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Críticas

Novo Perdidos no Espaço até que consegue divertir

Melhor que o filme de 98, mas não faz nem sombra ao seriado clássico

Publicado

em

Como o fiasco cinematográfico de 1998 deixou claro, rebootar a série Perdidos no Espaço não é a tarefa mais fácil do mundo. Originalmente transmitido entre 1965 e 1968 na CBS, o programa misturava muito bem elementos de aventura, ficção científica e comédia, e marcou época com sua fórmula característica. Assim, a missão da Netflix ao fazer uma nova série não era das mais fáceis.


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Assim, o simples fato da versão de 2018 não ser uma catástrofe já é uma conquista notável por si só, ainda mais levando em conta o currículo da Netflix, cujas produções costumam ser por demais genéricas e formulaicas, com aquele modelinho intragável de esticar uma história até seu limite, com maratonas de 13 horas para contar uma trama bem curta e rasa (lembra da intragável Altered Carbon? Pois é).

Pensando nas produções originais Netfix, seu Perdidos no Espaço certamente fica entre os melhores lançamentos entre as séries do serviço de streaming. Mesmo sem chegar ao mesmo patamar de excelência das raras maravilhas como Love e Derek, Perdidos no Espaço consegue divertir e deslumbrar um pouco ao longo de seus nove episódios, e isso tem lá seu mérito.

O valor de produção é o elemento que mais salta aos olhos logo de cara. Na maior parte do tempo o seriado mais parece um filme de orçamento decente, e isso ajuda bastante na imersão do clima de aventura. O design das criaturas, veículos e uniformes ficou bem interessante até mesmo nas decisões mais ousadas, como a repaginação do robô companheiro do jovem Will Robinson.

Falando nos Robinson, os personagens estão razoavelmente diferentes dos originais em seu visual e motivações, mas o importante é que sua essência foi mantida. A ideia, claro, é que por mais intensos que sejam os perrengues e aventuras, no fim do dia, os Robinson sempre ficam juntos, bem como tem que ser em uma boa aventura família.

Como manda a cartilha dos bons costumes ditada pelo senso comum em 2018, há aquelas inevitáveis trocas de etnia e sexo em relação aos personagens originais. Felizmente, diferente da maioria das obras atuais, aqui tudo é feito de forma delicada, esperta e cumprindo seu propósito narrativo com bom gosto.

Com o devido aviso de spoiler (ainda que isso aconteça já no primeiro episódio e a informação esteja em todas as sinopses e IMDB logo de cara), a troca mais inteligente e interessante foi a transformação do Doutor Smith em Doutora Smith. Afinal, em inglês, “doctor” é um substantivo sem gênero, e foi sagaz se aproveitarem disso, especialmente porque Parker Posey consegue interpretar muito bem um dos personagens mais queridos da televisão.

A esperteza e covardia da personagem são aplicadas em doses perfeitas em suas caretas, do jeitinho que tem que ser. De longe, ela é o nome que mais se destaca positivamente no elenco, seguida pela Maureen Robinson de Molly Parker e o Don West de Ignacio Serrichio. Não dá para reclamar muito do elenco jovem, exceto por Maxwell Jenkins, que está totalmente perdido com seu Will Robinson. Cada pequena cena e demonstração de emoção parece um esforço hercúleo para o garoto.

Com bons efeitos visuais e atuações na maior parte decentes, só faltava o roteiro seguir o mesmo padrão de qualidade. Infelizmente ele fica um pouco abaixo da média, mas não o bastante a ponto de estragar tudo. Há algumas viradas espertinhas e divertidas, mas, no geral, quase todas as situações de perigo em que os protagonistas se encontram acabam sendo ou anticlimáticas, ou resolvidas de forma meio preguiçosa e excessivamente conveniente, o que atrapalha um pouco a jornada.

Ainda assim, é uma ficção científica mais coesa e redondinha do que o instável Star Trek: Discovery, e uma das séries de drama originais da Netflix mais interessantes disponíveis em seu fraco catálogo. E, mesmo que você não goste de nada citado acima, ao menos tem um consolo nos créditos finais, que contam com uma versão muito legal do clássico tema escrito pelo mestre John Williams!

