Conecte-se conosco.

Críticas

Everything é um videogame sem igual

Publicado

em

Raposa, satélite, bóson de Higgs, mitocôndria, plataforma petroleira, galáxia em espiral e um pedaço de pizza. O que todas essas coisas têm em comum? Bom, para começo de conversa, já é bom saber que todos eles, assim como tantos outros milhares de animais, partículas e objetos, são personagens jogáveis em Everything. Mas, como o próprio jogo defende, sua ligação é muito mais profunda do que isso.

Como não poderia deixar de ser, essa premissa alucinante surge inicialmente com ares bem humorados: embora o conteúdo do game seja randômico e gerado proceduralmente, é certo que cada jogador viverá primeiros minutos de gameplay bem… peculiares, no eufemismo do século.

No meu caso, logo após uma brevíssima introdução, minha missão era fazer um bisão rolar por pastos e cordilheiras tentando aprender sobre os diferentes pontos de vista de tudo que existe ao seu redor. Ao melhor estilo Douglas Adams, a ideia era tão maluca e infinitamente improvável quanto profunda e inteligente. Da maior rocha à menor folha no chão, tudo que existe parece preocupado em compartilhar um pouquinho de sua visão sobre o mundo.


https://www.youtube.com/watch?v=h3JKDIRVIuQ&list=PL96wQHzW_46q35ed3-U3SuqhBmhBKpj9P

Everything é quase um episódio interativo da série Cosmos, de Carl Sagan

Que fique claro, você não é obrigado a ler ou considerar essas informações. Como bem me alertou uma girafa, “Todo mundo tem algo a dizer. Mas nem tudo vai ser útil. Embora tudo até seja útil no fim das contas.”. De fato, essa parece uma boa forma de entender a mitocôndria depressiva que me disse: “Não há nada inútil aqui, nem mesmo a inutilidade em si. Exceto eu, claro. Me sinto um pouco inútil na maior parte do tempo… mas todo o resto parece estar ótimo”.

Só é possível conversar com coisas tão diferentes entre si graças à inteligente jogabilidade do game. Funciona mais ou menos assim: enquanto você controla o que quer que esteja controlando, basta se aproximar de qualquer outra coisa. Se o objeto for maior que você, é possível ascender até seu ponto de vista. Caso seja menor, um outro botão aparece para possibilitar o descenso. Caso eles tenham um balão de pensamento sobre suas cabeças, aperte outro botão para conversar.

Passo a passo, você pode fazer o caminho “completo”, encolhendo até a escala subatômica ou crescendo até que suas proporções cósmicas sejam tão colossalmente gigantescas que você começa a viajar entre fractais, raios e formas geométricas ao melhor estilo do filme 2001: Uma Odisseia no Espaço.

Mesmo que não seja correto apontar um objetivo final para o game, que é muito mais contemplativo e voltado à exploração do que qualquer outra coisa, dá para dizer que o gameplay o estimula a perseguir algumas metas. Conforme se explora o cosmos, cada coisa incorporada pelo jogador é acrescentada à sua enciclopédia universal. Ao avançar um pouco pela “campanha”, você ganha o poder de transformar-se em tudo que catalogou quando bem entender.

Além disso, ganhar conhecimento sobre o cosmos faz com que algumas coisas compartilhem arquivos de áudio narrados pelo filósofo Alan Watts. Eu não conhecia seu trabalho antes de jogar, mas após jogar pouco mais de quatro horas de Everything, estou mais do que interessado em mergulhar no seu trabalho, que parece incorporar um bocado da filosofia e crenças orientais, proporcionando um choque maravilhoso de informações quando estas são confrontadas às últimas descobertas da física.

Não é raro ver o talentoso David OReilly comandar obras instigantes. Afinal, ele foi responsável por coisas como as animações do filme Guia do Mochileiro das Galáxias; o roteiro, produção e animação do episódio A Glitch is a Glitch, de Hora de aventura; além de criar os segmentos de videogame da ficção científica Her. Falando em jogos, ele também já havia sido bem sucedido com o belo e provocador Mountain.

