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Especial

Thomas Lá, Dá Cá #5: Super-herói é coisa de criança (e tudo bem)

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Tem coisa mais boba do que imaginar alguns adultos com uniformes de collant coloridos que mais parecem pijamas andando por aí em busca de justiça? Pois é, fora alguns pronunciamentos da Dilma, não tem muitas coisas mais tolas que isso por aí.

Sejam alienígenas de um planeta extinto, jovens picados por aranhas radioativas ou órfãos que decidem virar detetives vestidos de morcegos, os super-heróis, via de regra, exigem que seus fãs ignorem todo o bom senso e façam uma suspensão básica da realidade para conseguir acompanhar suas histórias numa boa.

Os exageros, claro, estão presentes muito além de suas origens. Vilões insanos criam os planos mais alucinantes por motivações megalomaníacas, as cidades são tão violentas que provavelmente ninguém em sã consciência aceitaria morar nelas, e praticamente todo justiceiro tem não só um conhecimento científico capaz de deixar Stephen Hawking com aquela pontinha de inveja, mas também um capital maior que o do Tio Patinhas para montar suas bases e equipamentos. Não existe crise econômica nas páginas dos quadrinhos.

Em última instância, a essência dos super-heróis é, francamente, uma coisa extremamente boba. O que não impede, claro, que grandes autores consigam entregar tramas profundas e elaboradas sobre esses personagens aqui e ali.


Se for pra contar histórias profundas, por favor, siga os ensinamentos do tio Moore

Com o passar do tempo, diversos selos foram criados para contar histórias mais adultas. Diabos, Watchmen, tida por muitos (inclusive este que vos escreve) como a melhor história em quadrinhos de todos os tempos, dificilmente seria uma leitura recomendada para menores de idade. Do mestre Alan Moore ao genial Brian K. Vaughan, de Neil Gaiman a Garth Ennis, o que não faltam são exemplos de autores capazes de, consistentemente, brindar seus leitores com tramas excelentes e maduras.

Só que a indústria simplesmente não funcionaria se fosse movida apenas por tramas direcionadas aos mais velhos. Pelo contrário, é a diversão para todas as idades que garante o grosso do faturamento desde que Superman levantou um carro na capa da Action Comics #1 lá em 1938.

Seu tom colorido, descompromissado e com pitadas de ficção científica se mostrou um combo excelente para garantir a longevidade e rentabilidade dos quadrinhos de super-heróis. Desde então, virou rotina que os personagens inspirassem lancheiras, roupas, brinquedos, animações e todo tipo de merchandising que se possa imaginar.

Assim, por mais que os heróis tenham ganhado várias camadas de profundidade nos anos seguintes (especialmente depois da entrada de Stan Lee no meio, incluindo diversos dramas reais e humanos nos personagens rasos de outrora), sua premissa básica jamais foi alterada: misturar aventura, humor e diversão para agradar leitores de todas as idades, criando histórias perfeitas para viver no imaginário e marketing muito depois de seu lançamento. Quem não lembra do clássico arco “Guerras Secretas”, nada mais que um esquema organizado entre a Marvel e a Mattel para vender bonecos?

Nesses tempos modernos nos quais o faturamento com cinema supera, de longe, o das produções impressas da DC e da Marvel, fica ainda mais evidente o interesse do público em bancar produções descompromissadas e divertidas, nos moldes das histórias mais básicas dos heróis.

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Ah, olha esse sorrisinho do Supes… não tá na cara que ele está se divertindo?

Recentemente o diretor Zack Snyder criticou a Casa das Ideias por entregar filmes sustentados por uma mesma base de “Sessão da Tarde”. Concorde ou discorde de sua visão, o fato é que a fórmula Marvel, de fato, existe. E está aí rendendo rios de dinheiro para seus idealizadores!

Não dá para negar que o primeiro filme dos Vingadores não chega perto da profundidade de um Cavaleiro das Trevas. Do mesmo modo, Guardiões da Galáxia não traz os questionamentos de Watchmen. O bom e velho Capitão América, em plena Segunda Guerra Mundial, não viu metade das atrocidades que o Superman de Henry Cavill. Mas e daí, o que isso quer dizer? Será que isso prova algo?

Parece que, no fundo, as pessoas simplesmente querem ir ao cinema e consumir exatamente aquilo que tornou as histórias em quadrinhos tão famosas. Não há absolutamente nada de errado em abraçar a bobeira, futilidade e humor desses personagens tão incríveis. E talvez, só talvez, seja a ciência de que somos todos umas crianças bobonas ansiosas por risos, explosões e diversão que coloque a Marvel tão acima da DC nos cinemas.

