Conecte-se conosco.

Críticas

Vitrum lembra Portal e, apesar dos problemas, é tão desafiante quanto

Publicado

em

Sou grande fã dos puzzles em geral, eletrônicos ou não, desde que me entendo por gente. Adorava montar quebra-cabeças quando mais novo e sempre tive uma quedinha pelos enigmas, principalmente os que envolvem raciocínio lógico. Se gostei de Vitrum? Claro que sim, mesmo que com algumas ressalvas. E os motivos você vai descobrir logo abaixo.

 

É do Brasiiiiiil!

Vitrum é o primeiro projeto de autoria da 9heads Games, empresa desenvolvedora independente brasileira. É por esse motivo que gostamos de Vitrum? Sinceramente, não. Mas é interessante apoiar a iniciativa da produção nacional de games e mostrar para o mundo que temos capital intelectual para abastecer e fomentar um dos mercados que mais cresce, todos os anos.

A cópia para análise do game nos foi fornecida pelo Splitplay, primeiro marketplace dedicado aos games independentes nacionais, outra prova da força do mercado brasileiro. Então, moçada, fica a dica: tem coisa boa rolando por aqui e vale a pena conferir!

Vitrum_002

 

Lembra Portal em seus melhores aspectos

Puzzle 3D em primeira pessoa, nos dias de hoje, é praticamente sinônimo de Portal, obra prima da Valve. Saem os teleportes, entram os giros de gravidade, os dashes e os cristais. O nível de desafio, inclusive, é semelhante, com fases relativamente curtas que vão exigir uma análise minuciosa das opções disponíveis para se dar bem.

Vitrum_005

Em Vitrum, você é um andróide em um cenário futurista que lembra remotamente o filme O Cubo, tendo que passar por salas e chegar ao final de cada desafio sem sofrer dano. Para auxiliar (ou atrapalhar) na jornada, cristais coloridos com os mais variados efeitos estão dispostos pela fase, dando a você a opção de acumular um efeito diferente em cada mão. Exemplo: na mão esquerda você tem o poder do cristal amarelo, com a possibilidade de inverter a gravidade do cenário; ao passo que em sua mão direita, você tem o poder do cristal vermelho, que te dá o poder de um único super salto.

Vitrum_004

Como usar cada cristal, em que ordem e para fazer o quê, vai da sua capacidade de resolver problemas, com níveis que podem ser superados em segundos, até fases mais avançadas que requerem tentativa e erro. Há ainda a presença de cristais que podem te levar a morte instantânea, então é bom ficar atento, uma vez que o perigo é constante.

Vitrum_006

Ao todo, inicialmente, o game possui 45 fases, mas devo admitir que ainda não fui capaz de seguir até o fim. Por mais interessante que o game seja, também é um pouco cansativo queimar mufa por horas seguidas, e a paisagem monótona aliada a trilha sonora repetitiva não ajudam muito.

Outro problema notório está na movimentação. A tarefa de pegar uma simples caixa no chão requer a mesma precisão de se arrombar um cofre, com um ângulo específico para a ação ser realizada. Saltos milimétricos e plataformas mais distantes também acabam se tornando desafios maiores que o normal, principalmente porque há um delay entre o momento em que se pressiona o botão, até que a ação seja realizada.

 

O veredito

Vitrum é um game para curtir sem compromisso, aos pouquinhos. Pelo menos por aqui, assim será. Principalmente porque junto do game, há um editor de fases. Já pensou na possibilidade de criar seus próprios níveis e desafiar seus amigos? Pois é, você pode fazer isso e ainda avaliar as criações de outras pessoas.

O nível de desafio é alto, principalmente por ter elementos de um bom game de plataforma, além dos puzzles em si. Saltos no momento errado e lasers maliciosamente posicionados podem colocar toda a sua estratégia em risco, principalmente se você levar em consideração o atraso nos comandos, então você pode e deve se sentir desafiado a superar cada uma das fases. Vitrum é uma brisa refrescante pra quem quer exercitar a mente e poderia ter ido muito mais longe. Ainda vale a pena conferir, mesmo que por apenas alguns minutinhos antes de ir dormir.