David ajudou na elaboração das entradas do Guia no cinema, e seu novo jogo remete bastante a Douglas Adams

Mesmo com todo esse currículo, é quase certo que Everything será lembrado como um de seus maiores trabalhos. Cosmicamente épico, emocionalmente arrebatador, educativo e informativo sem jamais se esquecer de seu papel como divertido jogo eletrônico, Everything é um produto cultural sem igual.

Caso algum dos temas expostos acima lhe interesse minimamente, não hesite e baixe o jogo agora mesmo. De acordo com a Wiki do game, o próprio David disse esperar que “Everything faça as pessoas se sentirem melhores sobre suas vidas”. Ao menos no que diz respeito ao autor desse texto, a missão foi cumprida com louvor.

Everything – Nota: 5/5

Produtora: Double Fine
Plataformas: PlayStation 4, PC
Plataforma utilizada na análise: PlayStation 4

Formado na arte de reclamar, odeia a internet. Ainda assim, sua hipocrisia sem limites o permite administrar a página no Facebook, plataforma de divulgação do seu primeiro livro. Você também pode seguí-lo em @thomshoes no Twitter, mas provavelmente é uma má ideia...

Cinema

Star Trek Discovery tem um voo de estreia turbulento

Publicado

em

Por mais que Star Trek tenha inspirado dezenas de filmes, não há como negar que Jornada nas Estrelas sempre ficou muito mais à vontade na televisão, seja na série clássica absurdamente inovadora de Gene Roddenberry, ou em suas várias derivadas, como as cultuadas Nova Geração, Deep Space Nine e Voyager.


Veja também:


Assim, a notícia de que a CBS e a Netflix disponibilizariam uma temporada completa focada em novas aventuras no universo principal, e não no cânone alternativo estabelecido pela série de filmes da Bad Robot, foi recebida com bastante interesse e, claro, inevitáveis polêmicas na internet, com fãs apaixonados temendo pelo pior. Curiosamente, o primeiro ano de Star Trek Discovery consegue agradar e irritar todos os tipos de espectadores ao mesmo tempo e, infelizmente, isso acontece devido a sua falta de foco.

Os primeiros capítulos são, de longe, os piores da temporada, e mais parecem um extenso, desnecessário e desinteressante prólogo, que poderia ser apagado sem qualquer prejuízo para a série. Ainda que não falte valor de produção neles (todas as naves e planetas mostrados são muito bem feitos, ainda que sua estética pareça derivativa demais do jogo Mass Effect e do filme de JJ Abrams), a trama não empolga.

À bordo da nave Shenzhou acompanhamos a protagonista Michael Burnham (Sonequea Martin-Green) e sua capitã e mentora Georgiou (Michelle Yeoh), mas, após uma batalha infeliz com os Klingons, eles e a Federação começam uma guerra, e Michael acaba perdendo sua patente de primeira oficial e o direito à liberdade após responder por seus atos em um julgamento marcial.


 

Presa e odiada por todos, Michael acaba encontrando uma nova chance à bordo da USS Discovey, onde o Capitão Lorca (Jason Isaacs) nota seu potencial e a coloca para trabalhar com sua tripulação. É uma premissa ok, mas que é pessimamente conduzida por uma trama muito dark, que nada tem a ver com o tom dos seriados anteriores.

Tempos de guerra e conflitos sangrentos até poderiam apontar para um caminho audacioso e servir de gancho para boas soluções otimistas e moderadas, mas praticamente não há espaço para leveza, nem mesmo entre os tripulantes sem carisma da Discovery.  Honrando a histórica luta por diversidade que a franquia Trek sempre se empenhou em trazer muito bem, Paul Stamets (Anthony Rapp) e o Dr. Culber (Wilson Cruz) formam um casal homossexual, mas seu relacionamento é totalmente sem graça e dificulta a criação de empatia, se resumindo a panfletagem vazia e sem graça.

