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Top 5½

Top 5½ motivos para comprar um PlayStation Vita

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Alguns meses atrás, a Sony lançou no mercado o PlayStation 4, seu novo console de mesa que veio para substituir o PS3. Não demorou muito para o PS4 cair nas graças do público: depois de uma apresentação na E3 2013 que levou a galera à loucura, logo o novo PlayStation batia a marca de 7 milhões de unidades vendidas ao redor do mundo.

Mas e o PlayStation Vita? O sucessor do PSP chegou às prateleiras americanas em fevereiro de 2012, e até agora não emplacou. A Sony até está tentando fazê-lo pegar carona no sucesso do PS4, oferecendo diversas funções de interação entre os dois aparelhos. Mas será que vale a pena gastar uma grana no portátil?

Para facilitar a sua vida, a gente juntou algumas informações sobre o pequeno notável e montou uma lista com 5½ motivos para você comprar um PS Vita.

 

1 – O hardware do Vita é bem robusto

Para um videogame de bolso, o Vita é bem impressionante. A primeira versão do aparelho conta com uma tela multitoque capacitiva OLED de cinco polegadas, painel traseiro multitoque (sem duplo sentido, por favor), processador quad-core ARM Cortex-A9 MPCore de 2GHz e GPU (unidade de processamento gráfico) quad-core SGX543MP, além de 512MB de RAM e 128MB de VRAM. Ou seja, ele é capaz de apresentar gráficos dignos de um console de mesa sem fazer muito esforço.

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O segundo modelo do PS Vita chegou às prateleiras americanas esse ano, no dia 6 de maio, com uma redução de peso de 15% e de 20% de espessura e um ligeiro aumento no tempo de duração da bateria. Por outro lado, o portátil saiu perdendo em relação à qualidade das imagens: a tela OLED foi substituída por uma de LCD, que apesar de mais econômica (tanto financeiramente quanto em relação ao consumo de energia) não consegue reproduzir imagens tão vivas quanto às do primeiro modelo do PS Vita. Mas ainda assim tudo fica muito lindo na tela de cristal líquido.

Existe ainda o PlayStation TV, uma “versão não-portátil” do portátil que não tem tela e nem alavancas direcionais. O aparelho consiste apenas de uma caixinha que tem uma entrada para cartuchos de PS Vita, saída HDMI (para jogar usando a TV) e suporte aos controles DualShock 3 e DualShock 4. Games que utilizem algum dos recursos exclusivos do Vita (como tela de toque ou painel traseiro, por exemplo), não são suportados no Vita TV. Essa belezinha já foi confirmada nos EUA e deve chegar às lojas norte-americanas ainda no final desse ano.

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2 – Jogos para todos os gostos

Uma das maiores vantagens do PS Vita é a variedade de gêneros de jogos disponíveis no portátil. Gosta de jogos de luta? Mortal Kombat e Injustice: Gods Among Us Ultimate Edition (e talvez até mesmo PlayStation All-Stars Battle Royale) são bos pedidas pra vocês. Prefere corrida? Tem Asphalt: Injection, Ridge Racer e Need for Speed: Most Wanted, além de ModNation Racers: Road Trip e Sonic & All-Stars Racing Transformed com uma pegada menos realista. Quer RPGs? Que tal dar uma olhada em Mind Zero, Persona 4 Golden, Ys: Memories of Celceta e nos vários jogos da série Atelier (Ayesha, Meruru, Rorona e Totori)?

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Também tem uma porção de jogos de tiro (os famosos FPS, como Killzone: Mercenary, Resistance: Burning Skies e Borderlands 2, por exemplo), de aventura (Tearaway, Danganronpa: Trigger Happy Havoc e Lego Batman 2: DC Super Heroes), de estratégia (Rainbow Moon e Uncharted: Fight for Fortune) e por aí vai. Tem até alguns jogos diferentes como Smart As, que foca em exercitar seu cérebro com desafios diários e divertidos.

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Existe uma gama de jogos legais dos mais variados gêneros para PS Vita, e diversos deles ainda são exclusivos do mercado japonês. Mas, aos poucos, alguns deles têm sido confirmados para o ocidente (como Sword Art Online: Hollow Fragment e Freedom Wars), então é de se esperar que a biblioteca do Vita continue sendo alimentada com cada vez mais games interessantes.

