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Thomas Lá, Dá Cá

Thomas Lá, Dá Cá #1: Você não é especial e não merece nada

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Tudo começou com o que eu gosto de chamar de “Esse é meu barraco favorito na Cidadela”, ou “O Incidente de Mass Effect 3”.

Para quem não acompanhou o episódio, basta saber que o videogame sci-fi da BioWare cativou milhões de fãs ao permitir que os jogadores escolhessem o rumo da narrativa por meio de um elaborado sistema de decisões morais.

Cada um acabava sua jogatina tendo uma experiência bem diferente. Personagens viviam no seu save, mas morriam no de seu amigo. Certas missões e diálogos podiam passar totalmente batidos para uns, mas ficar na lembrança de outros. Era tudo bem pessoal, único e repleto de possibilidades. Era incrível!

Assim, quando a BioWare decidiu que todos os jogadores veriam um mesmo final pré-determinado ao fim da trilogia, com apenas meia dúzia de variações cosméticas para recompensar suas infinitas decisões super complexas, alguns fãs se irritaram bastante.

Os mais birrentos chegaram até ao ponto de fazer petições, expressar sua insatisfação em fóruns e redes sociais, e pentelhar a desenvolvedora na esperança de ter um retorno. Até aí, nada demais. As pessoas têm o direito de não gostar das coisas e expressar sua insatisfação, afinal.

“As pessoas têm o direito de não gostar das coisas e expressar sua insatisfação”

Num mundo ideal, as coisas teriam parado por aí e esse seria o fim de nossa história. Mas não pararam, e o que aconteceu a seguir mudou não só os videogames, mas também a internet e a cultura pop como um todo.

Ora, eu cresci em um mundo onde quando eu não gostava de algo, eu simplesmente parava de dar atenção a ele.

Mas parece que votar com a carteira e aprender a tocar a vida, aceitando que sua insatisfação não é uma verdade absoluta para todo o universo, são conceitos que parecem perdidos no tempo. São ideais eclipsados pela ideia de que, ao estar insatisfeito com algo, o melhor a fazer é encher o saco dos autores até o produto ficar do jeitinho que você queria. Até ter em mãos aquilo que você acha que merece.

Para isso vale, claro, ignorar aqueles hereges sem cérebro que gostaram do produto do modo como ele foi lançado e planejado originalmente. A obra não está perfeitamente adequada ao seu gosto pessoal? Então vamos exigir mudanças ou acabar com ela!

O mundo precisa ser do seu jeito, doa a quem doer. A Internet só existe para que você possa corrigir o que te deixou pessoalmente ofendido. Quem poderia saber o que é melhor para todos além de você, esse floquinho de neve tão especial?

O problema é que quando você junta floquinhos o bastante, dá para fazer uma bola de neve.

Produtores mudaram o final de Mass Effect 3 para agradar ao público

Produtores mudaram o final de Mass Effect 3 para agradar ao público

E quando essa bola de neve bateu na porta da BioWare, funcionários foram demitidos devido ao feedback negativo da comunidade. Gente de verdade foi impedida de continuar trabalhando só porque a visão que tinham para sua obra não agradou a todos.

Para os cabeças do estúdio, pareceu uma decisão lógica: se os jogadores estavam insatisfeitos, então eles cortariam o mal pela raiz. Mais sorrisos, menos irritação, mais vendas!

E assim nasceu o primeiro patch de “correção” que não removeria um bug ou defeito do produto, mas sim uma escolha autoral. O DLC que empoderou as comunidades. A atualização que alterou o final de Mass Effect 3 e deu fim ao poder dos autores.

De repente, todos viramos George Lucas, descobrindo que podíamos alterar obras até que elas fiquem exatamente do jeitinho que queremos no momento.

Por que não usar esse poder recém-descoberto para uni-lo a toda e qualquer cruzada pessoal? Como o final de Mass Effect foi alterado depois de um pouco de pressão, não fazia sentido que o mesmo acontecesse com filmes, séries, quadrinhos ou qualquer outra forma de arte?

“De repente, todos viramos George Lucas”

Aí a gente aproveita e pede, também, que todo material potencialmente ofensivo seja banido. Derrubamos qualquer pensamento politicamente incorreto. Mudamos personagens, cenários e roteiros para se adequar aos tempos de representatividade. Tudo pode ser arrumado, mesmo o que não precisa de conserto. Toda visão subjetiva do autor pode ser dobrada ao seu ideal. Você merece que o mundo se adeque à sua visão!