Melhor sorte tem a fofa Sylvia Tilly (Mary Wiseman), que consegue ter um bom arco de personagem, começando como uma garota insegura que fala demais e teme a opinião dos outros, e progredindo lentamente para o posto de uma oficial determinada, que acredita e luta por seus amigos. Sem dúvidas ela é quem mais se aproxima do tom tradicional de Star Trek.

O grande problema da primeira metade da temporada é inserir personagens bem desinteressantes e obrigá-los a enfrentar temas pesados, que vão desde crimes de guerra, passando por estupro e os traumas derivados disso, racismo, abuso animal, enfim, só “diversão”!

Talvez já notando os problemas e insatisfação justificada de uma parcela dos fãs com o clima pesado e militarizado demais, após as férias de fim de ano, a primeira temporada voltou para uma leva final de episódios muito mais palatáveis para quem via a série clássica assiduamente, com direito até a uma exploração rica do Universo Espelho, onde reencontramos o Império Terran, além de uma referência bem bonita à série clássica em seu episódio final.

Atirar para todos os lados pode até não ter gerado o produto final mais coeso do mundo, mas há algo admirável na tentativa de correção de curso no meio do caminho, ainda que isso venha ao custo de sabotar as expectativas de quem estava gostando da série em seus primeiros episódios. Foi um voo turbulento, sem dúvidas, mas se a o próximo ano seguir mais a linha da reta final da primeira temporada, talvez Discovery finalmente encontre um pouco mais de amor quando chegar a seu destino.

Continue lendo

Críticas

Brinquedos que Marcam Época é um presente da Netflix

Publicado

em

No finzinho de 2017 a Netflix disponibilizou uma de suas melhores e mais subestimadas produções. Quase sem alarde, The Toys That Made Us (Brinquedos que Marcam Época, em português) chegou ao serviço de streaming e, se você gosta de brinquedos e colecionáveis, não deveria deixar esse documentário passar batido!


Veja também:


Por enquanto são apenas quatro episódios com pouco menos de uma hora cada um, mas já há outros quatro encomendados, com estreia programada para ainda em 2018. Já estão no ar documentários sobre Star Wars, GI Joe, Barbie e He-Man, e na segunda levam estreiam LEGO, Transformers, Hello Kitty e Star Trek.

Com direção de Tom Stern, o documentário criado por Brian Volk-Weiss é extremamente nostálgico, como não poderia deixar de ser, mas, diferente de outras produção da Netflix, jamais se limita a uma apelação barata para nossas lembranças a fim de provar seu valor. Não, aqui há bastante trabalho de pesquisa e material interessante até mesmo para os aficionados mais versados no tema.

Pessoas envolvidas com as mais diversas etapas da produção e venda de brinquedos, desde seus idealizadores, passando por empregados das empresas, advogados, executivos e varejistas, fornecem aspas repletas de informações, então há muito a se aprender sobre a história do hobby favorito de milhares de pessoas por todo o mundo.


Naturalmente, o foco do documentário fica restrito ao mercado norte-americano mas, felizmente, isso não impede a nossa apreciação e identificação, já que todos os brinquedos mencionados por enquanto fizeram muito, muito sucesso em nossas lojas também, ainda que em diferentes proporções.

Se você nasceu na década de 1980, seguramente deve ter várias memórias sobre esses bonecos! Mas, se for mais jovem, encontrará aqui uma oportunidade de ouro para o aprendizado, que não deve ser desperdiçada.

Ao fim da série, você vai saber muito mais sobre como era a cultura pop durante as décadas de 1970 e 1980. Mais importante, vai entender melhor como funciona a cabeça daqueles que vivem em função de pequenos pedaços de plástico, e como esses pequenos objetos podem ganhar um improvável e gigantesco significado nos corações das pessoas.

