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Críticas

Gorillaz | The Now Now é um retorno à melhor forma

Sexto disco da banda virtual é um de seus melhores

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em

The Now Now é o mais novo álbum da banda Gorillaz (já disponível oficialmente para download e streaming no Spotify)  e prova que, mesmo em seu sexto disco, o grupo virtual liderado por Damon Albarn continua em ótima forma, ainda capaz de trazer grandes músicas misturando synth pop, soul, new wave e rock!


Veja também:


Com produção de James Ford e Remi Kabaka, o disco soa bem mais coeso e de qualidade uniforme do que o bom, porém instável Humanz. Em parte, isso se deve a uma redução no número de colaboradores, algo pelo qual a banda sempre foi bastante conhecida. O lance é que o excesso de vozes (tanto criativas como literais) de Humanz atrapalhou demais a identidade do CD anterior. Então, ao compor e gravar o material enquanto o grupo estava em turnê, Albarn conseguiu criar uma obra muito mais espontânea, natural e fluída.

Com cara de Gorillaz

Com isso, até as novas músicas que contam com parcerias soam mais redondinhas. É o caso do single Humilty, que abre o álbum em parceria com George Benson: um chiclete delicioso que, tal qual o clipe indica, é perfeito para ouvir em um dia ensolarado na praia. Como todas as faixas que se seguem, ela é um pouco trippy, atmosférica, com uma batida envolvente e bem construída.

Essa vibe alegrinha se repete em faixas com um foco maior no instrumental, com pouco ou nenhum vocal, como Lake Zurich e Tranz. Curiosamente, The Now Now também explora o outro lado da moeda e possui faixas atmosféricas e instrumentais melancólicas, o que cria um bom contraste com essas músicas e ajuda o álbum a soar mais interessante.

One Percent, Idaho e Souk Eye, por exemplo, podiam facilmente estar em um disco do Blur ou da carreira solo de Albarn, e trocam a vibe ensolarada californiana por uma fria, chovosa e cinzenta tarde londrina. É aquela melancolia (com apenas uma pitadinha discreta de otimismo) que o compositor sempre soube explorar como poucos.

Pequenos tropeços e grande triunfo

Mas nem tudo foi um acerto certeiro no disco. Hollywood, a parceria com Snoop Dogg e Jamie Principle, é uma das poucas decepções do álbum, já que em nenhum momento ela chega ao nível de genialidade esperado por nomes desse calibre. Sorcererz e Kansas também não conseguem criar uma batida tão dançante quanto gostariam, e soam mais como filler do que qualquer outra coisa.

O ponto alto de The Now Now, de longe, é a faixa Fire Flies, possivelmente uma das melhores — ou até A melhor — músicas que o Gorillaz já lançou. Ao mesmo tempo ela consegue trazer um pouco da eletrônica de Daft Punk, o funk de Toejam & Earl e a psicodelia cabeça do disco Think Tank, do Blur. É um achado de canção e, sozinha, ela já vale o disco inteiro!

As poucas faixas fracas não abalam a qualidade geral do disco e, entre tantos acertos, sem dúvidas The Now Now é um dos melhores e mais interessantes trabalhos do Gorillaz!

Gorillaz: The Now Now
9 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Mais coeso que Humanz
  • Ótimas faixas como
    Fire Flies e Humilty
Contras
  • Parceria com
    Snoop Dogg decepciona
  • Tem alguns fillers pontuais
Avaliação
Sexto álbum do Gorillaz, The Now Now mostra uma banda em plena forma. Cheio de grandes faixas (como a já clássica Fire Flies, e o ótimo single Humilty), o álbum acerta ao trazer menos participações especiais e mais faixas bem trabalhadas por toda a banda, com foco em um bom instrumental e atmosfera cheia de funk, soul, eletrônica e rock.
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Formado na arte de reclamar, odeia a internet. Ainda assim, sua hipocrisia sem limites o permite administrar a página no Facebook, plataforma de divulgação do seu primeiro livro. Você também pode seguí-lo em @thomshoes no Twitter, mas provavelmente é uma má ideia...

