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Little Witch Academia: vol. 1 do mangá da JBC é tão divertido quanto o anime

Um dos melhores lançamentos de mangá em 2018

Publicado

em

Este mês a editora JBC colocou nas bancas de todo o Brasil o volume 1 do mangá Little Witch Academia, a adaptação do querido anime do estúdio Trigger e de Yoh Yoshinari. Em quadrinhos, a adaptação ficou a cargo de Keisuke Sato, que conseguiu replicar muito bem o clima de magia, humor e aventura da obra original.


Veja também:


O lançamento da JBC conta com 176 páginas (mais 8 coloridas) ao todo e tem preço de capa de R$ 16,90, um valor bem justo e coerente com a qualidade do material. Com classificação livre, a leitura tem potencial para agradar absolutamente todas as demografias, já que os temas que aborda ressoam facilmente com qualquer um que goste de uma boa aventura, não importando sua idade ou gênero.

Bem-vindas à Luna Nova!

Como bom volume inicial, aqui vemos os primeiros passos da história de Atsuko “Akko” Kagari na Escola de Magia Luna Nova, então não é preciso ter qualquer conhecimento prévio sobre a franquia para se divertir e entender toda a trama.

A jovem aspirante a bruxinha quer dominar a magia desde que viu uma apresentação da famosa bruxa Shiny Chariot. No entanto, ela ainda não tem poderes de bruxa (sequer consegue controlar uma vassoura!) e, por isso, fica no alvo e sob constante pressão de suas colegas de classe, sofrendo até um pouco de bullying por não vir de uma linhagem tradicional.

Felizmente, também há muitas pessoas gentis dispostas a ajudar Akko em sua jornada, e aqui podemos testemunhar como ela conheceu suas melhores amigas Lotte Yanson e Sucy Mambavaran. É claro que, pelo caminho, o trio já enfrenta várias confusões, como ficar perdidas na Floresta Arcturus e quase se atrasar para o primeiro dia de aula, mas essa é justamente a graça da trama.

Ao fim do mangá, há um pequeno posfácio engraçadinho e um guia de personagens de duas páginas com artes conceituais das três heroínas principais, o que não deixa de ser interessante, especialmente para quem está treinando desenhos em casa. Com uma boa qualidade de papel. uma história super divertida e traço primoroso, Little Witch Academia já é um dos melhores lançamentos de mangá do ano!

Little Witch Academia 1 (JBC)
10 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Valor justo
  • História cativante
  • Ótimas ilustrações
Contras
  • Não há
Avaliação
Little Witch Academia é um dos animes mais legais disponíveis no catálogo da Netflix nacional, mas você também pode viver todas as suas aventuras neste mangá caprichado lançado pela Editora JBC! Com preço justo, o material traz ótimo papel, tradução, traço e história, e é um prato cheio para quem ser um livro cheio de magia, aventura e bom humor!
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Formado na arte de reclamar, odeia a internet. Ainda assim, sua hipocrisia sem limites o permite administrar a página no Facebook, plataforma de divulgação do seu primeiro livro. Você também pode seguí-lo em @thomshoes no Twitter, mas provavelmente é uma má ideia...

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Críticas

Castlevania Requiem traz o melhor da série para o PS4

Dois jogos clássicos em um pacote extremamente nostálgico

Publicado

em

Bem a tempo da chegada da segunda temporada do anime de Castlevania na Netflix, a Konami lançou a coletânea Castlevania Requiem: Symphony of the Night & Rondo of Blood, exclusivamente por download na PlayStation Store do PS4. Confira logo abaixo o nosso review completo sobre o game e descubra se vale a pena jogar!


Veja também:


Inspirada na coletânea Castlevania: The Dracula X Chronicles do PSP, a nova versão traz, obviamente, os jogos Castlevania Symphony of the Night, lançado originalmente para SEGA Saturn e PlayStation em 1997, e Castlevania Rondo of Blood, lançado em 1993 para PC Engine CD. Por ser baseada no jogo de PSP, a coletânea traz vozes e textos diferentes do game clássico, o que é um pouco triste pois, apesar das vozes melhoradas, perdemos memes e falas marcantes como “What is a man? A miserable little pile of secrets”. E nunca é legal perder um meme assim de bobeira…

Veja no vídeo abaixo dicas para te ajudar a platinar Castlevania Requiem no PS4, começando pelo troféu de prata Vampire Killer, postado no nosso canal parceiro Aquele Cara

Clássicos atemporais

O bom desse pacote é que ele traz o melhor de dois tipos bem diferentes de Castlevania: de um lado temos Rondo of Blood, um dos mais caprichados e desafiadores títulos de plataforma 2D, praticamente a perfeição do estilo consagrado pelos primeiros Castlevania de NES.