 

[youtube id=”KeGSGxoaj-4″ width=”633″ height=”356″]

 

[infobox color=”light”]

Vitrum — Nota: 3 / 5

Desenvolvimento: 9heads Games
Plataformas: PC[/infobox]

Compartilhe

Formado em Publicidade e Propaganda e retrô gamer apaixonado, tem predileção pelos 8 bits. Lê e relê suas revistas de video game antigas todas as noites na hora de dormir. Antes de vir para o PlayReplay, coordenou a área de diagramação do GameBlast.

Comentários

Anime

Rebuild of Evangelion: 2.0 You Can (Not) Advance: Um Teto Não Familiar

Mudanças e nostalgia se misturam em um longa digno do legado de Eva

Publicado

em

Após “rebootar” a franquia Evangelion de forma bem segura em Rebuild of Evangelion: 1.0 You Are (Not) Alone) — confira nosso review do filme clicando aqui —, Hideki Anno aproveitou o segundo longa, Evangelion: 2.0 You Can (Not) Advance (ヱヴァンゲリヲン新劇場版: 破 ), para fazer o que faz de melhor: surpreender os fãs do anime!


Veja também:


Como explicado na análise do filme anterior, o primeiro filme da linha Rebuild serviu para reapresentar ao mundo os conceitos, temas e personagens da série original de anime e mangá. De forma bem segura (talvez até segura demais), o longa passeia pelos eventos dos seis primeiros episódios da série sem maiores alterações, fora meia dúzia de acréscimos ou releituras.

Já no segundo filme, lançado em 2009, as coisas ficam um pouco mais complicadas: ao invés de se limitar a filmar passo a passo o anime com a maior fidelidade possível, desta vez praticamente tudo foi ou reimaginado totalmente, ou recontado de uma forma que apenas lembra de leve a série original.

Temos anjos novos, mais mudanças em sua numeração, e até uma nova piloto misteriosa de Eva, a Mari Illustrious Makinami, a Quarta Criança! Só isso já seria o bastante para provar que a linha Rebuild estava mais do que disposta a sair da zona de conforto, mas as mudanças não pararam por aí.

Kaji, por exemplo, tem um papel bem reduzido em relação ao anime original, e praticamente toda a paixão platônica que Asuka sentia por ele é totalmente ignorada desta vez. A própria Asuka parece um pouco menos arisca, chegando ao ponto de cozinhar para o Shinji em casa! Isso, claro, só depois de brigar com a Rei na famosa cena do elevador, que também tem um desfecho diferente por aqui. Compare:

Longe de ser uma aberração, mudanças assim viraram regra: em quase todas as ocasiões em que voltamos a uma cena bem conhecida, há um detalhe diferente em tela, ou mesmo uma radical alteração do material original. Como o próprio Shinji sentiu na pele, é quase como acordar em uma nova cama e vislumbrar um teto não familiar!

Isso só aumenta a força das teorias de que o primeiro filme dos Rebuild era apenas uma grande pegadinha: você começa a ver a nova série achando que vai ser tudo igual ao que conhecia mas, bem quando se acostuma com a ideia, Anno e sua equipe chegam e puxam seu tapete violentamente!

Isso se provaria uma ideia ainda mais controversa no filme seguinte (linkaremos o seu review aqui posteriormente para sua conveniência) mas, ao menos até a parte 2.0, a maioria dos fãs ainda estava a bordo das atualizações e mudanças, dado que o rumo da história ainda parecia razoavelmente próximo ao material original. Só que, particularmente, quanto mais o segundo Rebuild se distanciava da fonte original, mais eu gostava. Afinal, a série clássica sempre vai estar lá disponível para a gente, do jeitinho que foi feita, para toda a eternidade! Se é para fazer filmes novos, eu quero mais é me deparar com novidades!

Adorei, por exemplo, a grande mudança na luta contra o Anjo Bardiel (antes 13º anjo, e agora o 9º): desta vez é Asuka quem fica presa dentro do Eva possuído! Eu amo o arco original, mas confesso que essa nova versão da luta me deixou mais nervoso e angustiado, até mesmo pela sacada brilhante da direção, que colocou uma música bem fofinha durante as partes mais brutais do combate, causando aquela inquietação esperta, do jeito que só um bom Eva sabe fazer!

Aliás, mais uma vez a trilha sonora merece todo o destaque e elogios! Shiro Sagisu novamente conseguiu misturar temas clássicos de nova roupagem com ótimas músicas inéditas, em um trabalho fenomenal. A animação também continuou evoluindo e oferece o melhor que estava disponível lá em 2009, misturando ótimo traço 2D com cenas em 3D por computador, que acabou envelhecendo surpreendentemente bem.

