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Sorel revisita as mais loucas teorias conspiratórias de Final Fantasy VIII

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O oitavo título da franquia Final Fantasy estava, para uma parcela do público, abaixo dos capítulos anteriores. Sem ser tão cativante, além da responsabilidade de suceder Final Fantasy VII (facilmente o título mais aclamado da franquia), sua pegada mais romântica chegou até a ser comparada a uma novela.

Squall e Rinoa, os protagonistas do jogo e do romance em questão, envolvem-se em uma aventura que vai muito além de um namorico virtual, em uma temática muito mais densa e explosiva que o habitual da franquia. Dividido em quatro discos para PS1, mesmo tendo algumas incostâncias e furos, Final Fantasy VIII cativou uma imensa legião de fãs, interessados em desenvolver diversas teorias sobre o universo da série. Quer exemplos? Há quem pense que Squall pode ter morrido no final do primeiro disco, ou até ache que Ultimecia pode ser a Rinoa do futuro!

No vídeo a seguir você confere uma série de argumentos, contra e a favor destas teorias, além do posicionamento da própria Square Enix em relação a isso.

Atenção: O vídeo contém uma série de spoilers, ok?

 

https://www.youtube.com/watch?v=2jqZoINw4g0


Para assistir outros vídeos do Sorel, recomendamos dar uma passadinha no canal do YouTube do rapaz! Tem análise de séries, listas dos mais diversos jogos além de muita informação!

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Formado em Publicidade e Propaganda e retrô gamer apaixonado, tem predileção pelos 8 bits. Lê e relê suas revistas de video game antigas todas as noites na hora de dormir. Antes de vir para o PlayReplay, coordenou a área de diagramação do GameBlast.

Críticas

Mario Tennis Aces | Um retorno em grande estilo

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Não há duvidas de que Mario Tennis Ultra Smash no Wii U foi algo feito às pressas para preencher o calendário nos meses finais do console. Por mais que o gameplay fosse sólido, a única inovação (o Mega Mushroom) era a parte mais frustrante das partidas e a falta de variedade e modos tornava a experiência rasa. Mas claramente os esforços da Camelot em Ultra Smash não foram em vão: Mario Tennis Aces no Nintendo Switch claramente importa bastante de seu DNA, mas responde à diversos pedidos dos fãs e críticos, criando um dos melhores jogos de esporte do Mario da última década.

 

Pequenas mudanças de grande impacto

O esqueleto da franquia se mantém presente aqui: diferentes combinações de botões resultam em retornos da bola em estilos diferentes (flat, topspin, lob ou drop-shot), e estes ainda podem ser modificados ao segurar o direcional para a esquerda ou direita, adicionando o efeito correspondente à bola. Mas em cima dessas mecânicas, Camelot adicionou um novo elemento que muda completamente o ritmo e a estratégia das partidas de tênis: Zone Energy.

Essa energia, adquirida ao retornar a bola para a quadra do oponente, pode ser gasta de três maneiras: Zone Speed (diminuindo o tempo, para facilitar alcançar a bola), Zone Shots (um retorno com ultra-precisão graças a uma câmera em primeira pessoa) ou, ao custo da barra inteira de energia, Special Shots (Ataque especial do personagem, que além de funcionar como Zone Shot, acerta a bola onde ela estiver). Existem também os Trick Shots, que permitem que o jogador alcance bolas distantes e ganhe energia, mas requisitam grande precisão para executar, correndo o risco de perder a bola.

Zone Shot do Mario em ação; com pouca energia DK terá dificuldades em defender

Atrelada à mecânica de energia, também está a vida da sua raquete, pois, caso tente rebater um poderoso Zone Shot e não o faça no momento exato, a bola será retornada mas sua raquete levará dano. Receba o dano de três Zone Shots (ou um único Special Shot) e a raquete quebrará, dando o ponto para o oponente. Esgote a suas raquetes (duas por partida) e você automaticamente perde o jogo.

