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Cinema

O que os filmes “independentes” da DC significam para o Universo Expandido?

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Essa semana o coração dos fãs da DC deve ter ido parar na boca cada vez que uma nova notícia surgia sobre os tais novos “filmes independentes” dos personagens da famosa editora de histórias em quadrinhos.

A coisa toda começou quando foi anunciado que um filme do Coringa está em fase inicial de produção, tendo grandes nomes do cinema como Martin Scorcese (diretor de Taxi Driver e de uma porção de filmes com o Leonardo DiCaprio, como Ilha do Medo, O Aviador e O Lobo de Wallstreet) como produtor e Todd Phillip (diretor de Starsky & Hutch, Se Beber Não CaseCães de Guerra) assumindo a direção do longa. O tal novo filme contará a história de origem do Palhaço do Crime, escalando um ator mais jovem no papel principal e não fará parte do Universo Estendido da DC (ou DCEU). Boom, primeira bofetada.

Logo em seguida, antes de esperar a turma se recuperar do golpe, veio outra porrada: em um podcast gravado em julho desse ano, o diretor Matt Reeves (Planeta dos Macacos: A Guerra) comentou que seu mais do que aguardado filme solo do Batman também estaria de fora do DCEU, que o pessoal da Warner Bros. sugeriu a ele fazer um filme “independente” (no sentido de “por fora do DCEU”) do personagem, trazendo uma nova versão do personagem e, consequentemente, potencialmente deixando de fora o adorado Batfleck. Pois é.

 

Um “novo” novo Coringa

Podemos concordar que a versão do Coringa de Jared Leto, embora diferentona, não agradou. O tanto de jogada de marketing realizado durante a produção de Esquadrão Suicida levava a crer que o ator ficou maluco, realmente encarnou o Coringa em tempo integral e ficou fazendo altas merdas, como mandar camisinhas “usadas” pros colegas de elenco. Nossa, que badass. Enfim, era tanta “loucura” que o hype subiu e todo mundo esperava uma atuação fenomenal, maravilhosa, histórica… e o que recebemos foi um Coringa meia-boca cuja risada, em vez de amedrontar, fez a sala do cinema explodir em uma uníssona gargalhada. (é sério, eu tava lá, eu ri junto)


Então OK, dá pra entender eles quererem mudar o Coringa, tentar algo novo pra se livrar do péssimo palhaço tatuado do Leto. O problema aqui está na tal “história de origem”. Veja bem, uma das características mais interessantes do Coringa enquanto personagem é que o cara não tem origem oficial. Ponto. Não existe uma “origem do Coringa” oficial nas HQs, que são o material de origem do qual essas adaptações tomam inspiração. A graça é justamente o mistério por trás do palhaço: quem é ele, realmente? De onde veio? Não há resposta para essas perguntas, e isso é um dos aspectos mais sensacionais desse vilão, que é nemesis do maior detetive do mundo: o próprio Batman. Isso aí, o maior detetive do mundo não sabe a identidade do seu pior vilão. O quão sensacional é isso? O quão brilhante é a ideia de que o Coringa consegue manter em segredo sua real identidade daquele que é considerado o mais eficiente e inteligente dos detetives do planeta?

Tudo bem, ao longo dos anos surgiram várias histórias que se prestavam a contar uma origem para o personagem. Vimos isso em Detective Comics #168 (lançada nos EUA em fevereiro de 1951), em que o cara era um funcionário de laboratório que adota a alcunha de Capuz Vermelho pra roubar um milhão de dólares de seu empregador e depois “se aposentar”; e em A Piada Mortal, que mostrou uma origem tão bacana pro personagem que em diversas HQs e ocasiões diferentes serviu de norte para autores que queriam dar algum background pro personagem no cânone oficial. Em outras histórias vimos diferentes origens pro personagem, mas o próprio Coringa já afirmou nos quadrinhos que “não se lembra” da vida antes de virar o Palhaço do Crime.

Enfim, inventar algo agora ou adaptar uma das histórias já existentes para chegar no cinema e contar uma história de origem do Coringa é cagar no legado do personagem, já que oficialmente, no cânone da DC, não existe uma origem certa e aceita como oficial. Filmar uma origem “oficial” do Coringa é pegar algo interessante e remover justamente aquilo que o torna tão extraordinário. O Coringa não é legal e um bom vilão simplesmente por ser insano: o cara é foda porque bate de frente com o Batman e consegue deixar até o morcegão no escuro.

A menos que seja uma realidade alternativa, não tem porque fazer um filme de origem do Coringa. Até porque, será mesmo que uma história de origem de vilão teria força o suficiente pra virar um filme rentável sem virar um novo caso como o de Esquadrão Suicida?

