Conecte-se conosco.

Críticas

Resident Evil Revelations tem revelações antigas, mas visual e performance renovados

Publicado

em

Situado entre os acontecimentos de Resident Evil 4 e Resident Evil 5, e contando a história secreta do triste fim da cidade de Terragrigia, Resident Evil Revelations chega hoje às lojas em novas versões para PlayStation 4 e Xbox One.

O relançamento, agora com taxa de quadros por segundos mais estável, visual mais refinado, resolução 1920×1080 mais suave, movimentação dos inimigos aprimorada e mais detalhes no ambiente, nos põe novamente na pele de Jill Valentine e Chris Redfield, dois agentes da BSAA (e ex-membros da STARS) que, ao lado de Parker e Jessica, seus respectivos novos parceiros, acabam trombando com um novo — e perigoso — inimigo: a Il Veltro, uma organização bio-terrorista responsável pela destruição de Terragrigia.

Embora tenha sido lançado originalmente para Nintendo 3DS em 2012, sendo então um dos melhores e mais belos games lançados para o portátil da Nintendo até então, Resident Evil Revelations continua fazendo bonito nos consoles de mesa da geração atual. Quando adaptado para PS3, Xbox 360 e PC em 2013, o jogo já se mostrava visualmente superior à versão original, mas é no PS4 e no XOne que Revelations mostra todo o seu potencial, rodando a uma taxa de quadros por segundo bem constante (embora tenha apresentado algumas poucas quedas em momentos isolados) e com telas de carregamento curtíssimas, ainda que contando com visual bem mais simples do que games como The Witcher 3 ou Uncharted 4 (o que é óbvio e aceitável, visto que trata-se de um jogo lançado para um console portátil há cinco anos).

Não há espaço para muita novidade no relançamento no quesito história, visto que a versão lançada hoje para Xbox One e PS4 é praticamente a mesma já lançada para as demais plataformas, contando porém com todos os DLCs das versões anteriores agora desbloqueáveis conforme vamos avançando no jogo. A diferença aqui fica por conta mesmo é do estágio The Ghost Ship: Chaos, do Modo de Raide (ou Raid Mode, se você joga em inglês), uma nova versão do popular mapa agora com diferenças na distribuição e posicionamento dos inimigos, além de armas e upgrades muito mais poderosos, oferecendo uma experiência familiar, porém nova e mais desafiadora.

O Modo de Raide, aliás, pode ser jogado com mais um jogador em modo online ou em partidas solo, e conta com quatro configurações de controles distintas baseadas em diferentes jogos da série Resident Evil, visando oferecer aos jogadores melhor adaptação na hora de dizimar os monstros pelos estágios. Se você optar por conectar seu jogo a uma conta da ResidentEvil.NET, é possível ainda obter diversas armas utilizando os pontos da rede social da série da Capcom e enviá-las direto para o seu console, possibilitando utilizar seus pontos de jogo para comprar outros equipamentos.

Por mais que seja um re-relançamento de um jogo que já saiu pra praticamente todas as plataformas de games disponíveis no mercado desde 2012, Resident Evil Revelations definitivamente merece atenção. E não apenas por ser uma antiga promessa da Capcom de trazer Resident Evil de volta às origens do terror de sobrevivência, mas também por ser um dos melhores títulos da série até hoje, se aproveitando da jogabilidade de RE4 e RE5 permitindo ainda andar e atirar (uma adição importantíssima para a série, aprimorada em Resident Evil 6). Além disso, Revelations introduziu o formato episódico à franquia, com “fases” um pouco mais curtas divididas em capítulos e contando ainda com pequenos resumos do que rolou no jogo até o seu retorno à jogatina.

Com forte apelo a novos jogadores, sendo o primeiro título de uma série derivada da original mas ainda assim considerada cânone, Resident Evil Revelations é um dos títulos ideais para quem quer descobrir por que a série Resident Evil é uma das mais consagradas dos videogames. O mesmo vale, ainda que em proporção muito menor, para quem jogou Revelations em 2012 mas não lembra muito bem o que rolou no jogo. Esse apelo, porém, não vale tanto para quem jogou o original para 3DS ou as versões para os consoles da geração passada — a menos que elementos como “amor pela série” ou “nostalgia” tenham força o suficiente para abrir sua carteira.

Além das versões — lindas, diga-se de passagem — lançadas hoje para PlayStation 4 e Xbox One, a Capcom planeja ainda lançar versões de Resident Evil Revelations e Resident Evil Revelations 2 para o Nintendo Switch ainda esse ano.

