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Hands-on: Street Fighter V surpreende com Laura, a nova musa brasileira dos games

Já havíamos nos preparado para reencontrar Blanka durante a BGS 2015. Com todas as dicas deixadas por Yoshinori Ono, desde os bonequinhos da fera espalhados em fotografias até o cenário com a escadaria Selarón, não dava para vislumbrar outra coisa. Ou melhor, talvez até pudéssemos pensar na remota possibilidade de ver Sean, de Street Fighter III. Mas passou longe disso.

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Laura é uma surpresa basta grata, talvez até melhor que Blanka, Sean ou Oro. Heresia ou sinal dos novos tempos para a franquia? Um pouco de cada. Afinal, ao abandonar um medalhão ou outro pelo caminho, a série parece estar se encaminhando para uma nova era, mas sem os exageros de manter apenas Ryu e Ken, como em SF3: New Generation. Mortal Kombat X também promoveu a mesma dança das cadeiras, com bons resultados.

A versão disponível para testes no evento conta com todos os personagens revelados até então, incluindo a já citada Laura e o gigante soviético Zangief. E todos parecem bastante balanceados, algo bem distante da realidade dos primeiros jogos da série, onde os Shoto dominavam. Laura, por exemplo, mescla velocidade, força e muita estratégia. Sua magia elétrica (?) é lenta o bastante para permitir que você feche os espaços em cima e embaixo, enquanto prepara o terreno para uma punição ‘daquelas’.

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Ainda temos algumas poucas vagas disponíveis para a versão inicial do jogo, que contará com a adição de novos lutadores via DLC, sem a necessidade de comprar versões Super, Ultra, Hyper e afins. Há quem aposte em Urien ou Alex para uma das vagas, mesmo que o primeiro seja pouco carismático para valer o esforço. Muito melhor seria, por exemplo, promover o retorno de Akuma ou Sagat. Aí sim, a galera iria a loucura!

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