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O que diferencia Street Fighter V dos demais títulos da série?

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A expectativa é grande, já que estamos bem pertinho do lançamento de Street Fighter V (PS4, PC)! O título, anunciado no finalzinho de 2014, estará nas prateleiras a partir do dia 16 de fevereiro, para alívio da nação porradeira. E se numa primeira olhada tudo parece muito próximo da geração anterior, este texto tem exatamente o objetivo de desmistificar o que vem por aí e provar que, muito pelo contrário, Street Fighter V está para SF4 como vinho e água.

Uma história gloriosa

Só antes de partir para o novo jogo, eu gostaria de abrir um parêntese para lembrar que Street Fighter II está completando 25 anos desde o seu lançamento. Sim, os velhos tempos de subir em caixotes de feira pra ver a galera jogando nos fliperamas já se foram há duas décadas e meia! Quem aí também se sentiu um pouquinho velho?

Veja também

– Carbono-14: 10 curiosidades sobre a franquia Street Fighter
– Revista PlayReplay #01 – Street Fighter II

A série Street Fighter evoluiu, por todo esse tempo, lado a lado com o seu público. Se a primeira versão ainda engatinhava, lá nos primórdios dos jogos de luta, foi com a segunda versão que a franquia começou a caminhar com passos largos até se distanciar na terceira versão, voltar ao seu juízo perfeito na quarta e encontrar a maturidade na quinta. Meio viajado? Eu explico:


Street Fighter III é, até hoje, considerado um jogo a frente do seu tempo, tamanhas as transformações que ele trouxe, tentando se distanciar dos seus antecessores. Se até então a série levava a fama de ter uma escala de aprendizagem rápida (pelo menos o bê-a-bá), com SF3 veio uma guinada forte noutra direção: parries, personagens pouco convencionais, elenco praticamente reformulado do zero e outras mudanças bastante pontuais, que ajudaram a dar a luz a um gênio incompreendido, como todo adolescente é.

Com Street Fighter IV as coisas foram bem diferentes, tudo para tentar reaproximar o público e reconquistar o trono dos jogos de luta. O elenco vitorioso estava de volta, a mecânica complexa deu lugar a um sistema mais amigável, que foi evoluindo na medida em que as atualizações eram lançadas. Culminou com o crescimento vertiginoso dos campeonatos aqui e ali, abrilhantados pelo equilíbrio entre todos os personagens disponíveis. Voilá! Foi um tremendo sucesso, até que as nossas atenções se voltaram para o novíssimo SF5.

Como quem não quer nada…

… e esse jogo novo, qual é a dele?

Bem, ainda temos mais alguns dias de agonia pela frente, mas com todas as informações liberadas e mais as sessões de testes beta, podemos afirmar sem nenhum receio que Street Fighter V vem para chocar e fazer estardalhaço, no melhor sentido da palavra. O princípio aqui é mais ou menos o mesmo utilizado na transição de Mortal Kombat (o remake) para MKX, deixando para trás o período de revitalização e investindo em aprimorar uma experiência bem sucedida.

Conforme os personagens eram anunciados, no melhor estilo gota a gota, ficava aquela interrogação pairando por cima das cabeças dos jogadores, todos tentando entender quando veríamos os medalhões da série e como todas aquelas mudanças se encaixariam no contexto da franquia. Tirando Ryu (na verdade nem ele), todos os demais personagens passaram por transformações tão radicais que só os reconhecemos de nome.

sfv-dhalsim-4

O Dhalsim, por exemplo, tornou-se um personagem bastante diferente, a ponto de até mesmo as suas fireballs terem sido remodeladas e agora são lançadas em parábola, não mais em linha reta. Junte isso a uma nova habilidade de planar e temos um personagem novo, com novos vícios que vamos precisar aprender, do zero.

Toda essa faxina vem para acentuar a diferença de estilo entre os 16 combatentes disponíveis do pacote inicial do jogo, além dos outros cinco que virão em atualizações futuras: Urien, Juri, Alex, Ibuki e Balrog. E nós não duvidamos que eles também virão super transformados. Sabe aquele lance de “Esse é o melhor Guile do norte da Nova Zelândia” ou “Está entre as cinco melhores Chun-Lis da Ásia”? Então, com toda essa discrepância entre um lutador e outro, isso só vai se acentuar ainda mais e abrilhantar os torneios e jogatinas online, que agora serão promovidas até mesmo entre plataformas diferentes.