 

Resident Evil Revelations – Nota: 4/5

Produtora: Capcom
Plataformas: PS4, Xbox One, PC, PS3, X360, 3DS
Plataforma utilizada na análise: Xbox One
Produto cedido para análise: Sim

Compartilhe

Gosta de cachorros, pizza e pipoca. Já foi fanboy da Nintendo e da Sony, mas hoje joga qualquer coisa. Já colaborou em sites e revistas como GameBlast, Nintendo World, Herói e Portal Pop, mas hoje se dedica exclusivamente ao PlayReplay.

Anime

Yuuna and the Haunted Springs é assombrado por clichês, mas conquista pela simpatia

Um ecchi despretensioso, mas preguiçoso

Publicado

em

Yuuna and the Haunted Hot Springs (ゆらぎ荘の幽奈さん) traz uma premissa até que bem criativa, mas não consegue evitar o festival de clichês de outros animes harém com ecchi. Ainda assim, seus pequenos momentos Slice of Life podem tornar a primeira temporada divertida para quem só quer se divertir com comédia sem pensar muito.


Veja também:


A adaptação do mangá de Tadahiro Miura, originalmente publicado na Shueisha’s Weekly Shonen Jump em 2016, teve 12 episódios ao todo. Com direção de Tsuyoshi Nagasawa, a série tem basicamente duas metades bem distintas: na primeira delas, cada episódio é composto por dois pedacinhos de 10 minutos, cada um contando uma pequena narrativa autocontida, fútil e rapidinha, com casos do dia-a-dia.

É só na segunda metade que a narrativa ganha um foco maior, o que funciona pior do que deveria, vale dizer. Em parte porque a premissa em si não foi feita mesmo para ser levada muito a sério. No anime seguimos o jovem médium Kogarashi, capaz de fazer espíritos errantes ascenderem para o próximo plano com apenas um soco. Mas não pense que ele é um Saitama ou algo assim, pois há muito pouca ação e violência por aqui.

Rotina bem repetitiva

Ao invés de lutas, o que temos é a rotina na pousada Yuragi, onde Kogarashi passa a morar com um harém um tanto exótico. O maior foco, claro, fica com a personagem título Yuuna, uma jovem estudante de passado misterioso que logo de torna a indecente colega de quarto do Kogarashi.

A maior parte da comédia, como não poderia deixar de ser, consiste em colocar o protagonista em situações sexuais extremamente desconfortáveis e constrangedoras, com os típicos acidentes de animes do gênero que desafiam as leis da física e fazem com que o protagonista sempre caia com as mãos nos seios de alguém, ou com a cara em uma calcinha.

Há poucas variações de humor, e elas ficam a cargo das “vítimas” das situações. Temos a ninja tímida Sagiri, a escritora tarada Nonko, a menina inocente Chisaki e a garota com ares felinos Yaya, todas dividindo a mesma pousada do Kogarashi. Os bons episódios são os que exploram suas personalidades e rotinas mais a fundo, o que infelizmente é raro.

Quando o anime tenta contar um arco de aventura mais longo e encorpado, como o do casamento arranjado entre Yuuna e um Deus, a narrativa beira o tédio completo. Não obstante, se você não tem grandes expectativas e só quer ver um pouco de Ecchi sem cérebro, Yuuna até que pode divertir um pouco. Mas, ecchi por ecchi, eu acho que o estúdio Xebec se saiu bem melhor em 2016 com o hilário Keijo!!!!!!!!.

Yuuna and the Haunted Hot Springs Temporada 1
6 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Funciona às vezes
    como slice of life
  • Engraçadinho
Contras
  • Muitos clichês
  • Traço pobre
  • Repetitivo demais
  • Arcos chatos
O que as pessoas acharam... Deixe a sua avaliação!
Sort by:

Seja o primeiro a deixar uma avaliação.

User Avatar
Verified
{{{ review.rating_title }}}
{{{review.rating_comment | nl2br}}}

Show more
{{ pageNumber+1 }}
Deixe a sua avaliação!

Compartilhe

Continue lendo

Críticas

Little Dragon’s Café não deixa os problemas ofuscarem seu charme

Cuidar de um dragão e gerenciar um restaurante não é fácil, mas é absolutamente adorável em Little Dragons Café.

Publicado

em

Para quem sempre gostou da franquia Harvest Moon/Story of Seasons, ver um novo jogo de Yasuhiro Wada sendo lançamento é mais do que animador. Ainda mais quando o tal jogo envolve explorar uma ilha, procurar recursos naturais, pescar, plantar, gerenciar um restaurante e criar um dragãozinho. É exatamente isso que Little Dragons Café traz, mas talvez não exatamente como muitos imaginaram inicialmente.


