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Top 5½ coisas que aprendi nas locadoras de videogames

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Unanimidade entre os jogadores de videogame das décadas de 1990 e 2000, as locadoras foram a principal porta de entrada de muitos jovens para o fantástico universo dos videogames. São tantos os sentimentos envolvidos nas locadoras, que mesmo hoje, com elas praticamente extintas, até mesmo quem nunca entrou em uma sabe da sua importância e conhece algumas boas histórias de alguém que passou horas por lá.

No seu auge, contudo, esses ambientes não eram tão bem-vistos por todos. Os pais normalmente tinham uma ideia de que a locadora era apenas um lugar da vagabundagem, do ócio e da falta de educação coletiva, onde crianças e jovens iam com a intenção de quebrar as regras e fugir das obrigações de casa.

Pois é, mãe, aquelas idas à locadora do Tadeu — mesmo depois que você comprou um Super Nintendo para casa — trouxeram bons frutos. Digo isso porque aquele lugar, quase sempre improvisado, fosse numa garagem ou num prédio moderno, era muito mais do que um comércio, muito mais até do que uma casa de jogos. Era, na verdade, um espaço de sociabilidade, ponto de encontro de toda uma geração de jovens que cresciam envolvidos com a aflorante modernidade.

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Talvez nem tivéssemos consciência do que realmente acontecia ali, entre televisores, consoles, cadeiras de plástico e guloseimas, mas que hoje, com a maturidade que o tempo trouxe, além da saudade ficaram os ensinamentos. Passaria o resto do ano enumerando tudo que aprendi com ex-donos e amigos naquele que foi o espaço onde cresci. Mas, como o nome da coluna sugere, serão cinco coisas (e meia) que aprendi nas locadoras.

Deixe o saudosismo tomar conta e acompanhe esta viagem pelos ensinamentos subjetivos das locadoras de games!

 

5. O respeito e o cumprimento de regras

Pode não parecer para quem observava de longe, mas as locadoras tinham regras sim (e muitas, por sinal). Além de exigirem bom comportamento, era comum não permitirem o uso de palavrões, cobrarem R$ 0,10 a mais na conta se você deixasse o controle cair e aplicarem punições por comportamento inadequado com os outros clientes. De pequenas suspensões até a expulsão, ninguém queria ficar sem jogar.

E foi me adequando a essas pequenas normas internas, e vendo os outros amigos serem constantemente repreendidos, que eu primava por seguí-las. Ainda hoje, na minha casa, ainda tenho alguns costumes do tempo das regras na locadora.

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Como não era permitido jogar com o som alto, não gritar muito durante e arrumar o espaço depois que terminasse a jogatina (guardar o controle no lugar correto e devolver o memory card), termina que jogo num silêncio quase absoluto e, sempre que finalizo minha seção de jogo, guardo meus controles, desligo tudo e não deixo nada fora de lugar. Por fim, até hoje não sei falar palavrões. Essa vai para conta da locadora do meu amigo Toinho.

 

4. Educação com o próximo

Ao seguir regras, consequentemente você desenvolve hábitos mais sociáveis. Nas locadoras as regras eram feitas para que houvesse um ambiente de harmonia entre todos os que frequentavam o local, priorizando, claro, a educação. Esse era um ponto exaustivamente cobrado pelos donos das locadoras nas quais joguei.

Saber se comportar em grupo, respeitar os semelhantes e saber conviver com o diferente eram características tão fortes nas locadoras que esses conceitos se desenvolveram naturalmente na minha geração. Pelo fato de pessoas de todas as idades, etnias e classes sociais frequentarem o mesmo espaço na busca por diversão, nem fazia sentido destratar o companheiro.

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Joguei em locadoras no centro, em casas improvisadas e nos bairros carentes, e em todas elas reinava a boa educação. Claro que vez ou outra algum garoto saia do controle, mas eram casos muito específicos.

 

3. O valor da amizade verdadeira

Quando se frequenta um lugar divertido, com regras e no qual as pessoas prezam pela educação, é comum que amizades se desenvolvam com certa facilidade. E lugar nenhum, pelo menos durante meu tempo de criança, foi tão marcante e proveitoso para se fazer amizades quanto as locadoras.

Quase todos que estavam lá tinham muito em comum, a começar pelos jogos. Isso era só a porta de entrada para as primeiras conversas, que logo se multiplicariam, dando origem as novas amizades. E em quase 20 anos de jogatina, posso afirmar: aqueles amigos do tempo das locadoras são os que permanecem presentes até hoje.