De outro, Symphony of the Night começa a era dos Metroidvanias (nomenclatura da qual eu discordo, como explicado detalhadamente no vídeo abaixo. Prefiro chamar de gênero “Super Metroid”), com seu mapa único e bem integrado por atalhos, segredos e power ups espalhados pelo cenário, com direito a levíssimas mecânicas de RPG, como equipamentos e sistema de níveis para evoluir atributos.

Entenda neste vídeo a razão pela qual eu me recuso a usar a nomenclatura Metroidvania, preferindo chamar de “gênero Super Metroid”

São dois jogos clássicos muito queridos pelos fãs e, se você aceitar que é só isso que está buscando para sua vida, então Castlevania Requiem certamente saciará suas vontades. No entanto, quem busca algo a mais pode se frustrar, já que não há extras ou novidades significativas no pacote.

Só faltaram extras

Compare com as coletâneas de Mega Man ou Street Fighter lançadas nesta geração, por exemplo. Além de contarem com muito mais jogos, a Capcom encheu os cartuchos e discos com extras, curiosidades e um verdadeiro museu digital cheio de artes oficiais, conceituais e trilha sonora oficial, o que valoriza bastante a compra.

O tutorial acima ensina como pegar o troféu de bronze The Young Huntress em Castlevania Requiem, obtido ao resgatar a Maria

Aqui, a Konami trilhou o caminho mais rápido e simplesmente colocou os jogos em um único, feioso e preguiçoso menu inicial. De novo mesmo, só o fato do barulho dos itens sair do Dualshock, o que é mais inconveniente do que qualquer coisa. O suporte a resoluções altíssimas é bem-vindo, mas não importa tanto quando levamos em conta o tamanho das molduras que cercam os jogos originais.

E que venha mais Castlevania!

Seja lá como você for jogar, com ou sem filtros de imagem para emular televisores antigos, o fato é que os jogos possuem uma resolução baixíssima, então chega a ser contraprodutivo usar uma tv 4K para esse tipo de jogo. Não que eu esteja reclamando do suporte a isso, pois ele é bem-vindo e conveniente, só acho que oferecer molduras preguiçosas e filtros básicos é muito pouco para a grandeza desses jogos incríveis.

No vídeo acima você confere como resgatar a Tera e dicas para acessar a rota secreta que leva ao nível 3′ de Castlevania Rondo of Blood

E põe incríveis nisso! Por mais que se possa reclamar da simplicidade da coletânea, o fato é que ela oferece dois clássicos atemporais por um preço módico. Títulos obrigatórios não só para os fãs de Castlevania como para quem quer (re)descobrir o melhor que a plataforma 2D tem a oferecer nos videogames. Tomara que o sucesso do anime e de Requiem estimule a Konami a lançar mais e mais jogos de Castlevania.

Castlevania Requiem
8.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Dois clássicos reunidos
  • Trilha sonora matadora
  • Preço justo
Contras
  • Faltam extras
  • Poderia incluir mais jogos
  • Cadê meu "What is a man"?
Avaliação
Castlevania Requiem Symphony of the Night Rondo of Blood, como o próprio nome indica, reúne dois dos melhores e mais cultuados jogos da série. Seu preço acessível justifica a compra para fãs nostálgicos ou curiosos de plantão, mas seria legal que o pacote trouxesse mais extras ou conteúdo inédito.
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Críticas

Red Dead Redemption II retrata o Velho Oeste de 1899 com perfeição

Testamos Red Dead Redemption 2, o segundo jogo da franquia de Velho Oeste da Rockstar Games, desenvolvedora da série GTA

Publicado

em

John Marston é um antigo pistoleiro fora da lei que, após ser abandonado em um assalto e deixado para morrer pela sua antiga gangue liderada por Dutch Van der Linde, larga a vida de bandido. Junto de sua família, sua esposa Abigail e seu filho Jack, John decide viver uma vida pacata e sossegada. Porém, agentes do governo prendem sua família e o ex-pistoleiro se vê obrigado a acabar com sua antiga gangue para salvar sua esposa e filho. Todos esses acontecimentos ocorrem no primeiro jogo da série, Red Dead Redemption, lançado em 2010 para Xbox 360 e PlayStation 3.