Veja também:


O game chegou entre agosto e setembro (dependendo de onde você mora) no PlayStation 4 e Nintendo Switch, sem novidades sobre outras possíveis versões até então. De cara, o jogo  já mostra algumas de suas maiores qualidades e defeitos.

O estilo artístico com uma aparência de tudo ser desenhado à mão é incrível, por exemplo, mas as animações dos personagens podem ser bem distrativas. A maneira que seu personagem pula, corre e anda não é muito suave, então é difícil não notar mesmo depois de algumas horas jogando.

Já a música é outro ponto muito forte de Little Dragon’s Café. É quase impossível não lembrar da trilha sonora e efeitos sonoros de Harvest Moon: A Wonderful Life do GameCube, por exemplo. Isso vale para os menus, diferentes ambientes e até cutscenes. Junto com o lindo visual, o resultado é um jogo extremamente charmoso.

Isso também se reflete bastante na história e nos diversos personagens que encontramos em Little Dragons Café. Você basicamente mora com sua mãe e irmão/irmã e faz algumas tarefas básicas para ajudar a cuidar do restaurante da família. Isso inclui pegar ovos pela manhã, procurar recursos na natureza, cozinhar e pescar. Nada mais que um tutorial simples antes da sua mãe cair em um sono profundo e a trama principal realmente começar.

Com isso, somos visitados por um misterioso senhor que diz que sua mãe possui sangue de dragão e que o único modo de salvá-la é criando um dragão. Quase uma trama alternativa ao que vivemos em Skyrim.

O tal dragão chega ainda em um ovo e não demora a nascer, podendo ter uma cor diferente para cada jogador. Conforme o misterioso velhinho nos diz, isso pode ser alterado de acordo com a forma que o alimentamos. Daí para frente, como mencionamos anteriormente, seu trabalho é cuidar do restaurante, explorar a ilha e dar todo o amor do mundo (e comida) para o seu pequeno Dovahkiin.

little-dragons-café

Enquanto faz isso, você também precisa encontrar fragmentos de receitas especiais que podem ser adicionadas ao menu do restaurante. Isso ajuda na hora de cumprir missões especiais para os NPCs que visitarão o local em busca de ajuda. Cada um possui uma pequena história e cutscene bem engraçada e carismática, algo que ajuda bastante a resolver alguns problemas de progressão do jogo.

Dizemos isso porque toda a progressão meio que depende do crescimento do seu dragão. É isso que determina que novos lugares da ilha você pode ou não explorar. Enquanto os estágios iniciais do crescimento de seu mascote são consideravelmente rápidos, as últimas fases dão uma sensação bem mais lenta.

little-dragons-café-play-replay

Isso fica mais aparente quando você já explorou tudo o que era possível na ilha e tem que ficar esperando o dragão crescer. Por isso, qualquer interação com os NPCs se torna uma recompensa, especialmente por causa dos diálogos absurdos que muitos deles possuem.

É claro que quando seu dragão é grande o suficiente para voar, o andamento do jogo já melhora bastante. Fora isso, fica bem mais fácil de explorar a ilha, tanto para partes inéditas e difíceis de de alcançar, como as seções que você já visitou centenas de vezes e já cansou de fazer o trajeto à pé.

little-dragons

Um aspecto que pode decepcionar alguns fãs dos jogos de Yasuhiro Wada é a superficialidade de muitas das tarefas que você precisa realizar. Isso inclui a pesca, a pequena fazenda ao lado de sua casa, a coleta de recursos e até o gerenciamento do restaurante da família. A maioria dessas tarefas é mais automática, bastando apertar um botão para concluir a ação.  Não dá para plantar nada por si mesmo, por exemplo, e você precisa esperar os vegetais crescerem sozinhos para coletá-los.

Para cozinhar para os clientes do restaurante, você conta com um minigame rítmico bem divertidinho e que fica mais difícil dependendo da receita usada. Fora isso, a única coisa que você pode fazer no estabelecimento é servir os clientes e impedir que seus ajudantes fiquem no canto sem trabalhar.

little-dragons-cafe-pr

É claro que por se tratar de um jogo menor e provavelmente com um orçamento mais curto, não dava para esperar que todos os aspectos fossem expansivos. O próprio Wada chegou a mencionar em entrevistas antes do lançamento do jogo que muitos recursos foram cortados ou diminuidos do jogo. Ele também não descartou uma sequência na qual sua visão real do jogo pudesse ser completada, algo que definitivamente gostaríamos de ver no futuro.

