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Carbono-14

Carbono-14: 10 games “alternativos” que encheriam Jack Sparrow de orgulho

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Pra quem curte futebol virtual, patches e atualizações de seus games favoritos não são novidade. Desde Campeonato Brasileiro 96 até os famigerados Bomba Patches (atro-a-atro, é o Bomba Patch número quatro), são muitas as incursões dos hackers nos consoles, geralmente mal sucedidas.

Já que recordar é viver, trazemos no Carbono-14 dessa semana 10 “grandes” adaptações alternativas que marcaram época e saciaram nossa curiosidade gamer!


 

10. Mario Fighter III (NES)

A geração 8 bits foi fortíssima em games de plataforma, RPGs e títulos de ação, mas foram poucos os bons games de luta lançados para NES e Master System. Com Street Fighter na crista da onda, não demorou muito até a galera da cena “oculta” decidir se mexer. Pena que se mexeram pouco e da pior forma possível, já que Mario Fighter III é uma total falta de respeito. Quem diabos é VIGA?

[youtube id=”jSlYfqx7Mek” width=”633″ height=”356″]

 

9. Super Donkey Kong ‘99 (Mega Drive)

Donkey Kong Country é a Opus Dei do Super Nintendo, com seus gráficos em 3D pré-renderizados e trilha sonora extremamente competente. Foi desafiador na medida certa, rendeu duas sequências tão bem sucedidas quanto e tem seu espaço no coração de cada retrô-gamer até os dias de hoje.
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Super Donkey Kong ‘99, ao contrário, é repugnante, lento e tem uma musiquinha que deixa qualquer um irritado em segundos. Quando falo em má-qualidade, que fique claro, é algo extremamente abaixo do port feito para Game Boy (Donkey Kong Land). Está na lista pela curiosidade, mas poderia estar enterrado em algum confim da Terra e não faria falta a ninguém.

[youtube id=”hrxfntxFdHw” width=”633″ height=”356″]

 

8. SONIC 4 (SNES)

Sonic 4 foi anunciado há alguns anos como um retorno às raízes velozes da série, com gráficos remodelados. Depois de dois episódios medianos, a série foi abandonada sem uma conclusão em definitivo, para a tristeza dos fãs. Por outro lado, Sonic 4 para SNES teve início, meio e fim, ainda que não fosse dos melhores.

O game original era Speedy Gonzalez: Los Gatos Bandidos, mas com o ouriço mais rápido do mundo no lugar de Ligeirinho. Triste.

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7. SUPER MARIO WORLD 64 (MEGA DRIVE)

Retribuindo a gentileza, os hackers logo trataram de levar Mario para os consoles da Sega, em um período em que a rivalidade entre as duas empresas estava mais acirrada do que nunca.

Diferente de Sonic 4, Super Mario World 64 até que é um port competente, exceto pelas limitações de hardware do próprio console. O áudio não chegava nem perto do original, além da ausência de Yoshi e outros elementos importantes na trama.

Esse não é um game fácil de se achar por aí, mas vale dar uma conferida.

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6. THE KING OF FIGHTERS 2000 (SNES)

Como compactar um game imenso em um consoles de 16 bits? Basta perguntar aos amigos hackers! Parte da receita envolve misturar personagens de várias franquias, remover alguns sprites vitais do game e torná-lo lento, bem lento!

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The King of Fighters 2000 tem personagens da SNK, da Capcom e o Cyclops, totalmente desamparado no meio dos combatentes. Pra completar o pacote, todos os personagens possuem versões “orochi” habilitadas desde o começo. Seria um sonho, se não fosse um pesadelo.

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5. SUPER FIGHTER III (NES)

Por mais incrível que pareça, essa foi uma adaptação que deu certo. Se nos idos da década de 90 você só tivesse um NES e quisesse saciar seu desejo por um racha em Street Fighter, Super Fighter III talvez resolvesse o problema. A animação não é primorosa, mas dadas as limitações do console, dá pra dizer que não fazem feio. O som é em chiptunes, com efeitos grosseiros a cada golpe desferido. Incomoda? Sim. Mas pra quem está matando cachorro a grito, dá pra relevar.