Veja também:


Porém, muitas histórias não foram contadas no primeiro game e por isso, a Rockstar Games trouxe agora o segundo jogo da série que, mesmo sendo nomeado de Red Dead Redemption 2, não é exatamente uma continuação. RDR2 é, na verdade, um prelúdio dos acontecimentos do primeiro game, mostrando a vivência de John Marston — mas pela perspectiva de um outro parceiro da gangue, Arthur Morgan.

A gangue de Dutch

Após um assalto que deu errado em Blackwater (sim, a mesma cidade que tem no primeiro game), o bando de Dutch vê necessária uma fuga para o norte, fugindo das autoridades e deixando alguns membros para trás, presos ou mortos. Eles são obrigados a atravessar uma nevasca para sobreviver e passam dias presos por conta disso. Após o fim dessa neve toda, eles decidem ir para a região de Heartlands, procurar um lugar onde seu bando possa ficar sossegado e sobrevivendo. E o game abre a partir desse momento, em que você pode visitar qualquer um dos lugares do imenso mapa do jogo.

Controlando Arthur Morgan, você tem a missão de cuidar do acampamento e cumprir as missões dadas pelos companheiros do grupo. Então prepare-se para levar as moças para a cidade para coletar informações de possíveis golpes e assaltos para realizar, ou até mesmo caçar animais para garantir a sobrevivência do pessoal. E isso conta muito para a sua moral com a gangue. Os dois primeiros capítulos de Red Dead Redemption 2 não passam de um grande tutorial sobre como jogar o game, então é possível considerar que o jogo realmente começa a partir do capítulo 3.

Um Velho Oeste cheio de detalhes

É claro que eu vou começar o review pelos inúmeros detalhes trazidos por Red Dead Redemption 2, mostrando que este segundo jogo é uma evolução gigantesca em relação ao primeiro game, lançado em 2010. Vamos começar pelas coisas mais óbvias: as atividades. Como comentei anteriormente, Arthur pode exercer inúmeras funções para ajudar o acampamento, mas de forma geral ela gira em torno de quatro pontos principais: comida, medicamentos, dinheiro e armamento.

Existem mil formas de dar esse suporte em cada um dos pontos citados. Vamos pegar a parte da alimentação, por exemplo. Você pode optar por caçar os animais, escolhendo entre as inúmeras espécies espalhadas pelo imenso mapa do jogo, podendo pescar peixes, comprar as carnes prontas já do açougueiro etc.

Caçar requer um cuidado maior para que a peça seja melhor aproveitada. Ou seja, ao encontrar a sua presa, é necessário analisá-la para descobrir qual é a melhor arma para realizar o abate, sem prejudicar as partes do animal. Além disso, é preciso procurar acertar em lugares críticos para que o animal não sofra e não prejudicar a qualidade da pele, carne ou qualquer outro item que ele possa dar.

Além da caça para alimentação, existem animais que são nomeados como lendários dentro do jogo. Eles são animais únicos que é necessário uma série de pré-requisitos para conseguir encontrá-los e abate-los. Primeiramente, é necessário encontrar o local da tal criatura, não há marcação nem indicação em lugar nenhum, então nada que uma boa explorada para que o game indique que você chegou no local certo. Chegando lá, basta encontrar os rastros do animal até encontrá-lo e caçá-lo. Eles são criaturas muito mais fortes que o comum, mas dão bônus exclusivos que fazem valer todo o trabalho da caçada. Então fique de olho e se arme bem quando for encontra-los.