Dizemos isso porque Little Dragons Café consegue ser muito especial e cativante mesmo com seus diversos problemas. É claro que não é um jogo ideal para todo mundo, mas se você é fã dos jogos de Wada ou de outros games que possuem aspectos similares, não há como deixar de recomendá-lo.

Little Dragon's Café
8 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Estilo artístico charmoso
  • Trilha sonora cativante
  • Personagens divertidos
Contras
  • Animações são meio bruscas
  • Progressão é um pouco lenta
Avaliação
Little Dragons Café está longe de ser perfeito, mas seu carisma é o suficiente para conquistar o coração de quem sempre gostou dos jogos de Yasuhiro Wada.
O que as pessoas acharam... Deixe a sua avaliação!
Sort by:

Seja o primeiro a deixar uma avaliação.

User Avatar
Verified
{{{ review.rating_title }}}
{{{review.rating_comment | nl2br}}}

Show more
{{ pageNumber+1 }}
Deixe a sua avaliação!

Compartilhe

Continue lendo

Anime

Sobrevivendo ao anime de Persona 5

Anime não consegue fazer justiça ao jogão da Atlus

Publicado

em

Não é segredo que eu sou um grande fã de Persona 5. Cada detalhe do jogo da Atlus ressoou perfeitamente com os meus gostos, e a aventura dos Ladrões Fantasmas tem um lugar eterno e intocável no meu coração. Ao menos era o que eu pensava, até ser submetido ao anime oficial do jogo, produzido pela A-1 Pictures da forma mais barata, preguiçosa e tediosa possível, se estendendo por longos 26 episódios — que sequer conseguem concluir a história principal do game! Como pode uma coisa dessas?


Veja também:


O pior é que, por mais que o JRPG da Atlus se destaque por seus ótimos combates, trilha sonora e direção de arte, eu gostava o bastante da trama bruta do game para pensar que seria divertido testemunhar tudo de novo, agora de forma não interativa. Talvez até pudesse ser. Acho que os dois ou três primeiros episódios até conseguem contextualizar bem o universo de Persona, seus personagens e o que está em jogo. Mas na hora de colocar a ação e palácios na tela… que desastre.

Caidinho demais

Desde o início circulam pela internet os mais diversos memes e piadas zombando da péssima qualidade da ação, especialmente na hora em que acontecem os icônicos All-out attacks e… bom, o que se pode fazer ou dizer de novo sobre isso? São realmente péssimos, mas ao menos a galera da animação parece ter notado isso e, com o passar dos episódios, foram atenuando um pouco o problema com alterações visuais aqui e ali.

Mas já era tarde demais. porque a essa altura o ritmo da narrativa já estava desastroso. Nem os personagens coadjuvantes eram desenvolvidos direito, nem a trama principal andava para frente na velocidade que deveria. Era realmente um trabalho hercúleo resumir um jogo de mais de 100 horas com diversos personagens jogáveis em 26 episódios de 20 minutos cada, mas largar a história bem no ponto de virada em que largaram foi golpe baixo.

Faltou explicar como o final do episódio 26 será desfeito, todo um palácio gigante que tem depois disso, e a derradeira exploração dos mementos, a verdade sobre Morgana e a insana batalha com o Santo Graal. Todos fatores-chave da história que alguém que só viu o anime talvez nunca venha a descobrir, embora esteja falando que ainda teremos uma OVA longa para amarrar a trama.

O jeito é esperar pra ver, embora eu ache quase impossível imaginar que alguém que nunca jogou Persona tenha conseguido levar o anime tão longe. E, se levou, também duvido que vá ser persuadido a experimentar essa franquia maravilhosa nos consoles se só tiver o anime como parâmetro. Nem dá para pedir algo diferente.

Redenção sonora

Agora, para não dizer que eu só sei reclamar e ver problemas nas coisas, ao menos o anime de Persona 5 deixa um ou dois legados maravilhosos. Sua trilha sonora é simplesmente incrível, não apenas por reciclar boa parte das músicas do jogo, mas também por apresentar canções inéditas também cantadas pela Lyn Inaizumi, a mesma voz dos games!

A primeira opening, com seu THIEVES IN THE PALAAAAAAACE é um absurdo de tão boa, assim como o tema dark sun da segunda metade da temporada, e os encerramentos Infinity e Autonomy. Sem brincadeira, se o anime foi o preço cobrado para essas músicas existirem, então já valeu muito a pena.