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Críticas

Dead Cells te deixa morrendo de vontade de jogar de novo

Um dos roguelikes mais divertidos de todos os tempos

Publicado

em

Dead Cells é um jogo indie de ação em estilo Super Metroid (me recuso a abraçar a nomenclatura Metroidvania) lançado para Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e PC (com download via steam). Com mecânicas de plataforma 2D, o título é um roguelike, ou seja, toda partida é diferente da anterior. Confira abaixo nosso review completo com prós e contras do jogo:


Veja também:


Vida e morte

No jogo desenvolvido e publicado pela Motion Twin, você comanda um grupo de células que assumem o controle de um cadáver em um calabouço (e, assim, o nome do jogo já foi explicado sem rodeios. Conveniente, não?). A ideia é desbravar diferentes ambientes progressivamente mais difíceis, cujos mapas são revelados exatamente no estilo consagrado por Super Metroid. Aliás, se você quiser entender o que tenho contra o gênero Metroidvania, é só ver o vídeo abaixo:

A navegação pelos cenários é muito agradável, já que o layout das fases é excelente, assim como a disposição dos inimigos e armadilhas. Há uma fartura de pontos de teleporte disponíveis, mas nem eles são o bastante para impedir o evento mais recorrente da jornada: a morte. pois é, esse é um daqueles jogos em que morrer de novo e de novo é parte da experiência.

Célula ou cédula?

Além de cada vida desperdiçada ajudar a aprender melhor os padrões dos inimigos, o personagem coleta células ao longo das fases para ficar ainda mais forte a cada nova empreitada. Funciona assim: entre cada nível, é possível trocar as suas células por aprimoramentos como mais pontos de vida, maior dano, melhores armas, etc.

A pegadinha é que você é obrigado a gastar as células nos intervalos entre cada nível, mas tudo que você coletar depois disso é perdido quando você morre. Isso torna a progressão e aquisição dos poderes muito legal, gratificante e com ritmo agradável. A cada nova tentativa você fica um pouquinho mais forte, e aumenta suas chances de chegar mais longe na próxima vida. No fim, acaba sendo uma ótima sacada usar as células como moeda de troca!

Roguelike de primeira

Há uma incrível variedade de itens e poderes para obter ao longo da jornada, desde armas de combate melee até diferentes modelos de arco e flecha e magias com efeitos diversos, como congelar os inimigos ou criar estações de tiro com dano constante a seus alvos. É bem legal investir na melhoria de equipamentos, o que só aumenta ainda mais a satisfação de repetir as fases, cada vez mais poderoso.

Nas cerca de dez horas que joguei de Dead Cells, o jogo ainda não apresentava sinais de cansaço em sua fórmula. Em parte pelos motivos acima, em parte porque as músicas e visual também são ótimos. Se você gosta de jogos no estilo Super Metroid ou simplesmente procura um bom jogo de ação e plataforma no gênero rogue like, Dead Cells é o seu jogo dos sonhos!

Dead Cells
9.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Gameplay viciante
  • Ótimas músicas
  • Fases bem planejadas
  • Sensação de progresso
Contras
  • Inimigos pouco variados
  • IA meio fraca
Avaliação
Dead Cells é um excelente jogo de ação e plataforma no estilo Super Metroid. Seus saltos e combates são tão gratificantes quanto o sistema de progressão em estilo roguelike. É muito bom repetir as fases várias vezes em busca de melhorias, e o jogo só tropeça na baixa variedade de inimigos com padrões de ataque não muito empolgantes.
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Críticas

F1 2018 tem um motor possante por baixo da velha lataria

Fãs de automobilismo gostarão das novidades. Pena que são poucas.

Publicado

em

F1 2018 é o novo jogo de corrida da franquia anual da Codemasters. Lançado para PC (download via Steam), PlayStation 4 e Xbox One, o título traz todos os pilotos e pistas da atual temporada, além de mais carros clássicos do que nunca, com montadoras lendárias como Lotus, Ferrari e McLaren. Confira abaixo nossa análise completa do game:

Nosso canal parceiro Aquele Cara também fez um gameplay e sua análise do jogo, que você pode ver no vídeo acima. Nele, inclusive, você confere com detalhes os carros clássicos da F1 presentes no game!