Os cenários são bem feitos e exploram os limites do NES, com adaptações coerentes e realistas. Infelizmente, Balrog, Zangief e E. Honda ficaram de fora da festa. Podia ser pior.

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4. POKÉMON JADE / DIAMOND

Esse aqui é manjadíssimo. Se você já viu a luz do Sol, já viu uma cópia de Pokémon Jade / Diamond, porque esta praga era vendida em praticamente todo e qualquer estabelecimento comercial do mundo.

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O game original foi produzido na China e chama-se Keitai Denjuu Telefang, dividido em Power e Speed Version, assim como Pokémon tinha suas versões Red e Blue. As semelhanças acabam aqui, porque por mais que a vista superior e a proposta sejam as mesmas, a execução é bastante diferente. O design dos monstros aqui é paupérrimo e o game, estruturalmente, deixa muito a desejar. Não engana nem aquele seu priminho de 5 anos.

Quer um bom concorrente para Pokémon no seu Game Boy? Vá de Dragon Quest Monster!

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3. CAMPEONATO BRASILEIRO 96 / RONALDINHO SOCCER

Guuuulaaaaaço! Campeonato Brasileño 96!

Marcante, a sequência de versões modificadas de International Superstar Soccer (e seu sucessor, International Superstar Soccer Deluxe) fez muito sucesso na América Latina. Brasil, Argentina e até países menos expressivos no futebol como Peru e Paraguai tiveram seus momentos de glória com seus campeonatos nacionais devidamente portados com escudos, uniformes e escalações padronizadas. Evidentemente, nada disso era licenciado.

Um dos pontos memoráveis desses hacks estava na voz do narrador, dono de um portunhol terrível que nos deixou pérolas como “Forte bomba!”, “Saque do Goleiro” e “Escanteiôoo”!

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2. POKÉMON STADIUM (SNES)

Foi com Pokémon Stadium (de Super Nintendo) que aprendi a não torcer o nariz para games “alternativos”. Na época, não sobrava dinheiro para games, menos ainda para um Nintendo 64. A febre Pokémon me consumia e eu colecionava tudo, desde brindes de salgadinho até as revistas Pokémon Club (que Deus as tenha, porque as minhas eu não tenho mais). Qual foi a solução, na época? Me divertir com Dagut, Dogas, Mu, Pulin, Genga e afins.

Os combates lembravam vagamente a versão original, mas com aquelas limitações que você aceita por ter um orçamento mais baixo. Coisas da vida!

Quem não tinha Pokémon Stadium (ou um Super Game Boy), ía de Dogas mesmo! Merece respeito!

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1. STREET FIGHTER – RAINBOW EDITION (ARCADE)

O nome não te parece familiar? E se eu te disser que se trata do lendário Street Fighter de Rodoviária, te diz alguma coisa? Pois é! Encabeçando nossa lista, um dos piores hacks de todos os tempos, com bugs de toda e qualquer natureza, além de ser extremamente desbalanceado.

– Mas Eidy, se é tão ruim assim, o que ele está fazendo no topo da lista?

Sabe aquele jogo que o primo do seu amigo jogou, que dava para trocar de personagem apertando start no meio do combate, que dava para mandar mais de 3 magias de uma só vez até lotar a tela? Então, ele existe! E se você está perto dos 30 anos, provavelmente já se deparou com uma máquina dessas em algum boteco muito guerrilheiro ou em alguma rodoviária perdida de cidade do interior!

Palavras não bastam! Só resta curtir o vídeo abaixo com muita raiva e/ou saudade.

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[infobox color=”light”]Carbono-14 é a coluna semanal do PlayReplay destinada a escavações de fatos históricos sobre as franquias e sistemas mais amados por nós, gamers.[/infobox]

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Formado em Publicidade e Propaganda e retrô gamer apaixonado, tem predileção pelos 8 bits. Lê e relê suas revistas de video game antigas todas as noites na hora de dormir. Antes de vir para o PlayReplay, coordenou a área de diagramação do GameBlast.

