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Críticas

Super Mario Odyssey vai capturar sua imaginação

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Super Mario Odyssey é o mais novo game do mascote da Nintendo. Exclusivo do Switch, o game é um retorno ao estilo plataforma 3D, na linha de Super Mario 64 e Super Mario Sunshine. Confira, logo abaixo, o nosso review completo sobre o game, tanto com análise em vídeo como em texto:

Clique acima para dar play no nosso vídeo review! Se gostar, não esqueça de dar um joinha e assinar o canal para não perder todas as novidades sobre o universo da Big N!

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A Odisseia do Mario não começou no Switch, mas sim em 1985, quando Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka levaram Super Mario Bros. ao nintendinho e mudaram para sempre os jogos de plataforma. De lá para cá, o personagem viveu aventuras dignas da imaginação de Homero. A cada geração suas jornadas eram contadas e reimaginadas nas mais distintas roupagens. Mario World, 64, Sunshine e Galaxy foram todos inovadores a seu modo, e ajudaram a sedimentar o bigodudo como o maior mascote dos videogames.

Com tantas décadas de games, era de se imaginar que, uma hora, Mario já teria feito tudo que se pode imaginar. Talvez isso realmente aconteça em algum momento mas, no que depender de seu primeiro jogo no Switch, parece que ainda teremos muitos e muitos anos de novidades e aventuras empolgantes pela frente!

No mundo das luas

Dirigida por Kenta Motokura, a nova saga de Mario tira inspiração direta de todos os jogos principais da franquia, mas especialmente de Super Mario 64. Ao mesmo tempo em que não faltam homenagens, o principal foco do jogo é a reinvenção de conceitos e o constante desafio de convenções.

Ao invés das breves fases vistas em Super Mario 3D World, ou das curtas missões em busca de uma única estrela de Mario 64, Odyssey usa uma abordagem inédita na série e solta o jogador vários grandes mundos, com bastante liberdade para explorar como bem entender. Há vários colecionáveis para obter, como moedas coloridas, faixas musicais e souvenir de viagem, mas a missão principal é coletar as centenas e centenas de Moons espalhadas pelos reinos temáticos.

A grande diferença é que, ao invés de disponibilizar apenas um objetivo por vez, e então retornar ao começo do mapa depois de cumprí-lo, desta vez é possível ficar horas em uma só fase, e pegar várias Moons de uma só vez. Há muito, MUITO mais moons pelos mapas do que é necessário para progredir na campanha, o que garante que ninguém fique encalhado por muito tempo. Há divertidas lutas contra chefes, passagens secretas, itens à venda, corridas contra o tempo, alavancas ocultas, enfim, tudo que você possa imaginar garante chances de somar Moons.

Ainda que o ato de apanhá-las fique banalizado após algums horas, tamanha a fartura de Moons disponível, a tarefa nunca fica tediosa. Afinal, a verdadeira recompensa não está em somar número de Moons, mas sim em explorar os cenários e descobrir quantas coisas legais o pessoal da Nintendo escondeu nos níveis.

Sempre em movimento

Todos os jogos do Mario possuem toneladas de coisas para fazer, mas eu nunca tinha visto um jogo com tantos segredos, easter eggs, referências e passatempos na série até hoje! O único jogo vasto assim na memória recente é justamente outro título de peso do Switch, o The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Como na aventura mais recente de Link, dá para gastar centenas de horas no mundo do game sem enjoar ou chegar perto de ver tudo que ele oferece.

Felizmentes, Odyssey não é só um mundinho bonito. Controlar Mario nunca foi tão bom, e tanto os jogadores mais veteranos como os novatos encontrarão muitos motivos para se divertir. Desde seu primeiro game, os pulos do personagem sempre foram muito precisos e agradáveis, e chega a ser impressionante notar o quanto o sistema foi refinado a cada novo jogo. Em Odyssey, há várias formas de calcular e aproveitar o momentum das corridas e deslizadas para executar movimentos acrobáticos cirúrgicos.

