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Críticas

Mario Tennis Aces | Um retorno em grande estilo

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Não há duvidas de que Mario Tennis Ultra Smash no Wii U foi algo feito às pressas para preencher o calendário nos meses finais do console. Por mais que o gameplay fosse sólido, a única inovação (o Mega Mushroom) era a parte mais frustrante das partidas e a falta de variedade e modos tornava a experiência rasa. Mas claramente os esforços da Camelot em Ultra Smash não foram em vão: Mario Tennis Aces no Nintendo Switch claramente importa bastante de seu DNA, mas responde à diversos pedidos dos fãs e críticos, criando um dos melhores jogos de esporte do Mario da última década.

 

Pequenas mudanças de grande impacto

O esqueleto da franquia se mantém presente aqui: diferentes combinações de botões resultam em retornos da bola em estilos diferentes (flat, topspin, lob ou drop-shot), e estes ainda podem ser modificados ao segurar o direcional para a esquerda ou direita, adicionando o efeito correspondente à bola. Mas em cima dessas mecânicas, Camelot adicionou um novo elemento que muda completamente o ritmo e a estratégia das partidas de tênis: Zone Energy.

Essa energia, adquirida ao retornar a bola para a quadra do oponente, pode ser gasta de três maneiras: Zone Speed (diminuindo o tempo, para facilitar alcançar a bola), Zone Shots (um retorno com ultra-precisão graças a uma câmera em primeira pessoa) ou, ao custo da barra inteira de energia, Special Shots (Ataque especial do personagem, que além de funcionar como Zone Shot, acerta a bola onde ela estiver). Existem também os Trick Shots, que permitem que o jogador alcance bolas distantes e ganhe energia, mas requisitam grande precisão para executar, correndo o risco de perder a bola.

Zone Shot do Mario em ação; com pouca energia DK terá dificuldades em defender

Atrelada à mecânica de energia, também está a vida da sua raquete, pois, caso tente rebater um poderoso Zone Shot e não o faça no momento exato, a bola será retornada mas sua raquete levará dano. Receba o dano de três Zone Shots (ou um único Special Shot) e a raquete quebrará, dando o ponto para o oponente. Esgote a suas raquetes (duas por partida) e você automaticamente perde o jogo.

As mudanças nas mecânicas base de Mario Tennis não só adicionam uma nova condição de vitória (via KO por falta de raquete), mas adicionam também um elemento estratégico de gerenciamento de recursos. Por exemplo, ao receber um Zone Shot do oponente, o jogador tem poucos segundos para decidir entre utilizar da sua energia para diminuir o tempo e rebater na hora certa, ou então correr o risco de danificar sua raquete e rebater sem diminuir o tempo, conservando assim sua energia para contra atacar com seu próprio Zone Shot.

Ao contrário de Power Tennis, os Special Shots não são vitória garantida e têm o mesmo efeito para todos os personagens. Só mudam as excelentes animações que os precedem.

Aventura curta, mas carismática

As novas mecânicas são fáceis de se compreender, mas difíceis de se adquirir maestria. Por isso, o modo Aventura é uma ótima adição. O modo é inegavelmente curto e limitado: são cerca de 4-6 horas, não há nada para fazer após completo, somente Mario é jogável e a história é basicamente Guerra Infinita com uma raquete no lugar da Manopla. Entretanto, os seus desafios tem ótimas inspirações na franquia e são apresentados de forma que, ao final da campanha, o jogador terá compreendido todas as mecânicas a fundo.

Seja devolvendo bolas de neves na cara de Shy Guys, distraindo um Chain Chomp ao rebater bolas ou excelentes batalhas contra chefes, o modo tem seu charme. A única grande frustração fica por parte dos duelos de tênis contra inimigos controlados por computador. A dificuldade da CPU aumenta de forma absurda entre cada encontro do tipo, o que é ainda mais exacerbado devido às quadras possuirem diversos elementos para complicar sua vida (como MechaKoopas que explodem ou Piranha Plants que engolem sua bola e cospem de volta). Isso resulta na necessidade de jogar novamente missões anteriores para aumentar de nível (pois existem simplórias mecânicas de RPG no modo) ou utilizar-se de táticas baratas, como vencer por quebra da raquete do oponente.

