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Entrevistamos Blake J Harris, autor de A Guerra dos Consoles

SEGA ou Nintendo? De que lado você estava?

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Blake J. Harris é o autor do livro A Guerra dos Consoles, publicado no Brasil pela Editora Intrínseca. Atualmente está em produção pela Legendary um seriado chamado Console Wars, inspirado nos eventos citados no livro, que explora os bastidores da guerra entre SEGA e Nintendo nos anos 1990. Confira logo abaixo a entrevista com o escritor na íntegra, e também seus melhores momentos em vídeo!


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PlayReplay: Oi Blake, é um prazer falar com você!

Blake J. Harris: Olá, todo mundo! Talvez vocês não saibam, mas, antes de escrever A Guerra dos Consoles, meu trabalho era com venda de commodities na Financial Broadbridge para clientes brasileiros, como a Haisan,Petrobrás, então a gente negociava café e soja, por isso eu amo o Brasil, ele sempre terá um lugar especial no meu coração. Trabalhei nisso por oito anos, então é um prazer estar falando com você.

Como o lançamento de A Guerra dos Consoles mudou a sua vida? Como tem sido a reação dos leitores ao longo dos anos?

Essa é uma ótima pergunta. Minha vida mudou completamente. Quer dizer, acho que já mudou um pouco antes do livro sair, porque, como falei, antes do A Guerra dos Consoles eu tinha um trabalho normal, acordava umas 05:30 ou 6h da manhã, ia para a cidade negociar commodities, e escrever era o meu sonho. Com A Guerra dos Consoles eu consegui fazer isso em tempo integral. Mas sobre o que você perguntou sobre a reação dos leitores, foi incrível. Eu não sabia o que esperar. Antes do livro sair, as únicas pessoas que tinham lido as coisas que eu escrevia eram minha mãe e minha esposa, então, sabe, ter estranhos por todo o mundo lendo, isso, por si só, é bem legal… e a maioria parece ter gostado mesmo, o que é legal…

E claro, tem o pessoal que não gostou, o que também foi uma experiência interessante, boa por duas razões. Primeiro, às vezes quem não gostou tem críticas construtivas que me ajudam a melhorar como escritor, e além disso, eu lembro que quando o livro foi lançado e teve algumas críticas ruins, eu ficava triste, você sabe, era diferente para mim, mas o processo de se acostumar com isso… tipo, existe negatividade lá fora, mas isso não representa o todo. Mas, como eu disse, A Guerra dos Consoles mudou a minha vida. Conheci tantos fãs incríveis do livro, da SEGA, da Nintendo ou de videogames em geral nos últimos anos, e isso foi incrível.

Console Wars conta a história de Tom Kalinske na SEGA (reprodução / blog da Tectoy)

Console Wars conta a história de Tom Kalinske na SEGA (reprodução / blog da Tectoy)

Sabe, uma das coisas que eu realmente gostava na ideia de A Guerra dos Consoles antes de escrevê-lo era que bastava mencionar o tema para amigos ou qualquer um, e cada um tinha suas próprias histórias. Eles queriam saber da história de bastidores que eu estava escrevendo, claro, mas também relembravam tipo “Ah, no meu aniversário de 9 anos eu ganhei tal console…”, então é ótimo que este seja um livro que deixa as pessoas se conectarem através do Tom Kalinske, ou Peter Main, ou Sonic ou Mario, mas também é uma experiência bem pessoal para tantas pessoas. No futuro, eu sou escritor e quero terminar meu segundo livro, e é muito mais fácil conseguir entrevistas e todas essas coisas depois do A Guerra dos Consoles. Meu novo livro já está quase pronto, e ele só é possível graças ao A Guerra dos Consoles, então isso é maravilhoso também.

Lendo A Guerra dos Consoles, seu jeito de escrever me lembrou bastante o ritmo de um bom filme de aventura do Steven Spielberg nos anos 1980. Isso foi uma decisão consciente? E você espera levar o mesmo ritmo do livro para o seriado que está sendo produzido agora mesmo pela Legendary?

Bom, primeiro eu só quero dizer que eu honestamente gosto desse estilo, escolhi escrever assim porque eu gosto de ler coisas assim. Mas foi interessante que algumas das críticas negativas ao livro apontaram que soava falso demais, mas as pessoas sobre quem o livro é sobre diziam “Você reproduziu muito bem o momento, foi bem assim!”, então foi engraçado que quem não estava lá achou o livro meio falso, e quem estava lá achou bem fiel.