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3 – Integração com PlayStation 4

Outro recurso legal é a integração com o PS4. É possível jogar os títulos do PlayStation 4 na telinha do portátil realizando um processo de streaming, o Remote Play, onde os controles do game são adaptados para o layout do PS Vita. Na falta dos botões L2, R2, L3 e R3, por exemplo, a tela de toque e o painel traseiro emulam esses controles e, ao serem tocados, resultam na ação que seria executada quando pressionado o respectivo botão.

Dessa forma, é possível começar a jogar seu Assassin’s Creed IV Black Flag na TV no seu PlayStation 4 instalado na TV da sala e continuar a jogatina deitado na cama do seu quarto. Alías, se você estiver fora de casa, mas tiver uma boa conexão, também é possível usar o Remote Play. Seu Vita vai se conectar ao PS4 pela internet e rodar seus jogos em tempo real! Os japoneses têm ainda mais sorte, pois o PlayStation Vita TV também tem o recurso de Remote Play, permitindo que você praticamente tenha dois PlayStation 4 na sua casa.

O único problema é que, caso a conexão com a internet não esteja legal, você provavelmente vai experimentar algumas quedas na qualidade dos gráficos (da mesma forma que acontece quando você começa a ver um vídeo no Youtube e de repente a qualidade da imagem fica uma porcaria). Ainda assim, se você só for usar o seu Vita em casa, seu PS4 estiver com um cabo de rede conectando-o ao seu roteador e você iniciar o Remote Play via rede local, o resultado vai ser muito bom.

 

4 – A promessa do PlayStation Now e sua incrível biblioteca

Ainda no campo dos jogos por streaming, um dos serviços da Sony Computer Entertainment  mais aguardados é o PlayStation Now. A ideia é que grandes jogos sejam disponibilizados na nuvem por meio de um sistema que deve ficar disponível não apenas para o PS Vita, mas também para PS4 e PS3.

Imagine desfrutar de títulos como The Last of Us, Saints Row: The Third, GRID e Puppeteer na tela do seu portátil. “Peraí, mas como isso é possível? O Vita não tem poder de processamento pra rodar jogos desse nível!”. Simples: todo o processamento desses jogos é feito nos servidores da PlayStation Now. O PlayStation Vita apenas vai exibir o resultado desse processamento. É claro que vai ser necessária uma assinatura do serviço e uma conexão de banda-larga das boas quando a PS Now for liberada. Atualmente ela está em fase de testes e ainda não teve sua data de lançamento divulgada, mas já estamos aguardando ansiosamente pela chegada da PS Now.

Só vão precisar dar uma maneirada nos preços, porque se eles continuarem tão caros quanto os praticados na versão beta do serviço vai ficar bem complicado de aproveitar a biblioteca…

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5 – Dezenas de aplicativos e funções sociais

Cansado de jogar sozinho? Que tal uma partidinha multiplayer? Mas antes, temos de concordar que jogar com alguém pela internet precisando suspender o jogo para enviar uma mensagem de texto é bem incômodo. Seria muito mais fácil organizar o ataque do seu time em Toukiden: The Age of Demons conversando por voz… e é. Afinal, o PlayStation Vita conta com um aplicativo do Skype, que permite chat por voz, o que facilita muito na hora de discutir estratégias ou só para tirar um sarro da cara dos amigos durante um versus em Call of Duty: Black Ops: Declassified.

Além das tradicionais trocas de mensagens, existem aplicativos que focam na interação social. Em conjunto com a função de tirar um print (uma fotografia) da tela do portátil, o aplicativo do Facebook permite que você compartilhe momentos das suas jogatinas com seus amigos. O mesmo é possível com o app do Twitter, que permite a troca de micro-mensagens com seus seguidores.

Para os amantes da sétima arte, aplicativos como Netflix (que requer assinatura) e Crackle tiram o máximo de proveito da qualidade da tela do aparelho para exibir lançamentos e clássicos do cinema mundial, e ainda contam com séries, animes e desenhos animados na sua biblioteca de exibição. Já o Crunchroll traz uma imensa variedade dos mais recentes animes e programas asiáticos.

Existem ainda aplicativos como Youtube, Flickr, Nico Nico, Qello, Hulu Plus, NHL GameCenter Live e muitos outros. Tem app pra todos os gostos.

