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Críticas

Beat The Game mistura elementos abstratos e surreais com música

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em

Faz um bom tempo que jogos com temas musicais ganharam popularidade, sendo que o mercado até acabou ficando meio saturado com games muito similares ou com visual parecido. Entre os grandes títulos, foram os jogos independentes que acabaram se destacando nos últimos anos, sendo que o recém lançado Beat The Game um bom exemplo disso.

Em vez de visuais coloridos, movimentos de dança ou música tocando ininterruptamente, esse jogo possui um estilo único. Logo no início do jogo, vemos Mistik,  nosso personagem, se envolvendo em um acidente de moto em um deserto. É claro que logo percebemos que este não é um deserto comum, já que há várias coisas flutuando, um olho gigante com asas e vários objetos que você pode coletar ou interagir.

Após vagar um pouco pelo cenário surreal, você percebe que a única coisa que pode fazer é pegar certos sons que for encontrando para começar a fazer um tipo de show musical. Muitos desses sons podem ser pegos facilmente, enquanto outros precisam encontrados com o scanner especial de Mistik em objetos flutuantes.

Esta acaba sendo grande parte da jogabilidade de Beat The Game, até porque o jogo não possui uma história ou outros objetivos específicos. Neste sentido, a natureza abstrata do deserto em que nos encontramos acaba representando muito bem o game neste aspecto.

De qualquer forma, quando conseguir juntar pelo menos 24 sons diferentes, você já poderá começar a fazer suas músicas com o seu mixer, que pode ser usado a qualquer momento. O mais interessante é que a maioria desses sons que encontramos não são de instrumentos musicais e isso acaba fazendo parte do charme de criar suas canções com de maneira tão inusitada.

Há inúmeros jeitos de combinar os seus sons, então dá para fazer músicas mais agitadas ou algo mais calmo para ir tocando como trilha de fundo, por exemplo. Assim, mesmo quem não tem experiência com a criação de música, pode conseguir fazer algo interessante. No fim, você ainda terá a chance de brilhar no show final, onde o próprio game te guiará e mostrará quando ativar seus sons de maneira mais harmoniosa.

beat-the-game-analise

Outro ponto importante a se mencionar é o o estilo artístico do jogo, que é bem bonito e traz um carisma extra para nossa pequena aventura no deserto. Fãs de artistas surrealistas certamente se sentirão e casa, mesmo que jogos musicais não sejam seus preferidos.

Ainda assim, não dá para dizer que o jogo leva muito tempo, seja para colecionar os sons ou para mixá-los da maneira que achar mais conveniente. Em pouco mais de uma hora, você já terá visto boa parte do que o game tem a oferecer, mas o título dá pistas de uma continuação, o que virá provavelmente com atualizações futuras.

Caso goste de jogos musicais, mas esteja cansado dos clichês do gênero, Beat The Game pode ser uma boa surpresa. Além disso, ele também é um jogo bem relaxante e possui um estilo único que vale a pena conferir!

 

Beat The Game – Nota: 3.5/5

Produtora: Worm Animation
Plataformas: PC, Mac e Linux
Plataforma utilizada na análise: PC
Produto cedido para análise: Sim

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Seus irmãos a viciaram em video games antes que ela aprendesse a falar, e agora ela passa os dias escrevendo sobre isso para sites misteriosos.

Anime

Viva as idols de Zombie Land Saga!

Um dos melhores animes do ano!

Publicado

em

Zombieland Saga (ゾンビランドサガ) é uma série de anime produzida pela Avex Pictures em colaboração com a Cygames, animada pelo estúdio MAPPA. Sua primeira temporada, que teve 12 episódios ao todo, já acabou e está disponível para streaming no site e aplicativo da Crunchyroll nacional. Confira logo abaixo a nossa crítica completa em vídeo e em texto desse anime que foi um dos mais legais da temporada de Outono 2018!