É legal que o livro deixe as pessoas se conectarem através do Tom Kalinske, Peter Main, Sonic e Mario…

Ainda antes do lançamento do livro a gente iria fazer um filme sobre ele com o Seth Rogen, Evan Goldberg e Scott Ruben, e o desenvolvemos pelos últimos anos, mas em certo ponto decidimos gravá-lo como uma série de televisão, o que me deixou muito feliz. O livro tem mais de 550 páginas, acho que é uma história bem longa, então quando isso ia virar um filme de 90 minutos, claro que apoiei bastante e era ótimo, mas saber que agora teremos cerca de 11, 12 episódios vai ficar muito melhor. Nesse momento, estamos com o Jordan Vogt-Roberts na direção e Mike Rosolio com o roteiro, e o Mike está fazendo a estrutura do piloto e da série em geral, e eu estou lendo tudo e dando feedback, e a maioria do que foi escrito é muito, muito boa.

Entre todas as pessoas que você entrevistou para A Guerra dos Consoles, quais foram as entrevistas mais complicadas de fazer?

Ah, é uma ótima pergunta! Eu diria que os dois mais difíceis para mim… bom, foram difíceis de formas diferentes… Tom Kalinske é provavelmente um dos caras mais legais e acessíveis que eu já conheci, acho que dá para ver isso no livro, você vê que ele é um cara extrovertido e que diverte os demais, mas, para mim, essa foi a primeira grande entrevista que fiz. Então, nunca tendo entrevistado alguém, foi difícil. Felizmente, ele tornou tudo mais fácil para mim, porque qualquer pergunta que eu fazia tinha 10 minutos de resposta.

Eu provavelmente entrevistei 20, 30 pessoas antes dele, já tinha falado com o Al Nielsen, e era tudo meio oito ou oitenta. Em geral, as pessoas eram mais amigáveis e receptivas do que eu esperava, considerando que eu nunca tinha escrito um livro. Porque foi uma época tão especial em suas vidas, então mesmo sem saber se o meu livro seria mesmo publicado um dia, ou o que iria acontecer, passavam uma hora conversando comigo. O que poderia dar errado, né?

Al Nilsen, Shinobu Toyoda e Tom Kalinske ajudaram a SEGA a enfrentar a Nintendo de igual para igual

Al Nilsen, Shinobu Toyoda e Tom Kalinske ajudaram a SEGA a enfrentar a Nintendo de igual para igual

Mas em termos de qual foi a entrevista mais difícil de conseguir marcar, e era muito importante, foi o Nakayama-san. Ele não tinha me respondido a princípio, nem achei que ele iria responder por causa da sua reputação. Mas calhou de eu estar visitando o Japão fazendo um documentário como freelancer para a SEGA, e ele me mandou um e-mail do nada dizendo “esteja no seu hotel 4 da tarde na sexta-feira e alguém vai te buscar”, então ele me levou para a sua casa, e eu me lembro que seu lar era lindo, a terceira maior casa de Tokyo, e eu entrei nessa sala gigantesca, com uma mesa colossal de jantar… bom, não de jantar, mais de trabalho, deviam caber umas 15 pessoas nela, não tinha nada nem ninguém lá, só revistinhas sobre jatos particulares. E é claro que alguém colocou isso lá para ser visto, não é como se ele estivesse lendo aquilo por acaso, ou se estivesse lendo isso logo antes de eu chegar. Fiquei lá por algumas horas e foi muito fascinante.

Lembra de alguma história interessante de bastidores sobre o mercado brasileiro?

Certo, isso é interessante porque, bom, eu devo mencionar ao seu público que o livro, como você disse, saiu em 2014, quase cinco anos atrás, então infelizmente eu esqueci um pouco dessas coisas, mas lembro vagamente de quando estava falando com o Peter Main, o vice presidente de vendas e marketing da Nintendo, eu estava perguntando sobre outros territórios e perguntei sobre o Brasil, por gostar do país, como era possível eles não terem presença tão forte no Brasil.

entrevistei mais de 200 pessoas e cada uma delas tinha uma ou duas ótimas histórias.

E era por causa do mercado cinza e, você sabe, a ilegalidade, a pirataria, e isso aconteceu na indústria… talvez não devesse, mas acontece, e a Nintendo estava tão focada em ter o controle das coisas que decidiu “Não, não vamos para lá, perderíamos dinheiro.” Bom, talvez não perder dinheiro, mas pelo menos não ganhar tanto quanto poderia, achei interessante.

Entre as centenas de entrevistas que você fez, tem alguma história legal que você acabou deixando de fora do A Guerra dos Consoles?

Houve tantas histórias! Eu entrevistei mais de 200 pessoas, e cada uma delas tinha, pelo menos, uma ou duas ótimas histórias. Algumas delas não encaixavam com as histórias dos outros, mas, sabe, foi muito difícil para mim, como escritor estreante, então no fim das contas eu tentei colocar o livro acima do meu ego e do deles, fazendo o que parecesse melhor para a narrativa geral, para contar o legado da SEGA com precisão, ao menos na parte dos negócios. Mas às vezes eu precisava deixar de fora algumas histórias muito boas, muitas delas eram de atletas, porque eu gosto de jogos de esporte, e teve outras boas com o Michael Jackson visitando os escritórios, mas as que realmente me vêm à mente são as histórias da EA Sports.