Cada chefe treina o jogador em uma habilidade específica, mas todos tiram vantagem da habilidade nova, o Trick Shot, como movimento evasivo para Mario.

Multiplayer: grandes acertos e (vários) pequenos erros

Por mais que o conteúdo para jogatinas solo seja bom, todos os elementos do jogo, incluindo suas falhas, realmente brilham no multiplayer, seja local ou online. Online pode-se participar de jogatinas rápidas (com amigos ou estranhos) ou de torneios para adquirir pontos que serão utilizados para desbloquear antecipadamente personagens de DLC gratuito. Localmente, pode-se jogar até quatro pessoas em um Switch com tela dividida, conectando dois switches com duas pessoas em cada, ou quatro pessoas, cada um com seu Switch. Exclusivo para jogatina local é o Swing Mode, que usa o sensor de movimento dos JoyCon para reviver os tempos de tênis no Wii Sports. E vale mencionar que em todos os modos existe a opção Standard que conta com todas as mecânicas ou Simple (sem energia, zone speed ou zone, special e trick shots) para os mais puristas.

Torneios são divertidos e viciantes: derrote todos os oponentes em sucessão até ser o ultimo restante. Alguém disse Mario Tennis Battle Royale?

Infelizmente, as maiores falhas de Aces não se encontram no gameplay em si e sim nas coisas ao seu redor. Além de não poder customizar a duração de uma partida, não é possível escolher a quadra em que se quer jogar, pois o jogo as escolhe randomicamente. Para poder forçar a escolha, é necessário ir em um menu e desativar todas as outras quadras; um processo confuso e desnecessário. A ausência de um “Retry” durante os desafios da campanha força o jogador ir para o mapa e selecionar a fase novamente no modo aventura, enquanto o pareamento de oponentes no Online é instável (ao contrario da conexão, que melhorou muito desde a demo). Adicione isso à falta de modos como treinamento ou online com dois jogadores locais, e acaba sendo inevitável retirar pontos dessa experiência que, por pouco, poderia ter sido um Mario Tennis perfeito.

Por mais divertido que o jogo seja, é difícil se divertir quando se joga contra alguém cuja habilidade está extensivamente acima da sua

Mario Tennis Aces é o retorno à forma que todos desejavam para a série: um modo single player divertido e criativo, um gameplay renovado que cria partidas intensas, um excelente e variado elenco (que esbanjam mais carisma que em qualquer outro jogo) e uma boa quantidade de modos e quadras. As únicas coisas que lhe impedem de ser o melhor Mario Tennis são detalhes de interface e experiência que vão somando uns aos outros e causam uma certa frustração ao longo do tempo. Dada a promessa da nintendo de updates grátis com mais modos e conteúdo (algo que tem virado tradição com os jogos multiplayer da empresa), não é improvável que essas reclamações se tornem algo do passado. Mas desde já, Aces proporciona as partidas mais intensas e divertidas da história da franquia, sejam elas online ou local. Então, se você é ou já foi fã dos jogos de esporte do bigodudo, essa é uma ótima oportunidade de tirar a poeira da raquete.

E se esse review não te convenceu, talvez esse GIF convença

Mario Tennis Aces:
8.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Melhor gameplay da série
  • Campanha instrutiva
  • Ótimo conteúdo multiplayer
  • Boa seleção de personagens e fases
Contras
  • Dificuldade inconstante
  • Campanha curta
  • Menus obtusos
Avaliação
Pequenos detalhes impedem a perfeição, mas Mario Tennis Aces apresenta o melhor gameplay da franquia - seja a partida online ou local.
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Cursando Game Design, Artes Sequenciais e Design de Serviços nos EUA, quando não está colocando seus desenhos no instagram (@hugoh2p), está gritando "Objection!" por aí, resolvendo enigmas com o Professor Layton ou assistindo a todas as séries de super-heróis da DC.

Críticas

Death Road to Canada | A caminho do sucesso também nos consoles

Embarque nessa divertida jornada no Switch, PS4 e Xbox One

Publicado

em

Quando a Rocketcat Games lançou Death Road to Canada nos computadores em 2016, não poderia imaginar, nem eu seus sonhos mais otimistas, o tamanho do sucesso que o jogo alcançaria! Ele foi abraçado pela comunidade e logo surgiram toneladas de streamers dispostos a desbravar as ardilosas estradas do game.