E ai daquele que ousar discordar das suas cobranças! Que arda no mesmo inferno onde queimam aqueles que riram com Pixels, gostaram do final de Lost ou não viram machismo em Jurassic World. Pobres coitados!

Aqui vai uma ideia maluca: da próxima vez que não gostar de uma obra ou se sentir ofendido por um autor, que tal, ao invés de xingar muito no Twitter, simplesmente aceitar que nem tudo no mundo é exatamente como você gostaria?

Jurassic World foi acusado de machismo em diversas críticas ao redor do mundo

Jurassic World foi acusado de machismo em diversas críticas ao redor do mundo

Você não é mais especial do que ninguém. Você não merece que toda obra no mundo se adeque à sua visão e realidade. Você não merece nada.

Mas você tem o direito de não consumir aquilo que não gosta, e não há patch, atualização ou remendo que possa te tirar esse poder. Isso não basta?


Este artigo expressa a visão e a opinião do autor e não necessariamente representa a posição do PlayReplay e seus demais colaboradores sobre o assunto abordado no texto.

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Formado na arte de reclamar, odeia a internet. Ainda assim, sua hipocrisia sem limites o permite administrar a página no Facebook, plataforma de divulgação do seu primeiro livro. Você também pode seguí-lo em @thomshoes no Twitter, mas provavelmente é uma má ideia...

Anime

A alegria de descobrir Evangelion em pleno 2018

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Neon Genesis Evangelion é um dos animes mais conhecidos de todos os tempos, então chega a ser engraçado imaginar que alguém, em pleno março de 2018, não conhecesse o meme do “Parabains” ou mesmo o apelo para que se “entre logo na droga do robô”! Mas aqui estou eu, provando o óbvio: que nunca é tarde demais para se mergulhar em uma obra essencial.


Veja também:


Acho que parte da minha demora em assistir o anime se deve ao fato de que nunca fui assim tão fã de Mechas. Gosto deles como conceito e design às vezes, mas gastar horas seguindo histórias de lutas contra robôs não me parecia o programa mais interessante do mundo. Assim, o tempo foi passando e passando, e nem mesmo aquela marcante propaganda de Evangelion da Locomotion se provou capaz de me persuadir a dar uma chance à obra.

Vivo reclamando da internet mas, quando bem usada, ela também pode ser uma excelente fonte de conhecimento e dicas certeiras. Por exemplo, logo depois de terminar de ver Puella Magi Madoka Magica, tentei recuperar minha alma fragmentada vendo alguns vídeos sobre o anime.

Clica daqui, assiste dali, cheguei em uma parte abençoada do YouTube, cheia de recomendações de outros animes com reviravoltas surpreendentes ou conteúdo diferente do que sua premissa inicial dá a entender. Evangelion se revelou um nome onipresente nessas listas, e todas falavam sobre como os personagens, questões filosóficas e dilemas existenciais do anime eram muito mais importantes que os robôs. Pronto, agora sim eu estava interessado para valer!

Registro aqui um agradecimento ao Bunka Pop, Elegante, Meteoro Brasil e Wisecrack pelos ótimos vídeos sobre Evangelion

Registro aqui um agradecimento ao Bunka Pop, Elegante, Meteoro Brasil e Wisecrack pelos ótimos vídeos sobre Evangelion. E também ao meu senpai Raphael Martins do Uplay.

Três dias depois, aqui estou eu, com a série completa na bagagem, além dos filmes End of Evangelion e o primeiro dos quatro Rebuilds. Isso porque eu odeio maratonar em binge e tento fazer as coisas que gosto renderem o máximo possível! Mas simplesmente não deu para resistir com Evangelion…

Não cheguei a ficar particularmente impressionado no princípio, focado demais na ação e criaturas, mas mesmo ali já dava para notar que existia algo maior e mais estranho se desenrolando em segundo plano. Mais do que divertir com seu lindo traço e animação fluída (que envelheceu muito bem, diga-se de passagem), sempre ficava com a impressão de que as cenas tinham alguma coisa relevante a dizer, uma impressão que só foi escalando exponencialmente a cada novo episódio.

Entre sugestões dúbias, questões deixadas intencionalmente em aberto e conceitos intrigantes tirados de filósofos e sociólogos muito mais inteligentes que este pobre mortal que vos escreve, o que me conquistou para valer foi o poder das imagens idealizadas por Hideaki Anno.

E a Asuka também me conquistou, mas... é, vamos deixar isso para lá, certo?

E a Asuka também me conquistou, mas… vamos deixar isso para lá, certo?