 

Continue lendo

Críticas

Franz Ferdinand não consegue ser nem sombra do que já foi em Always Ascending

Publicado

em

No começo dos anos 2000, o rock ganhou uma sobrevida inesperada com o advento do indie e da volta do rock de garagem. Liderado por nomes como The Strokes e Arctic Monkeys, o período foi imensamente frutífero, e até bandas “secundárias” como Kaiser Chiefs conseguiam lançar grandes músicas, mesmo longe de chegar ao mesmo status de fama dos líderes do movimento.


Veja também:


Em algum lugar no meio do caminho ficava o Franz Ferdinand, banda formada em Glasgow em 2002, com clara inspiração em Talking Heads e nas guitarras do Gang of Four. Com músicas perfeitas para dançar e pular, o grupo trouxe toda uma vibe festiva e sexy para o rock da época, mas acabou não alcançando tanta fama em escala global, até eventualmente se resignar e acomodar com o posto de banda de nicho. Seu novo disco foi lançado esta semana, então vamos avaliá-lo faixa a faixa.

Always Ascending, a faixa título do disco e também a responsável por abrir os trabalhos, é um perfeito resumo dos problemas do novo Franz Ferdinand. Ela começa com uma extenuante introdução de 1:20 minutos regida por um corinho insuportável. O “prêmio” por sobreviver a isso é encontrar um pouco de música eletrônica batalhando por espaço até a canção ter algo interessante a mostrar, o que só acontece aos 2:27 minutos, quando a faixa finalmente soa minimamente tolerável, e nada mais que isso.


Lazy Boy, como o próprio nome indica, mostra um Kapranos mais preguiçoso e desinteressado do que nunca, uma persona que, infelizmente, ele não consegue abandonar por praticamente todo o disco. Melhor sorte tem Paper Cages, a melhor faixa do álbum até então, e uma das poucas que conseguem apontar para o que poderia ser um futuro interessante para a banda.

Ao invés de se contentar com guitarrinhas genéricas tentando alcançar o trabalho lendário do ex-membro Nick McCarthy, a canção abraça o teclado que, por sua vez, alavanca o baixo dançante de Bob Hardy em direção a novos caminhos bem gratificantes. Ali sim Kapranos parece empolgado com o material, e seu vocal vai bem além do tédio onipresente no disco.

A faixa seguinte, Finally, prontamente destrói esse pequeno progresso ao apostar em um novo coro intragável, o que é a segunda pior ideia que a banda teve em sua carreira (perde apenas para a esdrúxula parceria com o Sparks, que gerou a atrocidade chamada FFS). The Academy Award não é das piores, mas sofre do mesmo mal que a maioria das faixas do disco: dura um bom minuto e meio a mais do que deveria, e cansa por isso. Ainda assim, seu ritmo mais lento é um bom suspiro de tranquilidade em um disco que o tempo inteiro se força a parecer agitado, mas jamais consegue engrenar de verdade.

Lois Lane é um pouco agridoce, porque algumas partes instrumentais são interessantes e quase empolgantes, mas a harmonia vocal coloca tudo a perder com versos arrastados e chatos. Algo parecido acontece em Huck and Jim, porque o baixo e a bateria de Paul Thomson apontam para uma  música instigante, e o vocal de Kapranos e letra pífia anulam as virtudes da canção.

Quando tudo parecia fatalmente corrompido, Glimpse of Love aparece como uma salvadora improvável. Não por acaso, tal qual Paper Cages, é um exemplo perfeito de como jogar uma vibe meio Hotline Miami pode dar certo para um Franz Ferdinand desfalcado de seu guitarrista principal. O tecladinho, quando bem usado, cria uma atmosfera muito boa e, de novo, ela ajuda Kapranos a soar como o bom vocalista que costumava ser. Disparado a melhor faixa do álbum!

Munido dessa energia, Feel the Love Go aponta para um fechamento de disco com um pouco de dignidade. Instrumentos de sopro foram uma boa adição e, finalmente, o Franz Ferdinand conseguiu soar dançante e feliz como a banda que conquistou a galera no começo dos anos 2000.

