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Mortal Kombat: um clássico da pancadaria nos jogos

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Mortal Kombat

Você pode não acreditar na teoria de que “todo homem e toda mulher nascem ruins”, mas tem que admitir que a humanidade adora uma boa briga, principalmente se ela for de “mentirinha”, dentro das belíssimas obras da ficção. Os jogos de luta sempre foram amados por isso, chegando a patamares cada vez mais eletrizantes e violentos, até alcançarem um novo nível. Literalmente, um patamar mortal.

1992 foi o ano em que conhecemos Mortal Kombat, hoje uma das maiores franquias de videogame de todos os tempos. Trazendo várias inovações e ditando modelos que são seguidos desde então, a primeira iteração da série não tem apenas uma trama peculiar, mas um desenvolvimento cheio de fatos curiosos.

Quando a luta começa

No início dos anos 90, a referência nos jogos de luta era Street Fighter II, um verdadeiro sucesso, que tinha superado todas as expectativas e conquistado muitos fãs. A americana Midway Games era mais uma das que também queria aproveitar essa fatia do mercado e encarregou Ed Boon e John Tobias a fazer um jogo de luta em menos de um ano — eles realmente conseguiram: o primeiro MK foi feito em apenas 10 meses!

A ideia inicial deles era um game protagonizado por Jean Claude Van-Damme, que estava nos holofotes por causa de seu sucesso no filme “O Grande Dragão Branco” alguns anos antes. Só que o ator já estava negociando sua participação em um jogo para Mega Drive (que nunca foi lançado). Felizmente, o plano continuou e, juntamente com o artista John Vogel e o músico Dan Forden, a produção de Mortal Kombat começou.

KUAL VAI SER O NOME MESMO?
Entre os vários nomes cogitados para o título, estavam Kumite, Dragon Attack, Death Blow e até o icônico Fatality — todos inferiores ao escolhido, convenhamos. Segundo Ed Boon, o nome Mortal Kombat veio de uma brincadeira, quando alguém decidiu escrever a palavra combate com a letra K em uma lousa de seu escritório. Steve Ritchie, famoso designer de pinball, viu isso enquanto visitava o local e sugeriu “ei, por que o jogo não se chama Mortal Kombat?”. Esse é um dos motivos pelo qual todos os jogos usam muito a letra K, como em “kombatentes”, por exemplo.

Todo aquele papo de salvar o mundo

Enquanto boa parte dos jogos de luta (e até mesmo os beat’em ups) da época focavam, na sua maioria, em histórias mais contemporâneas e plausíveis — até porque o hadouken é totalmente possível, claro — Mortal Kombat decidiu seguir uma linha diferente em sua trama, conseguindo encaixar vários personagens bem diferentes entre si dentro da máxima do “alguém quer dominar o mundo”.

No universo de MK, existem três dimensões alternativas principais: o Earthrealm, que é onde fica o planeta Terra como conhecemos; o Netherrealm, conhecido popularmente como o inferno; e o Outworld, antigo reino de Edenia, dominado pelo maligno imperador Shao Khan. Para manter o equilíbrio entre elas, os deuses antigos estabeleceram uma regra bem, digamos, interessante: para qualquer um que tente dominar outra dimensão, é necessário vencer os maiores lutadores dela em dez edições consecutivas do torneio Mortal Kombat.

Mortal Kombat

A primeira tela de seleção de lutadores da história da série!

O jogo começa em uma situação muito favorável a nós, claro: o Outworld já havia ganho 9 torneios e faltava apenas um para dominar toda a nossa dimensão, graças ao monstro de muitos braços Goro, invencível a 500 anos e coordenado pelo feiticeiro Shang Tsung, o verdadeiro chefe final do game. Treinado desde pequeno para salvar o Earthrealm e protegido pelo deus do trovão Raiden, o monge Liu Kang é a esperança da humanidade no torneio.

Todo torneio precisa de “kombatentes” e Tsung fez o favor de convencer algumas pessoas a participar, sem, no entanto, citar a improbabilidade de sair vivo dali. O líder mercenário Kano foi convidado a participar e a agente das Forças Armadas Sonya, que procurava-o a muito tempo, foi atrás dele. Johnny Cage era um fracassado ator de Hollywood que viu no torneio uma forma de aumentar sua popularidade. Scorpion e Sub-Zero já eram inimigos mortais e Shang enganou-os, prometendo entregar um ao outro se lutassem contra o Earthrealm. Estava preparado o Mortal Kombat!