Uma outra guinada forte promovida por parte da Capcom está em abolir o seu famigerado sistema de lançar novos jogos em vez de liberar atualizações pontuais na hora de rebalancear seu elenco. Dessa vez não teremos Super, Ultra, Mega ou Hyper Street Fighter, e sim apenas um jogo, com personagens liberados de tempos em tempos para serem adquiridos com moeda real ou com a moeda corrente do jogo. Esse sistema de compra de personagens com pontos foi utilizado em Marvel vs Capcom 2 e teve grande aceitação por parte dos jogadores na época, principalmente porque o preço dos lutadores sofria variações, deixando o jogador com a sua própria Escolha de Sofia.

Uma nova proposta de jogo

Lá no começo do texto eu levantei a ideia de que alguém poderia ver SF4 e SF5 como jogos bastante parecidos, se levarmos em conta apenas a parte gráfica do jogo e de forma bem superficial. Ainda se trata de um jogo de luta 2.5D, estilo inaugurado na geração anterior, mas com gráficos superiores e direcionados para um visual mais clean. O Ryu continua com as mãos e pés desproporcionais, a Chun-Li manteve todos os seus atributos físicos de musa, tudo continua como deve ser.

Não é por ser uma nova versão que as coisas precisam, necessariamente, virar 180° e seguir em uma direção oposta. Essa identidade visual é um dos traços marcantes de Street Fighter e isso dificilmente vai mudar, pelo menos até alguém inventar um estilo mais apropriado que a mescla entre modelagem 3D e arenas bidimensionais.

capa-alternativa-sf5-playreplay

Mesmo assim, nota-se uma preocupação por parte de Yoshinori Ono e sua equipe em não cair no erro do “mais do mesmo”. Dos 16 personagens iniciais de SF5, apenas oito deles participaram da versão anterior, sendo quatro deles inéditos na série e outros quatro provenientes de Street Fighter Alpha, série sem nenhum novo título lançado há quase vinte anos.

Se todos esses argumentos acima não o convenceram de que estamos vivendo uma nova era, saiba que o novo título vai trazer um modo história muito mais robusto, algo bem diferente do torneio aleatório instaurado desde o surgimento da série, três décadas atrás.

Street Fighter V vem vindo aí, no ritmo de um caminhão sem freio em uma ladeira íngreme. Muito mais maduro e vivido, consciente de seus erros e acertos ao longo de tantos anos de luta. Mas será que nós também amadurecemos o suficiente para encará-lo de frente?

Vamos descobrir no dia 16 de fevereiro de 2016! E que vença o mais forte!

Formado em Publicidade e Propaganda e retrô gamer apaixonado, tem predileção pelos 8 bits. Lê e relê suas revistas de video game antigas todas as noites na hora de dormir. Antes de vir para o PlayReplay, coordenou a área de diagramação do GameBlast.

Destaques

Yellow e Red: uma opção simples para filas e banheiros

Puzzles simples, minimalistas e divertidos compõem dois apps que são uma ótima pedida para estarem no seu celular.

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“Entre diariamente para ganhar ítens bônus!”. “Aproveite essa oferta especial de 30 reais que vai acabar daqui duas horas!”. “Quer acelerar essa construção? Faça uma microtransação!”. Quer saber? Na maioria das vezes, eu acho tudo isso um pé no saco. Eu só queria um joguinho simples pra passar um tempo na fila ou fazendo as necessidades no banheiro.

E eu entendo como o mercado mobile tá crescendo e recebendo títulos mais robustos, mas não é pedir muito isso, não? Felizmente, yellowred são duas pequenas pílulas de puzzles que vão servir exatamente pra isso.

Basicamente, cada app é um conjunto de 50 enigmas minimalistas, que são resolvidos apenas utilizando com toques na tela do celular. Reconhecer padrões, resolver desafios lógicos e repetir sequências são alguns dos jeitos que o designer Bart Bonte encontrou para basear os puzzles.

yellow

yellow

Nada de microtransações, notificações indesejadas ou outros sistemas que estamos acostumados. No máximo, um sistema de dicas simples, caso você fique preso em alguma parte, mas que não vai te ajudar em alguns casos e vai te dar todas as respostas em outros. Nenhum dos enigmas são extremamente difíceis, então, recomendo que você vá no seu próprio ritmo.