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Carbono-14: 7 curiosidades sobre o Game Gear

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Os números não batem, nem chegam perto. Os pouco mais de dez milhões de Game Gears comercializados em todo o mundo não se aproximam sequer dos mais de 30 milhões de Game Boys vendidos no mercado japonês, quanto menos dos 120 milhões em todo o mundo. Mesmo assim, insistimos em considerar que ambos os portáteis foram rivais formidáveis, como uma versão digital do duelo entre Davi e Golias.

A diferença numérica pode ser gritante, mas isso não representa necessariamente um demérito na ficha do portátil da Sega. O fato de suas vendas não terem decolado está diretamente ligado ao seu tamanho avantajado, grande consumo de pilhas e o lançamento tardio. Mesmo assim, reconhecemos que se tratava de um produto com qualidade diferenciada, superior até mesmo ao Master System, com um lugarzinho especial em nossos corações e digno de ter pelo menos um Carbono-14 dedicado às suas peculiaridades. Vamos a elas?

 

7. Um verdadeiro astro

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O Game Gear foi lançado em outubro de 1990 no Japão, mas só chegou ao ocidente um ano depois. Durante sua concepção, o portátil era referido como Projeto Mercúrio, já na linha de nomes de planetas que mais tarde batizariam o Sega Saturno e o Sega Netuno (projeto híbrido de Mega Drive e 32X, que não chegou a se concretizar).

 

6. Multi-sistema

Outra curiosidade bacana sobre o Game Gear é que ele foi o primeiro portátil a permitir o uso de jogos de outra plataforma. Através de um adaptador era possível rodar os jogos do Master System, que tinha basicamente as mesmas configurações do portátil.

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Infelizmente, o caminho reverso não podia ser feito, já que o Game Gear tinha uma paleta de cores superior.

 

5. TV portátil

Outra coisa bacana do Game Gear era a possibilidade de assistir TV direto no portátil, usando um acessório opcional que funcionava como antena. Dava pra jogar e assistir a novela os seus programas favoritos em qualquer lugar.

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4. Rise from your grave

Em um momento de genialidade (ou loucura), a Majesco decidiu relançar o Game Gear em meados da década passada. Uma versão menor e mais econômica, com a promessa, inclusive, de reabastecer o mercado com novos títulos.

Nessa época a Sega já havia lançado o Nomad (portátil que rodava jogos de Mega Drive, mas que padecia dos mesmos problemas que o Game Gear), então fica aquela sensação de “What the fuck”? Pois é.

 

3. Cinematográfico

Nada como o bom e velho merchandising para promover um produto! No caso do Game Gear foram diversas aparições especiais, desde “Arrebentando em Nova York” com Jackie Chan até um episódio da série ER. Mas a cereja do bolo com certeza veio de “Surfistas Ninjas”, onde a Sega cooperou e produziu um jogo com lançamento simultâneo ao filme, recheado de cenas bizarras e que não faziam nenhum sentido. Hoje a gente ri, mas na época…

 

2. Poucas roupas

Ao contrário do Game Boy que teve dezenas de versões diferentes, a Sega apostou em uma linha mais discreta e só lançou dois modelos do Game Gear no ocidente. Além do pretinho básico, houve uma versão alternativa azul que vinha acompanhada do jogo World Series Baseball, variando apenas na cor da carcaça.

Para o público japonês as coisas eram mais fartas, com direito até mesmo a uma versão especial da Coca Cola.

 

1. Um concorrente honrado

Até o lançamento do PSP, o Game Gear ocupava o primeiro lugar no ranking de portáteis não-fabricados pela Nintendo, desbancando concorrentes como o TurboExpress e o Atari Lynx.

Na época as campanhas de marketing da Sega eram bastante agressivas, vendendo a ideia de que os produtos da empresa eram radicais, ao passo que os concorrentes eram bobos e ingênuos. Sabe a campanha do “Genesis does what Nintendon’t”? Pois é, era bem nessa linha.

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Carbono-14

Carbono-14: Vida longa ao Nintendo 64, o rei do multiplayer

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Saudoso, surpreendente e inovador. Faltam-me adjetivos para descrever o quão importante foi o Nintendo 64 para a história dos videogames. Mesmo sem o mesmo brilho de seu concorrente, o PlayStation, nenhum outro console cumpriu com tanta maestria a missão de juntar a galera para partidas multiplayer.

