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Top 5½ motivos para acreditar no sucesso de Final Fantasy XV

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Toda vez que é anunciado algum título canônico da série Final Fantasy, a história se repete: especulações por todos os lados, com a esperança de um game a altura dos clássicos da década de 90 ou descrença total por parte dos que acham que a Square-Enix perdeu a mão para bons RPGs.

É bem verdade que a franquia anda escorregando no quiabo desde o lançamento de Final Fantasy X, ainda para o PlayStation 2. Entre erros e acertos das cinco edições que o sucederam, e apesar disso, a marca permanece forte como um dos carros-chefe da companhia nipônica. Contudo, a décima quinta versão teve um começo peculiar, já que o game a princípio seria um spin-off de FFXIII, chamado de Final Fantasy Versus XIII.

 

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Enquanto parte integrante do projeto Fabula Nova Crystallis, pouco foi revelado além da jogabilidade voltada para a ação e um pouco de seu elenco. Desde seu anúncio, ainda em 2006, até a mudança de nome e sistemas em 2013, as coisas pareciam caminhar em um ritmo bem lento. Mas tudo começou a mudar a partir do anúncio de que Hajime Tabata seria o responsável pela direção do game, enquanto Tetsuya Nomura dedicaria-se integralmente a Kingdom Hearts 3. E nos vimos, mais uma vez, empolgados com Final Fantasy, só pra variar!


Com o lançamento da demo Final Fantasy XV: Episode Duscae (como parte integrante do port em HD de Final Fantasy Type-0), a nossa chama aventureira voltou a arder forte e mesmo para os mais desconfiados, decidimos apontar cinco motivos e meio para acreditar que dessa vez é pra valer!

 

5 – É errando que se aprende

Os últimos games da série passaram longe de ser unanimidade entre os jogadores e a imprensa. Final Fantasy XIV, por exemplo, teve que ser repaginado e relançado como Final Fantasy XIV: A Realm Reborn, corrigindo bugs e sistemas confusos. Antes disso, Final Fantasy XIII foi duramente criticado por ser considerado linear e massante. Mesmo o deslumbrante décimo segundo capítulo da série acabou ficando de fora dos holofotes, muito por conta de seu protagonista insosso.

Desses erros todos, será que não é possível tirar um lado positivo? Será que a Square-Enix seria capaz de cometer o mesmo erro duas vezes? Nós acreditamos que não e esperamos que os altos e baixos dos últimos anos tenham servido de lição.

A julgar pela qualidade dos trailers apresentados e pelas análises da demo que já estão pipocando por aí (por aqui, em breve), o material é bom!

 

4 – Na direção certa

A escolha de Hajime Tabata para tocar o projeto mostrou-se acertada até o momento. Pesa contra ele o fato de ser a sua estreia em um console de mesa, logo em um game crucial para o futuro da franquia. Mas parece que ele não está muito incomodado com isso, já que ter games como Final Fantasy Type-0 e Crisis Core – Final Fantasy VII no currículo são credenciais bastante relevantes.

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Outro ponto positivo para Tabata está na jogabilidade mais voltada para a ação, na mesma linha dos títulos citados acima, além de Kingdom Hearts. Mesmo fugindo um pouco das origens de Final Fantasy, Tabata está caminhando em solo conhecido, o que dá segurança e credibilidade ao título.

 

3 – Lindo de morrer

Nós sabemos que gráficos não são tudo. Aprendemos com o exemplo recente de The Order: 1886 que um bom game não vive só de aparência. No composto dos jogos bem sucedidos, pontos triviais como a experiência proporcionada, sua dificuldade e jogabilidade são requerimentos mais urgentes, deixando o aspecto visual muitas das vezes em segundo plano. Mas como não ficar embasbacado com as estradas, criaturas e personagens que vimos em screenshots e vídeos circulando por toda a internet?

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Desde que a franquia trocou os sprites pelos polígonos em Final Fantasy VII, tudo o que vimos foi grandioso e bem detalhado, dentro das limitações tecnológicas da época. E não temos nenhuma dúvida sobre a capacidade de Final Fantasy XV de nos impressionar.

 

2 – Personagens marcantes

Muito do poder de atração que a franquia exerce sobre seus fãs, principalmente da geração PS1 em diante, está diretamente associado a um protagonista de peso. Cloud e Squall, por exemplo, estamparam capas e mais capas de revistas na década de 90, sendo reconhecidos até hoje como exemplos de personagens marcantes. Vaan e Lightning, por outro lado, não desfrutam do mesmo prestígio. Não é só o character design que pesa na balança, mas o envolvimento e simpatia gerados por um bom roteiro. A moça das madeixas rosadas, por exemplo, tinha tudo para cair nas graças da galera, já que herdou pitadas generosas do humor e atitude de seus antecessores. Contudo, um conjunto fraco da obra prejudicou sua imagem.

