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Séries

The Magicians | Syfy renova série para 4ª temporada

Série é exibida no Brasil pelo Syfy como Escola de Magia e está atualmente em sua terceira temporada

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Os fãs de Quentin, Alice, Penny, Julia e cia. têm um bom motivo para comemorar: a emissora Syfy renovou a série The Magicians (Escola de Magia) para sua quarta temporada!


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A série, que pode ser descrita como uma espécie de “Harry Potter para adultos”, se passa em uma versão do mundo real onde a magia existe. Quentin Coldwater, um rapaz que cresceu aficionado pela série de livros Fillory, descobre que realmente tem poderes mágicos e consegue se matricular na universidade de magia Brakebills, uma faculdade secreta situada em Nova York.

A quarta temporada de The Magicians terá 13 episódios e tem previsão de ser exibida nos Estados Unidos em 2019.

The Magicians conta com Jason Ralph (Aquarius) como Quentin Coldwater, Stella Maeve (Gossip Girl) como Julia Wicker, Olivia Taylor Dudley (Exorcistas do Vaticano) como Alice Quinn, Arjun Gupta (Nurse Jackie) como William “Penny” Adiyodi, Hale Appleman (Smash) como Eliot Waugh e Summer Bishil (iZombie) como Margo Hanson. Jade Tailor (Aquarius), Rick Worthy (Supernatural) e Brittany Curran (Cara Gente Branca ) completam o elenco.

Atualmente em sua terceira temporada, The Magicians é exibida no Brasil pelo canal Syfy como Escola de Magia.

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Gosta de cachorros, pizza e pipoca. Já foi fanboy da Nintendo e da Sony, mas hoje joga qualquer coisa. Já colaborou em sites e revistas como GameBlast, Nintendo World, Herói e Portal Pop, mas hoje se dedica exclusivamente ao PlayReplay.

Críticas

Tom Clancy’s Jack Ryan, da Amazon, é ótimo thriller político com ação na medida certa

Amazon Prime Video entrega excelente série de ação baseada nos personagens criados pelo famoso escritor Tom Clancy estrelada por John Krasinski

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Tom Clancy’s Jack Ryan, a nova série da Amazon Prime Video baseada no universo criado pelo famoso escritor Tom Clancy, é um thriller político de ação que conta a história de um oficial da CIA e sua tentativa de parar um plano terrorista contra os EUA.


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A série tem John Krasinski (o eterno Jim Harper de The Office) no papel principal como Jack Ryan, personagem que já foi interpretado anteriormente nos cinemas por Harrison Ford, Alec Baldwin, Ben Affleck e Chris Pine. Na série, Ryan é um ex-militar que serviu durante a guerra no Afeganistão e que hoje trabalha como analista no T-FAD, a Divisão de Terror, Finanças e Armamentos da CIA.

Corrida contra o terrorismo

A história começa quando Jack Ryan se depara com algumas operações financeiras um tanto diferentes do habitual para grupos terroristas no Oriente Médio, como o Estado Islâmico. Ryan acredita que tais operações bancárias de valores exorbitantes são obra de um novo grupo terrorista liderado por Suleiman, uma figura que seria o “novo Bin Laden”. Começa então uma perseguição implacável repleta de ação e investigação que devem satisfazer o gosto de amantes do gênero e fãs de Tom Clancy.

E é nesse jogo de gato e rato entre a equipe da CIA e os terroristas que a série brilha. Salvo por algumas poucas exceções, como o esquisito esquema de comunicação usando o serviço de chat de um jogo de videogame, a trama é sólida e inteligente, entregando uma história instigante com ótima narrativa.

Outro ponto bastante positivo é que a série utiliza muito bem os personagens do “Ryanverse”, o universo literário criado por Tom Clancy estrelando Jack Ryan. James Greer (Wendell Pierce) e Cathy Mueller (Abbie Cornish) são tão importantes para a história e têm tanto tempo de tela que poderiam muito bem ser considerados co-protagonistas de Jack Ryan.

A interação entre esses personagens, suas jornadas e desenvolvimento pessoal e interpessoal são muito bem trabalhados, de forma que mesmo o esperado — e conveniente — envolvimento de todos eles entre si e na trama principal soa bastante natural.