As mudanças nas mecânicas base de Mario Tennis não só adicionam uma nova condição de vitória (via KO por falta de raquete), mas adicionam também um elemento estratégico de gerenciamento de recursos. Por exemplo, ao receber um Zone Shot do oponente, o jogador tem poucos segundos para decidir entre utilizar da sua energia para diminuir o tempo e rebater na hora certa, ou então correr o risco de danificar sua raquete e rebater sem diminuir o tempo, conservando assim sua energia para contra atacar com seu próprio Zone Shot.

Ao contrário de Power Tennis, os Special Shots não são vitória garantida e têm o mesmo efeito para todos os personagens. Só mudam as excelentes animações que os precedem.

Aventura curta, mas carismática

As novas mecânicas são fáceis de se compreender, mas difíceis de se adquirir maestria. Por isso, o modo Aventura é uma ótima adição. O modo é inegavelmente curto e limitado: são cerca de 4-6 horas, não há nada para fazer após completo, somente Mario é jogável e a história é basicamente Guerra Infinita com uma raquete no lugar da Manopla. Entretanto, os seus desafios tem ótimas inspirações na franquia e são apresentados de forma que, ao final da campanha, o jogador terá compreendido todas as mecânicas a fundo.

Seja devolvendo bolas de neves na cara de Shy Guys, distraindo um Chain Chomp ao rebater bolas ou excelentes batalhas contra chefes, o modo tem seu charme. A única grande frustração fica por parte dos duelos de tênis contra inimigos controlados por computador. A dificuldade da CPU aumenta de forma absurda entre cada encontro do tipo, o que é ainda mais exacerbado devido às quadras possuirem diversos elementos para complicar sua vida (como MechaKoopas que explodem ou Piranha Plants que engolem sua bola e cospem de volta). Isso resulta na necessidade de jogar novamente missões anteriores para aumentar de nível (pois existem simplórias mecânicas de RPG no modo) ou utilizar-se de táticas baratas, como vencer por quebra da raquete do oponente.

Cada chefe treina o jogador em uma habilidade específica, mas todos tiram vantagem da habilidade nova, o Trick Shot, como movimento evasivo para Mario.

Multiplayer: grandes acertos e (vários) pequenos erros

Por mais que o conteúdo para jogatinas solo seja bom, todos os elementos do jogo, incluindo suas falhas, realmente brilham no multiplayer, seja local ou online. Online pode-se participar de jogatinas rápidas (com amigos ou estranhos) ou de torneios para adquirir pontos que serão utilizados para desbloquear antecipadamente personagens de DLC gratuito. Localmente, pode-se jogar até quatro pessoas em um Switch com tela dividida, conectando dois switches com duas pessoas em cada, ou quatro pessoas, cada um com seu Switch. Exclusivo para jogatina local é o Swing Mode, que usa o sensor de movimento dos JoyCon para reviver os tempos de tênis no Wii Sports. E vale mencionar que em todos os modos existe a opção Standard que conta com todas as mecânicas ou Simple (sem energia, zone speed ou zone, special e trick shots) para os mais puristas.

Torneios são divertidos e viciantes: derrote todos os oponentes em sucessão até ser o ultimo restante. Alguém disse Mario Tennis Battle Royale?

Infelizmente, as maiores falhas de Aces não se encontram no gameplay em si e sim nas coisas ao seu redor. Além de não poder customizar a duração de uma partida, não é possível escolher a quadra em que se quer jogar, pois o jogo as escolhe randomicamente. Para poder forçar a escolha, é necessário ir em um menu e desativar todas as outras quadras; um processo confuso e desnecessário. A ausência de um “Retry” durante os desafios da campanha força o jogador ir para o mapa e selecionar a fase novamente no modo aventura, enquanto o pareamento de oponentes no Online é instável (ao contrario da conexão, que melhorou muito desde a demo). Adicione isso à falta de modos como treinamento ou online com dois jogadores locais, e acaba sendo inevitável retirar pontos dessa experiência que, por pouco, poderia ter sido um Mario Tennis perfeito.