Veja também:


O vídeo de review acima foi postado no nosso canal parceiro Aquele Cara

No topo das paradas

Zombie Land Saga é um anime diferente e tão especial que, mesmo integrando o saturadíssimo universo dos zumbis, conseguiu encontrar uma nova e empolgante abordagem para os monstros, graças a uma metáfora muito esperta: associar o mercado de idols no Japão ao tratamento dado às mortas-vivas da sérieA crítica não é sutil, mas funciona muito bem por dois motivos.

Primeiro, suas personagens, músicas, universo e trama são cativantes e prendem o espectador que curte um pouco de humor negro e pastelão. Segundo, e muito mais importante, Zombie Land Saga claramente tem apreço e compreensão da realidade das idols, relatando de forma crítica, porém apaixonada, tudo de bom e ruim que o acompanha. O anime funciona mesmo que você não saiba absolutamente nada sobre a vida das idols no Japão, mas sua mensagem fica mais pertinente se você souber, pelo menos, um pouquinho sobre seu trabalho.

Por lá, as idols são celebridades muito famosas que vivem vidas super regradas. Como elas vendem não só a sua música, mas também sua imagem atrelada, a rotina das idols é monitorada pelos fãs e mídia constantemente. É necessário vender a imagem da perfeição, então até o vazamento de informações sobre sua vida particular, como um namoro ou qualquer coisa indecorosa, seria vista como destruidora de reputação e, potencialmente, carreira.

As meninas do anime Zombieland Saga

As meninas do anime Zombieland Saga

Já vem daí o primeiro acerto de Zombie Land Saga, ao colocar o grupo de heroínas como zumbis comandadas por um empresário aparentemente inescrupuloso que pretende usar as meninas para alcançar o sucesso, mas sempre escondendo do mundo sua verdadeira forma de zumbis. E tome quilos de maquiagem para deixar as cantoras apresentáveis!

Umas mortas muito loucas

Os primeiros dois ou três episódios não vão muito além dos pontos acima, e funcionam como uma apresentação temática, mas a diversão começa para valer a partir do momento em que as zumbizinhas decidem que seu grupo se chamará Franchouchou e começam a gostar de verdade da ideia de fazer sucesso e encantar o mundo com suas performances.

Em um excelente trabalho de narrativa, elas constroem um forte vínculo de amizade, sem precisar de grandes momentos de exposição ou didatismo exacerbado no roteiro. É nas atividades do dia a dia e em momentos que parecem mero alívio cômico, como a gravação de um comercial para a rede de fast food local, que sua amizade se fortalece. Quando você menos esperar, vai estar amando as meninas do Franchouchou, torcendo por elas e se emocionando com sua amizade verdadeira.

O miolo da temporada é minha parte favorita de Zombie Land Saga, porque ganhamos alguns episódios temáticos mostrando o passado das meninas, e como ele se amarra com o presente. E bom, o que eu posso fazer, né? Eu amo Lost e esse tipo de narrativa sempre funciona comigo.

A pequena Lily-chan estreia um dos melhores momentos de Zombieland Saga

A pequena Lily-chan estreia um dos melhores momentos de Zombieland Saga

Especialmente no episódio sobre a idol mais jovem, a Lily-chan. Acho que dar qualquer spoiler sobre ele devia ser tipificado como crime no nosso Código Penal, mas eu adorei como ele conseguiu passar uma boa lição de representatividade ao mesmo tempo em que não se envergonhava de contar uma trama bem emocional repleta de sutilezas.

Verdadeiras idols

Como esses episódios do miolo para a frente passam a culminar em performances musicais que aquecem o coração do público da Franchouchou ao mesmo tempo em que ajudam as garotas a moldar suas identidades e resgatar suas vidas pouco a pouco, em uma grande corrente de otimismo, eu senti uma energia muito parecida com a daquele jogo de DS, o Elite Beat Agents, em que o poder da música ajuda as pessoas a resolver os menores casos do dia-a-dia.