Eu era muito fã de jogos de esporte e pessoalmente amo o NHL 94, e lembro de um dos desenvolvedores me contar sobre sua visita à um encontro da Associação dos Jogadores da NHL em San diego em 1993, e um dos Enforcers foi puxar briga com ele porque seu atributo de inteligência no jogo era zero. Eu amo a ideia dos geeks desenvolvedores de jogos estabelecendo uma conexão com atletas de verdade

Seu próximo livro vai se concentrar na história da Realidade Virtual. A tecnologia progrediu do jeito que você estava esperando quando começou a escrever? Acha que os videogames estão tirando bom proveito dos óculos de RV?

Você está fazendo perguntas muito boas! Bom, esse foi um livro que eu passei muito tempo escrevendo, foram três anos com o Guerra dos Consoles, e agora três anos e meio com o novo, e eu menciono isso porque, se você me perguntasse a mesma coisa três anos atrás, eu provavelmente responderia algo mais otimista sobre a Realidade Virtual, especialmente no que diz respeito a videogames.

A Sega também apostou em nomes famosos como Michael Jackson na console wars

A Sega também apostou em nomes famosos como Michael Jackson na console wars

Foi o que inicialmente chamou minha atenção, já que eu tinha trabalhado no Guerra dos Consoles e amo a indústria dos videogames, e então a Oculus, eles começaram no Kickstarter, levantaram alguns milhões de dólares lá, tudo com a promessa de entrar com tudo nos jogos, seria um dispositivo para te ajudar a atravessar a tela, era voltado para os jogadores. Acabou sendo uma ótima abordagem de marketing para essa mídia, porque na época, e até mesmo hoje, você precisa de um computador top de linha, tipo os PC Gamers e designers gráficos, então parecia um par perfeito. A Oculus foi vendida para o Facebook em 2014 por 3 bilhões de dólares, e isso lhes deu recursos suficientes para fazer um monte de coisas para a indústria que eu admiro. Tenho sentimentos mistos sobre o Facebook, mas aprecio que investiram tanto na Realidade Virtual. Mas, ao mesmo tempo, sinto que eles pararam de se focar no mercado de videogames e perderam uma grande oportunidade.

Então, respondendo sua pergunta original, se eu acho que isso vai ser parte dos videogames e o que vejo para o futuro, no longo prazo ainda acredito na realidade virtual. Se eles conseguirem incorporar os aspectos de eSports, ampliar os aspectos de comunidade, isso seria muito bom. Mas eles não fizeram um trabalho muito bom até agora. Lembro de quando a Oculus começou e a Realidade Virtual se popularizou, todo mundo pensou de cara que seria ótimo para jogos de tiro em primeira pessoa, vai ser ótimo, agora você está dentro do jogo! Mas isso acabou não se popularizando tanto, alguns até causavam enjoos nos jogadores, então a gente achava que viria um killer app nisso, mas acabou não acontecendo.

Mas acho que vai acabar se resumindo ao killer app, por mais que isso soe nebuluso. Sabe, por maior que a NIntendo fosse, será que eles teriam ficado tão grandes sem ter um Mario e suas outras estrelas? E a SEGA também, com o Master System, o Mega Drive saindo dois anos antes do Sonic existir, ele só ficou muito popular depois do Sonic aparecer.

Acredito muito na realidade virtual, mas estou desapontado por onde ela está agora

Então o meu livro fala bastante sobre o mercado de hardwares, mas como vimos falando da SEGA, no fim acaba se resumindo a software. O facebook certamente está mais focado no aspecto social da coisa. Tem a Valve, com a HTC… eles fazem ótimos jogos, mas não frequentemente o bastante. Então eu espero que eles estejam trabalhando em algo para a realidade virtual para empolgar a indústria. E quanto à Sony, eu realmente admiro a empresa, apesar de entrarem tarde no jogo, estão fazendo o que eu esperava que a Oculus fizesse, investindo em conteúdo. Aos pouquinhos eles venderam alguns milhões de kits de Realidade Virtual. É uma pequena fração perto das vendas do PS4, mas mesmo assim ainda vejo a tecnologia como o futuro.

Eu penso um pouco mais no sentido de consoles, porque tipo, usando até um estereótipo, sabe, os smartphones e tablets de jogos, o mercado mais casual, é para eles que estão apelando, enquanto os consoles, com seus investimentos de 400 ou 500 dólares, tem jogadores mais devotados. Para algo tão imersivo quanto a Realidade Virtual, acho que teria mais apelo para essa demografia. Acho que esse foi um jeito longo de dizer que eu ainda acredito muito na realidade virtual, mas estou desapontado por onde ela está agora, desapontado pelos eventos que citei em meu livro, eu gostaria que ele tivesse um final mais feliz.