Mesmo sem o incentivo das third parties, o Nintendo 64 soube se virar só com a força de suas próprias franquias (e uma forcinha extra da Rare). Que tal recordar um pouquinho desse sucesso?


 

Menos de 400 jogos lançados

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Mesmo sendo considerado um sucesso, o Nintendo 64 sofreu com um número relativamente baixo de jogos lançados. Snes e Nes, por exemplo, alcançaram a marca de mais de 700 games cada um. O PlayStation, rival direto na época, chegou a estrondosos 1100 jogos.

 

Atrasadinho

O projeto original previa o lançamento do Nintendo 64 para o Natal de 1995. O tiro saiu pela culatra e houve um adiamento para abril de 1996, também não cumprido.

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No fim das contas, o console só chegou às prateleiras japonesas em junho de 1996 e em setembro do mesmo ano para os norte-americanos.

Europeus e sul-americanos tiveram que aguardar até 1997 para jogar o console.

 

O último dos moicanos

O N64 foi o último dos consoles caseiros a trabalhar com cartuchos, quando todos os seus concorrentes já haviam adotado os CDs.

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O último dos últimos lançamentos com essa tecnologia foi Tony Hawk Pro Skater 3, lançado em agosto de 2002.

 

É do Japão!

Enquanto os norte-americanos tiveram à disposição apenas dois games no lançamento do console (Super Mario 64 e Pilot Wings 64), do outro lado do mundo os japoneses contaram com um título extra: Saikyo Habu Shogi, baseado no jogo de tabuleiro nipônico, similar ao xadrez.

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Mas que menino lindo!

 

A estrela do game é Yoshiharu Habu (foto acima), um dos maiores campeões da modalidade.

 

Vendeu bem?

O Nintendo 64 vendeu, ao todo, cerca de 32.9 milhões de unidades em todo o mundo. Cerca de 17 milhões a menos que o Super Nintendo, mas 11 milhões de unidades acima do seu sucessor, o Game Cube.

Entre seus títulos mais vendidos, temos Super Mario 64 (11.9 milhões), Mario Kart 64 (9.8 milhões), Goldeneye 007 (8 milhões), The Legend of Zelda: Ocarina of Time (7.6 milhões) e Super Smash Bros (5.5 milhões de unidades vendidas).

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Já que Super Mario 64 acompanhava o console, nada mais justo que dar a medalha de ouro para o segundo game da série de corrida estrelado pelo bigodudo.

 

Barato para eles, mas caro para nós

Enquanto um console atual custa entre 400 e 500 dólares em seu lançamento, o Nintendo 64 surpreendeu a todos com um preço enxuto de US$200, bastante acessível para os jogadores na época. Isso, claro, só para os norte-americanos, já que por aqui a situação foi bem diferente. Em território tupiniquim, para se aventurar em três dimensões era preciso desembolsar cerca de R$650,00 (aproximadamente R$2.000,00 nos dias de hoje).

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Cartuchos hoje custam mais caro que o console

Aqui no Brasil o Nintendo 64 ainda é idolatrado por muitos. Colecionadores chegam a desembolsar até R$300,00 por um cartucho raro como Conker’s Bad Fur Day. Por outro lado, um console em bom estado pode ser comprado por até R$100,00 com cabos e controles. Bastante acessível, não?

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Carbono-14

Carbono-14: Sega Saturno, um excelente console ofuscado pela concorrência

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No caminho da Sega havia um PlayStation. Havia um PlayStation no meio do caminho…


Na última edição do Carbono-14 nós relembramos um pouquinho da curta história do Dreamcast, o último console lançado pela Sega. Se é possível apontar um responsável por abreviar sua trajetória, não me vem outro nome a cabeça senão PlayStation 2, vejam só.

Essa história já havia acontecido antes, mais precisamente na metade da década de 90, quando Sega Saturno, PlayStation e Nintendo 64 mediram forças na batalha pela preferência do mercado. E ainda que o console da Sony tenha vencido por lavada, nenhum de seus concorrentes foi considerado um fracasso, dados os números expressivos de vendas e a vasta biblioteca de títulos de cada um.