 

½ – Fácil mobilidade e função 3G (ou quase)

Como todo bom portátil, o PlayStation Vita é pequeno e fácil de carregar para qualquer canto. Mas infelizmente ele tem um grande problema: sua bateria dura muito, muito pouco. Não se espante se sua carga terminar com cerca de 4 horas de jogatina, é totalmente normal — pros padrões do Vita — que a bateria dure pouco tempo. O ideal é andar sempre com o carregador… o que não faz muto sentido em se tratando de um portátil. Qual é, a ideia era poder carregar o aparelho pra lá e pra cá, curtindo sua viagem numa boa, sem se preocupar demais com carga de bateria. Mas enfim, é assim que funciona, então é bom sair de casa sempre com a bateria 100% carregada e com o carregador na mochila.

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Na condição de dispositivo móvel, o PS Vita também chegou ao mercado com uma versão com função 3G. Ou seja, com esse modelo é possível trocar mensagens com seus amigos, usar a função NEAR para localizar jogadores nas proximidades e até mesmo arriscar uma partida online de qualquer lugar onde você estiver. Bacana, hein. Só que não pra gente aqui no Brasil. Infelizmente, a função 3G do Vita só funciona nos países onde a Sony fechou parceria com empresas de telefonia, como acontece nos Estados Unidos e no Japão. De nada adianta comprar o modelo 3G se você mora no Brasil, pois a única conexão com internet que você vai conseguir vai ser via Wi-Fi.

Oficialmente, a versão 3G do PS Vita não é vendida no mercado brasileiro, mas não é difícil encontrar o PlayStation Vita 3G em lojas de importados. A ideia de ter um videogame com conexão de internet prórpria é muito boa e quebra o maior galho, mas infelizmente não chegou ao nosso país. Mas tudo bem, se a bateria já dura pouco sem conexão com internet, imagina se você saísse na rua jogando com o 3G ligado…

 

[infobox color=”eg. light”]O PlayStation Vita com certeza é um bom portátil, e comprá-lo é um bom investimento. É claro que quem tiver um PS4 vai fazer ainda melhor proveito do aparelho, levando-se em conta as funções de interação entre os dois dispositivos. Mas mesmo isolado, o Vita é uma maquininha incrível. Posso dizer por experiência própria que vale a pena se tornar um feliz proprietário de um PlayStation Vita.[/infobox]

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Gosta de cachorros, pizza e pipoca. Já foi fanboy da Nintendo e da Sony, mas hoje joga qualquer coisa. Já colaborou em sites e revistas como GameBlast, Nintendo World, Herói e Portal Pop, mas hoje se dedica exclusivamente ao PlayReplay.

Séries

Top 5½ Séries sobre viagem no tempo

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Viajar no tempo é um dos desejos mais antigos, procurados, utópicos e… versáteis (?) da humanidade. Corrigir erros da sua vida? Desfazer guerras e injustiças históricas? Mudar a sua própria vida para ganhar benefícios? Tornar-se adulto para salvar o mundo? Ficar rico com um almanaque de resultados de jogos esportivos? Ir em um restaurante exótico? É, tem muita coisa para fazer!

Mas já que não temos tanto tempo disponível assim, separamos as cinco melhores séries de TV sobre viagens temporais para você assistir e acompanhar — e uma que não consegue ir muito bem nesse quesito. Está pronto para essa viagem pela ficção? Não temos mais um minuto para enrolar nesse Top 5 ½!

5. DC’s Legends of Tomorrow

Quando o futuro do planeta está em perigo, um viajante do tempo volta até 2016 e reúne um time de super-heróis e vilões, cada um com uma especialidade… ou quase isso! Rip Hunter, um Mestre do Tempo desertor, quer evitar que o maléfico e imortal Vandal Savage domine o mundo no futuro.

Após ver sua esposa e filho serem assassinados por Savage, Rip decide viajar até 2016 e reunir uma equipe de heróis e vilões habilidosos e viajar através do tempo para tentar impedir os planos do tirano antes de sua ascensão ao poder. Segundo Rip, mais do que mocinhos ou bandidos, no futuro os membros de seu grupo serão conhecidos como verdadeiras lendas.

Agora, ao lado de Átomo, Canário Branco, Nuclear, Mulher-Gavião, Gavião Negro, Capitão Frio e Onda Térmica, Rip segue os rastros de Savage no passado, presente e futuro da humanidade em aventuras que vão desde lidar com humanos-pássaros-mutantes dos anos 50 até combater robôs gigantes no século 22.

