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Críticas

God of War leva a franquia ao seu auge

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God of War é o mais novo jogo exclusivo para PlayStation 4, lançado fisicamente e em versão digital para download em abril de 2018. O primeiro capítulo da série na nova geração de consoles promete uma reimaginação completa da franquia, mas, apesar de algumas ousadias, é um legítimo God of War 4, sob medida para os velhos fãs da série. Confira nosso review completo logo abaixo:


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Desde pequeno eu sempre tive bastante interesse em mitologia grega e nórdica. Talvez isso seja culpa do anime Cavaleiros do Zodíaco, ou quem sabe dos livros que minha avó lia para mim, mas, seja como for, o fato é que eu adoro ler e ver coisas sobre os heróis e deuses mitológicos em suas aventuras épicas.

Assim, nada foi mais natural que experimentar todos os jogos da franquia God of War assim que comprei meu PlayStation 3. Comecei minha odisseia com God of War 3, e depois zerei todos os outros jogos, até aqueles de PSP, já que tudo estava convenientemente disponível em relançamentos para o console da Sony em boas coletâneas.

Um novo (e melhorado!) Kratos

Talvez o que vou falar pareça meio estranho, considerando que eu cheguei a platinar cada um desses jogos, mas o fato é que fiquei o tempo inteiro de jogatina com uma ou duas pulgas atrás da orelha. Um tempo depois, finalmente descobri o que estava rolando: passado o deslumbre inicial com o contexto mitológico, eu realmente não gostava do Kratos.

Falar assim chega a ser um eufemismo: fora o seu design marcante, a personalidade e motivação do Kratos eram, sem dúvidas, algumas das piores que já vi em qualquer videogame. Pouco a pouco, passei a vê-lo como um brucutu chiliquento e sem noção, absolutamente incapaz de receber um pingo de empatia. Comecei a achar quase engraçada a forma infantil como o roteiro tratava sua jornada. O que começou como uma promissora trama de vingança, logo virou um arco patético cheio de banhos de sangue sem propósito.

É exatamente por isso que fiquei curioso quando a desenvolvedora Santa Monica revelou um Kratos totalmente diferente para o mais recente jogo da série: um pai zeloso e preocupado com seu filho Atreus! Parecia uma trama mais madura e interessante e, com isso, a franquia voltou ao meu radar.

Em grande parte, a ideia de renovar o personagem funciona e deu certo. Mais do que nunca, é possível compartilhar as emoções e sentimentos de Kratos ao longo do jogo. Meu único problema é que esse lance de pai traumatizado ajudando uma criança já tinha sido feito com perfeição no clássico The Last of Us, né? Mas, para ser bem justo, não dá pra punir alguém por copiar um dos melhores jogos da geração passada.

Em nome do pai…

Tal qual a jovem Ellie, o pequeno Atreus é um companheiro que se destaca não só por seus diálogos interessantes, que auxiliam na construção da trama e desenvolvimento dos personagens, mas também por tímidos auxílios durante os combates, atirando flechas nos inimigos para atordoá-los, e até liberando novos caminhos na solução de puzzles. Não é nada inovador, mas é bem coerente com a nova proposta de gameplay.

Embora o novo ângulo de câmera possa enganar em trailers e vídeos de gameplay, a verdade é que a jogabilidade não é TÃO diferente dos jogos anteriores quanto se imagina. Kratos ainda pode explorar o mapa em busca de baús com power ups, e a cada dois ou três minutos é preciso pausar a exploração para encarar hordas de inimigos em lutas frenéticas. Quanto mais Kratos acerta os inimigos, mais sua barra de raiva se enche, o que permite entrar no clássico modo espartano para detonar a galera, igualzinho a antigamente.

O que realmente muda é que os quick time events foram bem reduzidos, e colocaram várias cenas de caminhada e backtracking na campanha, algo que considerei meio tedioso no fim das contas. A principal alteração, no entanto, é que não temos mais aquelas tomadas aéreas super distantes, que tanto apareciam nos jogos anteriores. Como a câmera é quase colada nos ombros do Kratos, toda luta ganha um ar um pouco mais intimista, então é preciso estudar cada adversário individualmente. Com o perdão do clichê máximo do moderno jornalismo de games, a Santa Monica bem que tentou dar um arzinho de Dark Souls aos combates, já que eles são bem focados no timing de esquiva e contra-ataque.