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Meus melhores amigos, aqueles mais verdadeiros e fiéis, mesmo que distantes fisicamente, vieram das conversas de locadora, da jogatina multiplayer e até das discussões acaloradas do tempo da guerra de consoles. E são justamente eles que fazem minha vida muito mais feliz.

 

2. A importância dos espaços de sociabilidade

Sair para jogar na locadora, sozinho ou com os amigos, era uma das atividades favoritas da garotada no tempo de ouro das gerações 16-bit e 32-bit. Aquele era um lugar sagrado, templo da mais pura diversão.

Mas nem só de jogar vivia o jovem gamer da época. Como nossos pais não viam com bons olhos a ideia de dar mesada, principalmente se fosse para jogar, era impossível ter grana suficiente para uma rotina diária de jogo. Contudo, isso nunca impediu que fossemos todos os dias para a locadora.

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Mas afinal, o que isso significa? Quero dizer que a locadora era muito mais do que uma casa de jogos. Na verdade, ela era o principal espaço de sociabilidade, ponto de encontro entre jovens de todo lugar. Era lá que saímos para conversar com os amigos, descontrair, ouvir e contar histórias e, por que não, aprender sobre a vida com os mais velhos.

Tantas e tantas vezes a locadora estava lotada, com todas as cadeiras ocupadas, mas por incrível que pareça, nenhum dos que estavam lá tinham um controle em mãos, apenas curtiam o dia com os amigos. Era justamente nesses momentos que fazíamos amizades e aprendíamos mais sobre a sociedade, a cultura e os games.

 

1. Os videogames como diversão saudável

Em tempos de tanta violência urbana e todos os seus problemas complementares, aprendi nas locadoras que podia me divertir de forma saudável com os videogames, ficando longe de possíveis distrações.

Minha mãe, por exemplo, não curtia muito me deixar sair de casa a noite, nem mesmo encontrar com a turma no meu bairro. Mas logo ela viu que podia me deixar ir na locadora, principalmente por estar sobe os cuidados de um adulto e entender que os videogames poderiam ser uma opção interessante de diversão.

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Levando em consideração os amigos/conhecidos que tinha há 15 ou 20 anos, muitos se perderam nas escolhas da vida por causa das suas “diversões” juvenis. Enquanto isso, os videogames têm trazido a mim e a muitos outros ao redor do planeta muitas felicidades e risadas.

Amigos, colegas de trabalho e muitas oportunidades surgiram dessa minha paixão pelos jogos, que começou lá na locadora do Jorge, na sua própria sala de estar. Depois de ensinar aos irmãos, primos e amigos, hoje é a vez da minha esposa curtir um game comigo no fim de noite. Nada mais divertido e saudável.

 

½. Correr atrás dos seus sonhos, independente da opinião alheia

Se você está lendo este texto hoje (ou já encontrou algumas das minhas matérias no GameBlast) pode ter certeza que um dos principais — se não o maior — motivo de eu escrever hoje em dia foi minha experiência nas locadoras. Isso mesmo, o fato de escrever sobres jogos hoje é consequência do que vivi e aprendi naqueles ambientes.

Vou esclarecer melhor. Durante os anos que cursei História na faculdade sempre tive vontade de escrever meu Trabalho de Conclusão de Curso (o famoso TCC) sobre jogos eletrônicos — mais precisamente utilizando as locadoras como objetivo principal. O problema é que nenhum orientador acreditava na proposta, muito menos estava interessado em ajudar na pesquisa por falta de conhecimento do assunto. Para me formar precisei escrever sobre os objetivos de pesquisa do próprio orientador, tendo que deixar de lado minha paixão por um tema e empurrar goela abaixo as pesquisas dos outros.

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Passei anos lendo, escrevendo e odiando Movimentos Sociais e Sítios Arqueológicos. Mas, depois de concluir uma licenciatura e uma especialização, resolvi me aprofundar mais na história, mas dessa vez com um curso de bacharelado. E foi lá que a paixão pelas locadoras retornou com força: encontrei um jovem professor com gostos semelhantes e juntos tocamos o projeto, mesmo com muita desconfiança por parte do corpo docente da universidade e até dos colegas.