Entre os movimentos inéditos, Mario consegue rolar ladeira abaixo em forma de bola, quicar no chão para saltar mais alto após uma bundada, fazer um pequeno pulo extra se arremessando no ar e, claro, atirar o seu chapéu para longe e então saltar sobre ele para ganhar impulso. Caramba, esse tempo todo de texto e ainda nem falamos no chapéu, justamente a inovação mais legal e relevante em todo o game!

Na mente do inimigo

Logo no começo da aventura, Mario perde o seu chapéu original em seu eterno confronto com o Bowser. O coitado é arremessado para longe e vai parar em um reino distante e cinzento. A cena é desoladora, especialmente porque o lagartão já está a um mundo de distância com Peach, e pretende se casar com ela o quanto antes!

Mas nem tudo está perdido: eis que entra em cena o simpático Cappy, um fantasminha em forma de cartola, que logo se prontifica a ajudar o herói. Afinal, além de Peach, Bowser também sequestrou Tiara, a irmã do Cappy. Consolidada a improvável aliança, Cappy assume a forma de boné do Mario, e lhe confere o poder de entrar na mente de seus inimigos e possuir seus corpos, o que… é um pouco perturbador, quando você para pra pensar no assunto, mas ao menos no game rende várias risadas e bons momentos.

dezenas de inimigos diferentes que podem ser possuídos, e cada um deles possui diferentes habilidades. Até os Goombas mais ordinários podem ser empilhados entre si para virar uma grande pilha ambulante de vilões, ideal para alcançar objetos mais altos. Centopeias podem esticar os seus corpos até plataformas distantes, Chain Chomps quebram paredes intransponíveis, pássaros usam seus bicos para se prender na parede, e tem até um T-Rex gigante para sair demolindo tudo por seu caminho!

Mesmo que este jogo não tenha flores de fogo, capinhas voadoras ou roupas de Tanooki, é possível vestir o Mario com várias roupinhas diferentes. Ainda que as alterações sejam meramente cosméticas na maior parte do tempo, algumas delas são obrigatórias para visitar novas áreas do mapa, trancadas até que você se apresenta com as vestimentas corretas. A soma das divertidas roupas alternativas com o cativante novo poder do Cappy é o bastante para tornar Odyssey o jogo com maior e melhor variedade de power ups em toda a série, o que é um feito e tanto!

Uma odisseia sonora

Além da jogabilidade praticamente perfeita, e dos gráficos e direção artística sublimes, que fazem o universo do game vibrar com vida e cores, também é preciso elogiar e destacar a fantástica trilha sonora de Super Mario Odyssey. Seja em suas belas melodias orquestradas inéditas, ou nas reimaginações de faixas clássicas da série, vale a pena tirar alguns minutos para apreciar o material. Se é que você já não gastou horas decorando e cantando junto o novo tema principal, a já famosa Jump Up, Superstar!

Pela primeira vez na série, é possível usar um player embutido nos menus para fazer com que qualquer uma das músicas já encontradas seja escutada como faixa de fundo quando bem entender, quase como um pequeno spotify portátil. Isso torna ainda mais divertida a perambulação pelo mapa. Aliás, sempre que você encontrar algo digno de nota, é possível entrar em modo fotografia e explorar diversos ângulos e filtros de imagem, até criar uma recordação perfeita do momento. Como o Switch é bem integrado com Twitter e Facebook, é fácil e rápido compartilhar suas memórias com os amigos.

Também é possível se divertir com os amigos comparando sua pontuação em rankings online, que registram tanto o seu desempenho nas várias corridas contra o tempo presentes pelos reinos como a pontuação em minigames como pular corda, voleibol e até uma corrida de carrinho por controle remoto.

Para completar o pacote, ainda há um modo cooperativo local que me surpreendeu bastante. Achei que o segundo jogador seria tão inútil quanto o ponteiro de Super Mario Galaxy, que apenas apanhava estrelas e as disparava contra inimigos. Em Odyssey, um jogador controla o Mario e o outro assume o Cappy. Fica divertido coordenar seus esforços, especialmente porque o Cappy volta e meia pode ser utilizado para limpar obstáculos e facilitar a abertura de novos caminhos e saltos.

