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Carbono-14: Super Nintendo é o console da vez. Vamos recordar?

No último Carbono-14, descobrimos várias coisas legais sobre o Mega Drive e aprendemos um pouco mais sobre a casa do Sonic. Na guerra dos 16 bits, se houve um grande vencedor, com certeza fomos nós jogadores. Títulos de qualidade, variedade de estilos para atender a todos os nichos de mercado e diversão garantida! Quer mais?

Essa semana nós vamos falar sobre o principal concorrente do Mega Drive, o Super Nintendo. Para muitos, ele foi o grande vencedor da disputa, na decada de 90. Para nós houve um empate acirrado e justíssimo. Sem mais delongas, sete curiosidades imperdíveis sobre o Snes!

 

Lançamento na Coreia

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Assim como o Mega Drive ficou conhecido como Super Gam*Boy em seu lançamento na Coreia, o mesmo aconteceu com o Super Nintendo. O motivo aliás, também parece ter sido o mesmo: boicote a produtos japoneses. Por lá, o console é conhecido como Super Comboy e foi lançado pela Hyundai Electronics. O layout do aparelho é o mesmo da versão japonesa, o Super Famicom.

 

Sucesso de venda

Segundo o site VGChartz, o Super Nintendo vendeu quase 50 milhões de unidades, sendo quase metade desse número correspondente as vendas da América do Norte. Com esses números, ele fica fora do Top 10 de mais vendidos de todos os tempos, mas não deixa de ser uma marca impressionante.

No fim da década de 90, a Nintendo lançou o modelo baby (SNS-101) do console, a fim de prolongar sua vida útil. De diferente, apenas o formato (ligeiramente menor) e a ausência de um botão reset.

 

Jogos mais vendidos

Ainda falando sobre números, o Super Nintendo também se destacou por emplacar vários best-sellers. E melhor, muitos deles são pratas da casa! Mario, como não poderia deixar de ser, lidera a lista com 2 super jogos: Super Mario World (20.6 milhões de unidades vendidas) e Super Mario All-Stars (10.55 milhões). Outros dois títulos do encanador também estão na lista dos dez melhores: Super Mario Kart (quarto colocado, com 8.7 milhões) e Super Mario World 2: Yoshi’s Island (oitavo, com 4.1 milhões).

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Outro que fez história foi Donkey Kong, que conseguiu emplacar seus 3 games da série Country entre os dez melhores: Donkey Kong Country ficou em terceiro, com 9.3 milhões; Donkey Kong Country 2: Diddy’s Kong Quest ficou em sexto, com 5.1 milhões e, por fim, Donkey Kong Country 3: Dixie’s Kong Double Trouble! fecha a lista em décimo, com 3.5 milhões de unidades vendidas.

 

E qual será o segredo do sucesso da família Kong?

Se você respondeu que foram os gráficos 3D pré-renderizados, parabéns! A tecnologia deu um salto absurdo, para entregar uma experiência inovadora e extremamente bela, muito acima dos padrões para um console de 16 bits.

O sucesso da franquia não pode ser creditado apenas a isso, já que a trilogia é lembrada com carinho até hoje por tantos outros elementos, como sua trilha sonora, jogabilidade e personagens cativantes. Com todas essas peças devidamente alinhadas, não tinha como dar errado. O jogo envelheceu super bem e vale a pena ser revisitado.

PS: Vale a pena conferir a propaganda de lançamento do primeiro game, no vídeo acima (extraído do canal Newrare). Rola até uma alfinetada na concorrência, que entendedores com certeza entenderão! ;)

 

Star Fox era apenas um teste

Que Fox, Peppy, Falco e Slippy formam um super time, ninguém tem dúvidas. Nos céus, as airwings imperam absolutas desde a sua estreia, ainda no Super Nintendo.

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A beleza do game está diretamente associada ao chip Super FX, responsável pelos inovadores gráficos poligonais. Mas o que poucos sabem é que, na verdade, o game servia originalmente apenas como uma plataforma de teste para o chip. Ainda bem que perceberam a tempo que o material era bom, né?

 

Já era possível jogar online naquela época

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Mesmo antes da PSN e Live, já era possível experimentar a sensação de uma jogatina online, tudo graças ao X Band, um modem telefônico daqueles bem antigos. Era preciso pagar uma taxa mensal, mas o serviço permitia jogar Street Fighter, NBA Jam e outros títulos com pessoas de todo o mundo. Dá uma olhada no tamanho do trambolho!

 

Ideias rejeitas de layout

Quando a Nintendo decidiu trazer o seu console para o ocidente, pensou em lançá-lo com um design diferente do modelo nipônico, por questões estratégicas. Os desenhos ficaram a cargo de Lance Barr, que já havia assinado as duas versões do Nes (NES-001 e NES-101).

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Abaixo você pode conferir algumas ideias de layout apresentadas a Nintendo na época. Todas foram rejeitadas, embora alguns conceitos tenham sido aproveitados. Dentre eles, o famoso botão de eject, marca registrada do Snes.

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