As montarias são basicamente cavalos, como já acontecia no primeiro jogo. Você precisa aumentar o vínculo com a criatura para tirar o melhor proveito do seu animal. Para tal, é necessário cumprir certas missões logo no começo do capítulo 2 para liberar o estábulo, onde você pode cuidar do seu azarão e garantir o melhor para ele. O vínculo entre o personagem e o animal vai até o nível 4, e cada nível libera novas habilidades que o cavalo pode realizar, como empinar, responder aos assovios, e por aí vai.

Uma curiosidade que não poderia ficar de fora: os cavalos possuem órgãos genitais em RDR2, e eles reagem de acordo com o clima do ambiente. Ou seja, no frio a parada encolhe. A Rockstar se preocupou com tantos detalhes durante o desenvolvimento do jogo que até coisas desse nível não passaram batido pela equipe — e muito menos pela internet.

As pessoas nas cidades também devem ser mencionadas aqui. Elas possuem um nível de inteligência artificial incrível. As cidades são bem detalhadas, com estalagens, bares, açougues, lojas de armas, e cada cidade pode possuir algum tipo de loja diferente da outra.

Por ser um bandido, você pode assaltá-las. Mas lembre-se que a moral baixa em certas regiões faz com que os preços dos produtos aumentem. Durante esse assalto, se você machucar os habitantes mas poupar sua vida, eles aparecem no dia seguinte com faixas para tratar as feridas que você causou.

Outra coisa que os NPCs fazem é reparar nas roupas e nas ações de Arthur. Se o protagonista está imundo, eles vão comentar, assim como caso você fique seguindo algum deles ou fique muito próximo, eles ficam incomodados, podendo até iniciar um tiroteio por conta disso. Os NPCs também cuidam uns dos outros, a ponto de um cidadão defender outro mesmo você não interagindo com ele.

Eu poderia ficar aqui escrevendo todos os detalhes que percebi durante o jogo, porém creio que o que foi dito aqui já passa a ideia de complexidade que o mundo de Red Dead Redemption 2 apresenta para os jogadores.

Missões e mais missões

Assim como seu antecessor, as missões em Red Dead Redmption 2 podem ser divididas de duas formas: principais e secundárias. A primeira é marcada no mapa na cor amarela e completar essas missões dará continuidade à história do game. Já a segunda é representada no mapa com a cor branca, que presenteiam o jogador com ótimos bônus que auxiliam muito na missão principal. Mas não para por aí, o jogo não lida apenas com esses dois tipos de missões.

Durante a exploração do mapa, inúmeros eventos podem cruzar o seu caminho, e basta você ficar atento ao mapa para percebe-los. Muitos deles são mais fáceis de identificar, pois sempre aparece alguém falando e a legenda entra em destaque na tela. Normalmente, elas aparecem como uma bola cinza clara no mapa, mas nem dão bônus.

No trajeto de uma cidade para outra, encontrei um cidadão que estava sofrendo, dizendo que havia sido picado por uma cobra. A complexidade da missão não chegou ao ponto de precisar ir criar um soro com o veneno da cobra, e uma medicina ou sugar o veneno da área picada já resolveria o problema. Momentos depois, o mesmo personagem me chama na cidade, aleatoriamente, e agradece por ter salvado sua vida, oferecendo-me qualquer item da loja que ele está sentado em frente. Nesse caso, para mim, foi uma loja de armas, mas já encontrei outro caso similar e no fim me levou para a loja de roupas.

Como eu disse anteriormente, algumas delas são apenas para narrativa, como o caso de brigas que você encontra na rua e pode apenas assistir sem receber nada em troca. Como não tomei partido num caso desses, não sei informar se era possível interferir e ganhar algum prêmio nesse tipo de missão. Mas só de acompanhar esses eventos já era gratificante, pois me fazia sentir visitando um mundo realmente vivo e em constante movimento.

O maior pistoleiro do Velho Oeste

Red Dead Redemption é um jogo imenso. Os mapas demoram muito tempo para serem percorridos, a variedade dos animais nos campos é gigantesca, a qualidade da inteligência artificial dos NPCs é surpreendente. Tudo teve sua evolução e isso é apenas uma fração das coisas que Red Dead Redemption 2 traz como melhorias, conceitos aprendidos tanto em seu antecessor como em GTA V, que até hoje recebe atenção da Rockstar e constantes atualizações.