O zombie rap, postado no canal oficial da Crunchyroll Brasil, é um dos momentos mais engraçados e bem animados da série

Isso, a meu ver, foi o verdadeiro toque de mestre de Zombie Land Saga. O que começa como uma potencial leitura cínica sobre o universo das idols, logo se transforma em uma carta de amor super positiva ao mundo do entretenimento, apreciando tudo que ele pode trazer de melhor para a sociedade, mas sem poupar socos pelo caminho. Como dizem, a história do entretenimento é sempre escrita com muito sofrimento.

Apesar de seu final ser bem redondinho, correto e emocionalmente satisfatório, ficam alguns ganchos e pontas soltas que apontam para uma segunda temporada. Eu gostei tanto da série que já estou na torcida mas, se ela nunca acontecer, tudo bem. Já me satisfaço em passar o resto dos meus dias ouvindo a discografia da Franchouchou. Obrigado pelo show, garotas!!!

Zombieland Saga Temporada 1
10 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Músicas divertidas
  • Idols carismáticas
  • Metáfora inteligente
  • Hilário e emocionante
Contras
  • Pontas soltas
  • Algumas heroínas seguem
    sem eps de origem
Avaliação
Zombieland Saga é um improvável sucesso e, com seu misto de humor negro e ótima construção de personagens, crava seu posto como um dos melhores animes do ano. Hilária e cativante, a obra ainda funciona como uma bela metáfora sobre a indústria do entretenimento japonesa.
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Cinema

Aquaman prova que a DC tem fôlego de sobra nos cinemas

Com Jason Momoa, Amber Heard e Patrick Wilson, novo filme da DC agrada e toma para si o posto de melhor filme do DCEU

Publicado

em

Quem diria que um dia eu estaria deixando registrado na internet que um dos melhores filmes da DC nos cinemas é estrelado, acredite, pelo Aquaman. Mas aqui está: o filme do super-herói e rei de Atlântida é, sem sombra de dúvidas, um gigantesco acerto por parte da DC e da Warner Bros., e mostra que mudar o rumo dos Mundos da DC foi um tiro certeiro.

Com Jason Momoa no papel principal, reprisando sua participação no universo cinematográfico da DC como Arthur Curry, Aquaman nos apresenta uma história que é ao mesmo tempo uma continuação da saga do herói após os eventos de Liga da Justiça e uma quase história de origem.

O longa começa com Arthur narrando a história de amor de seus pais, o faroleiro Thomas Curry (Temuera Morrison) e Atlanna (Nicole Kidman), a Rainha de Atlântida (que ali mesmo já mostra o que podemos esperar do longa com uma sequência de ação de tirar o fôlego), mas logo pula para os dias atuais e nos reapresenta o personagem de Jason Momoa como o herói dos mares divertido, bombadão, meio desmiolado e carismático.

Fica claro desde o início do filme que Aquaman é uma aposta da DC em uma nova abordagem mais colorida e divertida, mas ainda carrega um pouquinho do peso e tom sombrio de filmes como Homem de Aço e Batman vs Superman. Embora o personagem título esteja quase sempre de bom humor, claramente se divertindo com a aventura na qual foi jogado contra sua vontade, Arthur Curry por vezes mostra ainda ter traços do mundo criado por Zack Snyder, mais sóbrio, realista e violento.

Mas nem de longe essa mistura de tons atrapalha. Na verdade, a salada que é o corte final de Aquaman mistura de tudo: temos um roteiro que mescla a clássica jornada do herói com um tom meio Indiana Jones, com os heróis buscando o lendário Tridente do Rei Atlan; temos a trilha sonora, que hora é uma batida psicodélica meio anos 80, hora foca em riffs de guitarra; temos o visual normal do mundo da superfície e logo em seguida vemos as maravilhas do mundo submerso, com todo tipo de personagens e raças diferentes. E essa mistureba funciona no final das contas, e dá a Aquaman uma identidade própria bastante distinta.

