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A divertida safadeza sci-fi de Darling in the Franxx

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Darling in the Franxx chegou de mansinho, mas logo se tornou uma das maiores surpresas da temporada de inverno, sempre figurando entre os animes mais populares do Crunchyroll nacional.


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Clique no vídeo acima para conferir o nosso review completo da primeira temporada de Darling in the Franxx, postado no canal parceiro Aquele Cara

Como o pôster do anime deixa claro, trata-se de uma ficção científica cheia de mechas, honrando a tradição de obras focadas em robôs gigantescos em lutas divertidas contra criaturas hostis. Mas há algo em Darling in the Franxx que o destaca da concorrência. Algo… bem safadinho.

Co-produzido entre a A-1 Pictures e a Trigger, o anime começou a passar em 13 de janeiro de 2018, e logo no dia seguinte iniciou a sua serialização em mangá. Sua história mostra um futuro pós-apocalíptico no qual a humanidade se viu quase extinta graças à ameaça de criaturas monstruosas.

A raça humana montou, então, uma cidade militar e, nela, crianças passam a ser criadas e educadas desde pequenas a treinar com parceiros do sexo oposto a fim de pilotar os mecha chamados Franxx. Hiro, o protagonista, era visto como um prodígio cheio de potencial, mas estranhamente ele não conseguia passar nos testes e pilotar com as outras garotas, ao menos até encontrar a Zero Two, uma Parasita (piloto) infame por sua letalidade.

“O que há de safado nisso?”, você me pergunta, inocente. Bom, eu até poderia até explicar em um parágrafo mas, como dizem por aí, uma imagem vale mais do que mil palavras. Sendo assim, dê uma boa olhada na posição que os garotos e garotas precisam ficar para pilotar as máquinas de combate:

Darling in the Franxx em uma cena sugestiva

Darling in the Franxx em uma cena sugestiva

“Ah, mas isso é só um ângulo infeliz”. “Duvido que todo mundo pilote assim!”. Bom, na verdade…

Darling in the Franxx em uma cena ainda mais sugestiva

Darling in the Franxx em uma cena ainda mais sugestiva

Obviamente essas posições são um pouquinho engraçadas à primeira vista, mas isso poderia até passar batido se não fosse um elemento central do argumento! Repleto de subtextos e metáforas, não é preciso ir muito longe para traçar os mais diversos paralelos entre relações sexuais e as aventuras e arcos dos personagens.

Isso já está fazendo muita gente quebrar a cuca em fóruns de discussão pela internet, montando teorias e caçando significados ocultos nas cenas do anime. Como você bem viu nas imagens acima, em todos os Franxx são os meninos que ficam sentados na posição dominante, enquanto as garotas ficam deitadas em… bem, posição cachorrinho.

O lance é que Hiro simplesmente não consegue botar o seu… “”””robô”””” para funcionar na posição masculina. Na verdade, ele só consegue botar a coisa toda para andar justamente quando aceita ser dominado pela Zero Two, que toma o posto principal. A Zero Two, inclusive, refere-se a si mesma como ぼく(boku, em romaji, um pronome japonês usado apenas por homens e jovens garotos).

Darling in the Franxx: a dominadora Zero Two em toda sua glória parasita

Darling in the Franxx: a dominadora Zero Two em toda sua glória parasita

O que isso quer dizer sobre a relação entre Hiro e Zero Two? Ao menos por enquanto, fica aberto à sua interpretação.

O primeiro episódio do anime é um pouco lento e sem graça, mas se você curtiu as ideias acima, persista, pois do episódio dois em diante esses temas só são explorados mais e mais, cheio de frases de duplo sentido, cenas engraçadas e aquele ecchi maroto, mas também ricas dinâmicas de personagem e símbolos ocultos para aumentar ainda mais a sua diversão.

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Formado na arte de reclamar, odeia a internet. Ainda assim, sua hipocrisia sem limites o permite administrar a página no Facebook, plataforma de divulgação do seu primeiro livro. Você também pode seguí-lo em @thomshoes no Twitter, mas provavelmente é uma má ideia...

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Anime

Zombie Land Saga é uma das melhores estreias da temporada

Mortas muito loucas (e hilárias)!