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Toda essa explicação para chegar em um ponto: Noctis e sua trupe têm tudo para conquistar o coração dos fãs. A ideia de uma aventura em grupo é boa, os personagens são carismáticos cada um a sua maneira, além de manter a tradição do visual andrógino, marca registrada da série.

 

1 – É Final Fantasy, afinal

O motivo mais forte para acreditar no sucesso do game não poderia ser outro, senão a nossa fé em quase 30 anos de história e influência. Afinal, quantas centenas de horas nós já não dedicamos àquela que seria a fantasia final, desde os 8 bits? Quantos risos, quantos momentos de tensão e diversão nos foram proporcionados, desde a criação do seu herói no primeiro título até a ópera de Celes?

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Sabemos e entendemos que nem tudo são rosas, que erros acontecem e que é possível aprender com eles. Mas mais do que tudo, temos confiança na capacidade da série de se reinventar e evoluir, mantendo às vezes apenas o seu nome e elementos simbólicos, trocando de mundo e de ares como quem muda a roupa que veste. Nos resta esperar para conferir, mas a atmosfera é de otimismo.

 

½ – O que ainda não nos foi revelado

Não há muito o que suspeitar de um game com tantos pontos positivos, senão daquilo que ainda não sabemos em sua totalidade. Será que a trama será intensa? E a trilha sonora, promete respeitar a tradição de excelência da série? Muitas missões paralelas e ambientes para explorar? E depois que a aventura principal terminar, o que acontece?

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São apenas questionamentos que passam pela nossa cabeça e, esperamos, pela cabeça dos desenvolvedores responsáveis por FFXV (muitas e muitas vezes). A responsabilidade envolvida aqui é imensa, assim como a nossa vontade de experimentar Final Fantasy mais uma vez.

Formado em Publicidade e Propaganda e retrô gamer apaixonado, tem predileção pelos 8 bits. Lê e relê suas revistas de video game antigas todas as noites na hora de dormir. Antes de vir para o PlayReplay, coordenou a área de diagramação do GameBlast.

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Kingdom Come: Deliverance | Os 5 melhores mods para o jogo

Kingdom Come conta com mods que podem consertar problemas do jogo ou que simplesmente contornar mecânicas irritantes.

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Apesar de ter sido lançado há pouco tempo, Kingdom Come: Deliverance já se mostrou ser um grande sucesso, especialmente entre os fãs de RPG que queriam algo diferente dos clichês de sempre.



É claro que um jogo deste porte e com tantos jogadores ativos acaba apresentando diversos problemas e algumas mecânicas que não agradam todo mundo.

Felizmente, os jogadores de PC podem contar com modificações feitas especificamente para resolver esses probleminhas. Você pode conferir nossa lista dos cinco mods mais úteis para Kingdom Come logo abaixo!


5. Faster Arrows

Em Kingdom Come: Deliverance, você só conta com armas reais, então aqueles que dão preferência a um estilo de combate de longa de distância, podem acabar gostando de lutar mais com um bom e velho arco e flecha.

O único problema é que o sistema de arco e flecha do jogo não é tão realista assim e as flechas são bem mais lentas do que deveriam ser. Para resolver isso, você pode usar o mod “Faster Arrows”, que ajusta a velocidade das flechas de modo mais aproveitável. Clique aqui para baixá-lo.

4. Cheap Training

Assim como em muitos outros RPGs, você pode pagar por treinamentos para melhorar certas habilidades, mas isso é algo extremamente caro em Kingdom Come.

É claro que você pode fazer bastante dinheiro no jogo, mas isso certamente vai demorar dezenas de horas. Para não sofrer tanto com o preço dos treinamentos no início do game, basta usar o mod “Cheap Training”. Ele diminui o preço para 50% ou 10% do valor original, dependendo do que você preferir. Clique aqui para baixá-lo.

3. Unlimited Weight

O mod “Unlimited Weight” é bem mais superficial e serve para aqueles que não gostam de lidar com sistemas de peso em jogos deste tipo. Basicamente, você pode carregar o que quiser sem se preocupar com o peso dos itens. Você pode clicar aqui para baixar o mod.

2. Sectorial Lockpicking

Quem já jogou qualquer game mais moderno da Bethesda sabe o quanto seus minigames de fechadura são irritantes, mas elas são toleráveis quando você aprende exatamente como elas funcionam.