yellow é um bom ponto de entrada para começar a entender o estilo do jogo e red funciona mais como um segundo desafio, que consegue, inclusive, utilizar conceitos já estabelecidos e usá-los de maneiras diferentes. Mesmo que sejam relativamente curtos, principalmente se você já gosta do estilo, valem a pena. Gratuito, interessante, divertido e minimalista: bem melhor que o rótulo daquele condicionador.

red

red


yellow e red são jogos desenvolvidos pelo belga Bart Bonte e estão disponíveis gratuitamente para Android (yellow/red) e iOS (yellow/red). Ambos os jogos permitem pagamento para retirar os anúncios, que vão aparecer entre uma dica e outra, e para apoiar o desenvolvedor.

Quer conhecer outros jogos gratuitos e inovadores para jogar e aproveitar muito? Dê uma olhada na nossa coluna Free to Play!

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Anime

A divertida safadeza sci-fi de Darling in the Franxx

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Darling in the Franxx chegou de mansinho, mas logo se tornou uma das maiores surpresas da temporada de inverno, sempre figurando entre os animes mais populares do Crunchyroll nacional.


Veja também:


Como o pôster do anime deixa claro, trata-se de uma ficção científica cheia de mechas, honrando a tradição de obras focadas em robôs gigantescos em lutas divertidas contra criaturas hostis. Mas há algo em Darling in the Franxx que o destaca da concorrência. Algo… bem safadinho.

Co-produzido entre a A-1 Pictures e a Trigger, o anime começou a passar em 13 de janeiro de 2018, e logo no dia seguinte iniciou a sua serialização em mangá. Sua história mostra um futuro pós-apocalíptico no qual a humanidade se viu quase extinta graças à ameaça de criaturas monstruosas.

A raça humana montou, então, uma cidade militar e, nela, crianças passam a ser criadas e educadas desde pequenas a treinar com parceiros do sexo oposto a fim de pilotar os mecha chamados Franxx. Hiro, o protagonista, era visto como um prodígio cheio de potencial, mas estranhamente ele não conseguia passar nos testes e pilotar com as outras garotas, ao menos até encontrar a Zero Two, uma Parasita (piloto) infame por sua letalidade.


“O que há de safado nisso?”, você me pergunta, inocente. Bom, eu até poderia até explicar em um parágrafo mas, como dizem por aí, uma imagem vale mais do que mil palavras. Sendo assim, dê uma boa olhada na posição que os garotos e garotas precisam ficar para pilotar as máquinas de combate:

Darling in the Franxx em uma cena sugestiva

Darling in the Franxx em uma cena sugestiva

“Ah, mas isso é só um ângulo infeliz”. “Duvido que todo mundo pilote assim!”. Bom, na verdade…

Darling in the Franxx em uma cena ainda mais sugestiva

Darling in the Franxx em uma cena ainda mais sugestiva

Obviamente essas posições são um pouquinho engraçadas à primeira vista, mas isso poderia até passar batido se não fosse um elemento central do argumento! Repleto de subtextos e metáforas, não é preciso ir muito longe para traçar os mais diversos paralelos entre relações sexuais e as aventuras e arcos dos personagens.

Isso já está fazendo muita gente quebrar a cuca em fóruns de discussão pela internet, montando teorias e caçando significados ocultos nas cenas do anime. Como você bem viu nas imagens acima, em todos os Franxx são os meninos que ficam sentados na posição dominante, enquanto as garotas ficam deitadas em… bem, posição cachorrinho.

O lance é que Hiro simplesmente não consegue botar o seu… “”””robô”””” para funcionar na posição masculina. Na verdade, ele só consegue botar a coisa toda para andar justamente quando aceita ser dominado pela Zero Two, que toma o posto principal. A Zero Two, inclusive, refere-se a si mesma como ぼく(boku, em romaji, um pronome japonês usado apenas por homens e jovens garotos).

Darling in the Franxx: a dominadora Zero Two em toda sua glória parasita

Darling in the Franxx: a dominadora Zero Two em toda sua glória parasita

O que isso quer dizer sobre a relação entre Hiro e Zero Two? Ao menos por enquanto, fica aberto à sua interpretação.

O primeiro episódio do anime é um pouco lento e sem graça, mas se você curtiu as ideias acima, persista, pois do episódio dois em diante esses temas só são explorados mais e mais, cheio de frases de duplo sentido, cenas engraçadas e aquele ecchi maroto, mas também ricas dinâmicas de personagem e símbolos ocultos para aumentar ainda mais a sua diversão.