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Zombie Land Saga (ゾンビランドサガ) foi anunciado cheio de mistério, com trailers enigmáticos e sinopses vagas. Mas bastou estrear na Crunchyroll nacional nesta temporada Outono 2018 de para que a colaboração entre a Cygames com a Avex Pictures (com animação do estúdio MAPPA) caísse nas graças da galera.


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E não é para menos: ao longo dos 12 episódios prometidos para o ano 1, seguimos um grupo de idols montado pelo empresário Kotaro Tatsumi com a missão de salvar a cidade de Saga resgatando sua credibilidade através do sucesso das moças. A pegadinha? Todas as meninas do grupo são zumbis!

Logo no comecinho do episódio temos um humor negro muito engraçado e chocante quando a protagonista Sakura Minamoto é morta em um atropelamento brutal. Então ela acorda em um local misterioso cheio de outras zumbis que, como descobrimos, são parte do projeto de Tatsumi em busca do sucesso.

Tatsumi está disposto a explorar o talento de suas idols zumbis para chegar ao topo, e naturalmente isso acaba se tornando um óbvio comentário sobre a exploração de idols na cultura japonesa, onde elas fazem muito, muito sucesso com seu trabalho muitas vezes abusivo. É uma metáfora brilhante, especialmente porque o anime diverte mesmo que você não queira pensar muito nela.

Zombie Land Saga é uma das melhores estreias do outono 2018

Zombie Land Saga é uma das melhores estreias do outono 2018

Na maior parte do tempo você vai estar ocupado demais rindo das hilárias interações entre os personagens, violência gráfica e situações absurdas, normalmente colocadas no clímax dos episódios, quando as meninas precisam fazer seus shows em lugares improváveis, como um festival de death metal ou, meu favorito, um show para idosos pacatos que acaba se transformando em uma batalha de rap.

Como o traço e animação são incríveis, tudo fica ainda mais divertido, e imagino que nas próximas semanas e meses ouviremos falar bastante sobre as meninas de Saga e sua improvável jornada rumo ao sucesso. Provavelmente teremos muitos bonequinhos inspirados nas carismáticas garotas, e eu não me surpreenderia de ver a Sakura em versão morta-viva figurando na maioria das listas de best girls da temporada.

Ah, e as músicas são muito, muito boas e engraçadas, então se bobear até a trilha sonora do anime vai fazer sucesso, caso os próximos episódios mantenham o alto padrão de qualidade do que foi ao ar até agora. Será que Zombie Land Saga será a melhor estreia desta temporada? Conte pra gente o que acha aqui nos comentários!

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Anime

Terceiro ano de My Hero Academia consagra a melhor história de heróis desta geração

I KEEP MY IDEALS!

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Desde pequeno eu gosto muito de super-heróis. Como eu era o CDF gordinho da turma na escola, é óbvio que eu não era exatamente a pessoa mais popular, extrovertida ou livre de provocações ocasionais. Assim, era em personagens como Homem-Aranha e os X-Men que eu encontrava inspiração e motivação para encarar os desafios da vida e vislumbrar um futuro melhor e mais justo.


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Existe algo de vital importância nos símbolos e mitos que nos dão coragem e forças; nas histórias que nos fazem idealizar um mundo onde até os pequenos atos de heroísmo são o bastante para criar uma realidade melhor para todos. Ainda mais hoje em dia, quando vivemos em uma sociedade extremamente violenta, problemática e polarizada, diria que chega a ser necessário ter histórias repletas de otimismo, superação e lições claras, puras e diretas!

O valor do otimismo

Por muito tempo a Marvel e a DC, tanto em seus quadrinhos como em seus filmes, parecem sofrer com crises de identidade e falta de foco, indecisos sobre o tom e mensagem que deveriam passar para seus fãs. Como o mestre Alan Moore bem disse, a HQ de Watchmen jamais deveria ter servido como base narrativa para outras histórias de heróis, já que a desconstrução que ele escreveu era muito mais uma crítica do que um ideal a ser seguido e exaustivamente copiado.