O problema é que, diferente dos jogos da From Software, o ângulo de câmera de God of War não é dos melhores para esse tipo de luta, então precisaram colocar uma muleta visual meio tosca para contornar o problema: quando um inimigo está perto, ele é indicado por uma seta branca. Quando ele está prestes a atacar, ela fica vermelha. Como as lutas são repletas de pontos cegos, várias vezes você se sente lutando mais contra setinhas no canto da tela do que contra criaturas exóticas.

Lógica de beat ‘em up das antigas

Ao menos os chefões e sub-chefes possuem aquela escala grandiosa de praxe e, com isso, garantem embates memoráveis. Até dá para punir um pouco a falta de variedade de inimigos, já que, seguindo a lógica dos beat ‘em ups de antigamente, basicamente é só a skin que muda um pouco entre cada luta: temos os rivais gigantes, os porradeiros, os que atiram projéteis e coisa e tal. Conforme o jogo progride, a mesma lógica o acompanha, só mudando a cara e quantidade de inimigos em cada cenário de luta.

Bem que tentaram dar um pouco mais de profundidade à jornada com alguns elementos de RPG, como a customização e aprimoramento de armas, armaduras, runas e até tiros de flecha do Atreus. Você usa o seu dinheiro virtual (felizmente, não há qualquer sinal de microtransações por aqui!) e pontos de experiência para liberar novos golpes e se fortalecer, mas é tudo bem raso e desnecessário, no fim das contas.

O mais estranho é que ler as opções no menu mais parece um exame de vista, de tão pequenas que elas estão em sua versão atual. Espero que um patch futuro arrume isso, porque é bem inconveniente e, fracamente, é chocante que ninguém tenha pensado em arrumar o tamanho da fonte durante o desenvolvimento. Agora, se faltou capricho nisso, sobrou no quesito artístico: God of War é um jogo muito bonito, tipo, MUITO bonito mesmo. Possivelmente o mais bonito que você pode encontrar no PlayStation 4!

Há uma boa variedade de ambientes, e é tudo bem detalhado e com boa direção artística. O único lado negativo é que, como em Horizon Zero Dawn, o ambiente é meio sem vida e pouco interativo, algo que ainda parece estranho em um mundo pós-Zelda Breath of the Wild. É bizarro ver o machadinho do Kratos interagir apenas com objetos pré-determinados envolvidos na solução de puzzles, enquanto o resto do cenário parece feito de vibranium intransponível, já que quase nada é interativo.

Fechando o pacote artístico, a trilha sonora é bem legal e cheia de músicas épicas, que dão o tom certinho para a aventura. Realmente é um verdadeiro blockbuster do que diz respeito ao valor de produção e capricho aplicados no game!

Sob medida para os fãs da série

Novo God of War vai agradar os fãs das antigas

Novo God of War vai agradar os fãs das antigas

Como o jogo tem vários coletáveis e diferentes níveis de dificuldades, progressivamente mais desafiadores, quem gostou da sua premissa e estilo de gameplay vai encontrar vários motivos para revisitar a jornada várias vezes.

Já na minha visão, ainda não foi dessa vez que God of War conseguiu satisfazer plenamente a minha sede por ação e mitologia. Sem dúvidas é o melhor jogo da série até agora, mas ainda prefiro o combate técnico e eletrizante de uma Bayonetta ou DmC, e a narrativa melhor estruturada de The Last of Us. Quem sabe no inevitável próximo capítulo o jogo me agrade mais? Ao menos agora já simpatizo um pouco mais com o Kratos.

God of War (2018)
7.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Belos gráficos e trilha sonora
  • Se inspira em boas fontes
    como The Last of Us
  • Kratos está mais empático
Contras
  • Sistema de RPG raso demais
  • Câmera cheia de pontos cegos
    gera lutas frustrantes
  • Muito backtracking e andança
    ociosa
  • Letra miúda nos menus irrita
Avaliação
Apesar de seu título sem números indicar um reboot completo, God of War (2018) é um legítimo God of War 4, com referências e gameplay suficientes para satisfazer plenamente quem adorava os jogos anteriores da série. A história está mais madura e Kratos se tornou um protagonista mais interessante no processo. No entanto, o novo ângulo de câmera pode irritar em algumas lutas, e os novos sistemas de customização são bem rasos e sem propósito. Ainda assim, é um jogo essencial para os fãs da série.
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Formado na arte de reclamar, odeia a internet. Ainda assim, sua hipocrisia sem limites o permite administrar a página no Facebook, plataforma de divulgação do seu primeiro livro. Você também pode seguí-lo em @thomshoes no Twitter, mas provavelmente é uma má ideia...