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Destaques

Conversamos com Patricia Summersett, a voz oficial da Zelda

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The Legend of Zelda Breath of the Wild não foi apenas o jogo mais aclamado de 2017 e o principal jogo do lançamento do Nintendo Switch, mas também um divisor de águas na história da franquia da Nintendo. Afinal, pela primeira vez tivemos vozes para seus personagens! Dar voz para a Princesa Zelda pela primeira vez era uma grande responsabilidade, que a atriz e dubladora Patricia Summersett tirou de letra! Batemos um papo com ela, e o resultado você confere no vídeo abaixo:


Veja também:


PlayReplay: Como e quando você decidiu começar a trabalhar com dublagem de jogos?

Patricia Summersett: Oi pessoal, é ótimo conversar com vocês hoje, obrigado por me receberem! Quando eu estava na faculdade estudando para me tornar uma atriz, tinha uma aula de dublagem, e foi quando eu vi, pela primeira vez, que você poderia fazer vozes de personagens, e que as pessoas poderiam te pagar por isso, que era realmente uma opção real de carreira. Instantaneamente eu adorei aquilo e pensei “Nossa, isso vai ser ótimo para a minha carreira.” Isso foi 10 anos atrás, e eu venho trabalhando na área desde então. Comecei a gravar demos ainda na faculdade, e também a me candidatar para projetos independentes, o que levou ao meu primeiro videogame, e depois aos grandes jogos AAA. Algo que eu gosto muito sobre ser dubladora de videogames é a chance de interagir com tecnologia de uma forma realmente significativa, que até me ajuda a entender melhor o mundo em que vivemos. De um ponto de vista artístico, é algo que eu aprecio muito.


Conte um pouco sobre o processo que a levou a ser escolhida como a primeira voz da Princesa Zelda.

PS: Quando eu fiz os testes para o papel de Zelda, eu nem sabia que era para dublar a Zelda em si! A Nintendo é altamente sigilosa sobre os papéis, então eu nunca poderia imaginar. O que me passaram foram os detalhes da dublagem, em um teste ao vivo. Eu li que se passaria em um mundo medieval, preferencialmente com um sotaques britânicos, que eles tentaram de várias formas. A idade da personagem parecia muito vaga, tipo, entre 17 anos e… mais velha. Deixaram tudo bem em aberto mesmo, de forma que você não soubesse quem estava dublando, mas ao mesmo tempo teria uma noção do tipo de voz desejada. Então o que eu ofereci foi essencialmente o que eu fiz na chamada depois do meu primeiro teste, e só descobri semanas depois, quando eu tinha conseguido o papel, quem era a personagem. Então muitas das decisões sobre o que eu poderia trazer criativamente já estavam pré-aprovadas, porque elas tinham que passar por vários lugares ao redor do mundo antes de receber um ok. E eu fiquei em choque, eu não… conseguia acreditar no papel que consegui. Que… que era o papel de Zelda. Foi algo que mudou minha vida, explodiu minha mente e continua sendo o presente mais incrível de todos.

Zelda é uma das personagens femininas mais celebradas e queridas do mundo. Nestes tempos em que o feminismo anda tão em pauta, acha que a Zelda pode representar algo legal para as mulheres de todo o mundo?

Sempre que você pega uma personagem feminina que é tão icônica, e ela parte de não ter uma voz para ter uma voz, acho que há um simbolismo profundo nisso, que dialoga com os tempos em que vivemos e as oportunidades que estão lá. Eu amo interpretar guerreiras, e é algo que, na minha vida, é um sonho meu continuar fazendo. Interpretei várias delas, mas Zelda é uma das personagens mais icônicas e gigantescas guerreiras dos videogames, obviamente. Então foi muito legal viajar ao redor do mundo e conhecer muitas mulheres, e poder representar esta personagem guerreira… eu acho que há uma responsabilidade nisso, de interpretar bem o papel e falar bem por todas elas, então… eu tentei.

The Legend of Zelda Breath of the Wild está sendo um sucesso gigantesco de vendas. Seu contato com os fãs mudou depois do lançamento do game?