Confira também o nosso review em vídeo postado no canal parceiro Aquele Cara

Ainda assim, passamos as décadas seguintes vendo histórias metidas a “sombrias e realistas” usando o tom mais adulto como paradigma, como se esse fosse o único caminho possível para trazer os heróis aos tempos modernos sem cair no ridículo e datado. Uniformes coloridos, valores simples e diretos em histórias do bem contra o mal já pareciam sem espaço em um mundo tão denso e complexo.

Em paralelo, aos poucos as políticas de identidade também foram ganhando espaço e tentando trazer um necessário sopro de diversidade e modernidade à obras que sempre apelaram para um público majoritariamente masculino e branco. Só que, infelizmente, as saídas encontradas pareciam muito mais decisões artificiais de executivos engravatados do que fruto de uma genuína vontade de contar boas histórias para um novo público.

Frustrado com essas coisas, eu não me sentia particularmente interessado ou investido em nenhum herói ou obra lançada nos últimos anos… ao menos até começar a assistir ao anime Boku no Hero Academia.

Um pé no passado, outro no futuro

Já na primeira temporada estava claro que havia algo de especial na obra de Kohei Horikoshi. Extremamente reverente aos heróis de outrora, especialmente às eras de ouro e prata dos quadrinhos norte-americanos, o mangaká conseguiu criar uma história que ao mesmo tempo celebrava o passado e conseguia apontar caminhos interessantes para o futuro do gênero.

Embora seja vendido como o seu típico anime shounen, My Hero Academia é muito mais do que se imagina em um primeiro contato. Para cada convenção do gênero abraçada (como o protagonista com seu arco particular de crescimento, a rivalidade com um nêmesis da infância, histórias de treinamento e superação, etc.), há uma subversão, releitura ou abordagem totalmente nova para as situações.

A trama da série é meticulosamente construída e amarrada em uma estrutura que alguns poderiam considerar quase como um “clímax interrompido”: os riscos e coisas em jogo são, via de regra, pequenos. Não há mortes ou culminações óbvias na narrativa. A grandeza está, paradoxalmente, nos pequenos momentos. Cada breve demonstração de heroísmo pode ser — e, nesse caso, é mesmo —um fim em si mesmo.

Nunca existe um raio apocalíptico prestes a destruir a cidade, um confronto colossal que salva o mundo em uma única grande batalha definitiva. Em My Hero Academia, o planeta é salvo um dia de cada vez. A redenção vem das relações entre os personagens. Dos treinamentos. Em fazer a menor das diferenças. De grão em grão, de episódio em episódio, aprendemos junto aos estudantes da UA o que nos torna heróis.

Uma temporada ideal

Uma vez estabelecida o tom e fórmula nas duas primeiras temporadas, o terceiro ano soube magistralmente explorar a estrutura da série e colocar, sem receio, 100% do seu poder PLUS ULTRA nos pontos mais cruciais e impactantes. Antes quase cego em sua idolatria ao herói número um, Midoriya agora beira a iconoclastia, começando a definir sua própria identidade e abordagem como herói.

É por isso que sua batalha solo contra o Muscular funciona tão bem, mesmo envolvendo o resgate de apenas uma pessoa. E é por isso que, quando o All Might lhe aponta o dedo e define que “você é o próximo”, entendemos o quão literal foi a passagem de responsabilidade que veio junto ao seu poder.

Outro ponto muito positivo da terceira temporada é que os personagens secundários continuaram recebendo ótimas tramas e desenvolvimento. O elenco feminino, claro, continua liderando pelo exemplo: todas as garotas são best girls e têm suas devidas oportunidades para brilhar usando seus poderes, intelectos e sensibilidade para desarmar situações tensas.

Falando em tensão, apesar da segunda metade da temporada ser um merecido respiro depois da adrenalina dos primeiros 12 episódios, foi nela que tivemos o aguardado desenvolvimento e aprofundamento de Bakugou, talvez o herói que mais se beneficiou dos eventos deste ano. Conheço muita gente que não suportava o Bakugou e, ao fim da temporada, já dizia estar revendo sua visão sobre o herói. É sinal de um trabalho bem feito e de um desenvolvimento coerente e gratificante de acompanhar.

Por sinal, esse é um elogio que vale para a série inteira até agora: tanto os personagens heróicos como seu contraponto, o time dos vilões, estão lenta e cuidadosamente se desenvolvendo em tempo real, escrevendo suas próprias histórias dia após dia, e eu mal posso esperar pra ver o que o futuro reserva para essa galera!