E o melhor de tudo: a série se passa no mesmo universo que The Flash e Arrow, então não é muito raro que personagens dessas séries façam participações especiais. Se você curte histórias de super-heróis e viagens no tempo, dê uma chance para DC’s Legends of Tomorrow!

4. 12 Monkeys

No futuro, a maior parte da humanidade morreu. O motivo: um vírus poderosíssimo foi liberado pelo terrível “Exército dos 12 Macacos” e dizimou mais de 90% da população mundial.

No ano de 2043, uma brilhante cientista chamada Katarina Jones e sua equipe descobrem uma forma de enviar pessoas através do tempo e resolvem tentar a sorte ao mandar James Cole para o passado visando ajudar a doutora Cassandra Railly, uma brilhante virologista, a encontrar uma forma de impedir a liberação do vírus e salvar o futuro dos humanos na Terra dos planos do Exército dos 12 Macacos.

Cheia de reviravoltas, personagens interessantes e com uma trama muito bem construída, 12 Monkeys é baseada no filme homônimo estrelado por Bruce Willis em 1995, mas segue uma linha um pouco diferente. Vale a pena conferir!

3. Quantum Leap

A Organização Mundial de Manipulações no Tempo sempre adverte que toda viagem temporal deve poder responder duas perguntas: “para onde estamos indo?” e “como vamos voltar?”. Felizmente, pra nós, o cientista Sam Beckett não prestou atenção nas recomendações. Ele é o protagonista de Quantum Leap, série americana lançada pela NBC nos anos 90 e que durou interessantes cinco temporadas.

Depois de participar de uma experiência arriscada no projeto científico que pesquisava, Sam incorpora o papel de uma outra pessoa na história a cada salto no tempo e deve cumprir uma “missão”, mudando o curso dos fatos, para continuar viajando. Suas únicas companhias são o super computador Ziggy e Al Calavicci, seu melhor amigo, que aparecem em suas viagens para ajudá-lo a conhecer o seu propósito naquela linha temporal.

Uma ótima pedida para aqueles que não gostam de extraterrestres e/ou coisas fantásticas no meio da história, Quantum Leap revisita muitos momentos e personalidades históricas — de Michael Jackson e Marliyn Monroe a Donald Trump e o assassino de John Kennedy — com muita emoção e personalidade. Com aquele toque clássico dos anos 90 e uma trama interessante, a série tem tudo para conquistar os amantes mais novos de viagem no tempo.

2. Life on Mars

Convenhamos que, para nenhum ser humano normal que viajar no tempo, vai ser fácil aceitar essa condição. Já que, por enquanto, consideramos viagens temporais algo inalcançável pela ciência, não seria incomum pensar que morremos, entramos em um estado de coma ou algo do tipo (não é mesmo, Ash?). Essa dúvida é o ponto-chave da trama de Life on Mars, uma ótima série feita pela BBC entre 2006 e 2007, com apenas duas temporadas.

Tudo gira em torno da figura de Sam Tyler, um detetive que trabalhava na Greater Manchester Police até ser atingido por um carro e, bom, acordar no ano de 1973 para trabalhar, também como detetive, mas agora nos primórdios de seu emprego antigo. Além de ter que enfrentar uma realidade completamente diferente que os anos 70 tinham, Sam tinha a grande missão de entender se ele realmente viajou no tempo ou está em coma, em algum lugar, apenas sonhando tudo.

Mesmo que não tenha chegado forte ao Brasil, Life on Mars fez um grande sucesso mundo afora, chegando a ser regravado nos Estados Unidos, Espanha e Rússia, com personagens e ambientes locais de cada país. Além de uma trilha sonora invejável (o nome da série é uma música de David Bowie, por exemplo), a trama vai te conquistar e, provavelmente, te deixar um pouco mais confuso que o próprio Sam.

1. Doctor Who

Viagens temporais, alienígenas, paradoxos, regenerações, grandes aventuras e uma máquina do tempo que é maior por dentro: essa é a fórmula da “série de ficção científica mais bem sucedida da história”, segundo o Guinness Book. Doctor Who surgiu ainda no longínquo ano de 1963, com a premissa de ser uma série educativa feita pela BBC, mas tornou-se rapidamente um ícone da cultura britânica e um dos maiores clássicos das aventuras pelo espaço-tempo.