Veja também:


Com muita propaganda boca a boca e reviews favoráveis, era apenas uma questão de tempo até que o jogo alçasse voos mais altos e chegasse também aos consoles de mesa. Assim, em 2018 o jogo chegou ao Nintendo Switch, Xbox One e PlayStation 4 (console que utilizamos em nosso teste).

Quantas estradas um homem deve caminhar?

Como tantos outros indies aclamados, Death Road to Canada é um roguelike, ou seja, a cada partida você encontrará desafios diferentes, o que mantém aquele sentimento de novidade e desafio mesmo após muitas horas de jogo. O título do game já deixa bem claro, mas o seu objetivo é conseguir levar o herói e até outros três sobreviventes até o fim da longa estrada para o Canadá. Mas por que eles querem tanto assim chegar lá? Oras, porque o Canadá é o lugar mais seguro do mundo para se proteger do apocalipse zumbi que devastou todos os Estados Unidos!

Embora Death Road to Canada seja um jogo de ação na maior parte do tempo, também há boas doses de RPG aqui e ali para temperar a aventura. Nos segmentos mais movimentados, seu herói precisa usar todas as armas que encontrar para investigar o mapa a fundo e colher recursos que facilitam a sua jornada. É preciso ficar de olho especialmente nos alimentos e combustível: a comida serve para manter a moral dos seus personagens em alta, e também para ser usada como moeda de troca no comércio local.

Já o combustível, como você deve ter imaginado, é o que mantém o seu carro em movimento e agiliza a jornada pela estrada. Ficar sem combustível não gera um game over imediato, mas significa perrengues bem pesados para a trupe, de forma que encontrar um novo carro vira a prioridade máxima das missões. Com isso, o tempo inteiro de campanha o jogador fica preocupado em coletar e gerenciar os seus recursos com a maior eficiência possível, pois isso é o que realmente dita se você vai ou não conseguir zerar o jogo.

Chame os amigos e pé na tábua

Não que a ação seja sem graça ou moleza, pelo contrário! Volta e meia surgem fases de exploração por ambientes escuros e claustrofóbicos, ou mesmo cenários em que é preciso esperar por um determinado tempo apenas lutando contra ondas e mais ondas de zumbis. Quanto mais você progride no game, mais fortes ficam os rivais. Mas anime-se! Armas melhores também são obtidas no processo.

O mais legal é que cada personagem de seu grupo possui suas próprias forças e fraquezas, que podem ser customizadas em toneladas de combinações diferentes. Por exemplo, há heróis que mandam bem no combate corpo a corpo, mas não sabem atirar. Enquanto isso, outros são exímios atiradores, mas não possuem fôlego o bastante para usar bem armas brancas.

Como cereja do bolo, Death Road to Canada ainda permite que você crie os personagens como quiser, copiando os nomes e visuais de seus amigos no mundo real, o que torna tudo mais imersivo e divertido. Ao fim de cada campanha, você pode usar os pontos obtidos para desenvolver melhorias nos seus atributos e, assim, facilitar um pouco mais a próxima viagem.

Com gráficos bem pensados, um ótimo design de fases e trilha sonora empolgante, cada tentativa de chegar ao Canadá é certeza de muita tensão, adrenalina e risadas. Quem curte roguelikes com camadas de RPG deveria embarcar agora mesmo nessa viagem!

Death Road to Canada
9 Nota
10 Leitores (1 Nota)
Prós
  • Trilha sonora
  • Premissa criativa
  • Variedade de armas
    e personagens
Contras
  • Dificuldade desbalanceada
Avaliação
Death Road to Canada é um roguelike muito divertido e viciante. Depois do sucesso nos computadores, sua versão para consoles também ficou excelente e pode proporcionar dezenas de horas de diversão graças à variedade de desafios, armas e personagens.
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Cinema

Cargo | Netflix entrega mais um filme totalmente sem sal

Só Martin Freeman se destaca em um filme bem “mais do mesmo”

Publicado

em

“Sabe o que está faltando no mercado? Mais filmes de zumbis”, disse ninguém, em lugar nenhum. Ainda assim, a Netflix decidiu produzir e lançar Cargo, um longa focado em um mundo pós-apocalipse zumbi, onde os poucos sobreviventes vivem escondidos e com medo, já que basta uma mordida para se transformar em morto vivo. Que inovador, não?