Críticas

Resident Evil 2 é a melhor homenagem que o clássico poderia ganhar

Testamos o remake do clássico Resident Evil 2, lançado para Xbox One, PS4 e PCs

Publicado

em

Jogos de terror tiveram seu ápice na década de 90 e nos anos 2000, com franquias que fizeram a gente borrar as calças a cada susto tomado com games como Fatal Frame, Silent Hill e Resident Evil. Porém, no decorrer dos anos, o gênero terror foi enfraquecendo, ganhando apenas alguns jogos de destaque. Até mesmo as nossas franquias amadas tomaram um rumo inesperado, deixando de lado o terror — ou o desenvolvimento dos jogos do gênero deixou a desejar.


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Porém, nos últimos anos, o gênero terror parece estar ganhando seu brilho novamente, com a demo P.T. de Silent Hills fazendo muito sucesso, Resident Evil 7 se esforçando para entregar uma experiência mais assustadora e o recém-lançado Resident Evil 2 Remake prometendo ser um novo rumo para a franquia.

Leon já ta pronto pra entrar em Resident Evil 2

Como já disse anteriormente, Resident Evil tomou um rumo que os games acabaram tendendo mais para a ação do que um jogo de terror e sobrevivência, como havia sido feito originalmente. Mas com o lançamento de Resident Evil 7 e o remake de Resident Evil 2 a série parece estar mirando em voltar às origens. E o remake de Resident Evil 2 Remake realmente merece um destaque por toda essa re-transformação da série.

Revivendo Raccoon City

O novo lançamento da série da Capcom é uma remodelagem do clássico game Resident Evil 2 lançado originalmente para o primeiro PlayStation e o Nintendo 64. E, para manter o jogo interessante tanto para gamers que já jogaram o clássico como para novos aventureiros que não acompanharam a primeira aventura de Leon e Claire (é o meu caso), a Capcom refez não apenas os gráficos, mas também inúmeras mudanças para surpreender os dois grupos de jogadores.

A história continua basicamente a mesma: dois personagens estão indo para Raccoon City sem saber que a cidade já estava infestada de zumbis. Leon S. Kennedy é um policial novato e está indo para a delegacia para seu primeiro dia de trabalho. Já Claire Redfield é irmã do membro da S.T.A.R.S. Chris Redfield e, por conta disso, vai em busca do seu irmão (que desapareceu depois do primeiro Resident Evil). Ambos se encontram no posto perto da cidade, onde são atacados por zumbis e, após escaparem, decidem ir para a cidade para ver o que está acontecendo.

Os Cerberus voltaram para causar na sua jogatina, agora em HD!

Com gosto de nostalgia e novidade, o novo Resident Evil 2 mantém praticamente o mesmo layout dos mapas, porém inúmeras mudanças foram feitas no geral. Puzzles, por exemplo, foram totalmente remodelados, pegando de surpresa até o mais experiente dos jogadores. Por mais que o game seja um remake, é possível ser considerado um jogo completamente novo, mesmo que mantenha a mesma história de forma geral.

Falando em história, assim como no original, é possível escolher entre Leon e Claire para iniciar a aventura. Nessa primeira jornada, existem algumas diferenças mínimas entre o percurso dos dois, como as armas, por exemplo, Leon consegue a Shotgun e a Claire um lança-granadas no lugar. Eles se encontram algumas vezes durante a jornada, mas confesso que é menos do que eu esperava depois de ler muito sobre RE2.

Ao completar o modo história, você libera o modo Segunda Jornada do personagem oposto ao que você jogou, ou seja, complete a primeira aventura com Leon e libere a segunda jornada da Claire e vice-versa. Vale lembrar que esse modo, apesar de ser o mesmo cenário, é mais difícil que o normal, mudando algumas rotas e localização de alguns itens, encontrando mais inimigos e tendo munição reduzida.

