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Thomas Lá, Dá Cá

Pikiminho lendo contos sobre o Metacritic de Zelda

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A coluna “Thomas Lá, Dá Cá” não é um Pokémon, mas evoluiu, mudou de forma e agora está disponível para você em gloriosos vídeos, agora no canal “Aquele Cara“:

Confira no vídeo acima as aventuras de Pikminho, um moleque danado que resolveu ler análises bem estranhas sobre The Legend of Zelda Breath of the Wild, e não esqueça de curtir o vídeo e assinar o canal clicando no botão abaixo:


Formado na arte de reclamar, odeia a internet. Ainda assim, sua hipocrisia sem limites o permite administrar a página no Facebook, plataforma de divulgação do seu primeiro livro. Você também pode seguí-lo em @thomshoes no Twitter, mas provavelmente é uma má ideia...

Anime

Como me apaixonei por Mahoutsukai no Yome

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As últimas semanas foram um pouco engraçadas por aqui. Normalmente, quando a temporada de premiações do cinema se aproxima, tento me esforçar para assistir ao máximo possível de filmes indicados, pois ainda que eu ache que ganhar um Oscar não significa bulhufas, me diverte avaliar os principais filmes da Academia.


Veja também:


Estava com muita vontade de ver A Forma Da Água, pois tenho simpatia pelo Guillermo del Toro como cineasta E a temática do filme parecia sob medida para me agradar. Me chame de piegas, se quiser, mas adoro uma boa história de amor, especialmente se ela vai um passo além e coloca elementos como terror, monstros, magia e sobrenatural no meio.

No entanto, Del Toro colocou tantos clichês e maniqueísmo no seu longa que eu, diferente da maioria, não consegui ficar tão imerso em sua história, apesar de apreciar seu belo trabalho de direção. Foi assim que, sedento por encontrar uma obra capaz de me entregar tudo aquilo que não encontrei no filme, lembrei de um tal Mahoutsukai no Yome, que volta e meia aparecia entre os mais populares do catálogo do Crunchyroll.


Conhecido como The Ancient Magus Bride no ocidente, dei uma rápida olhada em sua sinopse e prontamente me interessei: “Chise Hatori, 15 anos. Abandonada, sem esperança e sem família, ela é comprada por dinheiro – não por outra pessoa, mas por um feiticeiro inumano chamado Elias. Apesar de insegura, ela recomeça sua vida como sua aprendiz e futura esposa.

Sem nada a perder, dei um play despretensioso. E então vi o segundo episódio. E o terceiro. Quando dei por mim, meia temporada já tinha passado voando, enquanto eu ria, me emocionava, me apaixonava pelos personagens e pelo traço e trilha sonora impecáveis. Aliás, o primeiro arco do anime tem uma das minhas aberturas favoritas de todos os tempos, e a bela música grudou como chiclete em meus ouvidos:

O que eu achei mais legal foi que, ao invés de trilhar um caminho seguro como o estabelecido em obras clássicas como A Bela e a Fera, o anime adapta os mangás da talentosa Kore Yamazaki e traz um texto muito denso e repleto de sutilezas. Acima de tudo, ele não tem medo de mexer em temas muito, muito delicados!

Depressão, sangue, mortes e outras cenas brutais contrastam com a magia e delicadeza que cercam todas as coisas vivas. As aparências constantemente enganam, e mesmo imersa na maior das trevas, ainda é possível vislumbrar uma luz no fim do túnel.

Eu realmente não quero entregar spoilers, e recomendo que você comece a ver agora mesmo, com o mínimo de informações possível, caso tenha um pingo de interesse pelos temas que citei, porque vale muito, muito a pena, e não faltam surpresas. A primeira temporada completa já está disponível no Crunchyroll nacional, e a segunda está rolando agora mesmo enquanto você lê este texto, em simulcast!

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Cinema

Tudo que eu não gostei em Star Wars Os Últimos Jedi

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Há pouco tempo, em um site bem, bem próximo… eu postei um artigo com tudo que me incomodou no Episódio VII de Star Wars, O Despertar da Força. Agora é a vez de Os Últimos Jedi passar pelo mesmo escrutínio, até porque o diretor e roteirista Rian Johnson se superou e fez o que parecia impossível: me irritar ainda mais!

Veja também:

Se quiser uma trilha sonora para acompanhar meus resmungos, eu também fiz um review em vídeo sem spoilers aqui em cima. Agora, daqui para baixo, vai estar tudo LOTADO DE SPOILERS, então cuidado!

