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Outlast 2 | Sequência chega ainda mais aterrorizante e difícil no Switch

Além de ter uma mistura interessante de duas tramas, o jogo também é mais desafiante que o antecessor.

Publicado

em

O número de jogos de terror no Switch vem crescendo bastante nos últimos e a desenvolvedora Red Barrels ajudou a trazer pelo menos dois ótimos títulos do gênero para a eShop do console.

Além do primeiro Outlast, sua sequência também foi lançada na plataforma da Nintendo recentemente. A boa notícia é que assim como seu antecessor, Outlast 2 é um excelente port e que vale a pena conferir.

A história em si é um pouco diferente do game original, mas ainda segue o mesmo tipo de premissa. A caminho de uma investigação de assassinato com sua esposa, um jornalista sofre um acidente de helicóptero e é separado de sua companheira. Ele acaba encontrando um seita religioso responsável por diversas mortes enquanto procura pela esposa.

Embora a trama envolvendo a seita seja boa, as partes mais interessantes acontecem quando nosso protagonista tem alguns flashbacks da época em que estudava em uma escola católica. As duas histórias se encaixam muito bem e dão um ótimo incentivo para o jogador continuar sua jornada.

Já as mecânicas e a jogabilidade não é nada diferente do que vimos no primeiro Outlast. Você não tem como se defender dos inimigos, é necessário se esconder em diversas partes, você poderá registrar as atividades da seita com sua câmera e a única maneira de enxergar no escuro é usando o modo de visão noturna da filmadora.

É claro que a bateria da câmera continua sendo um aspecto a ser gerenciado, então você não poderá usar o dispositivo à vontade e sem preocupação. Felizmente, é possível encontrar baterias novas em diversos lugares, então não é algo que vai te atrapalhar tanto assim.

Uma diferença bem perceptível é que o jogo é bem mais difícil do que o original. Na verdade, quem jogou a versão do PC em 2013 deve lembrar que a Red Barrels chegou a liberar um update para regular a dificuldade normal do game e resolver alguns aspectos que estavam frustrando os jogadores.

Na versão do Switch, você pode escolher entre diversos modos de dificuldade logo no início. Além do modo normal, há alguns modos bem mais difíceis e um “Modo História” para aqueles que querem aproveitar a trama do jogo sem se preocupar tanto em morrer toda hora.

Outro ponto positivo é que o visual do game foi muito bem trabalhado e as limitações do console não chegam a ser tão perceptíveis. No máximo, você verá algumas texturas menos detalhadas em certos objetos espalhados pelo cenário, mas nada tão importante.

Isso vale tanto para o jogo rodando com o Switch no dock como no modo portátil. Também é bom mencionar que sua performance se mostrou bastante estável, mesmo em situações mais intensas, e manteve seus 30 fps sem problemas.

Talvez um dos únicos pontos irritantes é o uso constante do HD Rumble dos Joy Cons, que pode ser intenso demais em certas ocasiões. Felizmente, é algo que você pode desativar.

Assim como o antecessor, o design de som continua maravilhoso e boa parte da ambientação, terror e tensão do jogo vem exatamente dos sons que você ouvirá ao seu redor. Por isso, se decidir jogar no modo portátil, recomendamos usar fones de ouvidos para melhorar essa experiência.

No geral, Outlast 2 é um título essencial tanto para os fãs de games de terror como para aqueles que querem experimentar a franquia de um modo diferente ou com mais liberdade.

Outlast 2 - Switch
9 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Duas tramas interessantes
  • Ótima performance
  • Mais desafiante
Contras
  • HD Rumble pode ser irritante
Avaliação
Outlast 2 melhora a maioria dos aspectos do original e ainda apresenta duas tramas interessantes para cativar o jogador.
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Seus irmãos a viciaram em video games antes que ela aprendesse a falar, e agora ela passa os dias escrevendo sobre isso para sites misteriosos.

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Críticas

Little Witch Academia | Vol. 1 do mangá da JBC é tão divertido quanto o anime

Um dos melhores lançamentos de mangá em 2018

Publicado

em

Este mês a editora JBC colocou nas bancas de todo o Brasil o volume 1 do mangá Little Witch Academia, a adaptação do querido anime do estúdio Trigger e de Yoh Yoshinari. Em quadrinhos, a adaptação ficou a cargo de Keisuke Sato, que conseguiu replicar muito bem o clima de magia, humor e aventura da obra original.


