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Hands-on: Testamos Middle-earth: Shadow of Mordor na BGS 2014

No estande da Warner na BGS 2014, vários consoles PlayStation 4 rodavam Middle-earth: Shadow of Mordor, exclusivamente para deleite do público presente.

Apesar do gameplay cativante, o visual é muito parecido com os jogos da geração passada. Efeitos climáticos tomam o cenário, com chuva e vento, mas o visual que o ambiente adota não agrada: é pouco detalhado e torna o efeito artificial. Os inimigos lembram os do universo de Skyrim, ricos em detalhes e com mecânica desengonçada. O jogo conta com mapa e GPS, com localização de inimigos e objetivos, como já é comum. Apesar de apresentar boa jogabilidade e resposta, o controle em combate tem seus defeitos. É confuso, e pode ter efeitos adversos durante a jogatina, mas o controle se mostra eficiente em modo stealth.

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Ambientado na Terra Média — e consequentemente mostrando um lado desconhecido da saga de J.R.R. Token — o jogo conta com construções e, claro, parkour. A escalada lembra muito a mecânica utilizadas em títulos da Ubisoft, como Assassin’s Creed e Splinter Cell, com fluidez e antecipação de obstáculos.

Middle-earth: Shadow of Mordor tem uma gama de inimigos diferentes, que podem ser patrulheiros ou caçadores. O segundo tipo pode localizar o jogador pelo olfato, deixando-os em alerta. Em nosso teste, todos os inimigos encontraram o personagem, mas bastava entrar em modo stealth que os inimigos o perdiam de vista. O combate é interessante: utiliza armas de duas mãos, como arco e flecha, com uso de recurso slow motion e lock-target diferenciado. Ao travar a mira em um inimigo, sua cor muda e a velocidade do seu movimento é alterada.

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As possibilidades em jogo são muito grandes, desde escaladas em ruínas até atravessar uma ponte pendurado na lateral, evitando contato direto com inimigos. O desafio é atravessar o percurso e matar o alvo sempre nas sombras, deixando o jogo mais atrativo. Não é simplesmente apertar um botão de ataque.