Tom Clancy’s Jack Ryan também apresenta excelente fotografia e ambientação. Embora a história se desenrole em diversos países diferentes e algumas das cenas tenham sido gravadas nestas nações, diversas sequências foram trabalhadas em território norte-americano para economizar no orçamento e mal dá pra reparar. A equipe de produção mostrou bastante atenção aos detalhes e à ambientação, com cenários e composição complexos e bastante belos tanto nos EUA como fora do país.

Elenco de qualidade

John Krasinski tem se mostrado um verdadeiro ator multifacetado, entregando atuações incríveis tanto em comédias como em outros gêneros, como na excelente comédia The Office, no ótimo terror Um Lugar Silencioso e o drama de guerra 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi. Sua interpretação do papel de Jack Ryan deu um aspecto mais humano e facilitou a identificação do público com o personagem, o que foi um tiro certeiro por parte da produção da série.

John Krasinski parece tão confortável como herói de ação em Jack Ryan quanto como Jim Harper na comédia The Office (Crédito: Amazon Prime Video)

Contratar um ator conhecido e adorado como Krasinski, capaz de realizar cenas de ação com a mesma qualidade e energia que cenas mais dramáticas (com uma outra tirada mais engraçada, mas sem jamais pender para o pastelão, o que funcionou perfeitamente para o tom da série), é um dos maiores trunfos de Tom Clancy’s Jack Ryan.

Wendel Pierce e Abbie Cornish também entregam excelentes atuações como James Greer e Cathy Mueller, respectivamente. Greer é o novo chefe de Ryan na CIA, que após incidentes no passado viu sua carreira desmoronar e acabou sendo rebaixado, indo parar no T-FAD. Sarcástico, Greer não se dá bem com Jack Ryan em um primeiro momento, trazendo aquele conflito necessário ao início da trama.

O começo da relação entre Jack Ryan e James Greer não foi dos melhores (Crédito: Amazon Prime Video)

Já Cathy Mueller é uma respeitada doutora especialista em doenças contagiosas e interesse romântico de Jack Ryan. Mas muito mais do que simplesmente o par do protagonista, Mueller tem papel fundamental na história da série, que lida com a ameaça da possibilidade do uso de armas biológicas por terroristas.

A doutora Cathy Mueller é muito mais do que um simples interesse romântico (Crédito: Amazon Prime Video)

Falando em terroristas, outro personagem que poderia muito bem ser a estrela da série é Mousa Bin Suleiman (interpretado por Ali Suliman), o vilão de Tom Clancy’s Jack Ryan. O personagem é tão bem trabalhado ao longo da trama que não raramente nos identificamos com sua sofrida história de vida.

Na infância, Mousa e seu irmão mais novo, Ali Suleiman (Haaz Sleiman), viram aviões norte-americanos bombardearem seu vilarejo, perdendo os pais e familiares e tendo de crescerem sozinhos, se virando para sobreviver. Mousa Bin tentou a todo custo se manter correto, buscando empregos e tentando viver a vida como uma pessoa de bem, enquanto seu irmão acabou pendendo para a vida do crime.

Mousa Bin Suleiman, o vilão de Tom Clancy’s Jack Ryan (Crédito: Amazon Prime Video)

Já adulto, pai de família, antes de tornar-se o rico e influente Xeque terrorista, Suleiman viveu como um cidadão francês por vários anos, mas era discriminado por ser muçulmano e morador de um bairro pobre. Acompanhamos em flashbacks, ao longo dos episódios, cada momento que levou Mousa Bin Suleiman a se tornar o temido terrorista, o que dá perspectiva ao espectador e ajuda a entender as motivações do personagem.

Tropeços

Tom Clancy’s Jack Ryan da Amazon não é exatamente a série perfeita. Embora tenha muitos acertos, e estes se sobressaiam, o programa tem sim alguns problemas. A começar pela confusa e sem qualquer sentido história da comunicação via chat de videogame usada pelos terroristas.

Suleiman e sua família utilizam, em certos pontos da história, um jogo específico de videogame com chat integrado para se comunicarem. O que não faz sentido, dado que para que isso funcionasse eles precisariam estar sempre logados ao mesmo tempo, e não tem como saberem quando um ou outro estão online. Sem contar o Deus ex machina do irmão de Mousa encontrar uma cópia do exato mesmo jogo na casa de um amigo onde foi buscar abrigo, quando a própria série indica que não ser um jogo popular.