Por mais divertido que o jogo seja, é difícil se divertir quando se joga contra alguém cuja habilidade está extensivamente acima da sua

Mario Tennis Aces é o retorno à forma que todos desejavam para a série: um modo single player divertido e criativo, um gameplay renovado que cria partidas intensas, um excelente e variado elenco (que esbanjam mais carisma que em qualquer outro jogo) e uma boa quantidade de modos e quadras. As únicas coisas que lhe impedem de ser o melhor Mario Tennis são detalhes de interface e experiência que vão somando uns aos outros e causam uma certa frustração ao longo do tempo. Dada a promessa da nintendo de updates grátis com mais modos e conteúdo (algo que tem virado tradição com os jogos multiplayer da empresa), não é improvável que essas reclamações se tornem algo do passado. Mas desde já, Aces proporciona as partidas mais intensas e divertidas da história da franquia, sejam elas online ou local. Então, se você é ou já foi fã dos jogos de esporte do bigodudo, essa é uma ótima oportunidade de tirar a poeira da raquete.

E se esse review não te convenceu, talvez esse GIF convença

Mario Tennis Aces:
8.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Melhor gameplay da série
  • Campanha instrutiva
  • Ótimo conteúdo multiplayer
  • Boa seleção de personagens e fases
Contras
  • Dificuldade inconstante
  • Campanha curta
  • Menus obtusos
Avaliação
Pequenos detalhes impedem a perfeição, mas Mario Tennis Aces apresenta o melhor gameplay da franquia - seja a partida online ou local.
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Capcom | Testamos Resident Evil 2 Remake e Mega Man 11 na E3 2018

Séries clássicas recebem novos capítulos de respeito

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Entre diversos grandes jogos e estandes na E3 2018, a Capcom se impôs com anúncios de peso e demonstrações empolgantes para o público e imprensa. Seus maiores destaques, como não podia deixar de ser, ficaram com Resident Evil 2 Remake e Mega Man 11, as aguardadas sequências das clássicas franquias. Testamos os dois jogos na feira, e você pode conferir nossas impressões e review das demos logo abaixo!


Veja também:


No vídeo acima, postado pelo nosso canal parceiro Aquele Cara, te mostramos o estande da Capcom na E3 2018, além de compartilhar nossas impressões sobre os dois jogos. 

Resident Evil 2 Remake

Se você pensa como eu e tem Resident Evil 4 e Resident Evil 2 no topo da sua lista de capítulos favoritos da série, vai sorrir de orelha a orelha com a proposta de Resident Evil 2 Remake. Afinal, ele mantém todo o clima de terror, suspense, enigmas e gerenciamento de inventário do game original, ao mesmo tempo em que traz a ótima câmera over the shoulder em 3ª pessoa do quarto jogo, que é perfeita para a ação.

É muito interessante revisitar ambientes conhecidos da série sob essa nova perspectiva, não só porque ela muda totalmente a forma como você investiga o ambiente, mas também porque o pessoal da Capcom realmente deu duro e reinventou cada cantinho dos cenários, os tornando ao mesmo tempo familiares e com aquele gostinho de novidade.

A demo que testei se passava perto do início do jogo, quando Leon chega à delegacia já tomada por zumbis. Lá a gente encontra vários personagens e situações familiares, mas o tempo inteiro fica a sensação de estar experimentando algo 100% novo. Talvez a melhor analogia para esse remake seja lembrar do remake caprichado que o primeiro Resident Evil ganhou no GameCube: ainda que ele apresentasse as mesmas locações do clássico título de PlayStation 1 e SEGA Saturn, os novos gráficos e motor de gameplay tornavam a experiência algo inédito e empolgante.