Após completar esse modo, libera-se o famoso 4º Sobrevivente (4th Survivor), em que você controla Hunk, um agente secreto da corporação Umbrella que liderou uma equipe para levar William Birkin, criador do G-Virus, de volta à sede da corporação. Claro que tudo dá errado, a equipe acaba matando o cientista mas ainda coletam uma amostra do vírus. Nesse modo, você precisa apenas chegar ao ponto de extração do helicóptero para fugir da cena.

Birkin não autorizou a Claire de levar a Sherry pra longe dele!

Mas não é tão simples quanto parece, você apenas pode contar com os itens em seu inventário, não tendo saves, acesso ao baú de itens e nem mesmo encontrará itens e munições durante a missão. E, pra finalizar, completando o modo você libera a versão Tofu dele, onde você controla um Tofu gigante, membro da S.T.A.R.S. e pode utilizar apenas faca. Boa sorte!

O retorno ao horror

Resident Evil 7 veio trazendo de volta as coisas que mais amamos na franquia, como sobrevivência e o medo de se aventurar pelos corredores. Porém, mesmo não apresentando zumbis, conseguiu conquistar muitos fãs. Já o remake de Resident Evil 2 traz de volta tudo o que sentimos na época em que os primeiros títulos da série Resident Evil chegaram aos consoles. Mesmo não tendo jogado a versão original de RE2, tive a oportunidade de poder desfrutar dos outros jogos da série e, com certeza, a sensação de medo e pavor durante o jogo deve ter sido a mesma.

A sensação de jogar a versão remake de Resident Evil 2 é incrível, você fica tenso o tempo todo, a cada susto tomado e preocupado com cada bala gasta para matar ou apenas atordoar os inimigos para avançar. Durante a primeira jogatina na história do Leon, confesso que dei alguns gritos e soltei alguns xingamentos de nervoso para cenas de surpresas e inimigos inusitados aparecendo onde não foram chamados.

Claro que isso se deve a toda ambientação e clima construídos durante a jogatina. Os cenários finalmente possuem iluminação adequada para um jogo de terror, coisa que não era possível durante a geração do primeiro PlayStation. Joguei o game todo com as configurações que o próprio game indica, ou seja, nas áreas que os personagens utilizam a lanterna para iluminar o caminho, apenas o que a luz tocava conseguia enxergar, o resto era escuridão pura. Então cada grunhido do zumbi que eu não via era um novo momento de tensão.

Mr. X ta putaço por colocarem esse chapéu nele!

Além disso, vale dizer que todos os inimigos foram remodelados para poder se adequar ao novo clima retratado no remake e, para ser bem mais realista, modelaram os zumbis utilizando os próprios desenvolvedores, ficando mais tenebroso ainda. As outras criaturas, apesar de não conseguir ver tão bem os detalhes delas por estar fugindo praticamente o tempo todo, são bem assustadoras. Depois de liberar o modelo delas no modo Extra do jogo, é possível ver os detalhes das criaturas, uma mais monstruosa que a outra.

A versão do jogo que utilizamos, cedido pela Capcom, contava com os bônus incríveis como a clássica arma de Albert Wesker de sua época de líder da S.T.A.R.S., a possibilidade de aprofundar mais ainda o nível nostálgico do jogador com a trilha sonora original e novas roupas com possíveis referências à outras séries, games e até mesmo de uma versão de Resident Evil 2 1.5, game que seria o RE2 original se não fosse descartado no meio do processo de desenvolvimento e refeito com cara do RE que conhecemos.

O único ponto negativo de tudo isso é a questão de tempo de jogo. Em minha primeira jogatina, foram um pouco mais de 9 horas para completar a primeira parte da campanha, o que foi até um bom tempo de jogo. Porém, nos outros modos, ele cai para 5 horas e até menos, já que, como todo Resident Evil clássico, é questão de decorar os caminhos certos a serem percorridos e otimizar esse tempo. Mesmo contando com 3 modos diferentes, a história principal, a segunda jornada e o 4º sobrevivente, é possível completá-la de forma rápida, sobrando apenas os liberáveis que requerem mais habilidade para conquistar. Isso se deve por ser um remake de um jogo onde essa média de tempo era normal na época, mas estamos em um ano onde games e gamers estão acostumados com aqueles jogos que duram mais que isso.