 

O Batman de Ben Affleck

E quanto ao “filme independente” do Batman? Céus. Eu estava entre os desesperançosos quando anunciaram que Ben Affleck seria o novo Batman, tudo o que eu conseguia pensar era na atuação dele no filme do Demolidor, da Marvel. Eu não acreditava no potencial do ator para interpretar o Homem-Morcego, mas fico feliz de ter quebrado a cara e ficado maravilhado com sua versão do Batman e Bruce Wayne em Batman vs Superman. Ouso dizer que a versão do Batman de Ben Affleck é uma das melhores coisas nascidas do DCEU. (e olha que não sou nenhum fã do Morcego, minha lealdade é jurada à casa El, de Krypton)

Então por que raios a DC “se livraria” do Batfleck? Qual o sentido nisso tudo? Se o cara é agora adorado pelos fãs, tem dado diversas declarações dizendo que é o Batman sim, que adora ser o Batman e que com Matt Reeves na direção, ele atuaria até mesmo como um macaco (fazendo alusão a Planeta dos Macacos: A Guerra), pra que jogar tudo isso no lixo? Bom, aqui talvez a coisa seja um pouco menos assustadora do que realmente parece.

A declaração de Matt Reeves no tal podcast foi dada em julho, mais ou menos um mês atrás. Então, pelo tempo e pela falta de confirmação por parte do diretor ou da Warner, o que o diretor disse pode significar várias coisas, como por exemplo:

  1. The Batman mais ou menos seguirá os passos trilhados pelo filme da Mulher-Maravilha, se passando no passado (pra ajudar a fortalecer a estrutura do personagem no DCEU, já que sabemos que Bruce Wayne veste a fantasia de morcego há pelo menos 20 anos) mas sem as cenas do “presente”, tornando assim o filme uma situação totalmente à parte do que já vimos no DCEU até agora — mas ainda estrelado por Ben Affleck;
  2. O filme solo do Morcego pode realmente contar com a “versão atual” de Bruce Wayne, a mesma de BvS e Liga da Justiça, mas interpretado por um ator mais jovem para mostrar o “Batfleck” em início de carreira. Ainda seria parte do DCEU, mas com outro ator no papel principal e totalmente “por fora” do atual DCEU;
  3. O novo filme do Batman poderia realmente ser um filme independente do DCEU, talvez em uma espécie de “Elseworld” (o selo dos quadrinhos da DC que são estrelados pelos personagens da editora, mas em histórias que se desenrolam em “realidades alternativas”, como O Reino do Amanhã e Superman: Entre a Foice e o Martelo, por exemplo). Se for o caso, de repente Ben Affleck até continua no papel de Batman/Bruce Wayne, mas tudo se desenrolaria em um mundo alternativo — o que tornaria tudo ainda mais confuso… mas, bem, estamos falando da DC nos cinemas, amiguinhos;
  4. The Batman poderia ser realmente uma coisa completamente nova, um filme totalmente à parte do DCEU, estrelado por outro ator interpretando um Bruce Wayne/Batman totalmente diferente do Batfleck. Essa é uma das alternativas mais prováveis de acontecer, dado que o mesmo será feito com o Coringa, que terá nos cinemas a versão de Leto (que já deu as caras em Esquadrão Suicida e está agendado para aparecer em Gotham Sirens, Esquadrão Suicida 2 e no tal filme do Coringa e da Arlequina) e a nova versão, da infeliz ideia do filme de origem.

 

O Futuro do DCEU

É bem capaz de que o futuro do Batfleck seja selado pela recepção do público ao filme da Liga da Justiça. Embora o filme esteja “fazendo muito barulho” na internet, deixando bastante gente empolgada, a mesma coisa aconteceu com Batman vs Superman e no final só eu e mais umas três ou quatro pessoas no mundo gostamos do filme. Então independente de Affleck dizer por aí que em Liga da Justiça o Batman estará mais próximo da sua versão dos quadrinhos, que será um herói melhor (e não o “psicopata” de BvS que matou bandido à beça, fugindo completamente da política do Morcegão de nunca matar), se o filme não agradar é bem capaz de rolar mesmo uma nova franquia do Batman, que o Batfleck seja morto (ou aposentado ou substituído pelo Asa Noturna, que está na lista de próximos filmes do DCEU).

O mesmo vale para todo o DCEU: em um universo cinematográfico em que somente a única mulher do time é adorada e carrega todo mundo nas costas (a Mulher-Maravilha não só “roubou a cena” em BvS como calou a boca de todo mundo com aquele filme solo, com o perdão do trocadilho, maravilhoso), o Flash só apareceu em trailers e já acumula uma série de haters, o CG do Ciborgue é mais zoado do que o Rubinho Barichello em meme de atraso e o Superman é uma incógnita (mesmo, nem ele sabe o que é ou o que deve fazer), é até difícil tentar prever qualquer coisa. Pode ser que o filme da Liga esculache tudo e todos, seja o filme de heróis mais foda — o Aquaman montando num parademon que o diga! — que já existiu…  ou talvez seja só uma grande bagunça, fazendo jus às notícias de que o primeiro corte do filme foi considerado “inassistível” e de que Joss Whedon tá mudando a porra toda pra ver se conserta a cagada deixada por Zack Snyder.

