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Hands-on: Assassin’s Creed Unity traz a Revolução Francesa para os games

A Ubisoft teve um dos estandes mais concorridos na BGS 2014, que rolou em São Paulo até o último domingo. Com grandes novidades como Far Cry 4, Just Dance 2015 e, é claro, seus dois novos jogos da série Assassin’s Creed — além de figuras notáveis da web e da equipe de desenvolvimentos de jogos da empresa —, o estande da Ubi era bem concorrido. Com Assassin’s Creed Unity, não foi diferente. O assédio para encarnar Arno era grande.

Como já sabemos, o jogo se passa na Revolução Francesa. Com dois Xbox One a serviço dos visitantes, a fila aumentava a medida que a hora passava. Contudo, ao assumir o controle em mãos, o que vimos era apenas mais um título da franquia. As características já conhecidas — ambiente, movimento nas ruas, locais de esconderijo, guardas, parkour e outros — se repetem em Assassin’s Creed Unity, com poucas novidades.

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A demo apresentada consistia em fazer um percurso e assassinar um alvo. Com o status de Procurado, Arno logo era pressionado pelos guardas, o que dava início a uma briga. O jogador podia fugir e se esconder ou ficar e lutar, evidentemente correndo o risco de morrer.

O parkour se mantém o mesmo: estável, preciso e dinâmico. Além dos prédios, também é possível escalar árvores. Itens como montes de palha, carrinhos, bancos, multidões e esconderijos no telhado são sempre uma boa pedida para fugir da guarda local. Assassinatos só podiam ser feitos com a lâmina oculta. Uma pena, porque é divertido brigar com guardas utilizando espadas!

Sobre a parte gráfica, o game mantém o padrão da série, sem apresentar grandes diferenças, mesmo rodando em um console da nova geração. A única mudança notável foi nas luzes e sombras, que se mostraram mais presentes no cenário, dando um aspecto mais realista ao local.

Os comandos são exatos, resultado em movimentos suaves e precisos. A câmera ajuda bastante, sem atrapalhar a jogatina.

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Hype descreve a espera por Assassin’s Creed Unity, pelo menos no modo single player. O modo multiplayer, atrativo do novo título, ficou para a próxima e não pudemos testá-lo, mas promete ser inovador. Enquanto o lançamento não vem, basta saber que jogar o título é sozinho é apenas conhecer mais da história de Arno e conhecer o ambiente da Revolução Francesa na versão Ubisoft.

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