Minha novidade favorita foi o novo sistema de física, e como ele impacta as mecânicas de tiroteio: cada tiro disparado nos zumbis realmente conta, o que faz as balas e tiros certeiros importarem mais do que nunca. Ao invés de serem esponjas de balas ambulantes, os mortos-vivos podem ser incapacitados por um tiro bem dado na perna. Por outro lado, até um disparo na cabeça, se não for certeiro, pode fazer com que as criaturas continuem marchando em direção ao Leon, mesmo com apenas meia cabeça.

No vídeo acima, o grande Fabão conversou com o PlayReplay e apresentou todas as novidades de Resident Evil 2 Remake e Mega Man 11

Também gostei bastante de como o lore é revelado em pequenos detalhes do cenário, como pôsteres e papéis na delegacia, e de ver a velha lógica de puzzles de volta. Por mais que soe meio maluco ter que revirar estátuas e inserir combinações para liberar caminhos secretos, esse tipo de coisa é uma assinatura da série, e adorei reencontrá-las, mesmo que de cara nova. Depois de uma experiência totalmente nova em Resident Evil 7, fiquei muito feliz pela presença de elementos mais tradicionais. Promete ser um jogão!

Mega Man 11

Poucas franquias têm uma história tão extensa e rica quanto Mega Man que, desde o Nintendinho, inspirou dezenas de jogos, séries derivadas, figuras colecionáveis, desenhos animados e até uma história em quadrinhos nacional bem controversa. Ainda assim, desde 2010 a série principal não recebia um capítulo numerado, algo que vai mudar em outubro de 2018, com o lançamento de Mega Man 11.

No estande da Capcom era possível testar uma das novas fases do game, a do Block Man, mas a imprensa ainda tinha acesso ao nível do Fuse Man. Pois é, honrando a tradição da franquia teremos uma nova leva de oito robot masters para encarar, cada um deles com sua própria fase temática!

O nível do Block Man foi uma boa escolha para o público testar, pois parecia um pouco mais acessível que a fase do Fuse Man. Ambas, no entanto, traziam aquele mesmo sentimento de desafio morre-aprende-repete que a galera tanto conhece e ama desde os tempos 8 bits. A diferença é que, desta vez, é possível calibrar o nível de dificuldade de acordo com a sua experiência e talento. Pense no modo Funky de Donkey Kong Country Tropical Freeze e você vai entender bem o nível de mãozinha que é possível ter aqui.

Assim, jogadores novatos podem cair em penhascos e ser resgatados pelo Beat, enquanto os veteranos podem ir direto para o nível normal e se deliciar com plataformas muito bem planejadas e instigantes. Adorei a disposição dos inimigos e desafios pela tela, e o tempo inteiro o jogo fez um bom trabalho me incentivando a aprender como usar direito a Double Gear, novidade de gameplay desta aventura.

Tal qual rolou com o dash de slide e o tiro carregado de Mega Buster, as gears mudam drasticamente a forma de jogar Mega Man, sem abalar o cerne do gameplay da série: uma gear pode desacelerar o tempo, enquanto outra aumenta a força de seus tiros. Quando o robôzinho azulado está no limite de sua vida, ainda é possível combinar as duas gears ao mesmo tempo! Achei isso uma ótima sacada, e me senti, pela primeira vez desde Mega Man 5, jogando algo que deu um salto significativo no gameplay da lendária franquia.

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Life is Strange 2 | Jogo recebe data de lançamento

Ainda não se sabe qual será a trama do game ou que personagens aparecerão nele.

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A Square Enix anunciou hoje a data do tão aguardado Life is Strange 2, a sequência direta do título original.

No ano passado, o game Life is Strange: Before the Storm também foi lançado, mas serviu como uma prequela para os eventos do primeiro jogo.

O novo jogo da franquia contará com 5 episódios, como já era de esperar por causa de seus antecessores.

Não há detalhes sobre os personagens ou trama do game, mas pelo menos sabemos que ele chegará no PC, PS4 e Xbox One em 27 de setembro.

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