James Wan prova que não sabe fazer apenas filmes de terror. O diretor, que tem no currículo longas como Invocação do Mal, Sobrenatural e A Freira, mostra-se bastante confortável na direção de Aquaman, abusando de planos-sequência em cenas de ação, caprichando em cada tomada e conseguindo tirar dos atores e atrizes atuações que funcionam bem e ajudam a construir um mundo divertido, coeso e, embora fantasioso, bastante crível.

Aquaman acerta muito, mas certos aspectos do filme deixam a desejar. O relacionamento de Arthur Curry e Mera (Amber Heard) parece forçado e corrido, em parte por conta do roteiro, em parte pela falta de química entre a dupla de artistas. A trama é bem simples, o que embora ajude a agradar um público maior acaba deixando o novo longa da Warner/DC bem aquém de filmes como Homem de Aço e Mulher-Maravilha.

Colorido e vibrante, Aquaman possivelmente é o melhor filme dos Mundos da DC (ou DCEU, como preferir). O longa tira o melhor de suas forças para esconder suas fraquezas, e o resultado final é uma aventura de 2h22min que passa voando (ou seria nadando?) e gera aquela expectativa para ver o que mais a DC tem para mostrar nos cinemas.

O tom meio galhofa de alguns trechos do filme, com várias piadas e situações cômicas, ajuda bastante a tornar o personagem de Jason Momoa em alguém por quem o espectador torce com gosto. O filme transforma aquele personagem alvo de piadas da época dos Superamigos e dos engraçadíssimos comerciais do Cartoon Network em alguém imponente, importante e interessante, aproveitando alguns conceitos que antes eram motivo de risada em cenas incríveis e momentos marcantes.

Um grande destaque de Aquaman são seus personagens secundários. O vilão Arraia Negra de Yahya Abdul-Mateen II rouba a cena com seu visual fiel aos quadrinhos e sua sede por vingança, enquanto o antagonista Rei Orm, interpretado por Patrick Wilson, se mostra inteligente e implacável, dominando a tela sempre que presente em alguma cena.

Nicole Kidman entrega uma boa Atlanna e surpreende em um papel que parece fugir da sua zona de conforto. O Rei Nereus, interpretado por Dolph Lundgren, embora apareça pouco tem grande importância para o desenrolar da trama e o ator domina o papel em uma atuação extremamente natural.

Senti falta de uma participação maior de Vulko, o mentor de Aquaman interpretado pelo sempre ótimo Willem Dafoe. Cortado de Liga da Justiça, Vulko é importante para a história de Aquaman mas sua participação é bem menor do que pessoalmente esperava. De qualquer forma, o elenco estelar do novo longa da DC brilha tão forte quanto os vibrantes seres vivos e construções submarinas de Atlântida.

Aquaman é, sem dúvida alguma, uma guinada da Warner e da DC na direção certa e mostra que os estúdios ainda têm muito fôlego e um caminho interessante pela frente.

Aquaman
9 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Visuais incríveis
  • Trilha sonora acertadíssima
  • Elenco de primeira categoria
  • Ação de tirar o fôlego
Contras
  • Falta de química
    entre protagonistas
  • Roteiro simples demais
Avaliação
Entre erros e acertos, Aquaman é uma guinada da Warner e da DC na direção certa e mostra que os estúdios ainda têm muito fôlego e um caminho interessante pela frente e é um dos melhores filmes da mais recente leva da DC nos cinemas.
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Críticas

Moonlighter divide seu tempo entre o comércio e a exploração de dungeons

Para que ficar só explorando dungeons quando você também pode vender todo o loot que encontrar?

Publicado

em

O aumento da quantidade e popularidade de jogos independentes nos últimos anos acabou sendo responsável por uma boa diversidade nos tipos de games que foram lançado recentemente. Como dá para imaginar, isso permitiu que jogos que misturam mecânicas de comércio com exploração de dungeons geradas aleatoriamente encontrassem um grande público interessado, como é o caso de Moonlighter.


Veja também:


O jogo chegou este ano no PC, PlayStation 4 e Xbox One, mas foi só no início de novembro que ganhou sua esperada versão no Nintendo Switch.