Veja também:


Na tentativa de dar algum diferencial a esse gênero tão saturado, a ação e suspense foram transportados para a Austrália, e algumas regrinhas básicas foram retrabalhadas. Por exemplo, quem leva uma mordida agora tem 48 horas antes de a doença incurável consumir totalmente o seu corpo.

Embora a direção de Ben Howling e Yolanda Ramke falhe miseravelmente na tentativa de gerar qualquer emoção, há um pequeno momento de brilho no ato um, pois a forma que eles encontraram para apresentar o funcionamento dessa contagem regressiva até a transformação em zumbi foi inteligente e bem realizada.

Sem entrar em maiores spoilers, basta dizer que essa explicação é feita com naturalidade e sem cara de exposição exacerbada, já que ela ocorre justamente nos eventos que nos levam à premissa básica do filme: o drama de um pai que precisa conduzir sua filha única até a segurança em um mundo hostil e repleto de perigos em cada esquina.

Só Martin Freeman salva

Por mais fraco, previsível e banal que seja o resto do texto de Yolanda Ramke, ao menos a trama consegue fazer o bastante para dar ao brilhante Martin Freeman a chance de nos brindar com mais uma atuação incrível. O cara já era fera demais em Sherlock e no The Office original, então quem conhece seu trabalho não vai ficar surpreso ao ver mais um trabalho brilhante do ator.

Freeman é consistentemente brilhante ao longo dos 105 minutos de projeção, mas a qualidade da narrativa, infelizmente, segue ladeira abaixo a cada minuto que passa, abusando dos clichês e situações convenientes em sua trama. Uma pena, já que existia um certo potencial (jamais explorado adequadamente) em ver os aborígenes lidando com os mortos-vivos. No geral, o promissor contexto australiano é quase que totalmente desperdiçado e, ao fim do filme, resta apenas o vazio e tédio por ter visto mais um filme mediano no já farto catálogo de obras meia boca da Netflix.

Cargo
5.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Atuação de Martin Freeman
  • Cenário australiano
Contras
  • Falta de criatividade
  • Previsível demais
  • Conveniências de roteiro
Avaliação
Cargo é mais um filme de zumbis em um gênero fatalmente saturado e, como tal, não consegue provar o seu valor. Nem mesmo a brilhante atuação de Martin Freeman é o bastante para espantar o marasmo. Um filme absolutamente esquecível, que desperdiça o cenário australiano e as possibilidades que ele proporcionava.
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Críticas

Mushroom Wars 2 é o jogo de estratégia em tempo real que você não pode perder

Mushroom Kingdom 2 é um jogo que diverte e te desafia com tudo de bom do gênero RTS em partidas mais curtas

Publicado

em

Lançado em 2016 para Android, iOS e PC, e em 2018 para PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch (plataforma utilizada para análise), Mushroom Wars 2 é um título que trabalha com partidas curtas mas que requerem muita estratégia para vencer.


Veja também:


O gênero de estratégia em tempo real, ou Real Time Strategy (RTS), é tão bem representado por games como Command & Conquer e Age of Empires que é até difícil acreditar que novos jogos possam ser tão bom quanto esses clássicos de PC. Porém, Mushroom Wars 2 mostra que o gênero RTS ainda pode ser forte com novas franquias.

Cuidado: cogumelos perigosos!

Não se deixe enganar pela aparência! Mesmo com cara de fofos e que farão barulho de ursinho de pelúcia se apertados, garanto para vocês que o sangue desses fungos ferve e arde por batalha. Inúmeros objetivos diferentes fazem com que essas criaturas vivas se enfrentem e percam suas vidas nessas batalhas sanguinárias. O jogo basicamente se resume a dominação das construções existentes no mapa, dizimando, consequentemente, seus inimigos.