Uma das novas evoluções que merece destaque é a mecânica do Red Eye. Ela é uma habilidade que faz com que tudo fique em câmera lenta, permitindo miras mais precisas nos oponentes ou até mesmo marcar os adversários para disparar tiros automáticos. Ela também é utilizada nos duelos entre os pistoleiros.

Diferente do primeiro game, em que era necessário preencher uma barra a cada ponto crítico marcado, essa é literalmente quem saca mais rápido. Você precisa segurar o botão de gatilho para encher a barra da mira, em seguida apertar novamente para sacar a arma e, por fim, apertar uma última vez para atirar. O tutorial não é bem explicativo, mas com o tempo você pega o jeito disso.

O importante é que em grande parte dos duelos você pode desarmar o oponente, atirando na mão que segura a arma. Mas isso não é sempre possível, já que algumas missões impedem esse acontecimento, sendo necessário matar seu inimigo.

Com todas essas variedades e imersão possíveis dentro de Red Dead Redemption 2, o game com certeza te prenderá por muitas horas de jogatina, isso apenas na versão single player. A prometida versão multiplayer online, que consta a informação no box com sessões de até 32 jogadores, ainda não está disponível, mas já abre nossas mentes para o que pode ser um dos maiores jogos multiplayer já feitos até hoje para consoles, superando até mesmo o GTA V.

Mas nem tudo é um mar de rosas, como disse, a atualização de Multiplayer ainda não existe no game, da mesma forma que fizeram com GTA V, o que deixa a gente ansioso para o que esta por vir. E, claro também, jogos grandes como esse possuem bugs, alguns deles podem atrapalhar levemente a jogatina. Durante a minha análise, encontrei alguns bugs do cavalo andando para o lado do nada durante as trotadas nos campos ou até mesmo Arthur sacando a arma sem necessidade e sem eu apertar o botão para isso. Isso me fez apontar a arma para pessoas inocentes sem que eu quisesse, já que não tinha percebido a arma sacada.

O game com certeza vai concorrer ao prêmio de jogo do ano junto com God of War e, definitivamente, é um jogo que receberá muitas atualizações no decorrer do tempo. Red Dead Redemption 2 ainda tem muitas cores para mostrar e muito charme para ser descoberto e, com toda certeza, vale a pena se aventurar nas planilhas do Velho Oeste para descobrir cada novidade que a Rockstar se deu o trabalho de nos entregar.

Cópia de Red Dead Redemption 2 cedida pela Ecogames.

Red Dead Redemption 2
9.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Nível absurdo de detalhes
  • Inteligência artificial
    espetacular
  • Controles fluidos
Contras
  • Alguns bugs
  • Falta do multiplayer
    (por enquanto)
Avaliação
Red Dead Redemption 2 é um game que precede a história do primeiro jogo, trazendo as aventuras do bando de Dutch do qual John Marston e Arthur Morgan fizeram parte. RDR2 apresenta um universo cheio de detalhes, trazendo o game bem próximo da realidade, o que com certeza fará você gastar horas e horas para descobrir cada ponto novo feito para esse jogo.
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Críticas

NBA 2K19 renova (um pouquinho) a franquia de basquete da 2K Sports

Jogo resolve problemas da versão anterior mas ainda peca em certos aspectos

Publicado

em

Depois do bastante criticadoainda que bastante divertido — jogo anterior, NBA 2k19 chegou às lojas em setembro com a missão de renovar e elevar novamente o patamar da franquia com melhorias e adições aparentemente baseadas no feedback recebido após o lançamento da versão do jogo lançada em 2018.


Veja também:


Com versões para Xbox One, PlayStation 4, PC e Nintendo Switch, NBA 2k19 se esforça para corrigir alguns erros do passado e entregar uma experiência de simulação de jogos da NBA, a famosa liga nacional de basquete norte-americana, muito mais sólida e polida.

Se você se interessa por jogos de esportes, mais especificamente por simuladores de basquete, muito provavelmente percebeu que a 2K Sports focou bastante a publicidade de NBA 2K19 no MyCarreer, o modo carreira do jogo.