Por mais grosseira que seja a comparação, seu estilo de escrita e a forma como evoca imagens para causar suspense, inquietação e terror psicológico me lembraram bastante os trabalhos de David Lynch. Há até um forte componente sexual também que é essencial para a construção do clima e dos personagens, e sempre aprecio quem tem a coragem de usar isso com maturidade e sabedoria.

Tentei escrever sobre a magia de Evangelion com o mínimo de spoilers possível por dois motivos. Primeiro, o lore do anime é muito rico (e nem vou fingir que consegui absorver tudo de primeira. Inclusive eu adoro o fato de que, aparentemente, cada vez que eu rever a série, vou aprender algo novo). Segundo, e mais importante, foi tão legal conferir todas as reviravoltas e situações sem fazer ideia do que me aguardava que eu só posso torcer para que mais gente passe pelo mesmo!

Não sou o maior especialista no tema, muito longe disso (você leu os primeiros parágrafos, certo? Eu ainda estou correndo atrás dos mangás aqui). Mas o que eu posso dizer, com certeza, é que em nosso curto tempo juntos, Evangelion já deixou uma marca gigantesca em minha vida, e provavelmente é uma das séries mais inteligentes, interessantes e empolgantes que assisti.

Se for possível, faça um favor a você mesmo e não demore tanto para começar a ver como eu demorei. E, caso termine de ler isso aqui e já esteja correndo atrás dos episódios, tudo que posso dizer é:

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Cinema

Shazam! | Como um uniforme “tosco” pode salvar a DC no cinema

Vamos ver o copo meio cheio e indicar um caminho em potencial para um filme brilhante

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Os últimos dias foram bem movimentados para os fãs da DC e do herói Shazam, já que finalmente surgiram as primeiras imagens de bastidores e, ainda que a gente não tenha fotos oficiais da Warner Bros. em mãos até agora, já é possível ter uma boa ideia de como o ator Zachary Levi se parecerá com a devida indumentária heróica.


Veja também:


Caso você não esteja a fim de dar uma moral para a gente e clicar nos links acima para ver o uniforme, vamos ser gentis e mostrar na imagem abaixo o tipo de coisa que teremos que ver na telona quando Shazam! estrear em 5 de abril de 2019:

Zachary Levi como Shazam

Zachary Levi como Shazam

Pronto, agora você sabe. Ainda que apliquem tantos efeitos especiais quanto os vistos no filme do Lanterna Verdade, nosso amigo Zachary Levi está gravando com uma roupinha bem fiel ao visual dos quadrinhos e… bom, talvez fiel até demais?

Para muita gente, é uma regra tácita que simplesmente dar um ctrl c + ctrl v do visual dos quadrinhos diretamente para a telona é, mais do que uma péssima ideia, algo incrivelmente bobo, que destrói a suspensão de descrença e torna a obra alvo de piadas fáceis. É por isso que normalmente vemos os infames “trajes de combate com armadura tática”, aquela desculpa padrão para levar os personagens à telona, honrando suas cores e pegando emprestado algumas ideias de design, mas sem precisar cair no ridículo.

Volte algumas décadas no tempo e você vai descobrir que nem sempre o traje tático foi a regra

Naturalmente, desafiar uma convenção e fórmulas é algo que pode ser ao mesmo tempo corajoso, arriscado e — caso tudo dê errado — burro. Mas vamos fazer um pequeno exercício mental e pensar, por um segundo, sobre o melhor cenário e como tudo pode dar certo. E muito certo!

Afinal, para começo de conversa, não é como se os filmes do DCEU gozassem de grande prestígio entre a crítica e fãs em sua forma atual. Dia após dia, só vemos os filmes da Marvel receberem justos elogios por sua pipoca muito bem produzida, com histórias bem escritas, atores carismáticos e um universo razoavelmente coeso, na medida do possível.

Seria muito fácil botar Zachary Levi em um uniforme do Shazam metido a realista

Seria muito fácil botar Zachary Levi em um uniforme do Shazam metido a realista

Enquanto isso, a DC sofre com filmes pessimamente acabados, com tons contrastantes entre si e visões criativas em choque graças a falta de um comando claro e o pulso firme dos executivos da Warner Bros.. Ora parece que a ideia é honrar o clima dark dos filmes de Christopher Nolan (Homem de Aço e Batman v Superman), ora a ideia parece ser copiar as piadinhas (Liga da Justiça) ou fórmula da Marvel (Mulher Maravilha, praticamente a mesma estrutura de filme do Capitão América).