Afinal, o novo modo de jogo ou o antigo?

Como disse, muitas mudanças foram realizadas nesse remake, inclusive podendo ser considerado um novo jogo, já que as mudanças foram intensas. Como era de se esperar, também a gameplay evoluiu, não contamos mais com aquela câmera fixa para causar mais pânico numa época onde a capacidade gráfica era pequena. Dessa vez, combinou a gameplay apresentada em Resident Evil 4, combinando bem com a forma de jogatina que novos jogadores possam se adaptar.

A coisa ficou feia pra Claire agora

O remake de Resident Evil 2 consegue trazer a grandeza e o peso que a franquia merece e, com relatos até de fãs da versão original de RE2, posso dizer que a Capcom é excelente em criar remakes. A história se repetiu como em Resident Evil Remake (a versão refeita do primeiro jogo da série) e, mesmo sendo mais ousados em mudar a forma de jogo de um game já conceituado no mundo gamer, a homenagem feita para esse grande clássico, com certeza, entrou na lista de um dos melhores games da série, podendo até retratar como um novo recomeço para a série, mas isso é assunto para uma outra postagem.

A experiência de poder desfrutar Resident Evil 2 pela primeira vez através do remake para mim com certeza foi mais que positiva, dando esperança para um renascimento incrível da franquia, podendo ter a mesma força que tinha durante a minha infância. Para os nostálgicos de plantão, a emoção bate mais forte ainda ao jogar essa releitura do segundo jogo, além das grandes surpresas incríveis que apenas jogando para saber.

Resident Evil 2
9.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Ótimos gráficos
  • Um verdadeiro jogo de terror
    e sobrevivência
  • Múltiplos modos de jogo
  • Nostalgia e novidades
  • Narração incrível
Contras
  • Jogo curto
Avaliação
O remake de Resident Evil 2 é uma bela homenagem feita pela Capcom que, com certeza, vai agradar tanto aos novos jogadores como aos antigos players, com direito a novos puzzles, aventuras diferenciadas da original e, ainda assim, com direito a toda nostalgia merecida.
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Críticas

Darksiders III e o outro ponto de vista do apocalipse da saga

Testamos Darksiders III, o terceiro jogo da franquia de ação publicada pela THQ Nordic com versões para PS4, Xbox One e PC

Publicado

em

Darksiders III conta uma nova história que ocorre em paralelo como segundo jogo da série e entre os eventos da primeira e da segunda parte da aventura de Guerra. Este novo game traz Cólera (ou Fury em inglês), o terceiro Cavaleiro do Apocalipse, como personagem jogável. Assim como nos outros dois títulos anteriores, ela é comandada pelo Conselho de Fogo para manter o equilíbrio entre os mundos do céu, do inferno e da humanidade.

Após os acontecimentos da primeira parte de Darksiders, Guerra foi acusado pelo conselho de ter quebrado os selos do Apocalipse e, por isso, foi mantido preso até então. O conselho, então, invoca Cólera para uma difícil missão que no passado precisou de quatro cavaleiros para ser concluída. Seu objetivo é derrotar os sete pecados capitais que foram soltos de sua prisão por alguém que até mesmo o conselho desconhecia.

Cólera e seu primeiro encontro com Ira

Nesse cenário em que ocorre a conversa entre o conselho e a cavaleira, Guerra está preso e é assim que a Cólera descobre sobre sua traição. Ao partir para iniciar sua missão, ela escuta seu irmão clamando inocência e que ela iria descobrir a verdade sobre os acontecimentos. E é assim que se inicia as aventuras de Darksiders III.

Cólera e não Fome

De acordo com a Bíblia, os quatro Cavaleiros do Apocalipse são Guerra, Fome, Morte e Peste, mas Joe Madureira, diretor de criação da série, tomou mais liberdade na hora da criação dos jogos e trocou Fome e Peste por Cólera e Conflito — sendo que este último ainda não apareceu como personagem jogável.

Cólera é acompanhada pelo seu fiel cavalo, Ímpeto, e seu poderoso chicote, as Farpas do Desprezo. Bem armada e acompanhada, ela possui uma jogabilidade bem diferente dos outros dois irmãos, a Morte e Guerra. Ela é, de fato, mais fraca que os dois, porém mais ágil, contando com sua velocidade e estratégia para lidar com os inimigos.