Perdidos no Espaço (2018)
7.5 Nota
6.3 Leitores (3 Notas)
Prós
  • Ótimos efeitos especiais
  • Resgate da trilha original
  • Atuação da
    Parker Posey
Contras
  • Roteiro ocasionalmente preguiçoso
  • Will Robinson chatinho
    demais
  • Não é muito memorável
Avaliação
O novo Perdidos no Espaço é mais um reboot desnecessário, mas ao menos consegue ficar acima da média das produções originais da Netflix com seus bons efeitos especiais e alto valor de produção. Superar a série original era uma missão quase impossível, então ao menos resta o consolo de que a série é bem melhor que o filme de 1998.
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Formado na arte de reclamar, odeia a internet. Ainda assim, sua hipocrisia sem limites o permite administrar a página no Facebook, plataforma de divulgação do seu primeiro livro. Você também pode seguí-lo em @thomshoes no Twitter, mas provavelmente é uma má ideia...

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Críticas

Death Road to Canada | A caminho do sucesso também nos consoles

Embarque nessa divertida jornada no Switch, PS4 e Xbox One

Publicado

em

Quando a Rocketcat Games lançou Death Road to Canada nos computadores em 2016, não poderia imaginar, nem eu seus sonhos mais otimistas, o tamanho do sucesso que o jogo alcançaria! Ele foi abraçado pela comunidade e logo surgiram toneladas de streamers dispostos a desbravar as ardilosas estradas do game.


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Com muita propaganda boca a boca e reviews favoráveis, era apenas uma questão de tempo até que o jogo alçasse voos mais altos e chegasse também aos consoles de mesa. Assim, em 2018 o jogo chegou ao Nintendo Switch, Xbox One e PlayStation 4 (console que utilizamos em nosso teste).

Quantas estradas um homem deve caminhar?

Como tantos outros indies aclamados, Death Road to Canada é um roguelike, ou seja, a cada partida você encontrará desafios diferentes, o que mantém aquele sentimento de novidade e desafio mesmo após muitas horas de jogo. O título do game já deixa bem claro, mas o seu objetivo é conseguir levar o herói e até outros três sobreviventes até o fim da longa estrada para o Canadá. Mas por que eles querem tanto assim chegar lá? Oras, porque o Canadá é o lugar mais seguro do mundo para se proteger do apocalipse zumbi que devastou todos os Estados Unidos!

Embora Death Road to Canada seja um jogo de ação na maior parte do tempo, também há boas doses de RPG aqui e ali para temperar a aventura. Nos segmentos mais movimentados, seu herói precisa usar todas as armas que encontrar para investigar o mapa a fundo e colher recursos que facilitam a sua jornada. É preciso ficar de olho especialmente nos alimentos e combustível: a comida serve para manter a moral dos seus personagens em alta, e também para ser usada como moeda de troca no comércio local.

Já o combustível, como você deve ter imaginado, é o que mantém o seu carro em movimento e agiliza a jornada pela estrada. Ficar sem combustível não gera um game over imediato, mas significa perrengues bem pesados para a trupe, de forma que encontrar um novo carro vira a prioridade máxima das missões. Com isso, o tempo inteiro de campanha o jogador fica preocupado em coletar e gerenciar os seus recursos com a maior eficiência possível, pois isso é o que realmente dita se você vai ou não conseguir zerar o jogo.

Chame os amigos e pé na tábua

Não que a ação seja sem graça ou moleza, pelo contrário! Volta e meia surgem fases de exploração por ambientes escuros e claustrofóbicos, ou mesmo cenários em que é preciso esperar por um determinado tempo apenas lutando contra ondas e mais ondas de zumbis. Quanto mais você progride no game, mais fortes ficam os rivais. Mas anime-se! Armas melhores também são obtidas no processo.

O mais legal é que cada personagem de seu grupo possui suas próprias forças e fraquezas, que podem ser customizadas em toneladas de combinações diferentes. Por exemplo, há heróis que mandam bem no combate corpo a corpo, mas não sabem atirar. Enquanto isso, outros são exímios atiradores, mas não possuem fôlego o bastante para usar bem armas brancas.

Como cereja do bolo, Death Road to Canada ainda permite que você crie os personagens como quiser, copiando os nomes e visuais de seus amigos no mundo real, o que torna tudo mais imersivo e divertido. Ao fim de cada campanha, você pode usar os pontos obtidos para desenvolver melhorias nos seus atributos e, assim, facilitar um pouco mais a próxima viagem.

Com gráficos bem pensados, um ótimo design de fases e trilha sonora empolgante, cada tentativa de chegar ao Canadá é certeza de muita tensão, adrenalina e risadas. Quem curte roguelikes com camadas de RPG deveria embarcar agora mesmo nessa viagem!