Veja também:


O lançamento da JBC conta com 176 páginas (mais 8 coloridas) ao todo e tem preço de capa de R$ 16,90, um valor bem justo e coerente com a qualidade do material. Com classificação livre, a leitura tem potencial para agradar absolutamente todas as demografias, já que os temas que aborda ressoam facilmente com qualquer um que goste de uma boa aventura, não importando sua idade ou gênero.

Bem-vindas à Luna Nova!

Como bom volume inicial, aqui vemos os primeiros passos da história de Atsuko “Akko” Kagari na Escola de Magia Luna Nova, então não é preciso ter qualquer conhecimento prévio sobre a franquia para se divertir e entender toda a trama.

A jovem aspirante a bruxinha quer dominar a magia desde que viu uma apresentação da famosa bruxa Shiny Chariot. No entanto, ela ainda não tem poderes de bruxa (sequer consegue controlar uma vassoura!) e, por isso, fica no alvo e sob constante pressão de suas colegas de classe, sofrendo até um pouco de bullying por não vir de uma linhagem tradicional.

Felizmente, também há muitas pessoas gentis dispostas a ajudar Akko em sua jornada, e aqui podemos testemunhar como ela conheceu suas melhores amigas Lotte Yanson e Sucy Mambavaran. É claro que, pelo caminho, o trio já enfrenta várias confusões, como ficar perdidas na Floresta Arcturus e quase se atrasar para o primeiro dia de aula, mas essa é justamente a graça da trama.

Ao fim do mangá, há um pequeno posfácio engraçadinho e um guia de personagens de duas páginas com artes conceituais das três heroínas principais, o que não deixa de ser interessante, especialmente para quem está treinando desenhos em casa. Com uma boa qualidade de papel. uma história super divertida e traço primoroso, Little Witch Academia já é um dos melhores lançamentos de mangá do ano!

Little Witch Academia 1 (JBC)
10 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Valor justo
  • História cativante
  • Ótimas ilustrações
Contras
  • Não há
Avaliação
Little Witch Academia é um dos animes mais legais disponíveis no catálogo da Netflix nacional, mas você também pode viver todas as suas aventuras neste mangá caprichado lançado pela Editora JBC! Com preço justo, o material traz ótimo papel, tradução, traço e história, e é um prato cheio para quem ser um livro cheio de magia, aventura e bom humor!
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Críticas

Super Bomberman R | Uma jornada repleta de nostalgia

Diversão explosiva para curtir com seus amigos!

Publicado

em

Quando o Nintendo Switch foi lançado em março de 2017, Super Bomberman R foi parte da incrível leva de primeiros jogos do console da Nintendo. Mesmo dividindo espaço com pesos-pesado como The Legend of Zelda: Breath of the Wild, o jogo da Konami encontrou espaço e alegrou em cheio a galera mais nostálgica, que sentia falta dos clássicos jogos do Bomberman.


Veja também:


Afinal, o jogo (desenvolvido em parceria entre a Konami e a HexaDrive) trouxe tudo que os fãs mais gostam: uma campanha principal cheia de fases bem pensadas, jogabilidade clássica e, mais importante do que tudo isso, multiplayer tanto cooperativo como competitivo para manter a galera ocupada por centenas de horas!

Edição mais do que brilhante

O melhor de tudo é que, desde o lançamento, bastante conteúdo foi adicionado gratuitamente como DLC! Foram liberadas skins temáticas de outras franquias lendárias da Konami, como Mystical Ninja, Metal Gear Solid, Castlevania e Silent Hill (e até skins temáticas únicas de cada console, como a skin de Ratchet, disponibilizada apenas no PS4, o console que usamos em nosso teste do game). O único inconveniente é que, para comprar todas as skins, é preciso farmar as moedas virtuais do game, o que consome bastante tempo, até porque esse dinheiro virtual também é utilizado como Continue durante a campanha, o que é uma decisão de design bastante questionável.

Ainda assim, é fácil relevar essas escolhas estranhas quando o multiplayer (para até quatro jogadores) é tão bom! Se você já jogou algum capítulo de Bomberman, sabe bem como funciona a jogatina: em um tabuleiro de espaço bem limitado, sua única forma de ataque é soltar bombas.

No entanto, essas mesmas bombas também podem matá-lo caso você esteja na área de explosão. Conforme o mapa vai sendo detonado, power ups aparecem, permitindo que você aumente o raio de impacto, ganhe velocidade ou coloque mais bombas no mapa por vez, o que torna tudo progressivamente mais caótico (e, logo, divertido).

Uma bomba de nostalgia

A campanha não é exatamente extensa e pode ser zerada em cerca de cinco horas, mas vale a pena jogá-la não só por ela ser um ótimo treino para o multiplayer, mas também porque há divertidas cutscenes em estilo desenho animado entre cada mundo, além de chefes criativos e realmente desafiadores ao fim de cada mundo.