Dessa forma, é necessário tomar muito cuidado na hora de avançar no mapa, já que qualquer dano tomado pode ser fatal para a protagonista e o game pune muito bem os jogadores por isso. Ao morrer (e pode ter certeza que isso vai acontecer muitas vezes), você volta para o último checkpoint passado na jogatina e, muitas vezes, ele pode ser tão longe que você terá que penar para derrotar os inimigos no caminho de novo para chegar no local onde morreu.

Cólera está furiosa de tanta derrota sofrida no jogo!

Além disso, a dificuldade também implica fortemente no combate. O jogo permite quatro tipos de dificuldade: História, Equilibrado, Desafiador e Apocalíptico, sendo o primeiro o mais fácil e o último a dificuldade máxima do game. O que ela muda em questão de gameplay? Muita coisa, além dos inimigos darem um dano maior a cada nova dificuldade, podendo ter chefes que acabam com você em dois golpes no Apocalíptico, também muda a abertura de tempo de esquiva. Quanto mais difícil o jogo, menor a janela para poder realizar a esquiva perfeita, que permite um golpe de contra-ataque crítico contra o inimigo, ou seja, a sua principal arma de combate para evitar mortes e mais mortes no jogo.

Cólera conta com novas habilidades no decorrer do jogo, elementos do Abismo que vão mudando sua forma de jogar e gerando novas habilidades. Para não dar maiores spoilers, a primeira delas é a Chama Abismal, que concede à personagem a arma Correntes do Desprezo, que é utilizada em combo com o chicote, e permite novos golpes de fogo, além de resolver puzzles no mapa com essa magia.

Quem já jogou Darksiders II deve lembrar que foi implementado um sistema de RPG onde poderia realizar upgrades no personagem, nao é? No terceiro jogo também é possível realizar essa evolução. Ela é separada em três status: Saúde, que aumenta sua vida máxima; Força, que aumenta o dano físico de todos os ataques básicos com a arma primária e secundária; e Arcano, que aumenta o dano de contra-ataques em esquiva, ataques carregados, ataques de fúria e ataques na forma do Caos. Isso mesmo que você leu! Cólera também tem uma transformação assim como seus irmãos, nela é necessário acumular a barra para utiliza-la, ganhando vida e causando um imenso dano ao inimigo, além da invencibilidade temporária.

Cólera e Vigia se preparando para continuar a caça dos pecados capitais!

Mas não é só a Cólera que pode evoluir, suas armas também. Em um momento do jogo, você encontra Ulthane, um forjador que permitirá realizar melhorias nas suas armas; e aprimoramentos, que são runas colocadas nas armas para conceder bônus durante as batalhas. O máximo de upgrade que consegui realizar até o fim do jogo foi de +9, já que fica cada vez mais difícil de coletar o material para realizar o upgrade e deixar os golpes mais fortes.

E o último NPC principal que pode te ajudar é o demônio Vulgrin, personagem que retorna de Darksiders II. Diferente da sua primeira aparição, o demônio faz vendas de consumíveis, ingredientes e especiais, além de poder aumentar seu nível, tudo isso em troca das almas coletadas ao derrotar os inimigos no jogo. Sua última utilidade também são os Buracos de Serpente, que funcionam como uma viagem rápida para outros checkpoints localizados durante o jogo.

Os Sete Pecados Capitais

Como disse anteriormente, a missão da Cólera é derrotar os Sete Pecados Capitais, ou seja, Ira, Gula, Preguiça, Orgulho, Inveja, Ganância e Luxúria. Os Pecados encontram suas formas físicas no jogo e será necessário derrotar cada um deles para cumprir o objetivo e ajudar a manter o equilíbrio no mundo. Cada Pecado possui uma forma diferente, características próprias que, como o próprio nome já diz, representam sua personalidade. Por exemplo, o primeiro Pecado a encontrar é Inveja, que, além de ser o mais fraco dos Sete Pecados, é covarde e inveja todos ao seu redor.