Longa vida ao rei dos games!

Fora alguns probleminhas bem raros com a câmera, e o fato de algumas Moons se resumirem ao grinding de moedas de ouro, Super Mario Odyssey é mais um game do herói que beira a perfeição. Qualquer um que tenha apreço pela história e jogos do personagem tem motivos de sobra para comprar o game e passar um tempão desbravando essa nova Odisseia. Da mesma forma, Odyssey é uma excelente porta de entrada para quem ainda busca o seu primeiro grande jogo de plataforma.

Seja qual for seu caso, o fato é que Odyssey mais uma vez coloca o Mario no posto de rei dos videogames, com uma aventura fantástica e deslumbrante, do jeitinho que apenas a Nintendo sabe fazer. Não é apenas um dos melhores jogos do Switch, mas também um dos grandes jogos da história!

Super Mario Odyssey – Nota: 5/5

Desenvolvimento: Nintendo
Plataforma: Nintendo Switch
Plataforma utilizada na análise: Nintendo Switch

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Formado na arte de reclamar, odeia a internet. Ainda assim, sua hipocrisia sem limites o permite administrar a página no Facebook, plataforma de divulgação do seu primeiro livro. Você também pode seguí-lo em @thomshoes no Twitter, mas provavelmente é uma má ideia...

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Anime

The Rising of the Shield Hero foi competente e esquecível

Descartável e genérico, mas ocasionalmente bem divertido

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The Rising of the Shield Hero (ou Tate no Yūsha no Nariagari (たて勇者ゆうしゃがり), é mais um isekai, possivelmente o gênero mais popular entre os animes da atualidade. Você sabe, aquela velha fórmula de “pessoa comum acorda magicamente em um novo mundo com ares de RPG, onde precisa abraçar sua nova identidade de herói”. Se você odeia animes assim, Shield Hero não faz absolutamente nada capaz de mudar sua opinião. Agora, se você ama isekais, ele é uma ótima pedida, com todos os episódios já disponíveis para streaming na Crunchyroll nacional.


Veja também:


Começo controverso

Logo de cara, o que mais chamou atenção no anime foram suas polêmicas e controvérsias. Seu primeiro arco é bem dark (uma decisão curiosa, considerando que do quinto episódio em diante ele fica levinho), com tramas sobre falsas acusações de abuso sexual e posse de escravos. Naturalmente a internet caiu no bait e tratou de problematizar a narrativa por todos os cantos. Particularmente, não me incomodei com isso, porque só fico incomodado quando vilões e manipuladores são premiados por suas atitudes na mensagem da trama, mas talvez seja melhor pular Shield Hero caso você seja sensível demais a esses temas.

Nosso canal parceiro Aquele Cara fez uma análise sobre as polêmicas do anime The Rising of the Shield Hero

Na trama seguimos a jornada de Naofumi, o tal Shield Hero. O Herói do Escudo precisa se dar bem com os outros três heróis que foram summonados ao mundo de RPG, mas logo de cara fica evidente que tanto os outros heróis como os governantes e povo de Melromarc não vão muito com a cara de Naofumi, que vira um pária social. O que vemos, então, é uma trama sobre conquistar respeito e tentar encontrar motivos para lutar por um reino que claramente o odeia. E isso acontece através da fofíssima e badass Raphtalia, a demihumana que se torna a Espada de Naofumi. O relacionamento entre os dois é bem trabalhado e é fácil ter empatia pelo casal.

Ainda bem que esse é o caso, pois Shield Hero só funciona e é minimamente assistível justamente porque o casal principal tem química o bastante. Não consegui gostar dos outros coadjuvantes, nem a pequena Filo (uma garotinha que, na verdade, é uma gigantesca guerreira pássaro) e muito menos da Melty (outra jovem heroína, filha da rainha com poderes mágicos), que fecham a party principal do herói. Assim como elas são chatinhas, os outros heróis também se prestam apenas a fazer um antagonismo muito raso e gratuito, então é difícil ter apego a eles na maior parte do tempo. Isso faz com que Shield Hero funcione melhor em seus pequenos “casos da semana”, quando Naofumi e Raphtalia precisam ajudar algum vilarejo em apuros.