Diferente do primeiro Rebuild, que me deu um pouco de sono pelo seu foco excessivo em ação e na reciclagem de material antigo, o segundo Rebuild me deixou o tempo todo na ponta da cadeira, ansioso e empolgado por rever meus personagens queridos, e descobrir quais mudanças os aguardavam. Felizmente, ele é bem melhor sucedido em sua missão de recriar a comédia, ação, e até o “suspense e sedução” (como dizia o anúncio da saudosa Locomotion) da série original!

Claro que ainda há alguns problemas de ritmo e estrutura, e a própria Mari é quem melhor sintetiza isso, já que, depois da sua sólida apresentação, ela fica muito tempo sumida de tela. Sua reaparição não clica tão bem quanto deveria com o resto da trama, e acaba parecendo um pouco forçada — embora Mari até tenha um bom payoff de ação, ao assumir o Eva-02 para uma luta empolgante.

Entre os três filmes lançados até agora, Rebuild of Evangelion 2.0 é provavelmente o que vai agradar ao maior número de fãs das antigas, porque ele não tem tantas polêmicas, e a maioria de suas mudanças acertam em cheio o alvo, recriando um sentimento bastante familiar, mesmo com tanta coisa diferente ao seu redor.

Rebuild of Evangelion: 2.0 You Can (Not) Advance
9 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • MINHA ASUKA VOLTOU <3
  • Músicas incríveis
  • Ação voltou a ser
    inquietante
Contras
  • Puristas podem se irritar
  • Ritmo
    inconstante
  • Mari podia ser melhor explorada
Avaliação
Rebuild of Evangelion: 2.0 You Can (Not) Advance é um grande aprimoramento em relação ao primeiro Rebuild. Já ajuda bastante que ele não se limite a refilmar o passado, como fez seu antecessor. Misturar nostalgia com frequente inovação deixa os velhos fãs curiosos na maior parte do tempo, mas nem toda novidade funciona igualmente bem: Mari é legal, mas seu arco todo parece um pouco forçado. O bom uso da música, suspense e inquietação tornam esse filme um legítimo Eva!
O que as pessoas acharam... Deixe a sua avaliação!
Sort by:

Seja o primeiro a deixar uma avaliação.

User Avatar
Verified
{{{ review.rating_title }}}
{{{review.rating_comment | nl2br}}}

Show more
{{ pageNumber+1 }}
Deixe a sua avaliação!

Compartilhe

Continue lendo

Críticas

Crawl | Escape das masmorras neste excelente multiplayer assimétrico

Enquanto você controla o herói, os seus amigos ficam no controle dos monstros ao seu redor.

Publicado

em

Existem quatro coisas sobre o Switch que não se pode negar: ele é um excelente lugar para jogos indies, ele foi feito para jogatinas rápidas, pixel art é linda na sua tela em modo portátil e ele é uma excelente plataforma para multiplayer local.

Muitos jogos atuais possuem essas características, mas elas são ainda mais evidentes em Crawl.

Originalmente lançado em 2014 na Steam, Crawl, como talvez você possa advinhar, trata-se de um dungeon crawler com elementos procedurais. A diferença aqui é que tanto os exploradores quanto os monstros da masmorra são controlados por jogadores (ou pelo computador, caso esteja jogando solo).

Empurrando a estética de uma maquina de fliperama desde sua tela inicial, Crawl opta por jogatinas rápidas e repetidas. A ideia aqui é que quatro jogadores competem para sair da tal masmorrana qual se encontram – mas somente um poderá sair de lá vivo.

Após o primeiro embate entre os jogadores – para definir o primeiro sobrevivente, cabe aos jogadores mortos assumirem o papel de fantasmas que podem incorporar objetos e armadilhas ou invocar monstros em círculos de magias arcanas para tentar derrotar o jogador humano. Quem acertar o golpe fatal recupera sua humanidade enquanto o recém-falecido assume a forma de fantasma.

Mas para escapar dessa masmorra não basta estar vivo. Você terá que coletar experiência o suficiente, chegar ao nível 10 e enfrentar um chefe gigante que também tem cada uma de suas três partes controladas pelos outros na partida.

Ainda assim, ficar no mundo dos vivos nem sempre é uma boa ideia, já que é na forma de fantasma, causando dano ao jogador vivo, que se adquire ouro para comprar melhores armas e habilidades – o que lhe oferecerá melhores chances de derrotar o chefão.