Como é a sua relação com os videogames hoje em dia? Joga bastante coisa nova?

Eu não jogo tanto videogame, eu gosto do Twitch, gosto de ver outras pessoas jogando, talvez por eu ser um péssimo jogador. É que eu gosto muito do aspecto artístico, quase fico mais empolgado vendo um trailer de jogo e imaginando suas possibilidades do que jogando em si… bom, talvez nem tanto. Mas acho que me ajuda como escritor não ser uma pessoa que gasta 10 horas por semana jogando, só gasto umas duas horinhas e logo quero experimentar outra coisa.

Acho que isso me deu um pouco de perspectiva externa, alguém que separa o hardware, o software e o lado dos negócios. Então eu aprendi a amar a indústria dos videogames, sua comunidade. E tem as mídias sociais, onde vejo os jogadores sendo criticados de um jeito que elas não merecem. Então sabe, eu definitivamente defenderia os jogadores, amo todas as minhas experiências com jogos, mas eu não sou tão jogador assim.

De qual lado você ficou na grande Guerra dos Consoles? Nintendo ou SEGA? Quais eram seus jogos favoritos na época?

Meu segredinho sujo, que sempre me provocam, tipo o Tom e o Al Nielsen, é que eu realmente amo os jogos da Nintendo. Se eu tivesse que ir para uma ilha deserta e levar só um jogo, ou eu levaria o NHL 94 ou Super Mario Bros. 3, então o Tom e o Al ficavam tipo “aaah, vai, leva um jogo do Sonic!” mas, como criança, minha experiência foi de jogar um Nintendo 8 Bits com meu irmão, eu nasci em 1982, então eu era bem criança na época em que o Super Nintendo chegou, eu devia ter uns 9 anos.

Em 1991. meu irmão e eu queríamos muito muito mesmo um SNES, amávamos o nosso Nintendo e meus pais, que são ótimas pessoas, não queriam dar um pra gente, meu pai disse que “A Nintendo tem um Super Nintendo agora, vão ter um Super Super Nintendo depois, um Super Super Ultra Nintendo depois”, então achavam que estavam sendo enganados pela empresa ou algo assim. Bom, ele até estava certo sobre ter mais consoles depois, mas foi interessante porque sua verdadeira objeção era que não dava para jogar os cartuchos 8 bits no console 16 bits, algo que era muito complicado para os pais entenderem na época.

Super Mario Bros. 3 e NHL 94 são alguns dos jogos favoritos de Blake J. Harris

Super Mario Bros. 3 e NHL 94 são alguns dos jogos favoritos de Blake J. Harris

Mas já como adulto, quando eu comecei com o Guerra dos Consoles, parte da minha inspiração foi lembrar que alguém, em alguma sala de reuniões, tinha tomado essa decisão de não fazer os sistemas retrocompatíveis. Eles poderiam, mas isso custaria mais dinheiro, uns 75 dólares a mais ou que seja, e foi por causa dessa decisão que eu fui parar na SEGA, me tornei um garoto fã da SEGA. Eu os amava, porque, como eu disse, eu adoro jogos de esporte, e acho que a SEGA era bem melhor nisso, especialmente com os jogos da EA Sports.

Além disso, sendo uma criança na época, com tanto da minha identidade sendo formada pelo que eu amava, se eu realmente achava que a SEGA estava aqui no topo, e a Nintendo aqui do lado, eu na verdade me comportava como se fosse uma distância muito maior, tipo “essa Nintendo é uma droga!” Eu era bem fãzinho da SEGA, mas, como disse, meu segredinho sujo é que eu amo o Mario. Hoje em dia o que eu mais jogo é Nintendo, nunca gostei muito de jogos de tiro em primeira pessoa, então tipo, acabei de pegar o Super Smash Bros. Ultimate para jogar depois de terminar de escrever meu livro, então tem isso, o mario Kart, e… NBA 2k19!

Você acha que algum dia veremos algo parecido com A Guerra dos Consoles, ou foi algo especial que nunca mais vai se repetir?

Essa é a melhor pergunta! A pergunta que eu me faço todos os dias! Eu amo a Guerra dos Consoles, tipo.. existe uma linha que não se deve cruzar quando se conversa com alguém, debatendo com ela, e da minha experiência infantil, acho que essa linha nunca foi cruzada pelas empresas, era só provocação e piadas, o que eu adorava e acho que ajudou a formar a minha identidade.