Derrotar os Sete Pecados Capitais não é uma tarefa fácil, ainda mais em um começo de jogo com uma Cólera mais fraca e com um jogador ainda se adaptando aos comandos de esquiva que o jogo impõe. No meu caso, joguei na dificuldade Desafiador e digo logo de cara que apanhei muito desses chefes. Alguns deles até mudei de trajeto para coletar mais almas e evoluir a protagonista para acabar de vez com os miseráveis. Evoluí tanto que os últimos Pecados foram derrotados após algumas tentativas, não mostrando tanta dificuldade quanto no começo. Não sei se foi por ter evoluído uma arma em específico até o +9 ou por ter subido até o nível 51 ao fim do jogo, mas o game foi ficando cada vez mais fácil.

Anjos e Demônios (e Humanos)

Darksiders III é, até o momento, a melhor forma de se trazer um Hack’n’Slash de aventura para os games. Confesso que o gênero não tem muito apelo para mim, mas esse me prendeu do começo ao fim devido à sua trama bem elaborada (característica presente em todos os títulos da série), o gameplay que foca na perfeição da habilidade do jogador e não no nível em que ele se encontra, e a trilha sonora que aumenta e dá mais ênfase nos momentos em que a personagem vive no jogo, como as batalhas, momentos de tensão e reviravoltas que estão presentes no game.

Preguiça não quer nem levantar pra lutar, mas com certeza vai rir de você se te derrotar.

Porém, toda essa empolgação era interrompida inúmeras vezes por telas de carregamento a cada nova região que entrava. Além de demorar para carregar, podendo chegar a 10 ou 15 segundos com a tela travada, muitas vezes me deparei com momentos inoportunos para esses loadings, justamente quando um inimigo escondido ataca imediatamente ao chegar no local e aparece o loading. Como você não faz ideia de quando a tela vai destravar, o golpe já é certeiro, causando um dano em você e, caso sua situação não seja das boas, podendo até te matar. Também é possível perceber que algumas cenas do jogo possuem sua textura ainda carregando, o que faz com que o visual fique um pouco precário até tudo ser carregado completamente.

Apesar disso, Darksiders III faz um grande retorno da franquia de uma maneira esplêndida, garantindo o agrado dos fãs da série e, com certeza, conquistando novos outros que vão querer conhecer mais sobre os Cavaleiros do Apocalipse, a guerra entre os Anjos e Demônios e toda a trama que envolve a série.

Darksiders III
8 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Jogabilidade Fluida
  • Sistema de Upgrades de fácil
    entendimento
  • Progressão requer habilidade
    do jogador
  • Ótima trilha sonora
  • Ótima história
Contras
  • Texturas demoram
    para carregar
  • Travas de loading
    no meio da jogatina
Avaliação
Darksiders III traz o retorno da franquia depois de hibernar por 6 anos desde seu último lançamento. Nele, controlamos Cólera, um dos quatro Cavaleiros do Apocalipse e temos como missão derrotar os Sete Pecados Capitais com o objetivo de trazer o equilíbrio para o mundo. Novos desafios são encontrados com uma nova forma de jogar, diferente dos seus antecessores que colocarão até mesmo o jogador mais viciado da franquia penando para avançar na história.
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Críticas

Pokémon Let’s Go Pikachu e Eevee são bons aperitivos para a próxima gen

Fácil e casual demais, mas também adorável e caprichadíssimo

Publicado

em

Pokémon Let’s Go Pikachu e Pokémon Let’s Go Eevee são os novos jogos da franquia dos famosos monstrinhos da Nintendo, os primeiros lançados exclusivamente para Nintendo Switch. Unindo mecânicas da febre Pokémon Go com os ginásios, cidades e aventuras de Pokémon Yellow, o jogo consegue agradar a todas as tribos. Confira abaixo o nosso review completo de Pokémon Let’s Go!


Veja também:


Nosso canal parceiro, Aquele Cara, também fez uma análise em vídeo. Confira suas impressões clicando no link acima!

Um remake muito bom

Independente de qual é a sua geração favorita da franquia, é um fato que os primeiros jogos (Red, Blue e Yellow) ocupam um lugar especial no imaginário da cultura pop e no coração dos jogadores, não só por terem dado início à longeva franquia, mas também por serem alguns dos jogos mais legais de toda a série, com 150 monstrinhos icônicos, líderes de ginásio emblemáticos e cidades cheias de carisma.