Mas esse ponto do game pode ser até relevado. Um problema ainda maior, ao meu ver, está na trama paralela do personagem Victor Pollizi (John Magaro), um piloto de drones que localiza e extermina ameaças em território estrangeiro com o uso de bombas.

Victor Polizzi é o centro da subtrama mais desnecessária de Tom Clancy’s Jack Ryan (Crédito: Amazon Prime Video)

Polizzi é apresentado como um cara sortudo e de princípios. O problema é que ele parece estar ali somente para fazer volume nos episódios, dado que suas ações quase não interferem na trama principal. À exceção de quando, sem saber, acaba protegendo um grupo de personagens relevantes, várias de suas ações e cenas são completamente dispensáveis, incluindo a conclusão de seu “arco”. Resta saber se Polizzi terá mais peso na próxima temporada.

Saldo positivo

Tom Clancy’s Jack Ryan apresenta uma história interessante e personagens carismáticos numa trama complexa e, na maior parte do tempo, bastante inteligente.

Tom Clancy’s Jack Ryan é um ótimo thriller político de ação (Crédito: Amazon Prime Video)

Mesmo que os efeitos especiais, como explosões e algumas sequências com sangue de mentira, sejam muitas vezes visivelmente digitais, a série no geral é extremamente competente e de alta qualidade. Não é à toa que o seriado venha sendo aclamado pela maior parte crítica especializada.

Lançada em 31 de agosto deste ano e com um total de oito episódios nesta primeira temporada, Tom Clancy’s Jack Ryan é, sem sombra de dúvidas, mais uma série excelente adicionada ao catálogo de originais da Amazon Prime Video.

Se ainda não deu uma chance para a nova série de John Krasinski, faça um favor a si mesmo e trate de assistir a todos os oito episódios disponíveis no Prime Video.

Tom Clancy's Jack Ryan
9 Nota
Leitores 0 (0 Notas)
Prós
  • Excelente trama
  • Ação de qualidade
  • Personagens bem desenvolvidos
  • Ótimas Atuações
Contras
  • Um ou outro Deus ex machina
  • Subtrama desnecessária
  • Efeitos especiais fracos
Avaliação
Mesmo com alguns poucos tropeços, Tom Clancy's Jack Ryan sai com saldo bastante positivo ao entregar uma experiência interessante e instigante sobre combate ao terrorismo com armas biológicas.
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Séries

Spectros | Netflix anuncia nova série original brasileira

O showrunner Douglas Petrie une-se à Moonshot Pictures para dar vida ao thriller sobrenatural ambientado no bairro da Liberdade, em São Paulo, exclusivamente para a Netflix

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A Netflix anunciou a série original Spectros, nova parceria com o showrunner de Demolidor e Os Defensores. O escritor e diretor Douglas Petrie, cujos projetos incluem o Buffy, a Caça-Vampiros, trabalhará em colaboração com a produtora brasileira Moonshot Pictures na série de oito episódios.

Na primeira temporada de Spectros, o público acompanha um thriller sobrenatural que desvenda as histórias enterradas há séculos no bairro da Liberdade, em São Paulo, conhecido por sua grande comunidade japonesa.

A série gira em torno de um grupo de cinco adolescentes acidentalmente atraídos para uma realidade sobrenatural que eles não podem compreender e que se conecta ao mesmo local da cidade em 1908. Quando confrontado por eventos cada vez mais bizarros e sombrios, o grupo chega a uma conclusão inevitável: alguém está trazendo a morte de volta e os espíritos querem vingança pelos erros cometidos no passado.

“Spectros é uma mistura incrível do folclore brasileiro e a História, com elementos dos contos de fantasmas japoneses mais assustadores que encontramos, representada pelas ruas coloridas da Liberdade e vista pelos olhos de adolescentes. Uau!,” disse o diretor e roteirista Doug Petrie.

“Spectros nos trará histórias únicas, profundamente enraizadas na cultura brasileira, que abordam temas universais de amor, vingança e redenção, tornando-se um espetáculo emocionante para todos. Estamos entusiasmados para mostrar histórias nunca contadas sobre a Liberdade aos assinantes da Netflix no mundo todo, enquanto revelamos as muitas facetas da maior cidade da América Latina,” disse Erik Barmack, Vice-Presidente de Conteúdo Original Internacional da Netflix.

