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Top 5½ Games que marcaram a trajetória do PlayStation 3

Passaram-se 8 anos desde o lançamento do PlayStation 3 no Japão, no dia 11 de novembro de 2006. Seu sucessor já está encaminhado, enquanto o bom e velho PS3 desfruta de seus últimos momentos antes de uma aposentadoria precoce.

Sua biblioteca é vasta e bem preenchida em diversos gêneros, além de ter forte presença no ambiente online e incentivar a compra de seus títulos clássicos através das mídias digitais. Games de tiro, ação, corrida, luta, RPG, musicais, todos tiveram seu devido espaço e oportunidade de fazer história. Chega a ser injusto ter que citar apenas 5 games, mas assim é a vida. Separamos 5 títulos que chegaram arrebentando com tudo e que certamente serão lembrados daqui a 20 ou 30 anos, quando houver uma retrospectiva para o lançamento do PlayStation 6, 7.

 

5. God of War III

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Um dos títulos mais aguardados da história dos games, além de ser considerado um divisor de águas para o PlayStation 3. Revolucionário em muitos aspectos, o fim da saga épica de Kratos foi um verdadeiro system seller, além de aquecer ainda mais o mercado para outros games com mecânica similar, vide Darksiders, Lord of Shadows e Dante’s Inferno.

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Sua história acontece logo após os eventos finais de God of War II, lançado ainda no PlayStation 2. A responsabilidade era grande, mas o game se saiu bem em todos os pontos e honrou a franquia. Dá-lhe, Fantasma de Esparta!

 

4. Street Fighter IV

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Street Fighter é sinônimo de luta e vice-versa, pelo menos no mundo da pancadaria virtual. Na geração anterior, a Capcom pareceu ter perdido um pouco da mão ao exagerar na técnica e deixar de lado a diversão e a tradição, pilares do sucesso da série.

Decidida a entrar nos eixos, prometeu um game à moda antiga e assim o fez, pelo menos de forma parcial. Os sprites foram trocados por modelos em 3D, mas as lutas ainda aconteciam em duas dimensões. Trouxe de volta seu elenco original, com a adição de algumas peças que não mostravam o mesmo brilho, mas acabaram sendo recebidos de braços abertos pelos fãs da franquia.

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Não seria a Capcom se não lançasse outras versões do mesmo game, então ainda tivemos Super Street Fighter IV, Arcade Edition e Ultra Street Fighter IV, todas acrescentando novos combatentes, cenários e mudanças sutis ao gameplay. Dessa vez a Capcom acertou em cheio e os resultados são claros, principalmente quando observamos que a concorrência acabou seguindo por um caminho bem parecido.

 

3. Red Dead Redemption

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Sandbox impressionante e prova irrefutável de que a Rockstar não apenas domina o gênero, mas tem capacidade de sobra para inovar em seu próprio terreno. Desde Sunset Riders e Mad Dog McCree, não víamos um título situado no Velho Oeste americano com tamanha relevância.

John Marston protagonizou uma saga épica e mostrou que mundos abertos não estão necessariamente presos aos ambientes urbanos de Grand Theft Auto. Andar a cavalo de um lado para o outro foi uma grata surpresa e Red Dead Redemption mostrou-se muito acima das nossas expectativas.

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Não fosse o bastante, o game ainda surfa na crista da onda e tem um DLC baseado em zumbis. Inesquecível!

 

2. Metal Gear Solid 4

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Emocionante, envolvente, nostálgico. É assim que a gente resume Metal Gear Solid 4, o game que traz nosso velho amigo Snake beirando a terceira idade. Ver Snake na posição de um homem em idade avançada e, de certa forma, frágil, foi no mínimo chocante. Pra gente, que cresceu acompanhando as missões do espião, vê-lo mais velho causou um baque e tanto.

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Um dos episódios mais marcantes da série, Metal Gear Solid 4 conta com todas aquelas tiradas bem humoradas, características de Hideo Kojima, que agradam principalmente aos fãs de longa data da série. Sem contar a participação do Big Boss. Simplesmente épico!

 

1. The Last of Us

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Ok, concordamos que The Last of Us não é exatamente o melhor jogo para PlayStation 3 de todos os tempos. Sabemos que o jogo tem suas falhas, que não é perfeito. Mas uma coisa é certa: The Last of Us não apenas mostrou do que o hardware do PS3 era capaz, como também que é possível sim unir, de forma coesa e bem estruturada, elementos de narrativa e gameplay a fim de gerar uma experiência fluida e marcante.

Por mais que a trama do jogo não seja muito original, contando mais uma história de apocalipse zumbi, The Last of Us nos ganha nos detalhes. Nada de vírus criados em laboratórios ou empresas inescrupulosas criando armas biológicas. Em TLoU o verdadeiro vilão é um fungo conhecido como Cordyceps, que existe de verdade, o que dá um toque bacana de realismo à história.

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Os controles ajudam muito a criar uma experiência agradável, já que são bem responsivos e funcionais. Mas o toque de mestre mesmo foi incluir toneladas de diálogos entre os personagens, que praticamente não calam a boca. É como se a trama se desenrolasse a cada minuto, com cada linha de diálogo tornando a experiência de jogo mais imersiva.

Essa primeira colocação é mais do que merecida, já que The Last of Us fez com que o PlayStation 3 mostrasse que ainda podia brilhar mesmo com a proximidade do lançamento de seu sucessor.

 

½. Sports Champions

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Assim como a posição acima, a ½ colocação para Sports Champions também é merecida. Afinal, seu maior aliado também é seu maior vilão: o PlayStation Move.

Sports Champions prometia inovar, e até certo ponto conseguiu. Ele pegou a ideia do Wii Sports, da Nintendo, e adicionou elementos mais realistas, modernos, e até mesmo arriscou uma pegada medieval. Além disso, a utilização de esportes menos mainstream, como o Disc Golf e a Bocha, trouxe um diferencial interessante. O grande problema é que a inovação parou por aí.

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Em Sports Champions não é possível, por exemplo, criar seu próprio personagem. Você fica limitado a usar um dos esportistas disponíveis no jogo, e isso tira boa parte da graça de um game desse gênero. Não poder criar seu personagem para sair na porrada com os dos seus amigos é um tanto desanimador.

Mas o grande problema de Sports Champions foi mesmo a baixa popularidade do PS Move. Ainda assim, por incrível que pareça, o Sports Champions ainda ganhou uma sequência no ano de 2012. Loucura!