Enquanto a Marvel, moleca e despretensiosa, consegue emplacar (com enorme êxito de público e crítica) uma ópera rock espacial sobre guaxinins falantes, a DC ainda luta para encontrar um universo coeso para seus principais heróis, todos destinados a estrelar produções com atmosfera dark e, muitas vezes, pretensiosamente metida a adulta.

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Baby Groot e a Marvel estão dançando na cara da concorrência. Até quando?

Super-heróis são um produto criado e direcionado para as crianças, e quando você se permite reconhecer isso, se divertir, e comprar um bonequinho dançante do Baby Groot mesmo com seus trinta e poucos (ou muitos, ou mais que isso) anos na cara, fica muito mais fácil reconhecer o mérito dessa ideia. No fim das contas, a gente só quer se divertir com nossos personagens favoritos.

Formado na arte de reclamar, odeia a internet. Ainda assim, sua hipocrisia sem limites o permite administrar a página no Facebook, plataforma de divulgação do seu primeiro livro. Você também pode seguí-lo em @thomshoes no Twitter, mas provavelmente é uma má ideia...

Destaques

Top 10 jogos indies na eShop do Nintendo Switch

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Hoje em dia, lançar um jogo como desenvolvedor indie se resume em ouvir repetidamente a frase “vou esperar pra ver se sai no Switch”. E entre ports de jogos antigos, novos indies multiplataformas ou títulos exclusivos, a portabilidade do console da Nintendo fez dele uma excelente casa para os indies.


Veja também:


A cada semana dez ou mais jogos de desenvolvedores independentes chegam à eShop do sistema. Amém pela diversidade, mas o layout simplista da loja torna difícil encontrar as pérolas escondidas entre os mais de 300 jogos que lá estão. Então caso esteja procurando algo para jogar nas férias de fim de ano ou um presente de natal de última hora para um fã da nintendo, eis aqui as melhores opções.


10 – Yooka Laylee

O retorno da Rare de antigamente chegou a pouco tempo no Switch, mas logo se provou a versão definitiva do game, ao se mostrar livre de diversos bugs que permeavam o lançamento original, e receber vários updates de melhorias da qualide de vida. Para fãs de platformers 3D e Colectathons, não pode deixar de ser recomendado.


9 – Slime San

Slime San é um jogo simples e caricato, estilo retrô e pixel-art de poucas cores que, por trás de todo o seu charme infantil, esconde um 2D-platformer incrívelmente difícil e orientado para Speed Run, repleto de itens para colecionar e coisas para desbloquear.

8 – Snake Pass

Outro excelente 3D platformer e colectathon com um compositor clássico (no caso, David Wise), o interessante aqui é que você não só comanda uma cobra, como também deve pensar como uma cobra, ao se esgueirar e contorcer para chegar nos seus objetivos. Divertido e inovador!

7 – Axiom Verge: Multiverse Edition

Enquanto Setembro trouxe Samus de volta ao 2D no 3DS, o Switch recebeu um excelente port de Axiom Verge, um metroidvania inspirado na era do NES, que conta com excelentes chefões e armas super divertidas (Glitch Gun sendo um destaque).

6 – Shovel Knight: Treasure Trove

Como você pode conferir em nosso review , Treasure Trove traz todo o conteúdo já lançado para Shovel Knight (quiçá o melhor jogo a ter saido de um Kickstarter) em adição à tudo o que está por vir no começo do ano que vem com a campanha grátis King of Cards, focada no King Knight e com a adição de um modo vs de multiplayer!

5 – Crawl

Com uma pegada de fliperama, Crawl é um dungeon crawler com multiplayer assimétrico, no qual um jogador controla o herói e os demais controlam os monstros. Quem der o golpe final no herói assume a forma humana e os papéis invertem. Divertidíssimo pra jogar com amigos ou até mesmo sozinho.

4 – Overcooked: Special Edition

Desde que o Nintendo Switch foi anunciado, havia um clamor para que Overcooked fosse portado para o sistema. Rápido de entender e com um multiplayer local frenético, esse simulador caótico de uma cozinha de restaurante é perfeito para a proposta do console híbrido da Nintendo.