Veja também:


Mais do mesmo?

Se você jogou qualquer título da série a partir da edição 2015, já terá uma boa ideia do tipo de apresentação que o espera por aqui, o que acaba sendo um problema. Lançar uma nova edição de uma franquia anual reaproveitando as mesmas animações pré e pós-corrida (e até mesmo reaproveitando a estética dos menus do F1 2017) tira o sentimento de novidade e faz com que tudo pareça familiar demais.

Assim, caso você seja o tipo de jogador que espera ver amplas melhorias técnicas, visuais e de gameplay e já jogou o F1 2017, provavelmente é melhor deixar a edição desse ano passar e esperar mais um pouco por F1 2019. No entanto, há diversas pequenas melhorias e mudanças para quem aprecia a beleza dos detalhes ou gosta de mergulhar a fundo no gameplay.

Deslumbrante

No departamento gráfico, F1 2018 continua lindo, especialmente se você tiver um computador de ponta. Felizmente os requisitos de sistema não são dos mais parrudos, e um PC intermediário consegue rodar o jogo lisinho sem problemas. Mas só uma máquina top de linha vai conseguir tirar proveito do show de partículas e efeitos visuais.

É muito gratificante ver os detalhes presentes tanto na vegetação que cerca alguns circuitos como na caixa de brita, então jogar F1 2018 é uma experiência visual tão gratificante quanto assistir ao GP de Mônaco em uma televisão 4K: um verdadeiro colírio para os olhos! Aliás, tanto os carros da atual temporada e seus pilotos como os carros clássicos estão perfeitamente detalhados e fielmente reproduzidos por aqui.

Mais inteligente e divertido

Por mais que boa parte do conteúdo seja reciclado dos anos anteriores, com apenas alguns acréscimos mínimos aqui e ali, certamente não dá para reclamar de falta de coisas para fazer no jogo. O modo carreira, por exemplo, eu nem tive tempo de terminar, já que ele engloba nada menos do que 10 temporadas!

Elas são bem divertidas, já que o sistema de contratos foi retrabalhado com novas metas e desafios, o que estimula o progresso e desenvolvimento dos pilotos. Ter o poder de renegociar contratos permite melhorar o seu carro aos poucos e até conseguir ter pit-stops mais rápidos, o que faz toda a diferença nos níveis de dificuldade mais altos. A inteligência artificial foi substancialmente retrabalhada e, mais do que em qualquer outro jogo da série, é possível testemunhar brigas de posição entre pilotos controlados pela CPU, e movimentos mais inteligentes e realísticos por todo o circuito.

Experiência realística

Como nos jogos anteriores, o maior trunfo de F1 2018 é ser, ao mesmo tempo, profundo o suficiente para os aspirantes a mecânicos, engenheiros e pilotos, que encontram robustas ferramentas de customização dos veículos, mas também agradável para os mais leigos, que conseguirão calibrar a dificuldade a seu gosto.

É possível ligar e desligar diversos auxílios de pilotagem, como o traçado ideal na pista e frenagem automática, ou abraçar o câmbio manual e remover as assistências de aderência. Só tome cuidado para não desativar tudo de uma vez, pois o carro fica virtualmente incontrolável para alguém sem treino. Por sinal, quem joga no PC precisa investir em um joystick ou volante, já que o teclado é quase impraticável por sua falta de precisão, e certamente não é recomendável de forma alguma.

Embora a série F1 nunca tenha sido famosa por seus modos online, houve um esforço para lapidar o sistema este ano, com a promessa de que o algoritmo irá filtrar as partidas e unir jogadores com níveis de habilidade e etiqueta similares. No entanto, ao menos nas primeiras semanas de jogo, ainda não foi possível observar uma melhoria concreta. Acabei me divertindo mais com os placares de liderança nos modos de tomada de tempo, competindo com amigos e estranhos de todo o planeta pela melhor marca nas voltas.