Infelizmente para mim, mas talvez felizmente para outros, Phil Spencer e a Sony, a Nintendo um pouco mais por fora, seus executivos são mais explicitamente ativos em tentar fazer as pazes, não tentam nem se provocar ou fazer piadinhas sutis, e acho que é uma boa decisão de negócios isso, acabaria não valendo a dor de cabeça. Pessoalmente, eu gostaria que fosse um pouco diferente, embora parte do motivo provavelmente seja que os dois consoles, PS4 e Xbox One, são tão parecidos entre si. Não são iguais, mas especialmente quando saíram, achava que nenhum deles tinha a sua própria identidade, demorou um pouco para as encontrarem. Às vezes a competição te ajuda a moldar sua identidade, então senti falta disso na época do lançamento.

Não acho que a gente vá ter qualquer Guerra de Consoles novamente

Infelizmente eu não acho que outra Guerra dos Consoles vá acontecer, e isso não é triste só para mim, eu acho… eu sou um grande fã de competição como um meio para a inovação. Se tivesse uma companhia competindo com a Sony e Microsoft desse jeito, porque a Nintendo é uma empresa mais família, fica em outro espaço, acho que obrigaria todas as empresas a serem ainda melhores. mas é tão caro. Sabe, uma das coisas mais interessantes dos tempos da Guerra dos Consoles é que os jogos, sabe, eles custavam meio milhão de dólares, ou alguns milhões de dólares para fazer, então você podia correr mais riscos, fazer um jogo estranho como Toejam & Earl, e os consoles eram muito caros com sua Pesquisa e Desenvolvimento, era muito dinheiro, mas uma fração do que se gasta hoje em dia. Então hoje não dá para correr tantos riscos.

Toejam & Earl conseguiram lançar um novo jogo, agora multiplataforma, graças ao Kickstarter

Se bem que um desenvolvimento interessante, mesmo sem impacto para Guerra dos Consoles, é que hoje em dia você até poderia sim fazer um jogo tipo Toejam & Earl por causa da cena de desenvolvedores indie. Inclusive o próprio Toejam & Earl tiveram um Kickstarter pro seu novo jogo, e esses desenvolvedores indie querem estar no máximo de plataformas possível. E não dá para culpá-los, eu também iria querer isso no seu lugar. Então quem sabe eu sou só um daqueles que ganham dinheiro com guerras, e estou chateado por não ter uma acontecendo agora. Mas eu não vejo mesmo uma guerra nova acontecendo no futuro próximo.

Oculus foi uma empresa interessante de acompanhar por esse motivo, já que eles eram uma empresa jovem fazendo hardware bem diferente e de ponta, um periférico, mas no fim do dia até eles acabaram sendo vendidos para o Facebook, em grande parte graças aos seus recursos, para poder competir com a Valve, HTC, com a Sony, para poder fazer o que queriam fazer. Então sabe, se até com uma história dessas eles acabaram não podendo ser independentes, então… não acho que a gente vá ter qualquer Guerra de Consoles novamente no futuro.

Muito obrigado pela conversa e por ter escrito um ótimo livro!

Obrigado a você, por fazer perguntas ótimas. Eu já fiz várias entrevistas e normalmente as pessoas não fazem boas perguntas, então eu sempre aprecio quando isso acontece. E muito obrigado a todos os seus fãs, espectadores e ouvintes. Para mim, eu acordo todo dia e ainda tenho aquela mentalidade de alguém que precisa trabalhar das 9 as 17h, a mesma de quando eu trabalhava com as commodities brasileiras, eu gostava e tal, mas não era o emprego que eu queria ter. Então agora, eu sinto que estou vivendo o meu sonho todos os dias. E por lembrar tão bem de como era antes disso, eu sei que a razão pela qual vivo meu sonho é por causa dos fãs e leitores por aí, então obrigado a você, por seu entusiasmo, e obrigado a todos que viram essa entrevista!

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Formado na arte de reclamar, odeia a internet. Ainda assim, sua hipocrisia sem limites o permite administrar a página no Facebook, plataforma de divulgação do seu primeiro livro. Você também pode seguí-lo em @thomshoes no Twitter, mas provavelmente é uma má ideia...

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Fãs de vampiros estão sedentos por um novo grande jogo do mito – e Bloodlines 2 pode ser a chave

Saiba como Bloodlines 2 pode ser ajudar a modernizar o mito dos vampiros e entregar uma aventura de peso nos videogames

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Vampiros sempre permearam nossas vidas… midiáticas. Antes do clássico filme Nosferatu em 1922, diversos livros já haviam sido lançados sobre o mito que regularmente ganha nossa atenção em formato cinematográfico, musical ou até mesmo em jogos.

Entretanto, para muitos a imagem mais recente dos vampiros não é a do Drácula de Entrevista Com O Vampiro, ou o sanguinário Blade da série homônima. Ao invés disso, pensar em vampiro no pós-2008 é ter um flashback do fenômeno Crepúsculo, cuja série de livros e de adaptações de cinema gerou rios de dinheiro, atenção e críticas pesadas quanto à qualidade da obra.