Quando escrevi o artigo anterior (Se você não pescou a dica nos links anteriores, eu realmente quero que você o leia), muita gente argumentou comigo, alguns pontos mais racionais do que outros. Como bom amante do debate, jamais descartaria um bom argumento, e o melhor que ouvi foi: “Muita coisa que você está reclamando agora pode ser resolvida no Episódio VIII! Esta nova trilogia de Star Wars está apenas começando, então que tal esperar mais um pouco antes de bater o martelo?”


Muito, muito justo! Sem sarcasmo algum, esta era uma observação perfeitamente razoável e coerente. Era possível, quiçá quase provável, que Os Últimos Jedi gastasse sua incrível metragem (é o filme mais longo em toda a série, afinal) para resolver os problemas deixados pelo filme do JJ Abrams. Ele deveria destruir os problemas, não se unir ao bolo de erros. Trazer equilíbrio aos fãs, não abandoná-los na escuridão! O que deu errado, então? Bom, vamos por partes:

Vermelho

Já reparou como o vermelho cerca todo o material promocional do filme? Desde o logo de Star Wars, pela primeira vez nesta cor, até as roupas dos personagens nos pôsteres, vermelho é um tema onipresente em Os Últimos JediObviamente não é a cor que eu odeio, mas sim o que ela representa. Em inglês, há uma expressão conhecida como “red herring”, que pode ser traduzida para algo como pista falsa, engano, uma puxada de tapete na audiência.

Check out the brand new poster for #StarWars: #TheLastJedi and watch the trailer tonight.

Uma publicação compartilhada por Star Wars (@starwars) em

E, pelo criador, como o Rian Johnson gosta de red herrings! E não só nos grandes momentos e viradas. Eu realmente tenho dificuldades de lembrar de um diálogo sequer no qual os personagens estejam falando e fazendo exatamente o que alegam ser sua intenção! Não há nada errado em colocar reviravoltas totalmente inesperadas em um filme, mas… ei, que tal respirar um pouco, e tentar dar um pouco mais de sentido a elas? Um dos exemplos mais claros disso é…

Amilyn Holdo

Abençoada seja a Laura Dern. Eu amo essa atriz, mas putz, seu personagem é um desastre. Depois que ela assume o comando da frota da resistência, por algum motivo ela acha que é uma boa ideia esconder o seu plano (super simples, no fim das contas) de todos os membros da Resistência.

Por que, exatamente, ela fez isso? Mais especificamente, por que ela escondeu os planos do Poe, se o próprio filme mostra, no fim, que tanto ela como a Leia adoram o Poe e confiam muito nele? Mais importante, ela sabe como o Poe é impulsivo. Ainda assim, ela “habilmente” prepara todo o terreno para o motim do Poe ao ser uma péssima e omissa comandante sem qualquer razão crível para tanto. Haja estupidez!

Snoke

Aqui temos uma típica situação lose-lose, e uma bela cilada para o próximo filme da série. De um lado, Snoke é um personagem tão terrivelmente patético, vazio e sem carisma que a simples ideia de revê-lo em mais um filme me faz querer vomitar. Há quem diga que ele pode ter feito o mesmo truque de Luke e sequer estar na sala para o combate fatal, mas… por favor, não façam isso.

Por outro lado, se esta for realmente a última vez que o vemos em cena, então ele é um sério candidato não apenas a pior personagem de todo o Star Wars, mas também uma das piores coisas já vistas em qualquer blockbuster. Como alguém que foi mostrado de forma tão imensamente poderosa, a ponto de usar a força mesmo em forma de holograma, não conseguiu notar sequer a verdadeira intenção de Kylo Ren, e ainda menos o sabre se movendo ao seu lado? Aff! Vou odiar se este realmente for seu fim, e vou odiar ainda mais se precisar rever esse pateta em cena no Episódio IX. Isso que é sinuca.

Cavaleiros de Ren

Alguém ainda lembra dos Cavaleiros de Ren? Forte abraço, Cavaleiros de Ren!

Coito interrompido

Outra coisa bem maldita sobre os red herrings mal conduzidos é a forma como eles podem levar ao anti-clímax. Veja, por exemplo, a revelação tosca sobre quem são os verdadeiros pais da Rey. Ora, não há absolutamente nada errado com a ideia de que seus pais não são ninguém importante. Diabos, a gente não faz ideia de quem são os pais de Obi-Wan Kenobi, e isso não o torna menos poderoso e irado.