À luz de tudo isso, consegui tirar bastante tempo de gameplay e reconhecer o potencial do jogo para agradar aos fãs de automobilismo por horas a fio, mesmo com as similaridades com edições anteriores e relativa falta de novidades.

F1 2018
8 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Modo carreira longo
  • Carros clássicos
  • Ferramentas de customização
Contras
  • Poucas novidades
  • Menus reciclados
Avaliação
F1 2018 é um simulador bem competente da categoria mais nobre do automobilismo mundial, mas peca por ser parecido demais com a edição anterior do jogo. Fãs de automobilismo irão apreciar a fartura de carros clássicos e o extenso modo carreira.
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Críticas

Sword Legacy: Omen é o RPG tático que você precisa ter na sua biblioteca

Publicado

em

Todo bom fã de RPG conhece seu subgênero tático, com grandes títulos como Final Fantasy Tactics, lançado originalmente no PSOne; e The Banner Saga, a trilogia indie que ganhou merecidamente seu espaço no mundo dos games. Está na hora de conhecer mais um game que, com certeza, vai chamar a sua atenção. Estamos falando de Sword Legacy: Omen, o RPG tático que tem que estar na sua coleção!

Lançado em setembro de 2018, para PC, Sword Legacy: Omen conta a história de Uther Pendragon, o grão-cavaleiro do reino de Mércia e pai do famoso Rei Arthur, lendário herói da távola redonda. Porém, diferente da época de seu filho, a Britania está numa época das trevas.


Veja também:


Antes da era de ouro

A narração do jogo fica por conta do poderoso Merlin, que conta os acontecimentos que tomam parte da história antes mesmo do nascimento do Rei Arthur. Merlin chega ao reino para contar a Uther sobre sua visão, na qual o reino caía e tinha início uma época das trevas. Porém, antes mesmo de Merlin terminar de contar o que previu, uma explosão ocorre no muro do reino e cavaleiros de armaduras negras invadem o castelo.

Os heróis conseguem chegar ao rei para garantir sua proteção, mas já era tarde: a princesa havia sido raptada e o Lorde de Mércia, Leof, estava morto. Ainda cercados por inimigos, Merlin e Uther fogem para garantir que saiam com vida do ataque e reúnam todas as forças possíveis para resgatar a princesa Igraine e acabar com o vilão que eles descobrem ser o lorde do reino de Wessex, o rei Gorlois.

Merlin e Uther ao chegarem na sala do trono

Os heróis de outrora

O jogo conta com oito personagens principais que decidirão o futuro da Britania como um todo. Cada um deles possui habilidades e especialidades únicas, fazendo com que cada membro seja importante durante todo o jogo. Por exemplo, Gwen, a ladra sorrateira, pode destravar qualquer cadeado em seu caminho; já Goor, o último membro da equipe e o ferreiro valente, pode desativar as armadilhas encontradas na fase.

Isso são apenas habilidades que eles podem utilizar fora de combate. Durante as batalhas, cada personagem também tem sua particularidade. Merlin, por ser um mago, possui magias como bola de fogo, teleporte, entre outras; enquanto Uther, por ser um cavaleiro de espada e escudo, tem habilidades que giram em torno de aumentar a defesa ou até mesmo defender os aliados, fazendo a função de tank.

Cada personagem começa com uma base de equipamento básica de dois dos quatro itens que são possíveis equipar. Em Sword Legacy: Omen existe um tipo de arma para cada personagem, ou seja, o mago Merlin não é um Gandalf da vida que utiliza cajado e espada.

Os equipamentos são os itens que definem o status do seu personagem, modificando pontos de vida, pontos de ação, força, defesa, e por aí vai. Dois dos slots de equipamentos devem ser preenchidos com um tipo de arma e uma armadura obrigatórias. Os outros dois espaços podem ser usados para equipar escudos, anéis, capas… enfim, qualquer item que não se encaixe nos dois primeiros espaços. Dessa forma, é possível equipar Merlin com itens de defesa alta, fazendo o mago se equiparar com Uther.

Merlin fazendo umas comprinhas com o ferreiro!