A empresa investiu pesado no que pode ser considerado o “modo história” ou até mesmo “campanha principal” do game, trazendo nomes de peso como Anthony Mackie (o Falcão, de Vingadores: Guerra Infinita), Haley Joel Osment (o garotinho de O Sexto Sentido hoje mais conhecido como a voz de Sora, de Kingdom Hearts) e Ricky Whittle (o protagonista Shadow Moon de Deuses Americanos/American Gods) interpretando personagens que interagem e influenciam a carreira de A.I., o personagem principal controlado pelos jogadores no modo carreira.

Este modo de jogo tem duração de cerca de cinco horas e, diferente do que foi entregue no game de 2018, traz uma história bastante interessante sobre um rapaz (A.I.) que sonhava em jogar na NBA mas não conseguiu ser escolhido para nenhum time. O jovem acaba indo parar na China, onde jogou por um tempo até ser abordado por um olheiro (o personagem de Anthony Mackie) e, então, entrar em uma jornada de volta aos Estados Unidos rumo à NBA.

Pessoalmente achei a trama do MyCarreer de NBA 2K19 muito mais interessante e bem elaborada do que a de NBA 2K18, que tinha história um tanto chata e personagens rasos e irritantes. A versão de 2019 do game da franquia da 2K Sports nos apresenta a personagens carismáticos, aliados e antagonistas que parecem pessoas reais, com motivações críveis.

NBA 2K19 nos permite criar um personagem do zero, escolhendo desde características físicas (como cor e formato dos olhos, cor de pele, tamanho e corte de cabelo) e, é claro, os atributos do personagem nas quadras. Por falar em quadras, NBA 2K19 nos apresenta uma nova vizinhança (Neighborhood), muito mais fácil de navegar com tudo concentrado em um imenso quadrado. As lojas e demais pontos de interesse (como ginásios de treinamento e barbearia, entre outros) no entorno da vizinhança, enquanto as quadras para partidas de rua agora estão bem no centro do local.

Embora boa parte da publicidade do jogo tenha sido focado no (provavelmente caro) modo carreira, NBA 2K19 brilha também em outros modos de jogo. Para ser mais preciso, o que não falta em NBA 2K19 são diferentes modos de jogo. Temos desde o tradicional “Play Now”, no qual você escolhe um time e o adversário para uma partida única; o NBA Today, que permite aos jogadores simularem partidas reais que estejam rolando na NBA; o MyLeague, no qual o jogador segue um período de 80 anos jogando e gerenciando seu time; e muito mais; além do MyTeam, o mais apagado dos modos de jogo que depende demais de VCs.

Algo bastante criticado no jogo de 2018, as microtransações infelizmente estão de volta em NBA 2K19. Tudo no jogo gira em torno dos VCs, a moeda virtual (Virtual Currency) do game. Então você vai precisar de VCs para todo o tipo de ações, desde comprar novas roupas para ostentar nas partidas do Pro-Am com seus amigos até aprimorar seu personagem, aumentando seus atributos. Sim, em NBA 2K19 você ainda depende de VCs para melhorar o desempenho do seu personagem nas quadras.

Embora a prática de microtransações nos jogos seja mais do que questionável, principalmente nos níveis praticados pela 2K, a boa notícia é que NBA 2K19 oferece uma porção de diferentes formas de conseguir as cobiçadas moedinhas virtuais. Além do dinheiro virtual recebido ao jogar partidas de basquete, é possível ainda ganhar VCs em eventos in-game, como apostas em resultados de jogos reais da NBA; rodas da fortuna; torneios contra outros jogadores em diferentes modos de jogo e, ainda, usando o aplicativo acompanhante MyNBA, que recompensa jogadores com até 500 VCs diariamente. Além disso, dá pra usar dinheiro real para adquirir VCs, mas aí vai da saúde financeira de cada um.

Então é preciso reforçar que, embora o jogo ainda gire em torno de microtransações, é um pouco mais fácil conseguir VCs para executar ações em NBA 2K19 do que era no título anterior, o que por si só já é um avanço em tanto na direção certa.

Outras mudanças significativas estão na qualidade gráfica do jogo, que agora traz visual mais detalhado, além dos diversos probleminhas vistos no game anterior, como bugs e desbalanceamentos, que agora estão resolvidos ou ao menos são muito menos gritantes.