Raphtalia carrega o anime

Meu arco favorito, e um dos poucos momentos em que os stakes emocionais funcionam com boa intensidade, é justamente quando Raphtalia retorna à sua terra natal, devastada pelos inimigos, e reecontra amigos de infância ainda sofrendo abusos. O embate entre Raphtalia e seu abusador é sem dúvidas a melhor batalha da série, porque é a única em que há fatores emocionais dignos dando peso à trama. No resto do tempo, Shield Hero cria seus clímaxes em torno de invasões de Ondas de inimigos, que os Heróis foram invocados para confrontar.

The Rising of the Shield Hero Crítica Temporada 1

The Rising of the Shield Hero Crítica Temporada 1

As ondas não possuem chefes carismáticos nem motivações maiores, então parecem mais uma obrigação burocrática para encher linguiça do que qualquer coisa, servindo apenas para demonstrar ainda mais a inaptidão dos outros heróis. É engraçado que o duelo contra um papa corrupto, feito fora das Ondas, seja muito mais empolgante e difícil para os protagonistas do que as Ondas, que deveriam ser o que realmente importa no mundo que foi estabelecido. 24 episódios talvez tenha sido um pouco demais também, e a reta final do anime sofre com um pouco de gordura desnecessária, enrolação, e o obrigatório episódio praiano cheio de fanservice. Mas, como a história já tinha dado tudo que tinha para dar, não vou negar que foi legal ver a Raphtalia de biquini e em aventuras engraçadas, como quando ela fica bêbada e aceita uma queda de braço contra um soldado mala.

Tudo termina com mais um ataque de Onda, mas a trama toda já tinha sido resolvida muito antes disso, quando Naofumi consegue, a muito custo, limpar seu nome no Reino. Pelo menos o último episódio entrega um final fechadinho e um bom desfecho para os principais personagens, então até que dá para relevar. Até porque a animação é consistentemente boa, com bom valor de produção, e isso ajuda as lutas a divertir, mesmo com uma trama meio sem sal regendo os conflitos. No fim das contas, para a despretensão de The Rising of Shield Hero, até que o saldo final é positivo o bastante para valer uma recomendação apenas — e tão somente — aos fãs de isekais sedentos por ação.

The Rising of the Shield Hero Temporada 1
7 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Bem animado
  • Fofura da Raphtalia
Contras
  • Muita barriga
  • Personagens rasos
  • Anticlimático
Avaliação
The Rising of the Shield Hero é um competente isekai que não pretende reiventar a roda. Sem medo de mexer em temas espinhosos, sua trama apresenta algumas cenas e temas bem pesados mas, no geral, é centrada na ação e comédia. É uma pena que quase todos os seus personagens sejam tão rasos, clichê e mal trabalhados. Ao menos a fofura da Raphtalia compensa tudo <3
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Anime

The Promised Neverland entrega tudo que prometeu

Um dos melhores animes de 2019

Publicados

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The Promised Neverland (約束のネバーランド) era uma das estreias mais aguardadas de anime neste começo de 2019. A adaptação do mangá de Kaiu Shirai já tem todos os episódios da primeira temporada disponíveis para streaming na Crunchyroll nacional com legendas em português, então corra lá para ver, e confira abaixo a nossa crítica completa sobre os primeiros 12 episódios de Yakusoku no Neverland!


Veja também:


O vídeo de review acima foi postado no nosso canal parceiro Aquele Cara

Era uma casa, muito engraçada…

O estúdio Cloverworks não poupou despesas e investiu um bom tempo e orçamento para garantir que cada episódio de The Promised Neverland atenda às expectativas dos fãs da série. Desde o primeiro minuto do primeiro episódio, é evidente que o anime largou com toda a banca de brigar pelo posto de melhor anime do ano, com ótima arte, trilha sonora e acabamento. Como falamos em nossas primeiras impressões da temporada, o primeiro episódio já faz um ótimo trabalho ao apresentar o clima de tensão e suspense da casa onde moram as crianças.