Nossa aventura já começa com um tutorial bem básico e estritamente visual dos nossos movimentos e habilidades em uma dungeon cheia de inimigos e loot a ser adquirido. Para dar mais ênfase na trama que vem a seguir, nosso herói de cabelos brancos acaba sendo derrotado por dezenas de inimigos que não param de aparecer.

Em seguida somos resgatados e aprendemos as mecânicas da nossa pequena loja chamada “Moonlighter” (um termo usado para aqueles que possuem um trabalho normal durante o dia e precisam trabalhar à noite para ter uma renda extra). O esquema é bem simples: todo aquele loot que você conseguiu na dungeon explorada pode ser colocado à venda na loja.

Quando o seu comércio estiver aberto, diversos clientes virão, avaliarão os preços dos itens e comprarão aquilo que considerarem um bom negócio. É aí que entra um fator interessante: descobrir quanto vale cada objeto colocado à venda. É você que determina o preço, mas é a reação dos clientes que vai te mostrar se o item está muito caro, muito barato ou com um valor justo.

Tudo é anotado no seu diário dentro do game, então não é preciso ficar lembrando de todos valores por si próprio. Outro aspecto interessante é que se houver muita demanda para um item, seu preço pode ser aumentado de acordo, mas o desinteresse de um objeto bastante oferecido também pode diminuir seu valor.

Com tudo isso entendido, podemos voltar para as dungeons no início da noite. Falando nisso, há 5 dungeons no total, sendo que é necessário passar pelas 4 primeiras (derrotando o chefe de cada) para desbloquear a última. Com isso, você não só faz progresso na trama geral do game, como também enfrenta um número maior de inimigo e encontra uma diversidade de itens diferentes.

Felizmente, esses itens não servem apenas para serem vendidos na sua loja. Eles são necessários para conseguir armas, armaduras, poções e vários outros componentes que podem te auxiliar em suas aventuras norturnas. Isso pode ser adquirido em outros comércios que você desbloqueia na hora que achar melhor.

É claro que para também é necessário ter dinheiro suficiente para pagar tudo isso, o que nos leva de volta à loja. Como dá para perceber, é um belo de um ciclo vicioso que dá o tom pelo resto do game. Por isso, haverá alguns momentos que Moonlighter parecerá meio repetitivo e que será necessário fazer um pouco de grind para conseguir todos os materiais requisitados para uma arma ou item desejado, por exemplo.

Isso não torna o game menos divertido, até porque essa repetição e grind já são esperados de um título deste tipo. Ainda assim, é algo bom de se ter em mente se pretende investir seu tempo e dinheiro no jogo.

O bom é que é possível fazer várias melhorias na sua própria casa e loja, o que já ajuda bastante a facilitar certos aspectos da sua aventura. Isso inclui uma cama que te dá mais energia pela manhã, um baú que guarda mais itens, bônus que fazem os clientes darem uma gorjeta maior, etc.

Outro aspecto que merece ser mencionado é o visual do jogo, que segue o padrão retrô de tantos games indies. A diferença é que ele é muito mais detalhado do que temos visto em outros títulos recentemente e consegue entregar um charme extra quando combinado com a ótima trilha e os efeitos sonoros que o acompanham.

No geral, Moonlighter entrega uma experiência bem mais completa do que pode se imaginar no começo da aventura, especialmente se você investir seu tempo na parte do comércio em vez de focar apenas nas dungeons. É um jogo simples, divertido e que definitivamente vai te prender por dezenas de horas no Switch.

Moonlighter - Switch
8.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Estilo artístico lindo
  • Bem viciante
Contras
  • Tem um pouco de grind
  • Pode ser meio
    repetitivo
Avaliação
Moonlighter entrega uma experiência bem mais completa do que pode se imaginar no começo da aventura, especialmente se você investir seu tempo na parte do comércio em vez de focar apenas nas dungeons.
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