Se você nunca gostou de Bomberman, não é esse jogo que vai mudar a sua opinião. No entanto, se você era fã dos jogos antigos, essa viagem cheia de nostalgia é mais do que recomendada, já que entrega doses cavalares de diversão explosiva!

Super Bomberman R
8.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Nostalgia sob medida
  • Skins históricas
  • Multiplayer viciante
Contras
  • Associar dinheiro
    a continues
Avaliação
Super Bomberman R não é o jogo que vai persuadir alguém que nunca gostou da série a amá-la, mas é um prato cheio de nostalgia para os fãs das antigas.
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Críticas

Gorillaz | The Now Now é um retorno à melhor forma

Sexto disco da banda virtual é um de seus melhores

Publicado

em

The Now Now é o mais novo álbum da banda Gorillaz (já disponível oficialmente para download e streaming no Spotify)  e prova que, mesmo em seu sexto disco, o grupo virtual liderado por Damon Albarn continua em ótima forma, ainda capaz de trazer grandes músicas misturando synth pop, soul, new wave e rock!


Veja também:


Com produção de James Ford e Remi Kabaka, o disco soa bem mais coeso e de qualidade uniforme do que o bom, porém instável Humanz. Em parte, isso se deve a uma redução no número de colaboradores, algo pelo qual a banda sempre foi bastante conhecida. O lance é que o excesso de vozes (tanto criativas como literais) de Humanz atrapalhou demais a identidade do CD anterior. Então, ao compor e gravar o material enquanto o grupo estava em turnê, Albarn conseguiu criar uma obra muito mais espontânea, natural e fluída.

Com cara de Gorillaz

Com isso, até as novas músicas que contam com parcerias soam mais redondinhas. É o caso do single Humilty, que abre o álbum em parceria com George Benson: um chiclete delicioso que, tal qual o clipe indica, é perfeito para ouvir em um dia ensolarado na praia. Como todas as faixas que se seguem, ela é um pouco trippy, atmosférica, com uma batida envolvente e bem construída.

Essa vibe alegrinha se repete em faixas com um foco maior no instrumental, com pouco ou nenhum vocal, como Lake Zurich e Tranz. Curiosamente, The Now Now também explora o outro lado da moeda e possui faixas atmosféricas e instrumentais melancólicas, o que cria um bom contraste com essas músicas e ajuda o álbum a soar mais interessante.

One Percent, Idaho e Souk Eye, por exemplo, podiam facilmente estar em um disco do Blur ou da carreira solo de Albarn, e trocam a vibe ensolarada californiana por uma fria, chovosa e cinzenta tarde londrina. É aquela melancolia (com apenas uma pitadinha discreta de otimismo) que o compositor sempre soube explorar como poucos.

Pequenos tropeços e grande triunfo

Mas nem tudo foi um acerto certeiro no disco. Hollywood, a parceria com Snoop Dogg e Jamie Principle, é uma das poucas decepções do álbum, já que em nenhum momento ela chega ao nível de genialidade esperado por nomes desse calibre. Sorcererz e Kansas também não conseguem criar uma batida tão dançante quanto gostariam, e soam mais como filler do que qualquer outra coisa.

O ponto alto de The Now Now, de longe, é a faixa Fire Flies, possivelmente uma das melhores — ou até A melhor — músicas que o Gorillaz já lançou. Ao mesmo tempo ela consegue trazer um pouco da eletrônica de Daft Punk, o funk de Toejam & Earl e a psicodelia cabeça do disco Think Tank, do Blur. É um achado de canção e, sozinha, ela já vale o disco inteiro!

As poucas faixas fracas não abalam a qualidade geral do disco e, entre tantos acertos, sem dúvidas The Now Now é um dos melhores e mais interessantes trabalhos do Gorillaz!

Gorillaz: The Now Now
9 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Mais coeso que Humanz
  • Ótimas faixas como
    Fire Flies e Humilty
Contras
  • Parceria com
    Snoop Dogg decepciona
  • Tem alguns fillers pontuais
Avaliação
Sexto álbum do Gorillaz, The Now Now mostra uma banda em plena forma. Cheio de grandes faixas (como a já clássica Fire Flies, e o ótimo single Humilty), o álbum acerta ao trazer menos participações especiais e mais faixas bem trabalhadas por toda a banda, com foco em um bom instrumental e atmosfera cheia de funk, soul, eletrônica e rock.
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