O problema é quando você faz um baita mistério sobre isso no Episódio VII, dando a entender que os pais da Rey são importantes para a trama, e depois joga tudo no lixo, apenas depois de atiçar sua audiência até um terrível anti clímax. Uma, duas, três vezes Rian Johson flerta em contar a verdade sobre os pais da Rey, apenas para desistir. A mais idiota cena sobre isso acontece no rehash da caverna escura de Império Contra-Ataca, quando Rey mergulha nas trevas para enfrentar sua escuridão pessoal. Lá, uma silhueta se aproxima, vamos finalmente descobrir quem são seus pais… só que não! É apenas mais um entre diversos anti-clímax estúpidos.

A “recompensa” por aturar esse vai-não-vai é descobrir a verdade via Kylo Ren, através de simples diálogos de exposição de roteiro. Uau, que empolgante! Presumo que isso foi feito para testar a audiência: se muita gente reclamar, a Disney deixou uma porta aberta para fazer retcon e, no episódio IX, mandar a cartada do “Kylo Ren estava mentindo”.

R2-D2, o babaca contra-ataca

No texto anterior, eu reclamei da falta de lógica por trás do comportamento do robôzinho. Pobre R2, mal sabia eu que o problema ia muito além, e atendia pelo nome de Darth Disney e seus roteiros porcos! Agora que já temos boa parte das respostas em mãos, fica a pergunta: por que diabos tinha metade de um mapa para encontrar o Luke dentro do R2? Se Os Últimos Jedi deixa algo claro, é que o Luke realmente fez todos os esforços possíveis para sumir e não ser encontrado. E como ele faz isso exatamente? Deixando metade do mapa de sua localização dentro do amigo R2. Que loucura mais sem sentido!

É o Finn da picada

Eu tenho muita, muita pena do John Boyega. O coitado é o meu personagem favorito em O Despertar da Força, e o considero um ator excelente. Mas o que sobrou para ele em Os Últimos Jedi? Apenas protagonizar um arco incrivelmente arrastado no planeta cassino de Canto BightO ato 2 do filme é um tédio só, em grande parte porque ele gasta tempo demais nesse mundo e, depois disso, descobrimos que tudo que aconteceu por lá exerce absolutamente zero de impacto na narrativa geral. Que surpresa, mais um red herring para a lista: você acha que tudo vai se conectar no fim, mas…

Kiss from a Rose

Não há como falar em Finn sem tocar na intragável Rose. De novo, pobre atriz, que não tem culpa nenhuma no arco pífio de personagem que a colocaram para interpretar, mas caramba, o quão chata a Rose consegue ser? Até o ato final, ela até que passava raspando como uma criatura inconveniente padrão Star Wars, mas ela destrói tudo no que, desde já, leva o posto de pior diálogo em toda a franquia.

Se você achava ruim o romance entre Anakin e Padmé falando sobre areia, espere só até ver a Rose impedindo o ataque kamikaze de Finn. “É assim que vamos vencer essa guerra. Não atacando quem odiamos, mas salvando quem amamos”. Corta disso para um raio gigantesco atacando a base da Resistência. Boa, Rose, mais um selinho e a guerra está ganha, de fato.

Isso é Shakespeare em comparação

Harry Pottah

Esse ponto eu não vou elaborar muito não, por ser o mais controverso e subjetivo, mas… alguém mais achou que o filme tem uma estética bem mais próxima de Harry Potter do que de Star Wars? No design do mundo cassino, especialmente, e no tipo de humor e tom da aventura. Quando o Hux sai de cena sendo arrastado, por exemplo, ou naquela corrida com bichos escravizados e torturados, senti uma baita vibe de JK Rowling. E eu não quero isso em Star Wars não, obrigado. Sabe o que eu quero? Luta de sabre e aventura espacial, e sinto que não recebi nem perto o bastante disso.

É pedir demais ouvir um John Williams no talo com lutas empolgantes? Aparentemente, sim

Spaceballs

Logo no começo do filme eu já quis morrer ou me enfiar dentro do balde de pipoca. Que porcaria de diálogo foi aquele entre o Poe e o Hux? E essa palhaçada do Luke arremessando o sabre sobre os ombros? Star Wars sempre teve piadas, mas era outro tipo de humor, mais pastelão e inocente até. Agora os personagens dão piscadinhas para a câmera, e tudo parece uma mistura entre o humor Marvel e paródias do Mel Brooks. Simplesmente inadequado para Star Wars.

O que eu perdi?

Quando O Despertar da Força chega ao fim, a Resistência conquista uma vitória heróica e improvável contra a maléfica Primeira Ordem (cuja origem não foi explicada direito até agora, mas vida que segue). YIPPIIIEEEE!! No entanto, ainda que Os Últimos Jedi comece imediatamente após os eventos vistos no Episódio VII, o que temos é uma Resistência em frangalhos fugindo de uma Primeira Ordem absurdamente fortalecida. Eu… perdi alguma coisa?