Toda a série conta a vida d’O Doutor, um ser da raça dos Senhores do Tempo, que gosta de viajar por aí usando a sua máquina do tempo, a TARDIS, que tem o lado de dentro maior que o de fora e, por uma falha nos seus sistemas, ela tem uma camuflagem de “cabine policial azul dos anos 60”. Além disso, ele assume, de tempos em tempos, novas personalidades (e novos atores), fato chamado de “regeneração”, que revigora a série a cada novo Doutor que aparece.

Ele sempre anda com as suas “companhias”, amigos (quase sempre) humanos, que o acompanha em suas aventuras para salvar momentos históricos, visitar planetas alienígenas e conhecer as raças mais estranhas e perigosas do universo. Estranhas mesmo, eu diria… Afinal, quem diria que os Daleks, os arqui-inimigos dos Senhores do Tempo, pareceriam saleiros gigantes com um desentupidor na cara?

Em mais de 50 anos de série, Doctor Who acumulou cerca de 35 temporadas, um filme e um número enorme de livros, histórias em quadrinhos e audiodramas, mostrando a importância do universo expandido da série, fato que a fez sobreviver por um hiato de 16 anos (de 1989 a 2005, quando voltou a ser produzida). Por isso, seja por onde vai começar, você sempre vai ter uma nova aventura do Doutor para se maravilhar e se emocionar.

½. The Flash

Ainda que não seja exatamente uma série sobre viagens no tempo, este é um tema recorrente em The Flash, e por isso a série do velocista escarlate merece a posição ½ da nossa listinha.

Devido à sua capacidade de correr a altíssimas velocidades, Barry Allen, um cientista forense que recebeu super-poderes após ser atingido por um raio durante a explosão de um acelerador de partículas, utiliza suas habilidades para salvar pessoas e fazer o bem. O lance é que, às vezes, Barry corre tão rápido que quebra a barreira do espaço-tempo e vai parar não apenas no passado ou futuro, mas até mesmo em outras dimensões.

Quando viajando no tempo, Barry precisa evitar ao máximo modificar toda e qualquer coisa sob o risco de mudar o futuro como o conhecia, mas isso não é exatamente uma tarefa fácil para alguém cuja vida muitas vezes é extremamente dramática: além do trauma de, quando criança, ter presenciado o assassinato de sua mãe pelas mãos de um velocista maléfico, por vezes Barry é testemunha da morte de seus amigos ou da vitória de seus inimigos — e aí “não voltar no tempo e mudar tudo” deixar de ser uma opção.

São justamente os episódios de viagem no tempo que muitas vezes se destacam durante a série, que recentemente chegou ao final de sua segunda temporada.

Colaborou: Rodrigo Estevam

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Cinema

Top 5½ filmes de terror para ver nesta noite de sexta-feira 13

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Sexta-feira 13. Dia de terror, sustos e tudo o que de ruim (mas que no final é muito bom). Dia de não cruzar o caminho de gato preto e nem passar debaixo de escada. Já a noite, ahhh, a noite. A noite é de assistir aquele filme de terror de arrepiar cada pelo do corpo.

Por isso, listamos cinco sugestões de filmes pra você assistir nesta noite de sexta-feira 13.

 

5- Eraserhead (1977)

Lançado nos cinemas norte-americanos em 1977, Eraserhead é um dos grandes títulos no currículo de David Lynch, o icônico diretor responsável por Twin Peaks, série de TV de sucesso nos Estados Unidos e no mundo. Trata-se de um filme de terror surreal, no melhor estilo do famoso diretor.

Eraserhead conta a história de Henry Spencer, um cara normal que precisa lidar com a pressão do trabalho, com a namorada irritadiça, com o choro incessante de seu recém-nascido filho mutante… sim, mutante. No final das contas, para Henry, aguentar a própria rotina se torna uma questão de sobrevivência. Tá esperando o que pra assistir?

 

4- Uma Noite Alucinante (The Evil Dead, 1981)

Se o seu lance é uma pegada um pouco mais leve e fantasiosa, talvez essa seja a melhor opção. The Evil Dead, um dos maiores clássicos do gênero, conta a história de cinco amigos que vão passar um final de semana em uma cabana na floresta.

O problema é que ali, com eles, se encontra o Livro dos Mortos, encadernado em pele humana e tudo. E graças ao livro, uma entidade maligna começa a assombrar o grupo, que logo se vê no maior perigo de suas vidas.

Além da trama simples, mas potencialmente assustadora, se você quer mais um motivo para assistir a The Evil Dead essa noite, aqui vai: Bruce Campbell interpreta Ash, o protagonista da série. Groovy!