Se o filme da Liga não for bem de bilheteria e crítica, talvez o DCEU esteja mesmo ameaçado. Diferente da Marvel, que foi amarrando as histórias e apresentando seus principais personagens aos poucos antes de juntá-los em Os Vingadores, a DC vem tentando correr contra o tempo para alcançar a rival, tentando montar um universo pra bater de frente com o MCU com, sei lá, quatro filmes? É uma tarefa ingrata, com muito potencial pra dar merda, mas que nada impede que dê certo. Porém, se der errado, nada impede que todos os filmes planejados para o DCEU sejam cancelados ou tornem-se “filmes independentes”.

Uma alternativa viável para “se desfazer” do atual DCEU e remontar tudo praticamente do zero seria usar o filme do Flash, agendado para sair em 2020, e aproveitar que a saga a ser adaptada, ao que tudo indica, será o Ponto de Ignição (Flashpoint). Nas HQs, a saga serviu pra rebootar todo o Universo DC depois do Flash voltar para o passado para salvar sua mãe — ferrando a linha do tempo no processo. Com isso, novas versões de todos os personagens da editora foram apresentados ao público, dando uma atualizada (em muitos casos mais do que necessária) no material. Talvez recomeçar o DCEU em 2020, depois do filme do Flash, possa ser a melhor solução caso a Warner esteja insatisfeita com o universo cinematográfico da DC.

Enfim, não tem como saber o que vai rolar. Pra gente, que tá de fora, parece que a Warner e a DC são aquele cachorro cientista do meme “eu não tenho ideia do que tô fazendo”. E de repente é isso mesmo que tá rolando por lá, não é impossível que eles estejam mesmo perdidos sem saber o que fazer com tantos personagens e histórias legais pra adaptar pras telonas. Ou talvez eles saibam exatamente o que estão fazendo, e por mais que tudo pareça uma grande bagunça no final pode dar certo. Ou não, muito pelo contrário.

Só nos resta esperar (e rezar, fazer mandinga, furar uns bonecos de vudu) e torcer para tudo dar certo e nossos personagens favoritos estrelarem filmes cada vez melhores nos cinemas. Cruzemos os dedos para dar tudo certo quando Liga da Justiça chegar aos cinemas, em 16 novembro desse ano.

Gosta de cachorros, pizza e pipoca. Já foi fanboy da Nintendo e da Sony, mas hoje joga qualquer coisa. Já colaborou em sites e revistas como GameBlast, Nintendo World, Herói e Portal Pop, mas hoje se dedica exclusivamente ao PlayReplay.

Cinema

Hebe Camargo | Andréa Beltrão interpretará a apresentadora nos cinemas

Cinebiografia da saudosa apresentadora ainda não tem uma data de estreia definida

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Segundo informações da jornalista Mônica Bergamo, em sua coluna para a Folha de São Paulo, já foi escolhida a atriz que interpretará a saudosa Hebe Camargo nos cinemas.


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A honra ficou com a carioca Andréa Beltrão, veteraníssima na arte de atuar, com novelas como Mulheres de Areia e Radical Chic, e filmes como A Grande Família e Pequeno Dicionário Amoroso em seu currículo.

Ainda não foi anunciada uma data oficial para o começo das filmagens da cinebiografia da Hebe Camargo, mas o longa está cercado de bastante hype há algum tempo.

A direção ficará a cargo de Maurício Farias, de Vai que Dá certo e Verônica, e também marido de Andréa Beltrão. Já o roteiro será de Carolina Kotscho, autora de Dois Filhos de Francisco, além de ter ajudado na série global Supermax.


O filme vai contar toda a trajetória de Hebe, desde seus tempos de cantora de rádio até o seu lendário programa de entrevistas no SBT. Ainda sem data de estreia, ao menos os fãs da Hebe podem conferir agora mesmo o espetáculo no Teatro Procópio Ferreira, em SP.

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Cinema

Star Trek Discovery tem um voo de estreia turbulento

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Por mais que Star Trek tenha inspirado dezenas de filmes, não há como negar que Jornada nas Estrelas sempre ficou muito mais à vontade na televisão, seja na série clássica absurdamente inovadora de Gene Roddenberry, ou em suas várias derivadas, como as cultuadas Nova Geração, Deep Space Nine e Voyager.