Se é possível colocar dessa forma, podemos dizer que na 5ª geração de consoles, não houve de fato um derrotado, apenas vencedores. Confiram com a gente 7 curiosidades sobre o Sega Saturno!

 

1. Muitos modelos diferentes

Se você é colecionador e está em busca de um Sega Saturno, melhor ficar esperto para a quantidade de modelos diferentes do console que vai encontrar por aí.

O modelo original japonês, por exemplo, era cinza com botões azuis, substituído posteriormente pelo modelo branco (um cinza sujo, vai) com um botão rosa para abrir a tampa do leitor de CDs. Por último, os japoneses foram coroados com um modelo translúcido do Saturno, o ‘Skeleton’.

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Empresas parceiras da Sega tiveram a oportunidade de construir seus próprios modelos de Saturno, como o Hi-Saturn (Hitachi) e o V-Saturn (JVC/Victor). Situação semelhante havia acontecido com o 3DO na mesma época, com direitos licenciados para diversas companhias.

Nos Estados Unidos prevaleceu o modelo preto (básico, combina com tudo, né?), mas diversas atualizações foram lançadas, mexendo até no layout do joystick, até finalmente adotarem o modelo japonês.

 

2. A esperança de ver um Sonic 3D

Sonic X-treme era a promessa da Sega of America para competir com Super Mario 64 e Crash Bandicoot, ambos bem sucedidos em ambientes 3D. O jogo estava previsto para o natal de 1996, mas nunca chegou a ser concluído. Em seu lugar, os fãs tiveram de se contentar com um mero port de Sonic 3D Blast, aventura requentada dos 16 bits.

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No desespero para lançar X-treme, a equipe de programadores chegou a tentar usar a engine de NiGHTS into Dreams, de Yuji Naka (um dos criadores do Sonic Team), mas o japonês não permitiu.

Anos mais tarde, o programador Chris Senn liberou um site com mais informações sobre o game em um novo esforço para concluí-lo, sem sucesso.

 

3. Excelente para jogos 2D

A 5ª geração de consoles deu início a era dos jogos poligonais, onde tudo era novidade e nós sequer tínhamos certeza de seu real potencial. O Sega Saturno, por exemplo, só recebeu um processador para renderizar gráficos 3D já em cima da sua data de lançamento.

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Nanatsu Kaze no Shima Monogatari: excelentes gráficos 2D

Como ainda não existia a tecnologia de processadores com múltiplos “cores”, o jeito foi trabalhar de forma separada, dificultando bastante a vida dos programadores da época. Por outro lado, seus resultados em games 2D eram superiores aos de seus concorrentes.

 

4. O melhor resultado da Sega… no Japão

Se no ocidente o Saturno não foi exatamente um fenômeno de vendas, pelo menos a Sega tinha motivos para comemorar do outro lado do mundo: No Japão, o console atingiu a marca de 5.8 milhões de unidades vendidas, superando até mesmo o Mega Drive (3.5 milhões).

 

5. Console chaveado

Para poder testar os jogos exclusivos do mercado japonês, era necessário ‘chavear’ o seu console. O processo, que não deve ser confundido com o desbloqueio, servia para trocar a região do Saturno e podia ser feito com um cartucho acoplado no expansor de memória do videogame. Era uma santa mão na roda!

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6. Não precisamos de memory cards

Diferente do PlayStation, no Saturno era possível gravar o seu progresso nos games em uma memória interna, economizando assim uma graninha bacana. O problema disso? Impossibilitava o transporte dos seus saves, deixando-os restritos apenas ao seu videogame.

Posteriormente foram lançados memory cards para o Saturno, mas a preferência geral era seguir em frente sem eles mesmo, tudo para não gastar mais.

 

7. Shenmue no Saturno

Falamos um pouco sobre Shenmue no Carbono-14 do Dreamcast e recordamos sua importância e peso para os jogos da época. No entanto, o projeto original do game previa seu lançamento para o Sega Saturno, pasmem.

No CD de Shenmue II é possível encontrar vídeos que comprovam essa informação. Abaixo, você confere um deles:

 

 

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