Death Road to Canada
9 Nota
10 Leitores (1 Nota)
Prós
  • Trilha sonora
  • Premissa criativa
  • Variedade de armas
    e personagens
Contras
  • Dificuldade desbalanceada
Avaliação
Death Road to Canada é um roguelike muito divertido e viciante. Depois do sucesso nos computadores, sua versão para consoles também ficou excelente e pode proporcionar dezenas de horas de diversão graças à variedade de desafios, armas e personagens.
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Cinema

Cargo | Netflix entrega mais um filme totalmente sem sal

Só Martin Freeman se destaca em um filme bem “mais do mesmo”

Publicado

em

“Sabe o que está faltando no mercado? Mais filmes de zumbis”, disse ninguém, em lugar nenhum. Ainda assim, a Netflix decidiu produzir e lançar Cargo, um longa focado em um mundo pós-apocalipse zumbi, onde os poucos sobreviventes vivem escondidos e com medo, já que basta uma mordida para se transformar em morto vivo. Que inovador, não?


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Na tentativa de dar algum diferencial a esse gênero tão saturado, a ação e suspense foram transportados para a Austrália, e algumas regrinhas básicas foram retrabalhadas. Por exemplo, quem leva uma mordida agora tem 48 horas antes de a doença incurável consumir totalmente o seu corpo.

Embora a direção de Ben Howling e Yolanda Ramke falhe miseravelmente na tentativa de gerar qualquer emoção, há um pequeno momento de brilho no ato um, pois a forma que eles encontraram para apresentar o funcionamento dessa contagem regressiva até a transformação em zumbi foi inteligente e bem realizada.

Sem entrar em maiores spoilers, basta dizer que essa explicação é feita com naturalidade e sem cara de exposição exacerbada, já que ela ocorre justamente nos eventos que nos levam à premissa básica do filme: o drama de um pai que precisa conduzir sua filha única até a segurança em um mundo hostil e repleto de perigos em cada esquina.

Só Martin Freeman salva

Por mais fraco, previsível e banal que seja o resto do texto de Yolanda Ramke, ao menos a trama consegue fazer o bastante para dar ao brilhante Martin Freeman a chance de nos brindar com mais uma atuação incrível. O cara já era fera demais em Sherlock e no The Office original, então quem conhece seu trabalho não vai ficar surpreso ao ver mais um trabalho brilhante do ator.

Freeman é consistentemente brilhante ao longo dos 105 minutos de projeção, mas a qualidade da narrativa, infelizmente, segue ladeira abaixo a cada minuto que passa, abusando dos clichês e situações convenientes em sua trama. Uma pena, já que existia um certo potencial (jamais explorado adequadamente) em ver os aborígenes lidando com os mortos-vivos. No geral, o promissor contexto australiano é quase que totalmente desperdiçado e, ao fim do filme, resta apenas o vazio e tédio por ter visto mais um filme mediano no já farto catálogo de obras meia boca da Netflix.

Cargo
5.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Atuação de Martin Freeman
  • Cenário australiano
Contras
  • Falta de criatividade
  • Previsível demais
  • Conveniências de roteiro
Avaliação
Cargo é mais um filme de zumbis em um gênero fatalmente saturado e, como tal, não consegue provar o seu valor. Nem mesmo a brilhante atuação de Martin Freeman é o bastante para espantar o marasmo. Um filme absolutamente esquecível, que desperdiça o cenário australiano e as possibilidades que ele proporcionava.
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Críticas

Mushroom Wars 2 é o jogo de estratégia em tempo real que você não pode perder

Mushroom Kingdom 2 é um jogo que diverte e te desafia com tudo de bom do gênero RTS em partidas mais curtas

Publicado

em

Lançado em 2016 para Android, iOS e PC, e em 2018 para PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch (plataforma utilizada para análise), Mushroom Wars 2 é um título que trabalha com partidas curtas mas que requerem muita estratégia para vencer.


Veja também:


O gênero de estratégia em tempo real, ou Real Time Strategy (RTS), é tão bem representado por games como Command & Conquer e Age of Empires que é até difícil acreditar que novos jogos possam ser tão bom quanto esses clássicos de PC. Porém, Mushroom Wars 2 mostra que o gênero RTS ainda pode ser forte com novas franquias.

Cuidado: cogumelos perigosos!

Não se deixe enganar pela aparência! Mesmo com cara de fofos e que farão barulho de ursinho de pelúcia se apertados, garanto para vocês que o sangue desses fungos ferve e arde por batalha. Inúmeros objetivos diferentes fazem com que essas criaturas vivas se enfrentem e percam suas vidas nessas batalhas sanguinárias. O jogo basicamente se resume a dominação das construções existentes no mapa, dizimando, consequentemente, seus inimigos.