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Assim, a notícia de que a CBS e a Netflix disponibilizariam uma temporada completa focada em novas aventuras no universo principal, e não no cânone alternativo estabelecido pela série de filmes da Bad Robot, foi recebida com bastante interesse e, claro, inevitáveis polêmicas na internet, com fãs apaixonados temendo pelo pior. Curiosamente, o primeiro ano de Star Trek Discovery consegue agradar e irritar todos os tipos de espectadores ao mesmo tempo e, infelizmente, isso acontece devido a sua falta de foco.

Os primeiros capítulos são, de longe, os piores da temporada, e mais parecem um extenso, desnecessário e desinteressante prólogo, que poderia ser apagado sem qualquer prejuízo para a série. Ainda que não falte valor de produção neles (todas as naves e planetas mostrados são muito bem feitos, ainda que sua estética pareça derivativa demais do jogo Mass Effect e do filme de JJ Abrams), a trama não empolga.

À bordo da nave Shenzhou acompanhamos a protagonista Michael Burnham (Sonequea Martin-Green) e sua capitã e mentora Georgiou (Michelle Yeoh), mas, após uma batalha infeliz com os Klingons, eles e a Federação começam uma guerra, e Michael acaba perdendo sua patente de primeira oficial e o direito à liberdade após responder por seus atos em um julgamento marcial.


 

Presa e odiada por todos, Michael acaba encontrando uma nova chance à bordo da USS Discovey, onde o Capitão Lorca (Jason Isaacs) nota seu potencial e a coloca para trabalhar com sua tripulação. É uma premissa ok, mas que é pessimamente conduzida por uma trama muito dark, que nada tem a ver com o tom dos seriados anteriores.

Tempos de guerra e conflitos sangrentos até poderiam apontar para um caminho audacioso e servir de gancho para boas soluções otimistas e moderadas, mas praticamente não há espaço para leveza, nem mesmo entre os tripulantes sem carisma da Discovery.  Honrando a histórica luta por diversidade que a franquia Trek sempre se empenhou em trazer muito bem, Paul Stamets (Anthony Rapp) e o Dr. Culber (Wilson Cruz) formam um casal homossexual, mas seu relacionamento é totalmente sem graça e dificulta a criação de empatia, se resumindo a panfletagem vazia e sem graça.

Melhor sorte tem a fofa Sylvia Tilly (Mary Wiseman), que consegue ter um bom arco de personagem, começando como uma garota insegura que fala demais e teme a opinião dos outros, e progredindo lentamente para o posto de uma oficial determinada, que acredita e luta por seus amigos. Sem dúvidas ela é quem mais se aproxima do tom tradicional de Star Trek.

O grande problema da primeira metade da temporada é inserir personagens bem desinteressantes e obrigá-los a enfrentar temas pesados, que vão desde crimes de guerra, passando por estupro e os traumas derivados disso, racismo, abuso animal, enfim, só “diversão”!

Talvez já notando os problemas e insatisfação justificada de uma parcela dos fãs com o clima pesado e militarizado demais, após as férias de fim de ano, a primeira temporada voltou para uma leva final de episódios muito mais palatáveis para quem via a série clássica assiduamente, com direito até a uma exploração rica do Universo Espelho, onde reencontramos o Império Terran, além de uma referência bem bonita à série clássica em seu episódio final.

Atirar para todos os lados pode até não ter gerado o produto final mais coeso do mundo, mas há algo admirável na tentativa de correção de curso no meio do caminho, ainda que isso venha ao custo de sabotar as expectativas de quem estava gostando da série em seus primeiros episódios. Foi um voo turbulento, sem dúvidas, mas se a o próximo ano seguir mais a linha da reta final da primeira temporada, talvez Discovery finalmente encontre um pouco mais de amor quando chegar a seu destino.

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Cinema

Pantera Negra | Kevin Feige o considerou o melhor filme da Marvel

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Ainda nem faz uma semana completa desde a estreia de Pantera Negra, o mais novo filme da Marvel, mas, além de estar superando todas as expectativas de bilheteria, o filme também está somando vários elogios por aí.


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Além de estar com 97% no Rotten Tomatoes, o próprio chefão da Marvel Studios, o Kevin Feige, não poupou elogios ao último longa da empresa.

Em entrevista ao ABC News, Kevin relembrou sua primeira reação ao ver o filme, quando conversou com o diretor Ryan Coogler e lhe teceu elogios como “Esse é o melhor filme que nós já fizemos!”


Vale lembrar que Kevin Feige produziu absolutamente todos os filmes da Marvel, desde Homem de Ferro até os Vingadores e Guardiões da Galáxia, então seu elogio ganha um certo peso com isso.

Por outro lado, ele também não é a voz mais imparcial do mundo, e seria surpreendente se ele não estivesse trabalhando para vender o seu peixe, né? Seja como for, é animador ver um filme ser tão bem recebido por todo o mundo!

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