Os jogos estabeleceram um alicerce muito forte, que serve de sustentação até hoje para os jogos da linha principal, geração após geração. Apesar deles já terem sido refeitos nas ótimas versões Fire Red e Leaf Green, o jogo Yellow ainda não tinha sido refeito, o que serviu como um pretexto perfeito para levar a série ao Nintendo Switch, onde também recebeu elementos do sucesso Pokémon Go.

O melhor dos dois mundos

O Go do título é uma óbvia referência ao jogo que a Niantic lançou para Android e iOS. Dele, vieram as mecânicas de captura, que substituem o antigo esquema de lutar contra monstrinhos até enfraquecê-los o suficiente. Desta vez, os encontros se resumem a um minigame de arremesso de pokébola, e o que determina o sucesso é a precisão da jogada e o uso de doces para deixar as criaturas mais mansas, igualzinho ao celular.

Confira no vídeo acima como capturar Meltan, o único monstrinho inédito presente em Pokémon Let’s Go Pikachu e Eevee

Este ponto acaba representando a maior polêmica do remake, já que isso acaba facilitando demais a jornada. Cada captura traz pontos de experiência para toda a equipe, que não precisa lutar e não fica cansada pelas rotas. Com isso, os encontros com treinadores rivais ficam ainda mais fáceis. Seja como for, eu, pelo menos, achei a mudança bem-vinda, pois deu uma sacudida no ritmo já bem batido dos jogos portáteis.

Temos que pegar!

Demora cerca de 20 horas para terminar a campanha principal sem correr nem explorar demais as coisas, e um pouco mais de 40h para completar a sua pokédex, já que ela apresenta um tamanho bem compacto, com os 150 originais, mais os lendários Mew e o inédito Meltan, além da possibilidade de importar criaturas de Alola do celular (mas eles não contam como monstrinhos extra na pokédex).

Um ponto negativo é que, estranhamente, as trocas entre celular e Switch acontecem em mão única. Ou seja, só dá para enviar as criaturas do celular para o Switch, e não o contrário. Isso me frustrou um pouco, porque seria legal poder usar o jogo de Switch para conseguir monstrinhos mais raros e mais fortes no meu celular.

Fazer trocas entre Pokémon Let’s Go e Pokémon Go não é um processo tão simples assim. Veja como fazer isso no vídeo acima!

Cooperativo fraco

Pokémon Let’s Go também inova na série por ser o primeiro capítulo com suporte a modo cooperativo local. O segundo jogador pode entrar na aventura a qualquer momento, e assume o controle do treinador de sexo oposto ao do protagonista. Com isso, ele participa das lutas contra treinadores rivais, o que torna o jogo ainda mais fácil, já que seu time pode atacar duas vezes por turno sempre.

Ter um segundo jogador também aumenta as chances de capturar um monstrinho selvagem quando o arremesso for feito em total sincronia. Ainda assim, esses atrativos não são o bastante para tornar o modo significativo, e parece algo mais pensado para jogar ao lado de crianças bem novas, para dar aquele sentimento de “ei, olha, eu estou ajudando muito”, mesmo que no fim das contas não esteja ajudando tanto assim.

Que venha a próxima geração!

Por mais fácil e casual que seja a jornada por Pokémon Let’s Go, ela serve como um ótimo aperitivo para os próximos jogos, ainda sem título, mas já anunciados para 2019. Algumas ideias, como poder ver os pokémon selvagens no mapa antes de iniciar a captura, ou o fofo sistema de ter um pokémon companheiro sempre sob seus ombros, parecem sacadas ótimas, que vieram para ficar. A torcida é para que outros sistemas, como o raso online, sejam lapidados no próximo game.

Seja como for, os belos gráficos e trilha sonora caprichadíssima, com belas releituras das músicas clássicas de Pokémon Yellow, já bastam para tornar Let’s Go uma compra bem interessante para quem sente saudades dos primeiros jogos e quer reviver a jornada do GameBoy em grande estilo!

Pokémon Let's Go Pikachu e Eevee
8.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • belo visual
  • nostálgico
  • músicas empolgantes
  • mecânicas criativas
Contras
  • Fácil demais
  • Co-op fraco
Avaliação
Pokémon Let's Go Pikachu e Eevee é um jogo bem fácil, casual e tranquilo mas, ainda assim, conquista graças aos seus belos gráficos e músicas. Mesmo com uma pequena pokédex de 151 monstrinhos, ainda é muito divertido pegar todos eles.
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