Porém, o jogo ainda parece muitas vezes focar simplesmente em jogadores já familiarizados com as mecânicas da série NBA 2K, oferecendo pouco auxílio e instruções para jogadores novatos. Isto pode ser solucionado no tutorial do jogo, mas não resolve o problema de NBA 2K19 ser um jogo que pune demais os jogadores, o que muitas vezes tira bastante o entusiasmo de tirar uma noite para jogar algumas partidas de basquete virtual.

No modo MyCarreer, por exemplo, enquanto acertos (como cestas de dois ou três pontos e passes certeiros) rendem um ligeiro aumento na barra de desempenho do jogo, errar um passe, permitir ao adversário marcar quebrar a sua defesa ou não acertar uma cesta muitas vezes diminuem demais o total da barra de desempenho de maneira completamente desproporcional.

Posso dizer que não sou nenhum novato em NBA 2K e mesmo assim muitas vezes me peguei caindo de desempenho A para C+ ou até mesmo D+ por conta de algumas sequências de erros bobos, embora no geral tenha claramente jogado uma boa partida. Em algumas ocasiões a vontade era de desligar o videogame ou só fechar o game e jogar outra coisa. Esse desbalanceamento na contagem de desempenho acaba impactando negativamente na promissora nova funcionalidade, o Takeover.

Esta nova adição contabiliza o desempenho do jogador na quadra, aumentando a barrinha de Takeover de acordo com o sintonia do time. Quando boas jogadas são efetuadas, a barrinha de Takeover aumenta, e se preenchida completamente concede ao jogador um bônus em todos os atributos, permitindo “controlar a quadra” com mais facilidade.

O boost nos atributos tem duração limitada, mas se ativado, mesmo que por um curto espaço de tempo, pode ser a chave para vencer a partida. Mas assim como na barra de desempenho, a barra pode cair drasticamente se o jogador cometer muitos erros na partida. Então não espere preencher completamente a barra de Takeover com muita frequência.

Parte do “problema” da perda de pontos de desempenho nas partidas pode se dar por conta da melhoria da defesa em NBA 2K19. Se você jogou o game de 2018 e este novo de 2019, vai perceber que que a defesa dos times parece mais reforçada, com jogadores não raramente tomando a bola durante dribles ou defendendo a cesta quando os pontos já pareciam garantidos.

Esta melhoria da defesa torna os jogos um pouco mais realistas e adiciona uma camada extra de desafio a cada partida, mas também pode ser um ponto negativo para jogadores novatos. Algo que também pode ser um ponto bastante negativo pra muita gente é a falta de dublagem ou até mesmo apenas as legendas em português, o que tem potencial para afastar jogadores que não estão habituados com a língua inglesa. Some isso ao fato de os menus serem bastante complexos, cheios de linguagem técnica, e pronto: você dificulta a vida de uma porção de potenciais jogadores.

NBA 2K19 continua mostrando que a 2K Sports vem se esforçando cada vez mais para entregar não apenas um jogo de basquete, mas uma experiência de simulação de jogos da NBA. Não apenas pelos modos de jogo, times e seus respectivos elencos, mas também pela praticamente perfeita narração, caracterização dos jogadores e os tradicionais pre-shows, os “programas” que rolam durante alguns loadings com comentários pertinentes, informativos e muitas vezes bastante divertidos.

No geral, NBA 2K19 é uma melhoria gritante para os jogos da franquia de basquete na 2K Sports. Não é um jogo perfeito e ainda depende fortemente de microtransações, mas as novidades e correções em relação ao título anterior mostram que a 2K pode estar no caminho certo para entregar a melhor experiência de NBA para videogames.

NBA 2K19
8 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Visual caprichado
  • Muitos modos de jogo
  • Trama do MyCarreer
  • Mais balanceado que
    o jogo anterior
Contras
  • Microtransações
  • Punição desproporcional
  • Sem localização para PT-BR
Avaliação
Visivelmente superior ao game de 2018, NBA 2K19 se mostra um verdadeiro avanço para a franquia da 2K Sports — mas ainda está longe de ser perfeito
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