Outro pequeno agrado foram a adição de algumas cenas e interações entre os Ladrões que não estavam presentes no game, e uma dose saudável de fan service que acaba valendo a pena para quem curte essas coisas. E tudo bem, eu sei que é o seu caso também, não precisa ter vergonha. ;)

Ainda assim, são poucos prós em um mar de contras seríssimos. É uma pena ver um dos melhores jogos da geração receber um tratamento tão porco na telinha, então, se você estiver em busca de distrações com essa trupe, vale mais a pena ignorar o anime e ir jogar os games de dança da Atlus, ou quem sabe esperar mais um pouquinho pelo Persona Q2. Qualquer coisa é melhor do que ver esse anime.

Persona 5 The Animation
4 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Músicas incríveis
Contras
  • Animação barata
  • Direção preguiçosa
  • Ritmo sonolento
Avaliação
Persona 5 The Animation não consegue recriar a mesma emoção do jogão da Atlus, em grande parte graças a sua direção preguiçosa e animação incompetente e barata. O anime é um verdadeiro sonífero cujas únicas salvações são a trilha sonora sublime repleta de faixas inéditas de qualidade feitas pela mesma equipe do game, e um fanservicezinho básico.
O que as pessoas acharam... Deixe a sua avaliação!
Sort by:

Seja o primeiro a deixar uma avaliação.

User Avatar
Verified
{{{ review.rating_title }}}
{{{review.rating_comment | nl2br}}}

Show more
{{ pageNumber+1 }}
Deixe a sua avaliação!

Compartilhe

Continue lendo

Últimas notícias

Games6 horas atrás

Fortnite Battle Royale | Epic Games anuncia Torneios no Jogo

Prepare-se para competir de frente com os profissionais para ganhar prêmios e glória

Anime6 horas atrás

The Seven Deadly Sins | Segunda temporada está disponível na Netflix

Os Sete Pecados vão encarar Os Dez Mandamentos

Cinema3 dias atrás

Homem-Aranha: Longe de Casa | Vazou o novo traje do herói, veja!

Até que ficou bacaninha, hein!

Games4 dias atrás

Fortnite Battle Royale | Jogo está disponível para todos os aparelhos Android compatíveis

Veja se o seu telefone pode rodar a versão para Android de Fortnite Battle Royale

Games5 dias atrás

Fortnite Battle Royale | Jogador recria jogo Temple Run no modo Parquinho

E não é que ficou maneiríssimo?

Games5 dias atrás

Fortnite Battle Royale | Veja o que mudou com o Patch 6.02

Tem novo lançador de foguetes quádruplo, novo Modo por Tempo Limitado e várias mudanças e melhorias

Games5 dias atrás

Fortnite Battle Royale | Dominação da Discoteca, novo MTL, já está disponível

Novo modo de jogo separa jogadores em dois times que devem capturar e manter pistas de dança em busca da...

Séries5 dias atrás

The Witcher | Veja atrizes que serão Ciri e Yennefer na série da Netflix

O Geralt de Rívia de Henry Cavill acaba de encontrar suas Ciri e Yennefer para a série da Netflix

Games5 dias atrás

PUBG | Jogo terá arena free-to-play de 500m² na Brasil Game Show

Título que popularizou o gênero battle royale nos games poderá ser jogado pelo público em estande temático com influenciadores

Games1 semana atrás

Point Blank | Finais brasileiras do Mundial acontecem este mês em São Paulo

Time brasileiro vencedor disputará as finais mundiais na Coréia em novembro

Games2 semanas atrás

Fortnite Battle Royale | Usuários encontram novas skins e emote em arquivos do jogo [Atualizado]

Usuários do Reddit exploraram arquivos de jogo do novo patch 6.01 de Fortnite Battle Royale e encontraram novas skins e...

Games2 semanas atrás

Fortnite Battle Royale | Veja o que mudou com o Patch 6.01

Tem armadilha nova, mudanças no parquinho e muito mais

Séries2 semanas atrás

O Mundo Sombrio de Sabrina | Netflix lança trailer oficial e pôster

Algo sinistro vem por aí...

Games2 semanas atrás

Mega Man 11 | Novo jogo do robozinho azul chega hoje às lojas

Jogo tem novas mecânicas e visual e jogabilidade aprimorados

Games2 semanas atrás

FIFA 19 | EA Sports apresenta novo processo de qualificação para a Global Series

Saiba mais sobre o novo processo de qualificação para a Global Series em FIFA 19

Em alta