Então, a comunidade de fãs da Nintendo, para mim… ela mudou minha vida no dia a dia. Eu conheço gente de todo o mundo que ama a Nintendo e sente que Zelda é uma parte grande de suas vidas, e das vidas de suas famílias por 30 anos. Eu conheci o Charles Martinet e falei com ele em duas convenções. Ele é tão incrível também, eu acho que ele aprecia esse presente de ser a voz do Mario… é uma comunidade muito, muito especial! A comunidade de Zelda, a comunidade de Nintendo, o que os jogos representam, o quão bem feitos eles são… As pessoas que gostam de jogos de mundo aberto, desse tipo de jogos de Zelda, tendem a ser muito gentis, a amar fantasia… tendem a ser muito interessadas em enigmas, então rolam até umas discussões intelectuais sobre essas coisas. Tem sido simplesmente incrível. Eu senti muito amor, e tento retribuir isso. É uma ótima troca.

O que você acha que tem em comum com a Zelda? E no que são mais diferentes?

A Zelda não é boba, ela está mais para uma geek, meio nerd, talvez… e eu sou mais bobinha. Mas dá quase na mesma, né? Nós duas também amamos sapos! E isso me lembra até da minha cena favorita, que foi uma das mais divertidas de gravar. Porque eu cresci beijando todos os sapinhos, brincando com eles, tentava apanhar um diferente por dia em Michigan, onde cresci, porque tinha muita fauna ao nosso redor, então… é, na verdade eu tenho bastante em comum com a Zelda, mas se tivesse que escolher uma só… definitivamente é o amor pelos sapinhos.

Vamos imaginar um cenário aqui: Link partiu em uma aventura e vai demorar para voltar, enquanto Zelda está entediada e pensa em se divertir com um dos quatro campeões de Breath of the Wild. Quem ele vai chamar?

Com certeza a Urbosa! Tanto no jogo como na vida real ela é minha amigona agora, porque trabalhamos juntas e passamos a nos conhecer, e ela é simplesmente incrível. Seríamos melhores amigas… tanto no jogo como na vida real.

Você não usa sua voz apenas para dublar, né? Pelo que vimos, você também parece gostar bastante de cantar.

Ah, obrigada por trazer esse assunto, minha carreira musical… na verdade eu estou trabalhando em meu segundo disco agora mesmo. Minha banda se chama Summersett Band… e a razão dela levar o meu sobrenome é porque eu tenho três irmãs envolvidas com música, e duas são cantoras e compositoras, uma com ópera e outra com folk. Então Summersett ficou como o nome da banda para que todas ficássemos ligadas online… então é, eu tento fazer essa fusão com folk, mas também colaboro com outros projetos musicais com várias outras pessoas, porque música é uma parte gigantesca da minha vida. Na verdade eu estou fazendo umas coisas bem divertidas que ainda não contei para ninguém ainda, mas… eu posso estar tentando gravar um trabalho de Zelda a cappella com minhas irmãs para o aniversário de um ano do Breath of the Wild, e você ouviu isso primeiro mas… bom, não é nada demais. Summersettband.com, e se você for ao meu site normal, o patriciasummersett.com, eu também tenho links para meus trabalhos musicais e redes sociais… eu provavelmente vou postar mais coisas em breve, porque vamos gravar um novo disco nos próximos meses.

Você tem trabalhado bastante ultimamente, aparecendo em filmes, séries e jogos. Quais são seus planos para a carreira?

Parte do meu plano profissional é visitar muitas convenções, vão acontecer algumas em outras partes do mundo, vou visitar o Oriente Médio de novo… também vão acontecer alguns anúncios de videogame em breve… muito em breve, na verdade! Então fiquem de olho!

Que tal deixar uma mensagem final para os brasileiros que acompanham o seu trabalho?

Uma mensagem para todos os meus amigos no Brasil… a maioria de vocês eu não conheci ainda, mas eu amo vocês, amo a sua música, sua dança, sua comida, e aposto que a gente se divertiria muito caso nos conhecêssemos. Eu vi que Rainbow Six Siege teve um grande torneio em São Paulo, e como eu faço a voz da Ash no jogo, conhecia algumas das pessoas que foram ao Brasil participar do campeonato, e fiquei com tanta inveja, porque eu adoraria ir e fazer parte disso tudo… E sobre Zelda, quem sabe… em algum momento, vamos, vamos, nos encontrar em uma convenção, eu adoraria conhecer todos vocês, compartilhar o seu cosplay e arte, e sua paixão por seja lá o que for que vocês estiverem fazendo. Obrigado por me receber e gostar do jogo!

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