LOOK TO LA LUNA
Ed Boon pensou e executou em uma tarde a ideia de colocar um personagem secreto no game. Assim surgiu Reptile, o ninja verde feito a partir de uma variação de cores dos gráficos de Scorpion e Sub-Zero. Sua cor vinha da mistura entre amarelo e azul, características dos outros ninjas. Ele não era jogável e aparecia para lutar apenas sob condições muito específicas: mais ou menos a cada seis partidas no estágio The Pit, durante o modo de um jogador, estranhas silhuetas apareciam sobre a Lua no fundo do cenário. Nesta partida, era necessário vencer os dois rounds perfeitamente (com a marcação Flawless Victory) e terminar com um Fatality para que Reptile desafiasse você para uma luta.

Fatalmente inovador

Mortal Kombat até hoje também é lembrado pela inovação dentro do seu gameplay, começando pela configuração dos botões de seu arcade, depois adaptado aos consoles domésticos, com cinco botões formando um X: dois para socos altos e baixos, dois para chutes altos e baixos e um central, para bloquear ataques adversários. Muitos ataques especiais podiam ser feitos apenas com toques no joystick e poucos pediam para girar o analógico, ideia comum em jogos desse estilo até então.

Mortal Kombat

Controles inovadores para cada vez mais porrada

O botão para bloquear também trouxe mudanças. Em Street Fighter, por exemplo, todo o dano era prevenido ao usar esse recurso; agora, o personagem apenas toma parte dele, aumentando o realismo do jogo, além de facilitar possíveis contra-ataques. Ele também trouxe o conceito de juggling, a ideia de levantar o oponente do chão e continuar batendo enquanto ele está no ar.

Além do modo multiplayer, ele possuia um conceito interessante no modo singleplayer: um segundo jogador podia entrar na partida a qualquer momento do jogo. Os dois lutariam entre si e o vencedor continuaria a história. Tudo sem perder a ideia do torneio, uma saída realmente louvável dos desenvolvedores.

Mas, sem sombra de dúvida, a novidade que MK trouxe tornou-se um dos ícones da série: o Fatality é um ataque de finalização, que pede uma distância certa do inimigo e uma combinação complexa e rápida de botões, feita após a indicação “Finish Him” ao fim da luta. Cada um dos personagens tem o seu próprio golpe final, remetendo a algo de sua personalidade ou história, mas todos eles são literalmente mortais e jorram muito, mas muito sangue.

NEM OS BUGS FORAM POUPADOS
Mortal Kombat
tem um dos bugs mais conhecidos e melhor aproveitados da história. Durante as partidas, podia acontecer um erro no jogo e Scorpion ou Reptile aparecer vermelho na batalha, como se fosse um novo ninja. Para ajudar, em uma tela de controle da versão de arcade, além da quantidade de jogos e outras informações técnicas, aparecia o número de vezes que Reptile aparecia e um certo número de ERMACS — abreviação de error macro, era a quantidade de vezes que um certo erro do game acontecia. Não demorou muito para os rumores de um ninja vermelho chamado Ermac ser o segundo lutador secreto de MK. Os desenvolvedores gostaram tanto da ideia que ele se tornou um personagem de verdade a partir de Ultimate Mortal Kombat 3.

QUEBRE E GANHE UM CHAPÉU
O game trazia um minigame bem divertido entre algumas fases. Chamado de Test Your Might, a tarefa era quebrar um determinado material com as mãos, apertando o botão no momento certo. O primeiro a ser destruído era a madeira, seguido por pedra e aço. Dois jogadores também podem competir um contra o outro, liberando dois novos objetos: rubi e diamante. Divertido, se tornou também uma referência recorrente do jogo.

Seleção de elenco

O visual do primeiro Mortal Kombat é inconfundível. Antes de cair no padrão poligonal da modelagem 3D, todos os personagens do jogo eram fruto de uma, até então, inovadora técnica, no qual atores reais eram contratados para serem fotografados e, depois, eram animados dentro do jogo.

Tanto o protagonista Liu Kang quanto o antagonista Shang Tsung são feitos pelo coreano Ho-Sung Pak (MK foi o segundo trabalho de Pak, depois de ser dublê em “Tartarugas Ninjas II: O Segredo do Ooze”). Daniel Pesina (que também trabalhou no mesmo filme) fez o papel de Johnny Cage — que foi baseado em Van-Damme — e dos ninjas Scorpion, Sub-Zero e Reptile e seu irmão, Carlos Pesina, o de Raiden.