Se você não sabe nada sobre The Promised Neverland, aliás, eu recomendo que você feche o texto agora mesmo, já que boa parte da graça é tomar todas as revelações e surpresas ao vivaço, então fica aqui um breve alerta de spoiler, já na sinopse da obra: no anime, acompanhamos os protagonistas Emma, Ray e Norman, três crianças muito inteligentes que dividem um “orfanato” com dezenas de outros pimpolhos, todos sob cuidados da “Mamãe” Isabella, enquanto esperam sua vez para serem adotados por uma família amorosa.

Só que não! Logo descobrimos que o orfanato é, na verdade, apenas uma fachada. As crianças são criadas como gato e servem apenas para atender à fome de criaturas assustadoras para quem a Mamãe trabalha. Quanto melhor o cérebro das crianças, mais valiosa é a sua carne. Quando os heróis descobrem isso, começa uma eletrizante missão para descobrir como e quando fugir das garras de seus captores e alcançar a terra prometida, além das muralhas que os cercam.

Reviravoltas e mais reviravoltas

Um dos maiores trunfos, mas também uma das maiores maldições de The Promised Neverland, é o fato de que todos os seus episódios apresentam múltiplas guinadas na narrativa, com plot twists e surpresas constantes para te deixar na ponta da cadeira a todo momento. Isso é bom para deixar o espectador sempre apreensivo e atento, mas pode quebrar um pouco da graça na medida em que uma reviravolta é anulada pela seguinte, tirando o peso de algumas decisões do roteiro.

São momentos que revelam agentes duplos, agentes triplos, gente que parece que morreu mas não morreu, gente que parece que vai viver mas morre… é tanto puxa e empurra que cansa ao longo da temporada, e isso contamina um pouco o ritmo do miolo deste primeiro ano de The Promised Neverland. Ainda assim, os dois primeiros e os dois últimos episódios são simplesmente fantásticos, e o ponto alto dessa primeira leva de episódios.

O clímax consegue amarrar bem todos os arcos de personagem e os principais mistérios levantados até então, e sabiamente amarrar um flashback da Mamãe com as questões enfrentadas pelas crianças no momento. Só seria melhor ainda se a nossa suspensão de descrença não fosse testada ao máximo ao ver crianças de quatro anos com uma maturidade e inteligência maiores que as de muitos adultos, mas esse pecado passa batido perto dos grandes acertos do arco final de Promised Neverland.

Vale muito a pena!

The Promised Neverland possui algumas falhas sérias de ritmo e estrutura, e constantemente somos bombardeados com soluções do tipo “era tudo parte do meu plano o tempo inteiro“, mas nada apaga o brilho desta que é uma das melhores estreias de 2019 até agora. Da empolgante opening gravada pela banda Uverworld até os sempre instigantes ganchos no final de cada episódio, o anime é recomendadíssimo para qualquer um que goste de um pouco de terror e aventura.

The Promised Neverland Temporada 1
8.5 Nota
0 Leitores (0 Notas)
Prós
  • Boa direção
  • Mistério instigante
  • Opening ótima
  • Tensão sob medida
Contras
  • Reviravoltas demais
  • Força a barra
Avaliação
The Promised Neverland honra o hype que foi criado ao ser redor e já se consagrou como um dos melhores animes de 2019 com sua aventura e terror sob medida. Que venha a segunda temporada!
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Críticas

Como recuperar arquivos deletados usando o EaseUS Software, a ferramenta essencial para todo PC Gamer

Testamos ferramenta que promete, sem complicações, recuperar arquivos deletados ou perdidos no seu computador

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Quando você pensa em começar a sua jornada no mundo dos games no computador, as primeiras preocupações são quais peças são necessárias para jogar um game recém-lançado e quanto custa pra ter o PC dos sonhos. É uma tarefa árdua e que pesa no bolso, mas que, com toda certeza, compensa o investimento. Afinal, a próxima vez que você vai precisar trocar essas peças será em questão de anos.