Luke

Este vídeo, gravado pelo próprio Mark Hamill, um homem muito mais sábio que eu, diz tudo:

https://www.youtube.com/watch?v=EIY-PsHrj9A

Você pode clicar aqui para conferir toda sua tradução, então eu vou apenas expandir a ideia e apontar o que exatamente me irrita: Como um personagem que abandonou o seu treino em Dagobah para ir socorrer Leia, Han e Chewie; que não desistiu do bem que julgava existir dentro de Vader mesmo quando todos afirmavam o contrário; que redimiu seu pai mesmo ele tendo chacinado crianças e explodido um planeta… como esse mesmo Luke sequer cogitou matar o seu próprio sobrinho?!

O filme comete muitos erros, mas nenhum deles é mais grave do que esse. Nem mesmo quando Luke morre do nada vítima de leve fadiga, ou um infarto do miocárdio!

 

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Anime

Kimi no na wa é o nome do meu novo desenho favorito

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O nome Makoto Shinkai me era completamente estranho até hoje, mas cá estou, ainda entre lágrimas, ansioso para consumir toda a sua filmografia o quanto antes. Se as suas outras obras tiverem metade da sensibilidade, personagens cativantes e apuro técnico demonstrados em Kimi no na wa, creio que posso estar diante de um dos meus autores favoritos.

Mas vamos voltar um pouco no tempo e colocar um pouco de contexto nessa narrativa. Três anos atrás, eu era praticamente outra pessoa. Ainda não estudava japonês, ignorava quase que completamente a rica história do país, jamais tinha lido um mangá ou mesmo visto um filme do studio Ghibli. Na minha (notoriamente limitada) visão da época, apenas os grandes filmes de Hollywood mereciam atenção, assim como animações eram uma tarefa apenas para a Disney e Pixar.

Ao relembrar isso, fica difícil me colocar no lugar daquele Thomas, que provavelmente riria por horas a fio se me visse escrevendo “私はアニメ好きです”. Para o bem ou para o mal, todos mudamos com o passar do tempo e acabamos virando outras pessoas. Nos distanciamos de valores e interesses, conhecemos novas pessoas e gostos, e assim o mundo segue girando.

O que eu descobri nesse meio tempo, para minha imensa surpresa, é que poucos são capazes de capturar tão bem os trejeitos e idiossincrasias das pessoas quanto os japoneses, especialmente eu seus animes. Caramba, acho que já no trailer do filme, que está aqui embaixo, dá pra ver como um desenho pode criar seres humanos mais críveis que os dos grandes filmes no mercado!


Histórias sobre trocas de corpos e se colocar no lugar dos outros para então descobrir mais sobre si mesmo não são exatamente uma grande novidade e, mesmo já amando o Japão com todas as minhas forças, comecei a ver Kimi no na wa com a equivocada ideia de que seria apenas uma comédia meio bobinha, até parecida com aquele filme nacional Se Eu Fosse Você.

Ainda que seja possível dar várias risadas com suas piadas e situações, o que eu recebi, no entanto, foi um drama absurdamente denso, com direito até a umas pitadinhas bem leves de ficção científica, regado a uma dose saudável de xintoísmo, tudo a fim de contar uma história sobre o amor.

E sobre distância.

Pelo que eu pude entender, toda a carreira de Makoto é bem focada nesse tema, e parece que eu terei um prato cheio quando assistir essa belezinha aqui embaixo. Se você já viu e quiser confirmar isso nos comentários aqui embaixo, ou indicar mais filmes/animes de proposta similar, eu até agradeço a interação!

em Kimi no na wa fica evidente o quanto o autor está em casa ao tratar sobre os laços invisíveis que unem a todos nós, e eu só posso sonhar em, um dia, escrever com a mesma delicadeza que ele demonstrou em sua emocionante narrativa. Eu estou me segurando para não dar spoilers, pois acredito que todo mundo deve ver esse filme sabendo o mínimo possível. Aliás, se for possível, vá ao cinema prestigiar essa belezinha, pois seu traço é tão lindo que certamente ficará ainda melhor na telona!

Até lá, tudo que eu posso fazer é deixar a minha recomendação mais alta possível. Seja você leigo ou viciado em animes, tudo que é preciso para que o filme o cative é estar interessado em uma bela história. Ao menos eu tenho certeza de que, para onde quer que eu vá, e seja lá qual for a pessoa que eu serei daqui a outros três anos, vou sempre levar um pedacinho da história de Mitsuha e Taki em meu coração.

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