Já o sistema que implementaram em Kingdom Come consegue ser ainda pior e até os desenvolvedores do game já prometeram sua alteração em uma atualização futura. Enquanto isso não acontece, você pode usar o mod “Sectoria Lockpicking”, que deixa o minigame mais viável sem modificá-lo de maneira extrema. Clique aqui para baixá-lo.

1. Unlimited Saving

Por fim, não dava para deixar de fora um dos mods mais úteis que foram disponibilizados até agora para Kingdom Come. Se você já jogou o título, deve ter percebido que não dá para salvar a qualquer momento, já que você precisa usar o item “Saviour Schnapps” toda vez que quiser fazer isso.

Como você só tem um número limitado deste item, acaba sendo irritante ter que esperar o jogo chegar em um checkpoint (para salvar sozinho) e tomar cuidado extra para não perder o progresso de horas por algum problema do próprio game, que ainda é bem instável. Felizmente, o mod “Unlimited Saving” resolve isso e permite que você salve a qualquer momento e lugar. Baixe-o neste link.

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Venha fazer um Book Tour pelo mangá oficial de Splatoon

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A Nintendo começou a publicar um mangá oficial de Splatoon a partir de dezembro de 2017 nos Estados Unidos. Apesar de ainda não existir uma versão nacional, o livro está disponível tanto para importação como para venda diretamente pela Amazon nacional através deste link. No vídeo de hoje te convidamos a fazer um passeio detalhado pela obra. Basta clicar no player abaixo!


Veja também:


Escrito e desenhado por Sankichi Hinodeya, o mangá foi publicado originalmente no Japão através da Korokoro Comics em 2016, e depois traduzido e lançado nos Estados Unidos pela Viz Media em 2017.

Por enquanto, apenas o primeiro volume está disponível, mas a edição 2 já tem data marcada de lançamento para março de 2018, enquanto o volume 3 sai em junho de 2018.


Os três primeiros volumes são focados no jogo Splatoon de Wii U, enquanto o volume 4 já começa a mostrar a mitologia e personagens de Splatoon 2, um dos principais jogos do Nintendo Switch.

Depois de ver o vídeo, não esqueça de contar o que achou do mangá nos comentários aqui embaixo! Aliás, por que não aproveita e diz pra gente se você já leu ou se tem vontade de ler o mangá também?

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Yellow e Red: uma opção simples para filas e banheiros

Puzzles simples, minimalistas e divertidos compõem dois apps que são uma ótima pedida para estarem no seu celular.

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“Entre diariamente para ganhar ítens bônus!”. “Aproveite essa oferta especial de 30 reais que vai acabar daqui duas horas!”. “Quer acelerar essa construção? Faça uma microtransação!”. Quer saber? Na maioria das vezes, eu acho tudo isso um pé no saco. Eu só queria um joguinho simples pra passar um tempo na fila ou fazendo as necessidades no banheiro.

E eu entendo como o mercado mobile tá crescendo e recebendo títulos mais robustos, mas não é pedir muito isso, não? Felizmente, yellowred são duas pequenas pílulas de puzzles que vão servir exatamente pra isso.

Basicamente, cada app é um conjunto de 50 enigmas minimalistas, que são resolvidos apenas utilizando com toques na tela do celular. Reconhecer padrões, resolver desafios lógicos e repetir sequências são alguns dos jeitos que o designer Bart Bonte encontrou para basear os puzzles.

yellow

yellow

Nada de microtransações, notificações indesejadas ou outros sistemas que estamos acostumados. No máximo, um sistema de dicas simples, caso você fique preso em alguma parte, mas que não vai te ajudar em alguns casos e vai te dar todas as respostas em outros. Nenhum dos enigmas são extremamente difíceis, então, recomendo que você vá no seu próprio ritmo.


yellow é um bom ponto de entrada para começar a entender o estilo do jogo e red funciona mais como um segundo desafio, que consegue, inclusive, utilizar conceitos já estabelecidos e usá-los de maneiras diferentes. Mesmo que sejam relativamente curtos, principalmente se você já gosta do estilo, valem a pena. Gratuito, interessante, divertido e minimalista: bem melhor que o rótulo daquele condicionador.

red

red


yellow e red são jogos desenvolvidos pelo belga Bart Bonte e estão disponíveis gratuitamente para Android (yellow/red) e iOS (yellow/red). Ambos os jogos permitem pagamento para retirar os anúncios, que vão aparecer entre uma dica e outra, e para apoiar o desenvolvedor.

Quer conhecer outros jogos gratuitos e inovadores para jogar e aproveitar muito? Dê uma olhada na nossa coluna Free to Play!

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