Era uma proposta diferente pensar nas locadoras como espaço de sociabilidade infanto-juvenil nas décadas de 1990 a 2010. Mas com paixão, dedicação e muito entusiasmo, a pesquisa deu certo e foi um sucesso, rendendo inclusive a publicação de um livro (que você pode encontrar em versões impressa e digital) sobre o tema. Graças a esta pesquisa, me tornei redator de games, escrevendo sobre o que mais gosto e junto de pessoas incrivelmente talentosas, para leitores apaixonados como eu.

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Por fim, essa foi mais uma lição que aprendi com as locadoras, mesmo depois de nem existirem mais na minha cidade. Acredite nos seus sonhos e lute por eles mesmo quando todos duvidarem. Você vai colher as recompensas depois, pode ter certeza.

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é professor por formação e redator por paixão. Pode ser encontrado por aí, ensinando história para poder comprar seus jogos. Com um Wii U em casa e um 3DS no bolso, tem nos games seu maior hobby.

Cinema

De Fullmetal Alchemist a Samurai X, entenda a febre dos Live-Action

Relembre os melhores filmes em live-action lançados neste século

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Não foi apenas Fullmetal Alchemist que ganhou uma hypada adaptação em live action. A Warner Bros. Japan também está apostando forte no lançamento da versão com atores de Bleach, e esses são apenas dois exemplares de live action que estão repercutindo muito bem na internet!


Veja também:


Com lançamento marcado para 20 de julho de 2018, Bleach chegará aos cinemas japoneses e já tem até um trailer caprichado — esse do link acima —, prontinho para você clicar e se refestelar. Já Fullmetal Alchemist está disponível para streaming no catálogo da Netflix nacional enquanto você lê este texto. Mas não é de hoje que grandes obras dos anime e mangás são adaptadas para filmes!

adaptação em live action de Bleach

adaptação em live action de Bleach

Entre erros e acertos, há uma infinidade de versões com atores de carne e osso por aí. Vamos começar relembrando as melhores lançadas neste século? Todos eles valem um pouquinho do seu tempo!

Os melhores filmes em live-action

Em 2001 tivemos Ichi: O Assassino, adaptação do Ichi the Killer de Hideo Yamamoto. Já em 2003 foi a vez do clássico absoluto Oldboy, baseado no mangá homônimo de Garon Tsuchiya. A versão de Gantz lançada em 2010 também foi uma ótima opção para quem curte os mangás de Hiroya Oku, e ganhou até uma sequência, Gantz: A Resposta Perfeita, no ano seguinte.


Em 2011, Takehiko Shinjo adaptou o mangá Paradise Kiss de Ai Yazawa de forma bem divertida, mas foi em 2012 que tivemos uma das adaptações mais celebradas, quando Keishi Ohtomo lançou Samurai X O Filme, a aclamada versão com atores de Rurouni Kenshin – Meiji Kenkaku Romantan, de Nobuhiro Watsuki.

Já em 2014, outro clássico ganhou vida em Lupin the Third, baseado no Lupin Sansei de Kazuhiko Kato. Apesar da complicada missão, o filme de Assassination Classroom comandado por Eiichiro Hasumi conseguiu ser bem fiel aos livros de Yusei Matsui. Ou seja, não faltam exemplos de boas adaptações por aí!

O cantinho da desonra…

Mas nem tudo são flores quando obras queridas ganham uma nova roupagem, especialmente quando americanos tentam a sorte nesse ramo tão traiçoeiro. O exemplo mais infame, claro, é o execrável Dragon Ball Evolution. Lançado em 2009, até hoje ele causa pesadelos nos fãs da obra de Akira Toriyama.

Os últimos tempos foram particularmente ingratos para adaptações ocidentais, já que os filmes de Ghost in the Shell e Death Note, ambos de 2017, tiveram uma recepção muito fria tanto por parte dos fãs como da crítica especializada. Aqui está nossa crítica de Death Note que não nos deixa mentir…

Ou seja, embora o estouro de popularidade do live action de Fullmetal Alchemist possa fazer alguém recém-chegado ao mundo dos live-action acreditar que isso é novidade, acho que ficou bem claro o quão comum é a prática, certo?

Isso porque, neste texto, só falamos em coisas deste século. Quem sabe na próxima não cobrimos também algumas adaptações ainda mais clássicas? Deixe um comentário aqui embaixo caso tenha interesse no tema!

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Destaques

Kingdom Come: Deliverance | Os 5 melhores mods para o jogo

Kingdom Come conta com mods que podem consertar problemas do jogo e contornar mecânicas irritantes.