A produção de Spectros começa em novembro e a estreia acontece exclusivamente na Netflix no mundo todo em 2019.

Baseada no conceito desenvolvido por Michael Ruman, Anderson Almeida e Antônio de Freitas, a série foi criada e escrita por Douglas Petrie, que também supervisiona os roteiros no papel de produtor executivo e diretor. O time de roteiristas conta ainda com Michael Ruman, Anderson Almeida, Antônio de Freitas, Janaína Tokitaka e Paula Knudsen.

Spectros será produzida pela Moonshot Pictures, com Roberto D’Avila e Suraia Lenktaitis como produtores. Integrará o mais uma série original Netflix produzida no Brasil, como 3%, O Mecanismo, Samantha!, Coisa Mais Linda, Sintonia, Ninguém Está Olhando, Super Drags, Cidades Invisíveis, A Facção e O Escolhido.

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Séries

Avatar: A Lenda de Aang | Animação da Nickelodeon vai virar série na Netflix

Michael DiMartino e Bryan Konietzko, os criadores da série original, estão juntos novamente como showrunners da série live action da Netflix

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A Netflix produzirá uma versão live action da premiada série de animação da Nickelodeon Avatar: A Lenda de Aang, criada por Michael DiMartino e Bryan Konietzko. Eles serão showrunners e produtores executivos do projeto. A nova série, uma parceria com a Nickelodeon, estará disponível com exclusividade na Netflix. A produção começará em 2019.

Avatar: A Lenda de Aang teve três temporadas exibidas na Nickelodeon, de fevereiro de 2005 a julho de 2008. A série ganhou os prêmios Annie Awards, Genesis Awards, Primetime Emmy Award e Peabody Award. Avatar: A Lenda de Aang acompanha as aventuras do protagonista Aang e seus amigos, que juntos precisam derrotar o Senhor do Fogo Ozai e pôr fim à guerra contra a Nação do Fogo para salvar o mundo.

 

“Ter a chance de comandar essa versão live action de Avatar: A Lenda de Aang é uma grande emoção para nós. Não vemos a hora de recriar o mundo de Aang da forma cinematográfica como sempre o imaginamos, e com um elenco culturalmente apropriado, não branco. É uma oportunidade que só aparece uma vez na vida: acrescentar algo ao magnífico trabalho que todos realizaram na série de animação original, e poder explorar mais profundamente os personagens, a história, a ação e a criação desse universo. A Netflix está totalmente determinada a dar vida à nossa visão para esta versão, e somos muito gratos por essa parceria,” disseram Bryan Konietzko e Michael DiMartino

“Nós vamos honrar a visão de Bryan e Mike para esta adaptação. É um grande prazer poder ajudá-los a realizar um live-action da série e apresentar o mundo épico de Aang e toda a sua magia elemental à audiência global da Netflix”, disse Melissa Cobb, vice-presidente de conteúdo infantil e para a família.

Chris Viscardi, vice-presidente sênior de desenvolvimento e produção de animações da Nickelodeon, acrescentou dizendo que “Avatar: A Lenda de Aang continua crescendo e conquistando fãs no mundo todo por apresentar personagens imperfeitos com os quais as pessoas podem se identificar em um universo repleto de histórias e aventuras épicas e desafiadoras. A parceria com a Netflix é parte de um abrangente projeto da Nickelodeon e da Viacom para dar nova vida à nossa enorme coleção de propriedades com impacto cultural. Nós não vemos a hora de apresentar ao público a versão live action de Avatar.”

Com suas três temporadas iniciais (61 episódios), a série da Nickelodeon Avatar: A Lenda de Aang se tornou uma das animações mais adoradas da história. Além do sucesso nas telas, o título deu origem a uma bem-sucedida HQ e a uma série de graphic novels que continua publicando novas histórias originais. A graphic novel Avatar: The Last Airbender ficou 70 semanas na lista de graphic novels best-sellers do The New York Times, chegando à primeira posição. Os DVDs e Blu-rays também obtiveram grande sucesso, com a caixa “Avatar: The Last Airbender: The Complete Series” gerando uma receita de quase US$ 5 milhões desde seu lançamento em 2018.

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