Kano era interpretado por Richard Divizio e Sonya por Elizabeth Malecki, fechando o elenco. Goro chegou ao jogo por uma técnica de stop motion, feita pelo escultor Curt Chiarelli. O desenvolvedor John Vogel conseguiu uma pontinha no jogo ao ser um guarda mascarado na fase Courtyard.

A SÉTIMA ARTE DA PANCADARIA
Três anos após seu lançamento, Mortal Kombat teve uma adaptação homônima para o cinema, dirigida por Paul W. S. Anderson. Diferente de muitos outros filmes baseados em jogos, ele fez um certo sucesso, sendo aceito pela crítica e pelos fãs, além de seguir praticamente a história original do filme. Hoje é considerado mediano, mas, na época, foi o mais visto nos EUA por três semanas e arrecadou mais de 122 milhões de dólares. Infelizmente, sua sequência “Mortal Kombat: A Aniquilação” foi um verdadeiro fracasso.

Kombate em todo lugar

Por mais que tenha começado nos arcades, MK foi portado para inúmeras — pra não dizer quase todas — plataformas domésticas e portáteis, tanto na sua época quanto posteriormente. Cada uma tinha suas próprias limitações e particularidades:

  • Super Nintendo: enquanto detinha o visual e o som mais bonito dos ports para consoles de mesa, a política contra a violência da Nintendo acabou por amenizar e até censurar boa parte dos golpes e transformar o sangue em um líquido cinza, diminuindo o sucesso dessa versão;
  • Mega Drive/Genesis: mesmo tendo as mesmas censuras da versão de SNES, existia um código para liberar os golpes cortados e o sangue no jogo (o famoso ABACABB), tornando-se bem mais famosa que a versão nintendista;
  • Game Boy: aliou-se a censura da violência com a pouca capacidade técnica do portátil, resultando em um port com controles simplificados e travados e a retirada de Reptile e Johnny Cage do jogo. Pelo menos, Goro tornava-se jogável a partir de um código;
  • Game Gear: tecnicamente superior à versão de GB, também tinha um código para liberar os golpes censurados e o sangue, mas sofreu o corte de Reptile e Kano na lista de lutadores;
  • Master System: praticamente a mesma versão de Game Gear, lançada posteriormente;
  • PC (DOS): a versão mais próxima dos arcades na época em visual e gameplay, foi lançada em disquetes e CD-ROM (que também tinha as músicas e efeitos sonoros da versão original);
  • Amiga: lançada apenas na Europa, tinha controles muito simplistas e toda a parte musical foi simplificada para ser suportada pela ínfima capacidade do computador;
  • Sega CD: não precisava de códigos secretos para acessar o sangue e os golpes censurados, mas tinha tempos muito longos de carregamento e as músicas de certos estágios tocavam nas fases erradas;
  • PlayStation 2/Xbox: lançada como bônus em uma edição especial de Mortal Kombat: Deception, a Premium Pack, era bem fiel à versão original mas apresentava problemas de áudio e gameplay;
  • PlayStation Portable: lançada no pacote Midway Arcade Treasures: Extended Play, apresentava as mesmas características e falhas da versão de PS2/XB;
  • PlayStation 3/Xbox 360/PC: lançada digitalmente no Mortal Kombat Arcade Kollection, é praticamente a emulação dos jogos originais, ainda que tenha alguns erros neste processo.

UMA SEGUNDA SEM IGUAL
Uma grande campanha foi montada para o lançamento simultâneo das versões de SNES, MD, GB e GG. Chamada de “Mortal Monday” — algo como “Segunda-Feira Mortal” — foi marcada pela quantidade exorbitante de comerciais de TV anunciando o game, talvez um dos maiores lançamentos da história dos videogames. Até uma HQ, desenhada pelo co-criador John Tobias e denominada Mortal Kombat Collector’s Edition, foi lançada na época, contando toda a história que se passa antes do início do jogo.