Essas batalhas podem acontecer de duas formas: no modo adventure, onde tutoriais são bem explicativos e fases que vão aumentando suas dificuldades gradativamente, liberando novas possibilidades de desenvolver sua estratégia a cada nova fase; ou no modo multiplayer, onde você pode enfrentar seus amigos para ver quem é o melhor estrategista.

Mesmo tendo apenas dois modos, as possibilidades de batalha dentro do campo são o que interessa. Tendo todos os jogadores o mesmo objetivo, seja dominação total do mapa, dominar uma construção específica ou rei da montanha (king of the hill), é possível variar sua estratégia dependendo do tipo de ação que você toma.

Para ter uma ideia do que eu estou falando, existem vários tipos de estruturas: os vilarejos, que geram cogumelos com o tempo, aumentando assim as unidades de batalha; as torres, que dão dano por segundo nas unidades inimigas que passam dentro do seu alcance; e as forjas, que aumentam o ataque e defesa das unidades.

Todas as construções podem se tornar as outras, caso você pague o preço das unidades necessárias para tal transformação. Dessa forma, cabe você decidir sua estratégia conforme vai rolando o jogo, se precisa de mais unidades, aumentar seu ataque e defesa ou ter as torres defensivas para suas outras construções.

Claro que tudo isso pode ser melhorado através dos upgrades. Cada upgrade exige um determinado número de unidades dentro da construção para ser realizada. As primeiras evoluções tem um custo baixo enquanto as últimas chegam a ter um grande número exigido para sua evolução. Mas lembre-se, não saia evoluindo as coisas só porque tem as unidades para tal, pois quanto menos unidades em cada construção, mais fácil o inimigo pode tomá-las para ele.

Agora que você sabe os modos de jogo e as construções que te auxiliam para sua vitória, precisa entender como funciona o jogo. Como já disse antes, o vilarejo aumenta o seu numero de unidades. Com o número que você deseja, basta fazer a ação de mandar as unidades para outra estrutura. O número de unidades que você envia tem que ser maior a mostrada nas casas do mapa. Lembre-se que você vai perder o mesmo número de unidades para conseguir conquista-la. A não ser que você tenha uma forja, que aumenta os ataques das unidades, fazendo com que seu dano aumente e menos unidades sejam sacrificadas.

E isso não é tudo, também existem os líderes! Cada líder tem quatro habilidades específicas que podem virar o jogo, como acelerar a velocidade de movimento das unidades, aumentar defesa de uma construção ou até mesmo aumentar o dano das torres. Essas habilidades podem ser usadas dependendo do nível de energia que você acumula. Quanto mais eficiente a habilidade, mais nível de energia é exigido. Para aumentar essa barra, é necessário executar ordens onde o sucesso fica ao seu lado, como defender sua construção do ataque inimigo, dominar a estrutura do inimigo ou até fazer upgrades na sua base.

Perigosos, mas fofos

Podemos dizer que, comparado com seu antecessor, Mushroom Wars 2 evoluiu imensamente com seu visual. E o game faz questão de mostrar suas artes em todas as telas de loading durante o jogo. Mesmo o carregamento sendo bem rápido, da pra apreciar os traços das artworks do game. Sua trilha sonora também tem um grande destaque nas partidas. Melodias harmoniosas, com temas agradáveis, apesar da guerra intensa acontecendo, tornam a experiência do jogo mais agradável a cada nova partida.

Mushroom Wars 2 é um excelente RTS e fãs do gênero devem amar cair no mundo dos fungos fervorosos por guerra. Até mesmo quem não teve a oportunidade de experimentar o gênero, pode começar por esse mesmo.

* Jogo cedido para review pelo nosso parceiro Rodrigo Coelho. Você pode conhecer um pouco mais sobre o trabalho dele no canal Coelho no Japão.

Mushroom Wars 2
8.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Fácil adaptação às mecânicas
    do jogo
  • Partidas rápidas
  • Uma grande variedade de heróis
Contras
  • História pouco trabalhada
Avaliação
Mesmo com toda complexidade aparente na explicação do jogo acima, é fácil de se adaptar aos comandos. Já a conquista da vitória, a cada fase nova, maior fica sua dificuldade, sendo necessário elaborar novos planos, fazendo com que você evolua sua visão estratégica no decorrer do jogo.
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