprometem a experiência.
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Cinema

Viva A Vida é uma Festa repleta de emoções

Nem tudo é alegria nessa festa, mas você vai lembrar dela por muito tempo

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em

Devo admitir que não comecei a ver Coco (Viva A Vida é uma Festa, em português) com a melhor das expectativas. Afinal, desde 2010 ou, mais especificamente, desde Toy Story 3, não assisto a um filme da Pixar que eu considere essencial, bonito e divertidíssimo. Então, ainda que muita gente estivesse se derretendo em elogios ao novo desenho, eu não estava lá muito animado.


Veja também:


Até a premissa eu não considerava das mais interessantes, já que a temática de Mundo dos Mortos eu julgava ter sido realizada bem próxima da perfeição no jogo Grim Fandango. Então até o fator ineditismo se perdia neste sentido. Ainda assim, relevei tudo isso e, com a maior boa vontade que consegui reunir, comecei a ver o filme.

 

Viva a Vida é uma Festa conta a história de Miguel, um garotinho de apenas 12 anos que sonha em ganhar a vida como músico. Uma ideia simples o bastante, exceto pelo fato de que sua família odeia música com todas as suas forças. Tudo porque, mais de 100 anos atrás, o tataravô de Miguel abandonou sua tataravó para perseguir o estrelato.


Assim, Miguel pratica violão escondido enquanto decora todas as músicas de seu ídolo Ernesto de la Cruz. Ao mesmo tempo, sua família se esforça ao máximo para convencê-lo a seguir a carreira de sapateiro, como todos os demais familiares. Insatisfeito, o jovenzinho foge de casa no feriado de Dia dos Mortos e, no processo acidentalmente cruza a barreira para o “outro lado”, onde acredita ter uma chance de finalmente encontrar Ernesto.

Durante os dois primeiros atos do filme, a jornada é repleta de clichês e reviravoltas previsíveis e, com isso, me deixou consideravelmente de saco cheio, a despeito de alguns personagens carismáticos que surgiam pelo caminho aqui e ali, com destaque para o adorável esqueleto Héctor, magistralmente interpretado por Gael García Bernal.

Ainda que uma ou outra piadinha funcionasse, a aventura em si não estava me agradando, e chegou à beira do desastre quando seu principal antagonista foi reduzido ao puro maquiavelismo barato. No entanto, os últimos 20 minutos de filme me provocaram algo inesperado e muito especial!

Sem spoilers, várias coisinhas espalhadas ao longo da jornada foram ressignificadas (especialmente a sua canção principal, em uma sacada de gênio) e, quando unidas à linda trilha incidental do mestre Michael Giacchino, viram um soco emocional certeiro em seu cérebro, capaz de demolir até a mais durona das pessoas.

Faz quase um dia inteiro desde que vi o filme e, desde então, já devo ter ouvido a sua música principal, Remember Me, algumas dezenas de vezes. E não penso em parar tão cedo! Aliás, muito me impressionaria se ela não vencesse o Oscar 2018 de melhor canção original, pois seria muito merecido.

Ainda que eu não tenha achado a animação maravilhosa como um todo, e veja sérios problemas com a barriga da jornada, o final de Viva é tão gratificante e emocionalmente devastador que eu não posso deixar de recomendar a obra para qualquer um que tenha interesse em desenhos 3D. Só não esqueça de separar alguns lencinhos antes de começar!

Viva A Vida é uma Festa
8.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Emocionante demais
  • Linda trilha sonora
Contras
  • Aventura arrastada
  • Piadas fracas
Avaliação
Viva a Vida é uma Festa é mais uma animação da Disney Pixar que tem tudo para conquistar uma montanha de prêmios. Sua mensagem é linda e sua conclusão emocionante, mas a jornada em si não é das mais divertidas.
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Cinema

Star Trek Discovery tem um voo de estreia turbulento

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Por mais que Star Trek tenha inspirado dezenas de filmes, não há como negar que Jornada nas Estrelas sempre ficou muito mais à vontade na televisão, seja na série clássica absurdamente inovadora de Gene Roddenberry, ou em suas várias derivadas, como as cultuadas Nova Geração, Deep Space Nine e Voyager.