Recuperando Britania

Antes de se aventurar pelas fases e desafios que Sword Legacy: Omen proporciona, você precisa se preparar. Além dos equipamentos, que podem ser adquiridos em baús trancados nas fases, ou até mesmo com o ferreiro nas cidades que passa, é necessário evoluir as habilidades dos personagens, definir qual utilizará e assim, montar sua equipe de até quatro membros.

As habilidades têm um papel fundamental para garantir a vitória da sua equipe contra os inúmeros inimigos no caminho. Habilidades são liberadas com a utilização de pontos de renome, que você ganha cumprindo certas atividades durante a sua aventura, como executar um inimigo com golpe crítico, matar mais de um inimigo de uma vez ou completar as fases.

Com os pontos acumulados, você deve gastá-los para adquirir as suas habilidades conforme a build que você deseja para seu personagem. Elas variam entre skills passivas ou ativas e, como os pontos não podem ser resetados, confira todas elas com cautela para poder fazer a melhor combinação para cada personagem da sua equipe.

Gwen flanqueando o inimigo

Com seu time equipado e preparado, é hora de se aventurar. Como disse anteriormente, apenas quatro membros entram na aventura, e esse pode ser um dos pontos fracos do jogo. Como, por exemplo, Gwen é a única personagem com habilidade de destravar baús e portas que levam para salas que te ajudarão muito na aventura, isso a torna um personagem que você não quer fora da sua equipe. Ou até mesmo Felix, o sarcedote devoto, sendo o único curandeiro do jogo, para aqueles que gostam de jogar de modo mais seguro, isso faz com que dois espaços estejam sempre preenchidos.

Decidida a equipe, você entra no modo de exploração, no qual controla um dos personagens da equipe e vai avançando no mapa. É aqui que você pode encontrar os baús ou segredos que revelam mais sobre a história do jogo. Isso até você entrar em uma batalha.

As batalhas lembram bem o esquema de luta do jogo The Banner Saga. Diferente de definir a movimentação por ação, como acontece em RPGs táticos normalmente, você deve escolher como vai gastar os pontos de ação de cada personagem na batalha.

Vamos simular que Uther tem sete pontos de ação. Para alcançar um inimigo e realizar um ataque, ele precisa movimentar quatro espaços, gastando assim um ponto de ação por bloco andado. Chegando no inimigo, gasta mais três pontos para realizar o ataque, finalizando assim seus pontos de ação e o turno de Uther. Você realiza ações desse tipo com os 4 personagens, finalizando o turno dos heróis e, em seguida vem o dos inimigos. E a história se repete até que um dos lados caia.

Uther não brinca em serviço mesmo

A apresentação dessa jogabilidade ocorre de forma bem didática e fácil de se adaptar. Mesmo que você não entenda os detalhes dela logo de cara, não demora muito para dominar bem os truques que Sword Legacy: Omen oferece em seus campos de batalha. O maior desafio é evitar perder os personagens e otimizar as lutas da melhor forma possível. E não se preocupe caso um herói seja derrotado, ele ficará inativo para a próxima batalha, com o status “ferido”, podendo ser utilizado em batalhas futuras.

O fim da era das trevas

Com certeza, Sword Legacy: Omen é um jogo que você precisa e deve conhecer, sendo grande fã de RPG tático ou das histórias que acercam Rei Arthur e seus grandes feitos com a Távola Redonda.

Isso me soa familiar …

Ele pode não ser o jogo perfeito, mas possui uma história que te prende do começo ao fim, com personagens com características e personalidades únicas, dando mais profundidade à história e na dimensão de jogabilidade dentro do jogo.

Sword Legacy: Omen
8.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Fácil jogabilidade
  • História bem desenvolvida
  • Personagens bem elaborados
  • Dificuldade equilibrada
Contras
  • Necessidade de utilizar
    um mesmo personagem
    em todas as fases
Avaliação
Sword Legacy: Omen é um RPG tático que apresenta uma boa história com personagens imersivos, trazendo os melhores elementos que os fãs gostam no gênero.
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