Não precisamos entrar nos méritos da qualidade da obra criada por Stephenie Meyer, que nem tinha a intenção de lançar a série ao público quando ela foi criada em meados de 2003. Porém, a imagem dos vampiros reluzentes de Crepúsculo está longe do que temos como referência em um passado nem tão distante.

Fonte: “Vampire” por Kevin Dooley (CC BY 2.0)

Fonte: “Vampire” por Kevin Dooley (CC BY 2.0)

Além do cinema e dos seriados, como True Blood da HBO, os jogos também moldaram nossa percepção do mito. Desde o Dracula/Alucard da série Castlevania, até os vampiros que estampam alguns dos jogos de cassino online da Redbet, a imagem que os jogadores de videogame tem dos vampiros é bem diferente daquilo que se tornou a visão prevalente em tempos recentes – o que explica em parte também a grande rejeição que Crepúsculo teve, e tem até hoje.

Entre esses jogos, temos Legacy of Kain em uma série que durou entre 1996 e 2004 com jogos de grande qualidade para a época que até hoje não tiveram qualquer tipo de sinal de atualização ou renovação. Mesmo o apelo dos fãs não moveu projetos de desenvolvimento de um novo jogo da franquia na geração atual, com a mesma basicamente colecionando projetos lançados e cancelados.

Outra série clássica destes tempos é Vampire: The Masquerade. O primeiro e até então único jogo da série, Bloodlines, é baseado em um RPG de vampiros já bem famoso entre jogadores de tabuleiro por tratar não só da temática mítica, mas também por enveredar em temas bem mais sérios como política, ética, morte e afins.

Bloodlines foi lançado de forma incompleta em 2004, e ainda assim conquistou uma legião de fãs graças à sua trama totalmente envolvente. Os aspectos técnicos como gráficos, áudio e jogabilidade pecam bastante até mesmo em comparação à jogos da época, onde a competição vinha da Valve com a esperada continuação de Half-Life, e da Konami com o terceiro jogo da série Metal Gear Solid.

Fonte: “vampire-masquerade-redemption” por Gordon Cameron (CC BY 2.0)

Fonte: “vampire-masquerade-redemption” por Gordon Cameron (CC BY 2.0)

Os fãs cult de Bloodlines ajudaram muito a manter o jogo vivo consertando bugs e outros problemas que apareciam com mods e patches independentes. Sua grandeza é lembrada até hoje muito graças a essa dedicação, que faz com que o jogo outrora quebrado de 2004 possa ser jogado até hoje e apreciado.

E essa dedicação foi premiada no começo desse ano. A Paradox Interactive, publicadora e criadora de jogos como Crusader Kings II e Cities: Skylines, lançará em 2020 uma sequência ao primeiro Bloodlines.

O impacto da notícia pode ter sido limitado comparado a outros anúncios. Mas para a tão dedicada base de fãs de Bloodlines, essa talvez tenha sido a melhor notícia do ano. Ainda assim, o impacto de um novo Bloodlines, desta vez carregando o selo Paradox de qualidade, não deve se limitar a esses fãs. Já faz tempo que bons jogos de vampiros não são lançados, e tentativas de modernização de séries antigas como a supracitada Castlevania tem sido esforços sem sucesso.

Bloodlines 2 pode ser a chave para mudar o recorde. A história será escrita pelo mesmo roteirista da primeira obra; e a desenvolvedora, Hardsuit Labs, tem experiência prévia em jogos de ação – justamente aquilo em que o primeiro Bloodlines mais pecava. É uma união que tem muito para dar certo, e colocar vampiros de volta em voga. Adicione tudo isso à falta de um estúdio triplo-A pressionando pela maximização de lucros nessa obra, e é difícil não ficar animado!

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Hollow Knight | Assista agora ao nosso gameplay ao vivo

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Indie games ganham cada vez mais espaço entre os jogos AAA no mundo dos games. Onde as principais franquias não ousam pisar, pode ter certeza que alguma empresa indie vai ousar em fazer diferente.

Hollow Knight com certeza é um desses games que ganharam destaque imenso. Por ser um jogo metroidvania, ele já se torna um game especial! Mas quer saber mais porque Hollow Knight não é apenas mais um game? Acompanhe agora mesmo a nossa live e descubra!