Ainda não vimos a DC tentar algo totalmente novo, então quem sabe não é isso que o diretor David F. Sandberg está tentando agora? Se a ideia for filmar algo que critica justamente a estagnação criativa da Marvel e a falta de identidade e visão da DC, não haveria forma melhor de começar a aplicar essa visão do que com um uniforme diferente de tudo que vemos nas produções mais recentes, certo?

“Seja como for, o uniforme continua ridículo”, sugere você, leitor de pouca fé. E é verdade. Que bom, então, que o ator principal do filme do Shazam é alguém perfeitamente versado na arte de trabalhar em cima do ridículo. Zachary Levi era simplesmente brilhante na série de comédia e ação Chuck, uma das obras geek mais legais de todos os tempos!

Ele também provou saber trabalhar um tom mais cartunesco ao dublar muito bem a animação Enrolados, e até mesmo ao contracenar com chipmunks virtuais na sequência de Alvin e os Esquilos. Então, seja lá qual for o tom de comédia que Shazam tente levar à telona, é certo que Zachary Levi vai tirar o desafio de letra!

Nestes tempos de tantas fórmulas batidas e ideias sem coragem, saber que Shazam está tentando algo tão fora da curva (ainda que tenhamos apenas fotos de uniforme para sustentar essa ideia por enquanto) me parece uma dica sólida o bastante para ficar otimista e ansioso para as próximas informações sobre o filme.

Ou a Warner Bros. pode começar a se meter demais e estragar tudo mais uma vez… Oremos aos deuses para que isso não aconteça!

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Anime

Como me apaixonei por Mahoutsukai no Yome

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As últimas semanas foram um pouco engraçadas por aqui. Normalmente, quando a temporada de premiações do cinema se aproxima, tento me esforçar para assistir ao máximo possível de filmes indicados, pois ainda que eu ache que ganhar um Oscar não significa bulhufas, me diverte avaliar os principais filmes da Academia.


Veja também:


Estava com muita vontade de ver A Forma Da Água, pois tenho simpatia pelo Guillermo del Toro como cineasta E a temática do filme parecia sob medida para me agradar. Me chame de piegas, se quiser, mas adoro uma boa história de amor, especialmente se ela vai um passo além e coloca elementos como terror, monstros, magia e sobrenatural no meio.

No entanto, Del Toro colocou tantos clichês e maniqueísmo no seu longa que eu, diferente da maioria, não consegui ficar tão imerso em sua história, apesar de apreciar seu belo trabalho de direção. Foi assim que, sedento por encontrar uma obra capaz de me entregar tudo aquilo que não encontrei no filme, lembrei de um tal Mahoutsukai no Yome, que volta e meia aparecia entre os mais populares do catálogo do Crunchyroll.

Conhecido como The Ancient Magus Bride no ocidente, dei uma rápida olhada em sua sinopse e prontamente me interessei: “Chise Hatori, 15 anos. Abandonada, sem esperança e sem família, ela é comprada por dinheiro – não por outra pessoa, mas por um feiticeiro inumano chamado Elias. Apesar de insegura, ela recomeça sua vida como sua aprendiz e futura esposa.

Sem nada a perder, dei um play despretensioso. E então vi o segundo episódio. E o terceiro. Quando dei por mim, meia temporada já tinha passado voando, enquanto eu ria, me emocionava, me apaixonava pelos personagens e pelo traço e trilha sonora impecáveis. Aliás, o primeiro arco do anime tem uma das minhas aberturas favoritas de todos os tempos, e a bela música grudou como chiclete em meus ouvidos:

O que eu achei mais legal foi que, ao invés de trilhar um caminho seguro como o estabelecido em obras clássicas como A Bela e a Fera, o anime adapta os mangás da talentosa Kore Yamazaki e traz um texto muito denso e repleto de sutilezas. Acima de tudo, ele não tem medo de mexer em temas muito, muito delicados!

Depressão, sangue, mortes e outras cenas brutais contrastam com a magia e delicadeza que cercam todas as coisas vivas. As aparências constantemente enganam, e mesmo imersa na maior das trevas, ainda é possível vislumbrar uma luz no fim do túnel.

Eu realmente não quero entregar spoilers, e recomendo que você comece a ver agora mesmo, com o mínimo de informações possível, caso tenha um pingo de interesse pelos temas que citei, porque vale muito, muito a pena, e não faltam surpresas. A primeira temporada completa já está disponível no Crunchyroll nacional, e a segunda está rolando agora mesmo enquanto você lê este texto, em simulcast!

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