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Apesar de ter sido lançado há pouco tempo, Kingdom Come: Deliverance já se mostrou ser um grande sucesso, especialmente entre os fãs de RPG que queriam algo diferente dos clichês de sempre.



É claro que um jogo deste porte e com tantos jogadores ativos acaba apresentando diversos problemas e algumas mecânicas que não agradam todo mundo.

Felizmente, os jogadores de PC podem contar com modificações feitas especificamente para resolver esses probleminhas. Você pode conferir nossa lista dos cinco mods mais úteis para Kingdom Come logo abaixo!


5. Faster Arrows

Em Kingdom Come: Deliverance, você só conta com armas reais, então aqueles que dão preferência a um estilo de combate de longa de distância, podem acabar gostando de lutar mais com um bom e velho arco e flecha.

O único problema é que o sistema de arco e flecha do jogo não é tão realista assim e as flechas são bem mais lentas do que deveriam ser. Para resolver isso, você pode usar o mod “Faster Arrows”, que ajusta a velocidade das flechas de modo mais aproveitável. Clique aqui para baixá-lo.

4. Cheap Training

Assim como em muitos outros RPGs, você pode pagar por treinamentos para melhorar certas habilidades, mas isso é algo extremamente caro em Kingdom Come.

É claro que você pode fazer bastante dinheiro no jogo, mas isso certamente vai demorar dezenas de horas. Para não sofrer tanto com o preço dos treinamentos no início do game, basta usar o mod “Cheap Training”. Ele diminui o preço para 50% ou 10% do valor original, dependendo do que você preferir. Clique aqui para baixá-lo.

3. Unlimited Weight

O mod “Unlimited Weight” é bem mais superficial e serve para aqueles que não gostam de lidar com sistemas de peso em jogos deste tipo. Basicamente, você pode carregar o que quiser sem se preocupar com o peso dos itens. Você pode clicar aqui para baixar o mod.

2. Sectorial Lockpicking

Quem já jogou qualquer game mais moderno da Bethesda sabe o quanto seus minigames de fechadura são irritantes, mas elas são toleráveis quando você aprende exatamente como elas funcionam.

O sistema que implementaram em Kingdom Come também não é nada fácil e muitos fãs já pediram por uma alteração no futuro. Enquanto isso não acontece, você pode usar o mod “Sectoria Lockpicking”, que deixa o minigame mais viável sem modificá-lo de maneira extrema. Clique aqui para baixá-lo.

1. Unlimited Saving

Por fim, não dava para deixar de fora um dos mods mais úteis que foram disponibilizados até agora para Kingdom Come. Se você já jogou o título, deve ter percebido que não dá para salvar a qualquer momento, já que você precisa usar o item “Saviour Schnapps” toda vez que quiser fazer isso.

Como você só tem um número limitado deste item, acaba sendo irritante ter que esperar o jogo chegar em um checkpoint (para salvar sozinho) e tomar cuidado extra para não perder o progresso de horas por algum problema do próprio game, que ainda é bem instável. Felizmente, o mod “Unlimited Saving” resolve isso e permite que você salve a qualquer momento e lugar. Baixe-o neste link.

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Venha fazer um Book Tour pelo mangá oficial de Splatoon

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A Nintendo começou a publicar um mangá oficial de Splatoon a partir de dezembro de 2017 nos Estados Unidos. Apesar de ainda não existir uma versão nacional, o livro está disponível tanto para importação como para venda diretamente pela Amazon nacional através deste link. No vídeo de hoje te convidamos a fazer um passeio detalhado pela obra. Basta clicar no player abaixo!


Veja também:


Escrito e desenhado por Sankichi Hinodeya, o mangá foi publicado originalmente no Japão através da Korokoro Comics em 2016, e depois traduzido e lançado nos Estados Unidos pela Viz Media em 2017.

Por enquanto, apenas o primeiro volume está disponível, mas a edição 2 já tem data marcada de lançamento para março de 2018, enquanto o volume 3 sai em junho de 2018.


Os três primeiros volumes são focados no jogo Splatoon de Wii U, enquanto o volume 4 já começa a mostrar a mitologia e personagens de Splatoon 2, um dos principais jogos do Nintendo Switch.

Depois de ver o vídeo, não esqueça de contar o que achou do mangá nos comentários aqui embaixo! Aliás, por que não aproveita e diz pra gente se você já leu ou se tem vontade de ler o mangá também?

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