Slow Don’t Kill Me Slow é um epílogo desnecessário e novamente mais longo do que deveria, e ajuda o álbum a terminar com bem mais erros do que acertos. No entanto, nem tudo está perdido. As poucas faixas genuinamente boas, como Paper Cages e Glimpse of Love, são um claro indicativo de que o Franz Ferdinand ainda consegue soar interessante mesmo sem apelar para truques batidos ou meras emulações de seu passado. O jeito é torcer para vermos mais disso nos trabalhos futuros da banda.

Continue lendo

Últimas notícias

Games4 horas atrás

Switch | Acessório transforma o console da Nintendo em um mini arcade

Agora você já pode dar uma surra de Hadoukens nos amigos simulando fliperamas em casa

Cinema5 horas atrás

Hebe Camargo | Andréa Beltrão interpretará a apresentadora nos cinemas

Cinebiografia da saudosa apresentadora ainda não tem uma data de estreia definida

assassin's creed assassin's creed
Games6 horas atrás

Humble Bundle | Jogos da Ubisoft estão em promoção no site

Os descontos em jogos das franquias Assassin's Creed, Far Cry e South Park chegam até 75% do preço original.

fable fortune capa fable fortune capa
Games7 horas atrás

Fable Fortune | Jogo free-to-play será lançado no Xbox One e PC

Depois de quase um ano em acesso antecipado, Fable Fortune será lançado oficialmente ainda esta semana.

Literatura9 horas atrás

Super Mario | Dark Horse lançará enciclopédia sobre os jogos

Demorou, mas a Super Mario Encyclopedia está sendo traduzida e preparada para um lançamento no ocidente neste exato segundo, pelas...

grand theft auto grand theft auto
Games11 horas atrás

Grand Theft Auto V | Edição Premium do jogo aparece na Amazon

A tal edição especial de Grand Theft Auto V foi retirada rapidamente da Amazon e a Rockstar não se pronunciou...

Música11 horas atrás

James Bay | Novo clipe Wild Love traz a Nancy de Stranger Things

O cantor James Bay, um dos nomes mais quentes da atualidade, está bombando com um clipe inédito, o single Wild...

Cinema11 horas atrás

Pantera Negra | Kevin Feige o considerou o melhor filme da Marvel

Ainda nem faz uma semana completa desde a estreia de Pantera Negra, o mais novo filme da Marvel, mas, além...

Notícias12 horas atrás

Sabrina | Atriz afirma que a Aprendiz de Feiticeira não pertence ao mesmo universo de Riverdale

Chances de um crossover entre as duas séries estão cada vez menores

the missing the missing
Games13 horas atrás

The Missing | Novo jogo do criador de Deadly Premonition é anunciado

Hidetaka “Swery” Suehiro prometeu que seu novo projeto irá surpreender a todos.

Cinema13 horas atrás

Fullmetal Alchemist | Live-action está disponível na Netflix

A aventura de Ed e Al em busca da Pedra Filosofal chegou hoje à Netflix

earthbound earthbound
Games14 horas atrás

Earthbound | Funko possui licença para lançar bonecos da franquia

Mesmo tendo os direitos para produzir bonecos de Earthbound, a empresa nunca anunciou nada sobre o assunto.

Games15 horas atrás

Mega Man Legacy | As duas coleções devem ser vendidas juntas no Switch

A Capcom ainda não confirmou a informação, mas uma página do ESRB mostra os dois jogos sendo classificados juntos.

darkest dungeon darkest dungeon
Games16 horas atrás

Darkest Dungeon | Jogo chega ao Xbox One este mês

A Red Hook Studios oferecerá o DLC Crimson Court de graça nos primeiros dois meses do jogo no consoles da...

Cinema1 dia atrás

Tomb Raider | Mattel vai lançar Barbie da Lara Croft

A famosa arqueóloga Lara Croft está prestes a estrelar um novo filme e, para coroar a ocasião, a Mattel já...

Em alta