Veja também:


Assim, a notícia de que a CBS e a Netflix disponibilizariam uma temporada completa focada em novas aventuras no universo principal, e não no cânone alternativo estabelecido pela série de filmes da Bad Robot, foi recebida com bastante interesse e, claro, inevitáveis polêmicas na internet, com fãs apaixonados temendo pelo pior. Curiosamente, o primeiro ano de Star Trek Discovery consegue agradar e irritar todos os tipos de espectadores ao mesmo tempo e, infelizmente, isso acontece devido a sua falta de foco.

Os primeiros capítulos são, de longe, os piores da temporada, e mais parecem um extenso, desnecessário e desinteressante prólogo, que poderia ser apagado sem qualquer prejuízo para a série. Ainda que não falte valor de produção neles (todas as naves e planetas mostrados são muito bem feitos, ainda que sua estética pareça derivativa demais do jogo Mass Effect e do filme de JJ Abrams), a trama não empolga.

À bordo da nave Shenzhou acompanhamos a protagonista Michael Burnham (Sonequea Martin-Green) e sua capitã e mentora Georgiou (Michelle Yeoh), mas, após uma batalha infeliz com os Klingons, eles e a Federação começam uma guerra, e Michael acaba perdendo sua patente de primeira oficial e o direito à liberdade após responder por seus atos em um julgamento marcial.


 

Presa e odiada por todos, Michael acaba encontrando uma nova chance à bordo da USS Discovey, onde o Capitão Lorca (Jason Isaacs) nota seu potencial e a coloca para trabalhar com sua tripulação. É uma premissa ok, mas que é pessimamente conduzida por uma trama muito dark, que nada tem a ver com o tom dos seriados anteriores.

Tempos de guerra e conflitos sangrentos até poderiam apontar para um caminho audacioso e servir de gancho para boas soluções otimistas e moderadas, mas praticamente não há espaço para leveza, nem mesmo entre os tripulantes sem carisma da Discovery.  Honrando a histórica luta por diversidade que a franquia Trek sempre se empenhou em trazer muito bem, Paul Stamets (Anthony Rapp) e o Dr. Culber (Wilson Cruz) formam um casal homossexual, mas seu relacionamento é totalmente sem graça e dificulta a criação de empatia, se resumindo a panfletagem vazia e sem graça.

Melhor sorte tem a fofa Sylvia Tilly (Mary Wiseman), que consegue ter um bom arco de personagem, começando como uma garota insegura que fala demais e teme a opinião dos outros, e progredindo lentamente para o posto de uma oficial determinada, que acredita e luta por seus amigos. Sem dúvidas ela é quem mais se aproxima do tom tradicional de Star Trek.

O grande problema da primeira metade da temporada é inserir personagens bem desinteressantes e obrigá-los a enfrentar temas pesados, que vão desde crimes de guerra, passando por estupro e os traumas derivados disso, racismo, abuso animal, enfim, só “diversão”!

Talvez já notando os problemas e insatisfação justificada de uma parcela dos fãs com o clima pesado e militarizado demais, após as férias de fim de ano, a primeira temporada voltou para uma leva final de episódios muito mais palatáveis para quem via a série clássica assiduamente, com direito até a uma exploração rica do Universo Espelho, onde reencontramos o Império Terran, além de uma referência bem bonita à série clássica em seu episódio final.

Atirar para todos os lados pode até não ter gerado o produto final mais coeso do mundo, mas há algo admirável na tentativa de correção de curso no meio do caminho, ainda que isso venha ao custo de sabotar as expectativas de quem estava gostando da série em seus primeiros episódios. Foi um voo turbulento, sem dúvidas, mas se a o próximo ano seguir mais a linha da reta final da primeira temporada, talvez Discovery finalmente encontre um pouco mais de amor quando chegar a seu destino.

Star Trek Discovery - Temporada 1
7 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Alto valor de produção
  • Referências nostálgicas
Contras
  • Tom sombrio demais
  • Personagens sem carisma
Avaliação
Star Trek Discovery lutou muito para encontrar sua própria identidade em sua primeira temporada. Os personagens sem carisma atrapalham demais, tal qual o tom sombrio em demasia. Mas, em sua segunda metade, a temporada engrena um pouco e pode agradar até os fãs da série clássica.
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