Live de Hollow Knight no Twitch

Watch live video from PlayReplayBR on www.twitch.tv

Live de Hollow Knight no YouTube

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Fortnite | Veja o que mudou com o Patch v.9.21

Veja todas as novidades que a atualização v.9.21 traz para os modos Battle Royale, Salve o Mundo e Criativo de Fortnite

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O Patch v.9.21 de Fortnite chegou trazendo novidades para os modos Salve o Mundo, Battle Royale e Criativo. O patch foi liberado na manhã desta quinta-feira (12) pela Epic Games. Enquanto o patch era aplicado, Fortnite ficou fora do ar por algumas horas mas agora já está online novamente. Se ainda não atualizou o seu jogo, é hora de ligar seu console ou Epic Launcher no seu PC e baixar a atualização. Com o novo patch vieram mudanças, adições e correções do jogo, que você confere na lista mais abaixo com as Notas do Patch V.9.21 de Fortnite. As principais adições desta vez são o Lança-granadas de Proximidade no Battle Royale e no Criativo, além do Plasmatron 9000 no Salve o Mundo.

BATTLE ROYALE

QUAIS SÃO AS NOVIDADES?

Lança-granadas de Proximidade Não é uma ferradura ou uma granada de mão, mas é quase isso, então tá valendo!

Horda Impetuosa (Em breve) Um novo Modo por Tempo Limitado cooperativo para 4 jogadores está quase chegando! Sobreviva à Horda Impetuosa a partir de 13 de junho.

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ROTATIVIDADE DOS MODOS POR TEMPO LIMITADO:

Tiro Certeiro (Duplas) Gravidade Baixa. Cada jogador tem 50 de vida. Armas de precisão são as únicas armas, Ataduras são o único item de cura. Pule alto e mire bem! Horda Impetuosa Demônios Fortnite voltaram à ilha e nunca estiveram com tanta raiva! Lute ao lado de companheiros para aumentar a pontuação encontrando multiplicadores de pontuação ocultos, abrindo baús de saque especiais e eliminando o máximo de monstros possível. Percorra o mapa, sobreviva nos locais de Defesa e derrote o Chefe Final para vencer!
  • Detalhes do Modo
    • Modo de Esquadrões de quatro jogadores dividido em vários estágios.
    • Prepare-se para defender uma área procurando armas e itens, materiais de coleta e defesas de construção.
    • Acumule pontos enfrentando Demônios, coletando multiplicadores de pontuação e destruindo Geradores de Demônios.
    • Recupere-se da batalha e procure mais equipamentos.
    • Atravesse o mapa até o próximo ponto de defesa.
    • Ressurgimento habilitado até o último estágio em que jogadores precisam destruir um Demônio Chefe e sua horda de lacaios.
    • Fique de olho em baús de saque especiais que podem conter armas poderosas e conceder bônus de pontuação.

ARMAS E ITENS

  • Lança-granadas de Proximidade
    • Dispara um projétil explosivo quicante em arco que explode ao se aproximar de um oponente.
    • Disponível nas Raridades Épica e Lendária.
    • Pode ser encontrado em Baús, Transportadores de Saques, Entregas de Suprimentos e Máquinas de Vendas.
    • Semiautomático.
    • Usa Munição de Foguete.
    • Máximo de 2 Projéteis Explosivos.
    • Cadência de Tiro: 0,65 disparos por segundo.
    • Raio de Proximidade de Jogador: 250 unidades (cerca de metade da largura de um quadrado).
    • Raio de Explosão: 300 unidades (cerca de 60% da largura de um quadrado).
    • Dano de explosão:
      • Jogador: 67/70
      • Ambiental: 131/138
    • Velocidade de Recarga: 2,8 s/3 s
    • Projéteis explodem automaticamente após 10 s ou logo antes de parar totalmente.
  • Poção de Escudo
    • Aumentamos a disponibilidade em Baús de Saque de 11,3% para 12,09%.
  • Poção de Escudo Pequena
    • Aumentamos a disponibilidade em Baús de Saque de 16,95% para 18,13%.
    • Com itens sendo adicionados e removidos do jogo, percebemos que acabamos por reduzir a disponibilidade das Poções de Escudo e das Poções de Escudo Pequena nos Baús. Por isso, aumentamos a chance de encontrar Poções de Escudo em Baús.
  • Espingardas
    • Aumentamos a chance total de encontrar em Saques de Chão de 8,50% para 9,77%.
    • Após recebermos o feedback da comunidade sobre as Espingardas, aumentamos sua disponibilidade em Saques de Chão para que sejam mais comumente encontradas nas fases iniciais do jogo.
  • Variantes Épica e Lendária do Rifle de Infantaria
    • Aumentamos a disponibilidade em Saques de Chão de 0,067% para 0,105%.
    • Aumentamos a disponibilidade em Baús de Saque de 0,414% para 0,645%.
  • Variante Comum do Rifle de Assalto Pesado
    • Diminuímos a disponibilidade em Saques de Chão de 2,04% para 1,715%.
    • Diminuímos a disponibilidade em Baús de Saque de 12,47% para 10,46%.
  • Torreta Montada
    • Diminuímos a disponibilidade em saques de chão de 0,59% para 0,46%.
  • Inversor de Tempestade
    • Mudamos o Inversor de Tempestade para causar dano fixo ao invés de ser baseado na Fase da Tempestade ativa no momento.
      • Causa 5 de dano a cada segundo.
      • Essa alteração pode não estar disponível imediatamente no momento do lançamento. Isso requer uma atualização do servidor e estará ativo em algum momento no final do dia.
      • Percebemos, com o dano de escala, que os jogadores mantinham o Inversor de Tempestade para o final da partida, criando efeitos indesejáveis. Essa mudança incentiva os jogadores a usá-lo no início das partidas.
    • Reduzimos a disponibilidade em Baús de 3.39% para 1.69%
    • Reduzimos a disponibilidade em saques de Chão de 3.32% para 1.66%
    • Readicionado nas listas de partidas de Torneios e Arena.
      • Temos alterações de efeitos visuais no v.9.30 que ajudarão a melhorar a legibilidade.