Essas batalhas podem acontecer de duas formas: no modo adventure, onde tutoriais são bem explicativos e fases que vão aumentando suas dificuldades gradativamente, liberando novas possibilidades de desenvolver sua estratégia a cada nova fase; ou no modo multiplayer, onde você pode enfrentar seus amigos para ver quem é o melhor estrategista.

Mesmo tendo apenas dois modos, as possibilidades de batalha dentro do campo são o que interessa. Tendo todos os jogadores o mesmo objetivo, seja dominação total do mapa, dominar uma construção específica ou rei da montanha (king of the hill), é possível variar sua estratégia dependendo do tipo de ação que você toma.

Para ter uma ideia do que eu estou falando, existem vários tipos de estruturas: os vilarejos, que geram cogumelos com o tempo, aumentando assim as unidades de batalha; as torres, que dão dano por segundo nas unidades inimigas que passam dentro do seu alcance; e as forjas, que aumentam o ataque e defesa das unidades.

Todas as construções podem se tornar as outras, caso você pague o preço das unidades necessárias para tal transformação. Dessa forma, cabe você decidir sua estratégia conforme vai rolando o jogo, se precisa de mais unidades, aumentar seu ataque e defesa ou ter as torres defensivas para suas outras construções.

Claro que tudo isso pode ser melhorado através dos upgrades. Cada upgrade exige um determinado número de unidades dentro da construção para ser realizada. As primeiras evoluções tem um custo baixo enquanto as últimas chegam a ter um grande número exigido para sua evolução. Mas lembre-se, não saia evoluindo as coisas só porque tem as unidades para tal, pois quanto menos unidades em cada construção, mais fácil o inimigo pode tomá-las para ele.

Agora que você sabe os modos de jogo e as construções que te auxiliam para sua vitória, precisa entender como funciona o jogo. Como já disse antes, o vilarejo aumenta o seu numero de unidades. Com o número que você deseja, basta fazer a ação de mandar as unidades para outra estrutura. O número de unidades que você envia tem que ser maior a mostrada nas casas do mapa. Lembre-se que você vai perder o mesmo número de unidades para conseguir conquista-la. A não ser que você tenha uma forja, que aumenta os ataques das unidades, fazendo com que seu dano aumente e menos unidades sejam sacrificadas.

E isso não é tudo, também existem os líderes! Cada líder tem quatro habilidades específicas que podem virar o jogo, como acelerar a velocidade de movimento das unidades, aumentar defesa de uma construção ou até mesmo aumentar o dano das torres. Essas habilidades podem ser usadas dependendo do nível de energia que você acumula. Quanto mais eficiente a habilidade, mais nível de energia é exigido. Para aumentar essa barra, é necessário executar ordens onde o sucesso fica ao seu lado, como defender sua construção do ataque inimigo, dominar a estrutura do inimigo ou até fazer upgrades na sua base.

Perigosos, mas fofos

Podemos dizer que, comparado com seu antecessor, Mushroom Wars 2 evoluiu imensamente com seu visual. E o game faz questão de mostrar suas artes em todas as telas de loading durante o jogo. Mesmo o carregamento sendo bem rápido, da pra apreciar os traços das artworks do game. Sua trilha sonora também tem um grande destaque nas partidas. Melodias harmoniosas, com temas agradáveis, apesar da guerra intensa acontecendo, tornam a experiência do jogo mais agradável a cada nova partida.

Mushroom Wars 2 é um excelente RTS e fãs do gênero devem amar cair no mundo dos fungos fervorosos por guerra. Até mesmo quem não teve a oportunidade de experimentar o gênero, pode começar por esse mesmo.

* Jogo cedido para review pelo nosso parceiro Rodrigo Coelho. Você pode conhecer um pouco mais sobre o trabalho dele no canal Coelho no Japão.

Mushroom Wars 2
8.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Fácil adaptação às mecânicas
    do jogo
  • Partidas rápidas
  • Uma grande variedade de heróis
Contras
  • História pouco trabalhada
Avaliação
Mesmo com toda complexidade aparente na explicação do jogo acima, é fácil de se adaptar aos comandos. Já a conquista da vitória, a cada fase nova, maior fica sua dificuldade, sendo necessário elaborar novos planos, fazendo com que você evolua sua visão estratégica no decorrer do jogo.
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