O problema é que muita gente acaba esquecendo dos possíveis problemas que podem acontecer depois de já estar envolvido nesse mundo, como a perda dos arquivos, saves ou aquele bendito .dll que some do nada, sem nem dar tchau! Algumas das vezes, é possível recuperar o arquivo procurando pela internet (mas com chances de acabar infectado com um vírus de computador), baixando o jogo de novo ou copiando o arquivo de um amigo. Mesmo assim, saves são arquivos que, se perdidos, não tem mais volta… ou será que tem?

Recupere seus arquivos sem preocupação

A ferramenta EaseUS Software tem justamente essa função: recuperar os arquivos perdidos e deletados do seu computador. Ou seja, nada mais de esquecer de fazer o backup dos saves dos seus jogos favoritos durante uma formatação ou até mesmo ao deletar o game, a EaseUS é o programa para recuperar facilmente esse arquivo de maneira simples e prática, e o melhor, não precisa nem de guia para entender o funcionamento dela.

Assim que você baixar o programa, você se depara com a tela que mostra os diretórios do seu computador (no meu caso, o diretório C, o F e o disco local como visto na imagem). Caso você mantenha os seus arquivos organizados, basta selecionar a pasta que deseja para recuperar, o processo é bem mais rápido do que buscar o diretório inteiro. Ou, caso você queira recuperar múltiplos arquivos, compensa mais realizar a busca no diretório completo e depois ir selecionando os arquivos que deseja.

Simples, prático e rápido

Como eu já disse antes, não é necessário realizar um tutorial para aprender a utilizar a ferramenta, ela é bem intuitiva. Para melhorar a situação, assim que é realizada a busca, o software mostra os resultados de forma organizada, colocando seus arquivos em pastas conforme você havia organizado anteriormente (é muito importante manter seus arquivos organizados!), dessa forma, caso esteja procurando arquivos específicos, a localização deles fica mamão com açúcar!

O primeiro grande teste que fiz foi trazer todos os arquivos do diretório F, onde eu normalmente salvo os meus jogos. Como muitos arquivos de lá são pesados, o processo completo levou em torno de 5 horas para ser finalizado, e foi em torno de 500GB analisados.

Confesso que, mesmo com meu computador montado em menos de 1 ano, fiquei impressionado com a forma com que os resultados foram apresentados, tudo organizado e fácil de identificar cada arquivo. Uma pena que ainda não existe a possibilidade de pré-visualizar arquivos de imagem antes, é preciso recuperá-la para poder ver se é o arquivo desejado.

E quanto custa?

Por incrível que pareça, a EaseUS Software permite que você baixe uma versão gratuita do programa. É claro que há algumas limitações dessa versão, uma delas sendo a possibilidade de recuperar um arquivo por vez ao invés de fazer em lotes. Mesmo assim, já é o suficiente para fazer a recuperação do seu HD, caso alguns arquivos tenham se perdido em seu computador. Mas caso queira a versão EaseUS Data Recovery Wizard Professional, recomendamos para quem tem muitos arquivos a serem recuperados.

Claro que existe a possibilidade de fazer um teste gratuito da versão paga, que vem com 100% da funcionalidade da ferramenta, te dando total liberdade de verificar cada detalhe antes da aquisição do produto. Isso mostra que a empresa quer garantir que EaseUS Software seja exatamente o que você precisa e que se familiarize com ela durante esse período. O valor do plano mais barato está próximo de US$ 70,00, que deve ser pago uma vez para a licença do programa.

Vale a pena?

Como todos sabem, não temos como prever quando algum arquivo pode ser perdido durante toda a vida de um computador, então é sempre bom você ter algum jeito de recuperar seus arquivos perdidos para que não seja jogado fora suas 200 horas de gameplay de Monster Hunter: World, por exemplo!

Vale a pena lembrar também que EaseUS Software também funciona para Mac, Android e iOS, ou seja, qualquer uma dessas plataformas também podem passar por perdas de arquivos durante o processo de vida e esse serviço com certeza vai garantir que você não se desespere nesses momentos, podendo confiar 100% nela!

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