3 – Golf Story

Pegando a todos de surpresa, esse jogo exclusivo do switch mistura elementos de progressão de RPG com o estilo de golf clássico de jogos portáteis (como os Mario Golf de GBC e GBA). Com histórias e personagens cativantes – e muito mais o que fazer além de só jogar golfe – Golf Story é um grande exemplo dos Nindies exclusivos.

2 – Stardew Valley

O simulador de fazenda que nós queriamos mas não merecemos. Feito por uma só pessoa, finalmente conseguimos um jogo pra suprir aquela necessidade que Harvest Moon e Story of Seasons não têm saceado. A possibilidade de jogar rápidamente numa pausa pro almoço ou logo antes de dormir faz com que os anos nessa comunidade rural virtual passem rapidamente e fazem da versão do Switch um dos jogos que você mais rapidamente chegará às centenas de horas.

Menções honrosas: 

Jackbox Party Pack 1-4, Mighty Gunvolt Burst, The Sexy Brutale, Graceful Explosion Machine, Gonner, Kingdom Two Lands, Has Been Heroes e SteamWorld Dig 2.

1 – Snipperclips

Não é a toa que a Nintendo resolveu colocar Snipperclips na line-up de lançamento do Switch. Ao contrário de 1,2,Switch e seus diversos problemas e limitações, esse indie é um exemplo perfeito do potencial do sistema. Como mencionei ao seu desenvolvedor: é difícil criar um jogo de quebra-cabeça com uma mecânica inovadora. Mais difícil ainda é criar um que permita multiplayer de forma organica. Acima de tudo, é incrívelmente complicado criar um jogo de quebra-cabeça com alto fator replay. Conseguir realizar tudo isso na primeira versão de um jogo de uma franquia nova, é algo de se aplaudir de pé.

Curiosidade: 5 dos top 10 jogos começam com a letra “S” de switch. Coincidência? Fica ai a dica pra você desenvolvedor…

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Especial

Promoção: ganhe R$100 de desconto em produtos geek!

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Quer ganhar R$100 pra gastar em produtos geek? Então cola aqui com a gente porque o PlayReplay, em parceria com a loja Geek10, vai sortear um vale-compras de cem pratas! O vencedor da promoção vai receber um cupom de desconto no valor de R$100 para gastar com produtos geek na loja Geek10!

 

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  • Validaremos todos os passos no dia do sorteio, que acontecerá em 05 de janeiro de 2018;
  • Caso algum dos passos não seja realizado, será sorteado um novo ganhador até que apareça alguém que tenha realizado todos os passos;
  • Como funciona o vale compras: o valor será descontado no preço final da sua compra. Por exemplo: se sua compra for de R$95,00 e o frete R$10,00, você pagará apenas a diferença de R$5,00.

 

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Destaques

CCXP segue evoluindo em sua edição 2016, mas não evita tropeços pontuais

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Entre os dias 1 e 4 de dezembro, São Paulo foi novamente o lar da Comic Con Experience, vulgo CCXP, o maior evento de cultura pop do Brasil. Entre painéis lotados, dezenas de estandes reunindo as maiores marcas do mercado e centenas de convidados do mundo dos quadrinhos, televisão e cinema, não faltaram opções para deixar qualquer fã sorrindo de orelha a orelha.

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Casa dos artistas

 

De cara, a maior novidade que podia ser notada era o aumento de espaço do evento, o que se refletia em todos os elementos da feira: os estandes tinham mais metros quadrados e altura, o Artist’s Alley abrigava um número recorde de artistas, a praça de alimentação era mais espaçosa e tranquila, e até as inevitáveis filas estavam mais organizadas do que no ano anterior.

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Bianca Pinheiro, autora da graphic MSP “Mônica: Força”, era um dos talentos nacionais mais procurados

Ou quase. Embora montar o Artist’s Alley como uma grande e democrática mesa onde autores de menor expressão sentavam lado a lado com os principais desenhistas internacionais parecesse uma boa ideia no papel, na prática as filas de fãs acabavam trabalhando contra o evento. Por exemplo, pequenos desenhistas tentavam vender suas ilustrações enquanto eram eclipsados por uma fila gigantesca em busca de autógrafos e fotos de grandes nomes como Alan Davis e Simon Bisley.