VIDEOGAMES VIOLENTOS?
Não foi só a Nintendo que não gostou da violência de MK, mas também uma boa parcela da sociedade estaunidense achava o jogo inadequado para ser jogado por crianças. Não apenas pelo sangue, mas por causa da utilização de imagens praticamente reais de seres humanos. Uma decisão judicial, então, ordenou a criação de um órgão para regular e classificar jogos em um ano ou o governo interveria no caso. Foi assim que surgiu o Entertainment Software Rating Board (ESRB), organização responsável pela classificação etária de games nos EUA.

Um legado de vitórias

Mortal Kombat criou uma legião de fãs mundo afora, revolucionou vários aspectos dos jogos de luta e deixou um legado incrível na indústria dos videogames. Muita coisa para um jogo feito em 10 meses, não? Talvez, mas o que realmente importa é que, sempre que quiser, o Outworld estará a um torneio de dominar o planeta e só você pode salvá-lo ao vencer o Mortal Kombat!

Mortal Kombat

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Cientista da computação em formação pela USP São Carlos, sempre encontra tempo para falar sobre jogos, tecnologia, viagens no tempo e outras loucuras. Desenvolve jogos, aprecia chocotones, escreve sobre ciência no Deviante e fala sobre pérolas desconhecidas dos games na coluna Free to Play, aqui no PlayReplay.

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Super Bomberman R | Jogo ganha fases de Castlevania e novos personagens

Mais recente atualização de Super Bomberman R também apresenta a regra Civil no modo Grand Prix para uma jogabilidade mais competitiva

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A Konami anunciou hoje uma nova atualização do Super Bomberman R, com novos personagens exclusivos para diferentes plataformas e três novas fases inspiradas na série de jogos Castlevania. Esses itens podem ser desbloqueados na loja do jogo usando as gemas recebidas.

Os fãs do Super Bomberman R podem experimentar a franquia Castlevania como nunca antes, com três novas fases para lutar no modo Grand Prix. Com a introdução da nova regra Civil, os jogadores podem aproveitar a jogabilidade mais competitiva com o dobro da quantidade de Barom para coletar. As três novas fases do Castlevania, onde a regra Civil pode ser usada, são a Básica, a Bloody Tears e a Castlevania (você confere imagens das fases logo abaixo).

O game recebeu ainda os seguintes 10 novos personagens:

  • Alucard Bomber (todas as plataformas)
  • Mimi and Nyami Bomber (todas as plataformas)
  • Upa Bomber (todas as plataformas)
  • Caesar Bomber (todas as plataformas)
  • Toro Bomber (exclusivo PS4)
  • Pipo Monkey Bomber (exclusivo PS4)
  • Arbiter Bomber (exclusivo Xbox One)
  • Grunt Bomber (exclusivo Xbox One)
  • ATLAS Bomber (exclusivo Steam)

Segundo comunicado da Konami, devido à sua popularidade e como forma de agradecimento aos fãs, os jogadores podem desbloquear oito Bombers brilhantes em todas as plataformas.

Mais novidades em Super Bomberman R

Super Bomberman R ganhou também novas habilidades e acessórios.

Novas habilidades para personagens atuais

  • Max: Agora com a habilidade “Bomba de plasma”
  • Os Cinco Bombers do Mal: Bombas de habilidade especial com o efeito de acelerar ou retardar as contagens regressivas de explosões

Novos acessórios:

  • Pop’n music
  • Poliedro
  • Barco

Super Bomberman R está disponível para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC (via Steam).

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Heavy Metal Machines | Jogo chegou à Steam e ganhou novo personagem

Gratuito, MOBA de batalha de carros da brasileira Hoplon já está disponível para PC com visual aprimorado, novo piloto e sistema de progressão inédito

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Heavy Metal Machines, o MOBA de batalha de carros da Hoplon, já está disponível de graça para jogadores de PC. O jogo foi lançado hoje e ganhou um novo personagem.

O game da desenvolvedora brasileira acaba de ser lançado em versão completa para PCs e já pode ser baixado gratuitamente no Steam, onde, em acesso antecipado, foi experimentado por mais de 800 mil usuários de todo o mundo.

O jogo, que mistura combates multiplayer online, jogabilidade única e ambientação em um mundo pós-apocalíptico, chega com um visual renovado e outras novidades, como o sistema de progressão de níveis Metal Pass e o personagem Icebringer.