Alternar entre fantasma, humano e monstros é simples pelo fato do jogo manter o mesmo esquema de controle independentemente da entidade sendo controlada. “A” é seu ataque simples, “B” seu especial (que pode ser um ataque, invocação ou desvio de golpe) e o direcional lhe move.

A cada andar da masmorra o jogo balança os jogadores ao distribuir pontos que permitem tornar mais fortes os montros invocados através de uma árvore de upgrades. O balanceamento se dá através da distribuição dos pontos ser proporcional aos níveis adquiridos por seus rivais.

Desta forma, quem está em último recebe mais pontos para ter monstros mais fortes e, ultimamente, mais chances de derrotar o humano no próximo andar.

Um dos aspectos mais bacanas de Crawl é que existe uma certa progressão, apesar da abordagem arcade do jogo. Ao chegar em níveis mais profundos da masmorra, novos itens e monstros são desbloqueados para serem comprados e invocados, respectivamente. Com eles, novos desafios para um jogador são destravados.

Por todos os jogadores sempre estarem no mesmo cômodo da masmorra, Crawl também é uma excelete opção para se jogar em modo portátil com outros amigos, já que os pixels e cores primarias contra os cenários de tons terrosos são fáceis de se distinguir.

Com uma leve pegada Lovecraftiana em seu design e história (que até no multiplayer permite que “todos percam”), Crawl consegue intrigar e prender a atenção do jogador facilmente.

Também vale mencionar sua excelente direção artística em pixel art, que conta com uma paleta de cores limitada e com pixels relativamente grandes, mas que ganham vida através de animações detalhadíssimas.

Uma trilha sonora em chiptune empolgante e viciante eleva tudo a um outro nível, fazendo deste um excelente jogo para rápidas doses single-player ou horas de diversão e gritaria com amigos.

Crawl - Switch
9 Nota
10 Leitores (1 Nota)
Prós
  • Excelente direção artística
  • Ótimo como single e multiplayer
Contras
  • Alguns Easter Eggs foram retirados
Avaliação
Além de um estilo artístico incrível e uma ótima trilha sonora, Crawl oferece um tipo de conteúdo que funciona muito bem no single player e no modo cooperativo.
O que as pessoas acharam... Deixe a sua avaliação!
Sort by:

Seja o primeiro a deixar uma avaliação.

User Avatar
Verified
{{{ review.rating_title }}}
{{{review.rating_comment | nl2br}}}

Show more
{{ pageNumber+1 }}
Deixe a sua avaliação!

Compartilhe

Continue lendo

Críticas

The Sexy Brutale | Reviver assassinatos nunca foi tão divertido

Reviva a mesma noite nesse adorável cassino enquanto tenta evitar assassinatos sem ser visto.

Publicado

em

Controlar o tempo já deixou de ser novidade nos jogos há muito tempo, seja controlando areias em jogos de ação como Prince of Persia, ou nos puzzles e pulos de Braid.

Mesmo que essa mecânica não seja nova, poucos jogos se dispõem a explorar a ideia de looping temporal; de reviver o mesmo dia várias vezes tal qual o filme Feitiço do Tempo, com Bill Murray.

Isto é, até The Sexy Brutale, que acaba sendo uma versão simultaneamente mais fofa e sinistra do famoso longa-metragem.

Acordando confuso na mansão do excêntrico Lucas Bondes, o jogador assume o comando de Lafcadio Boone, um dos diversos convidados de Lucas para um espetáculo que rapidamente se torna um show de horrores quando os funcionários da mansão decidem assassinar os seus hóspedes.   Para piorar a situação, Lafcadio está condenado a reviver as doze horas nas quais esse assassinatos ocorrem – até que ele consiga desvendar o que fomentou tais homicídios e salvar todos os convidados.

O que torna o jogo interessante é o fato de que Lafcadio não pode se comunicar – ou sequer estar no mesmo cômodo – que os demais residentes e funcionários, cabendo ao jogador espiar através de fechaduras e interagir com os objetos quando não há ninguem olhando.

É necessário descobrir o trajeto tanto da vítima quanto dos assassinos para entender como a morte ocorre e então revertê-la. É quase impossível salvar alguém de primeira, sendo necessassário coletar informações ou itens e, ao badalar da meia noite ou ao simples clique de um botão, reverter o horário até meio dia e prosseguir, com as novas informações em mãos, mais um passo rumo a impedir o assassinato.