ÁUDIO

Correções de erro
  • O áudio estava soando abafado devido a um problema com o filtro de otimização.

DISPOSITIVO MÓVEL

Recentemente, percebemos um atraso na disponibilidade dos patches para iOS na App Store. A Apple declarou que pode haver um atraso de até 24 horas para que atualizações de aplicativos apareçam na App Store. Se não houver atualizações disponíveis, acesse nossos canais sociais para mais informações.

MODO CRIATIVO

Quais são as novidades?

Lança-granadas de Proximidade Imagine e crie novos mapas para explorar todas as possibilidades dessa nova arma explosiva!

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ARMAS E ITENS

  • Lança-granadas de Proximidade
    • Dispara um projétil explosivo quicante em arco que explode ao se aproximar de um oponente.
    • Disponível nas Raridades Épica e Lendária.
    • Semiautomático.
    • Usa Munição de Foguete.
    • Máximo de 2 Projéteis Explosivos.
    • Cadência de Tiro: 0,65 disparos por segundo.
    • Raio de Proximidade de Jogador: 250 unidades (cerca de metade da largura de um quadrado).
    • Raio de Explosão: 300 unidades (cerca de 60% da largura de um quadrado).
    • Dano de explosão:
      • Jogador: 67/70
      • Ambiental: 131/138
    • Velocidade de Recarga: 2,8 s/3 s
    • Projéteis explodem automaticamente após 10 s ou logo antes de parar totalmente.

ESTRUTURAS PRÉ-FABRICADAS

  • Galeria de Oficina de Beira de Estrada
  • Galeria de Chão de Grama e Lama
  • Galeria de Chão de Floresta e Grama
  • Galeria de Chão de Grama e Floresta
  • Galeria de Chão de Areia e Rocha
  • Galeria de Objetos Jurássicos

DISPOSITIVOS

Correções de erro
  • Textos colocado em Cartazes antes do lançamento do v.9.20 não aparecerão mais desalinhados.

SALVE O MUNDO

QUAIS SÃO AS NOVIDADES?

Plasmatron 9000 Trava-línguas: tente dizer “pistola de plasma perfurante” bem rápido!
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Contagem Regressiva Quântica Aproxime-se e tente acompanhar a bomba de teletransporte.
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MISSÕES E SISTEMAS

Nova simulação Jogos de Guerra: Contagem Regressiva Quântica
  • Nessa simulação, uma bomba instável se teletransporta pela sua base. As Carcaças são atraídas pela energia da bomba e tentam destruí-la. Adapte-se rapidamente para proteger o novo local da bomba conforme as Carcaças traçam novas e inesperadas rotas.
  • Uma nova simulação Jogos de Guerra significa mais chances de ganhar Vales de Evento, um novo estandarte e mais variedade nas Missões Diárias.

ARMAS E ITENS

  • Uma nova arma, Plasmatron 9000, chega à Loja Semanal.
    • Pistola de energia automática de curto alcance que dispara anéis crescentes de plasma que perfuram inimigos.
    • Disponível quarta-feira, 12 de junho, às 21h BRT, até quarta-feira, 19 de junho, às 21h BRT.

GERAL

SOCIAL

  • Adicionamos uma janela e uma mensagem no Menu Principal para ajudar jogadores a entender quando o bate-papo de voz do Xbox Live ou PlayStation está sendo priorizado em relação ao bate-papo de voz de Grupo do Fortnite.
    • Essas mensagens só aparecem se alguém no seu grupo estiver ativo no bate-papo de voz de Grupo do Fortnite e não reaparecerão a menos que você entre em um novo grupo.
    • Adicionamos essas funções em resposta aos jogadores que buscam orientação sobre vários problemas de bate-papo de voz relacionados à priorização do bate-papo de voz de grupo do Xbox Live/PlayStation.

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