My Hero Academia Temporada 3
10 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Animação incrível
  • Trilha empolgante
  • Narrativa impecável
Contras
  • Segunda metade
    um pouco lenta
Avaliação
My Hero Academia segue ladeira acima em suas temporadas: é uma melhor do que a outra! O terceiro ano foi, de longe, o mais empolgante e emocionante até agora, contando com ótimo desenvolvimento de personagens e batalhas, sem perder o foco no que interessa: a gradual construção do heroísmo. Um verdadeiro tratado sobre super-heróis. Essencial para fãs do gênero!
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Anime

Yuuna and the Haunted Springs é assombrado por clichês, mas conquista pela simpatia

Um ecchi despretensioso, mas preguiçoso

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em

Yuuna and the Haunted Hot Springs (ゆらぎ荘の幽奈さん) traz uma premissa até que bem criativa, mas não consegue evitar o festival de clichês de outros animes harém com ecchi. Ainda assim, seus pequenos momentos Slice of Life podem tornar a primeira temporada divertida para quem só quer se divertir com comédia sem pensar muito.


Veja também:


A adaptação do mangá de Tadahiro Miura, originalmente publicado na Shueisha’s Weekly Shonen Jump em 2016, teve 12 episódios ao todo. Com direção de Tsuyoshi Nagasawa, a série tem basicamente duas metades bem distintas: na primeira delas, cada episódio é composto por dois pedacinhos de 10 minutos, cada um contando uma pequena narrativa autocontida, fútil e rapidinha, com casos do dia-a-dia.

É só na segunda metade que a narrativa ganha um foco maior, o que funciona pior do que deveria, vale dizer. Em parte porque a premissa em si não foi feita mesmo para ser levada muito a sério. No anime seguimos o jovem médium Kogarashi, capaz de fazer espíritos errantes ascenderem para o próximo plano com apenas um soco. Mas não pense que ele é um Saitama ou algo assim, pois há muito pouca ação e violência por aqui.

Rotina bem repetitiva

Ao invés de lutas, o que temos é a rotina na pousada Yuragi, onde Kogarashi passa a morar com um harém um tanto exótico. O maior foco, claro, fica com a personagem título Yuuna, uma jovem estudante de passado misterioso que logo de torna a indecente colega de quarto do Kogarashi.

A maior parte da comédia, como não poderia deixar de ser, consiste em colocar o protagonista em situações sexuais extremamente desconfortáveis e constrangedoras, com os típicos acidentes de animes do gênero que desafiam as leis da física e fazem com que o protagonista sempre caia com as mãos nos seios de alguém, ou com a cara em uma calcinha.

Há poucas variações de humor, e elas ficam a cargo das “vítimas” das situações. Temos a ninja tímida Sagiri, a escritora tarada Nonko, a menina inocente Chisaki e a garota com ares felinos Yaya, todas dividindo a mesma pousada do Kogarashi. Os bons episódios são os que exploram suas personalidades e rotinas mais a fundo, o que infelizmente é raro.

Quando o anime tenta contar um arco de aventura mais longo e encorpado, como o do casamento arranjado entre Yuuna e um Deus, a narrativa beira o tédio completo. Não obstante, se você não tem grandes expectativas e só quer ver um pouco de Ecchi sem cérebro, Yuuna até que pode divertir um pouco. Mas, ecchi por ecchi, eu acho que o estúdio Xebec se saiu bem melhor em 2016 com o hilário Keijo!!!!!!!!.

Yuuna and the Haunted Hot Springs Temporada 1
6 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Funciona às vezes
    como slice of life
  • Engraçadinho
Contras
  • Muitos clichês
  • Traço pobre
  • Repetitivo demais
  • Arcos chatos
Avaliação
Yuuna and the Haunted Hot Springs até pode agradar a quem busca um pouco de ecchi descompromissado, mas falta substância e personalidade para fisgar alguém mais exigente no longo prazo. Quando uma narrativa mais encorpada chega, já é tarde demais e, para piorar, ela é bem chatinha. Ao menos há algumas historinhas de slice of life divertidas aqui e ali.
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