“Hoje é um dia de muito orgulho e de muitas comemorações na Hoplon. Após anos de dedicação de uma equipe extremamente competente e focada, a versão completa de Heavy Metal Machines está disponível e o resultado superou nossas expectativas. O jogo é inovador e chega ao cenário competitivo de jogos gratuitos com muita personalidade,” disse Rodrigo Campos, CEO da Hoplon. “Vamos continuar trabalhando para dar o melhor suporte à comunidade, com atualizações frequentes e competições de eSports.”

O lançamento oficial de HMM marca também a chegada de Icebringer, o 14º personagem do game. Da classe Transportador, ele tem como função principal transportar a bomba do jogo até a base inimiga.

A história de Icebringer conta que o personagem veio de terras do norte e chegou à Metal City em busca de um artefato sagrado que foi roubado de sua tribo. Desconfiado de que algum competidor envolvido com os torneios de Heavy Metal Machines esteja por trás do roubo, Icebringer sai em disparada com um caminhão cheio de armas capazes de congelar temporariamente seus adversários.

Outra grande inovação da versão completa de Heavy Metal Machines é o Metal Pass, um sistema de progressão baseado em temporadas que começa com “Road to Malmheim”. Na prática, os jogadores iniciam o jogo no nível 1 e podem progredir até o nível 50 de duas formas: free e premium, sendo que o modo premium é pago e dará missões semanais com recompensas mais valiosas aos jogadores.

Independentemente do tipo de progressão escolhida, conforme melhoram em Heavy Metal Machines, os jogadores podem ganhar lores (histórias), personagens, skins, sprays, efeitos (largada, abate, reconstrução e pontuação), bordas do avatar, fama (dinheiro do jogo) e artwork. Na versão premium, ainda haverá recompensas em cash.

“Muitos aprimoramentos que fizemos em Heavy Metal Machines surgiram de feedbacks que recebemos dos jogadores do mundo todo durante o período de acesso antecipado. Virar a chave da versão beta para a versão completa aumenta ainda mais a nossa responsabilidade. Estamos ansiosos para continuar recebendo as opiniões da comunidade e melhorando a experiência in game,” disse Tatiana Moreira, gerente de marketing e publicação da Hoplon.

Heavy Metal Machines pode ser baixado de graça no site oficial do jogo.

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Fortnite Battle Royale | Vasculhe entre uma ponte coberta, uma cachoeira e o buraco nº 9

Saiba como completar mais este desafio da semana 10 da temporada 5 de Fortnite Battle Royale

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A décima e última semana da Temporada 5 de Fortnite Battle Royale já começou, e com ela temos novos desafios para completar e receber muita experiência e vários pontos para o Passe de Batalha.


Veja também:


Completar todos os desafios da semana 10 da Temporada 5 de Fortnite renderá aos jogadores um total de 10 mil pontos de experiência e 50 pontos para o Passe de Batalha, o que equivale a passar cinco níveis e desbloquear pelo menos cinco novos itens cosméticos ou v-bucks.

Em um novo desafio de caça ao tesouro, para esta semana é preciso procurar uma insígnia de desafio entre uma ponte coberta, uma cachoeira e o nono buraco de golfe. Mas onde raios fica isso?

Como sempre, a gente te ajuda a completar mais esse desafio!

Vasculhe entre uma ponte coberta, uma cachoeira e o buraco nº 9

Encontrar a insígnia deste desafio é super fácil. Tudo o que você precisa fazer é seguir para o ponto do mapa que fica entre o Prado da Preguiça e a ponte coberta que dá acesso às Bobinas Traiçoeiras (ponte esta que, adivinhe só, fica sobre um rio que no final do mapa se torna uma cachoeira. Bingo!).

Siga para o ponto G2 do mapa de Fortnite Battle Royale. Você vai encontrar um casebre por ali, mas nem perca tempo subindo no telhado pois a insígnia não está ali. Para encontrar o tesouro, olhe bem para o chão à sua volta.

As insígnias de desafios (bem como as estrelas secretas do desafio Pé na Estrada), quando localizadas no chão, ficam em uma parte do terreno com cor diferente. Portanto, procure por uma área onde pareça que o gramado está danificado, em terra batida. É ali que está a sua insígnia de desafio.

Desafio Fortnite Battle Royale: Vasculhe entre uma ponte coberta, uma cachoeira e o buraco nº 9

Após encontrar a insígnia, o desafio estará completo e você receberá 10 pontos para o seu Passe de Batalha (o que equivale a um nível completo).

Se precisar de mais uma ajudinha com outros desafios, confira nossos outros guias aqui no PlayReplay!



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