Mesmo com esse problema de planejamento, não há dúvidas de que o Artist’s Alley foi um sucesso. Entre estreantes, veteranos e estrelas internacionais, era possível bater um papo e conhecer melhor o trabalho e história de diversos artistas. Felipe Castilho, autor da série legado Folclórico, era um dos expositores que melhor resumia o espírito da feira. Afinal, ele esteve presente em todas as suas edições, primeiro como espectador, depois autografando no estande da Comix, e finalmente estreando no Artist’s Alley em 2016:

“Cara, a cada ano eu acho que a feira só melhora. Estou curtindo muito, porque aqui posso expor meus livros junto com quadrinhos, as áreas nas quais trabalho.”, explica Felipe. “Após um ano difícil em tantos sentidos, é bacana terminar de um jeito positivo, no meio de gente tão interessada e dedicada… é justamente nesse momento de diversão, no meio do entretenimento, através da literatura, que conseguimos passar uma mensagem legal para as pessoas. Sem demagogia, sem ufanismo… É muito legal!”

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Grandes atrações. Literalmente!

 

Os principais painéis foram razoavelmente bem organizados e mostraram algum progresso em relação ao trabalho do ano passado, mas continuam longe do ideal. As filas melhoraram, mas ainda não faz sentido que sua lotação para o dia inteiro seja esgotada nos primeiros minutos do dia. Ainda que esse seja o padrão internacional, o Brasil pode e deve fazer melhor, pois, na prática, acaba acontecendo de pessoas tomarem um lugar cedo no auditório apenas para ver o último painel do dia, alienando alguém que adoraria ver só o primeiro painel e depois ir embora. Além disso, a organização pecou ao só divulgar a grade completa dos painéis pouco mais de 24 horas antes da abertura do evento.

Melhor sorte tiveram os estandes. Praticamente todos eles tinham atividades próprias muito divertidas, e até brindes para quem os prestigiava, que iam desde colecionáveis até pôsteres. No estande da Netflix, por exemplo, era possível participar de uma gincana inspirada em uma prova do seriado 3%, enquanto a Fox permitia que os fãs replicassem o salto de fé tradicional da série Assassin’s Creed.

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Nem tudo é perfeito

 

O PlayReplay cobriu dois dias de feira, quinta e sexta-feira, e aqui precisamos tecer nossa maior crítica e prestar solidariedade a outros sites amigos: é um absurdo que muitos portais honestos e bons trabalhadores tenham tido suas credenciais de imprensa vetadas para todos os dias de feira. Como apenas sábado teve seus ingressos esgotados, era fácil permitir que mais algumas centenas de pessoas cobrissem a feira nos dias 1 e 2.

Ao circular pela feira, ficava evidente, não só pela fartura de ingressos ainda à venda como pelo amplo espaço dos corredores, que o evento se beneficiaria de ter mais visitantes. Nos dois dias o movimento estava super tranquilo, e era fácil circular pela esmagadora maioria dos estandes. A exceção óbvia eram as grandes lojas e companhias que estavam lançando produtos, fazendo liquidações ou expondo as sensações do momento. Na Panini, por exemplo, que estava vendendo todos os seus produtos com desconto de 25%, a fila do caixa podia ultrapassar uma hora de espera em seus momentos mais lotados. A Riachuelo, que lançava uma linha de camisetas licenciadas pela Nintendo, também tinha um estande quase impossível de circular.

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Movimento da praça de alimentação às 11:30 de sexta-feira.

Os Meet and Greets que, graças à crise econômica nacional, tinham preços exorbitantes, estavam bem organizados e pontuais. Os funcionários do evento foram bem treinados e conseguiram manter a ordem com relativa tranquilidade. O único ponto negativo mais sério era a impressão muito lenta das fotos no estande de retirada. O processo inteiro era feito no “olhômetro”, o que retardava ainda mais a entrega das imagens, que chegam em fotos de altíssima qualidade de impressão.

Apesar de a praça de alimentação estar maior do que nunca e ter diversas opções, um problema extremamente comum em eventos nacionais se repetiu na CCXP: independente do restaurante, todos serviam apenas uma opção: Salgados. Ou melhor, preços extremamente salgados! Cada Real economizado em promoções de quadrinhos e bonecos poderia ser facilmente perdido, com muitos juros, caso o visitante decidisse almoçar e jantar na feira.

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Entre erros e acertos, é evidente que a CCXP segue firme como o maior evento cultural do Brasil. Ao reunir grandes nomes do cinema, televisão e literatura em um espaço muito bem planejado, os problemas pontuais são prontamente eclipsados pelo sorriso que estampa o rosto de cada visitante. Que venha a CCXP 2017!

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