Por mais que a ideia seja bem executada, infelizmente ela nunca atinge seu potencial. Os enigmas são claros o suficente para que não haja a confusão que ocorria nos jogos de aventura de antigamente, mas não complexos o bastante para que realmente desafie o jogador, exigindo apenas um ou três passos para que uma morte seja evitada.

Além disso, embora o estúdio Tequila Works se esforce para extender a longevidade do título com colecionáveis espalhados na mansão, em apenas poucas horas a história se acaba sem uma real sensação de aumento de dificuldade.

Infelizmente os mesmos problemas de lag, carregamento e travadas que permeavam RIME, o ultimo port da empresa pro Switch, também se apresentam aqui, ainda que de forma mais sutil.

Mas entre travamentos e enigmas fáceis, Sexy Brutale é uma experiencia única e divertidíssima de se jogar. Ele conta com uma direção artística excelente, uma mansão isométrica igualmente caricata e macabra (com bons tons de Luigi’s Mansion), uma história com reviroltas interessantes e tocantes e uma trilha sonora fenomenal.

The Sexy Brutale pode até não ser o mais complexo puzzle game do ano, mas certamente é um que fãs do gênero não podem deixar de experimentar.

The Sexy Brutale - Switch
7.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Ótima trilha sonora
  • Reviravoltas interessantes
  • Boa direção artística
Contras
  • Puzzles são muito simples
  • Problemas de performance
Avaliação
The Sexy Brutale pode não ser muito complexo, mas vale a pena para os fãs de games de puzzle.
O que as pessoas acharam... Deixe a sua avaliação!
Sort by:

Seja o primeiro a deixar uma avaliação.

User Avatar
Verified
{{{ review.rating_title }}}
{{{review.rating_comment | nl2br}}}

Show more
{{ pageNumber+1 }}
Deixe a sua avaliação!

Compartilhe

Continue lendo

Últimas notícias

Música25 minutos atrás

Tears for Fears | Banda trabalha em seu primeiro disco de inéditas em 14 anos

Finalmente conheceremos a sequência de Everybody Loves a Happy Ending

Games1 hora atrás

Fire Emblem Heroes | Novos personagens são adicionados ao jogo

O update também trará um capítulo inédito para a campanha principal do game.

Música2 horas atrás

The Killers | Discografia da banda é relançada em box de vinil

Box já está em pré-venda no site oficial da banda

Música3 horas atrás

Avril Lavigne | Cantora anuncia disco de inéditas para 2018

É o primeiro disco de inéditas desde 2013

Games4 horas atrás

Darwin Project | Jogo se torna free-to-play no Steam

A partir de hoje, será possível jogar o novo Battle Royale totalmente de graça.

Games5 horas atrás

NBA Playgrounds | Sequência deve ser lançada este ano

A Saber Interactive garantiu que o jogo chega ao PC e consoles até o meio deste ano.

Literatura6 horas atrás

Os Estranhos | Universal Pictures consegue os direitos do livro de Stephen King

James Wan será o produtor e possível diretor do filme

Anime7 horas atrás

Darling in the Franxx | Episódio 16 só irá ao ar no dia 5 de maio

Antes disso teremos um episódio de recapitulação

Séries21 horas atrás

Westworld | HBO libera novo trailer da segunda temporada

Novo ano estreia neste domingo, dia 22

Games1 dia atrás

Wonderful 101 | Platinum Games quer trazer o jogo para o Switch

Apesar de nada estar confirmado, o estúdio está negociando o port do game com a Nintendo.

Séries1 dia atrás

The 100 | Quinta temporada da série em clipe inédito

Série volta para novos episódios no dia 24 de abril

Séries2 dias atrás

Grey’s Anatomy | Série é renovada para sua temporada 15

ABC confirma mais episódios para o drama hospitalar favorito dos EUA

Séries2 dias atrás

Os Simpsons | Morre Waldyr Sant’Anna, o primeiro dublador do Homer

Dublador tinha 81 anos

Games2 dias atrás

Pokémon | Game Freak registra marca “Ultra Shiny”

Ainda não se sabe o que significado o novo termo terá na famosa franquia dos monstrinhos.

Música3 dias atrás

Taylor Swift | Cantora participa de Babe com Sugarland

Música foi disponibilizada oficialmente em vídeo no YouTube

Em alta