 

3- Invocação do Mal (The Conjuring, 2013)

Pra quem curte filmes de terror baseados em fatos reais, que tal ficar com Invocação do Mal? O filme conta a história de Ed e Lorraine Warren, uma dupla de médiuns conhecidos mundialmente, que são convocados para ajudar uma família assombrada por forças sobrenaturais.

O filme é genuinamente assustador, com cenas com potencial pra te deixar sentando na pontinha da poltrona de tanta ansiedade angústia. E o conjunto da obra deu tão certo que sua continuação, Invocação do Mal 2, chega aos cinemas em junho deste ano com a promessa de mais cenas assustadoras.

 

2- O Exorcista (The Exorcist, 1973)

Baseado no livro homônimo, O Exorcista conta a história de Regan MacNeil, uma menininha de 12 anos que começou a sofrer convulsões e teve uma repentina mudança de comportamento. Mas seus pais começam a ficar preocupados de verdade quando a menina começa a exibir poderes sobrenaturais. E sua voz muda, ficando muito grave. E ela começa a praguejar e blasfemar.

Assim que seus pais percebem não se tratar de um efeito da puberdade, entra em ação o padre Karras, que também é psicólogo. E aí, meus amigos e amigas, o filme fica cada vez mais assustador, tenso e todos os adjetivos semelhantes que você conseguir imaginar.

Por que você deve assistir? Bom, o filme saiu em 1973 mas eu tinha tanto medo que só finalmente topei assisti-lo completo em 2004. E quase me borrei de medo enquanto assistia. É motivo o suficiente?

 

1- A Bruxa (The Witch, 2015)

No século XVII, nos EUA, uma família de colonos ingleses se estabelece em Nova Inglaterra. Banidos do lugar de onde moravam, o casal e seus filhos pequenos se vê obrigado a ir viver isoladamente no interior.

Até aí, tudo bem. O problema real começa mesmo quando o bebê da família desaparece, e vários outros acontecimentos dão indícios de algo muito errado está rolando por ali. Ao que tudo indica, uma presença maligna está rondando a família.

Quer sentir aquele gostinho de medo, de pavor, de claustrofobia? Quer sentir a aflição de não saber o que está acontecendo, de temer pela segurança daquela família? Então assista A Bruxa.

 

0,5- Sexta-Feira 13 (Friday the 13th, 1980)

O que seria deste dia sem o clássico Sexta-Feira 13? Se o que procura é mesmo uma legítima experiência de sexta-feira 13, então assista logo ao filme original ou escolha logo um dos outros 11 filmes da série e curta a noite com o famoso maníaco, vilão e assassino Jason Voorhees!

Colaborou: Luciana Anselmo

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Top 5½

Top 5 ½ : Os maiores clichês dos jogos de luta

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Essa semana a Capcom resolveu dar uma forcinha para a nossa série sobre clichês dos jogos, o que é muito bom! Vocês já viram o traje alternativo da Laura, de Street Fighter V? Pois é, deu o que falar por toda a internet e dividiu opiniões: há quem ache inovador e corajoso, enquanto outros vociferam se tratar da banalização da mulher.

Sem entrar no mérito da questão, a verdade é que a fama dos jogos de luta se deve, em partes, aos estereotipos e arquétipos de personagens. O carateca protagonista, o melhor amigo e rival, a musa… Nada aqui é mera coincidência, tudo é criado de forma bastante estratégica para tirar vantagem do sucesso de outras mídias, ou até mesmo para tentar cativar o público de uma região específica.

Dando continuidade a nossa série de clichês do universo dos jogos, essa semana vamos falar dos jogos de luta. Ready? GO!

 

5. Sem a musa não tem graça

O que seria de Street Fighter sem a Chun-Li, ou de Fatal Fury sem a Mai Shiranui? E Tekken sem a Nina Williams?

Não importa o que você faça, se você quer ter uma franquia de jogo de luta de sucesso, melhor arranjar um espacinho para uma musa no seu elenco. Ou muitas musas, como é o caso de The King of Fighters.

Veja também:
Retrô: The King of Fighters 94 trouxe inovações ao gênero dos jogos de luta

 

Se no começo da história do gênero elas estavam lá para agradar a molecada, hoje a conversa é diferente e as mulheres são vitais também para cativar o público feminino, responsável por quase 50% das vendas de jogos eletrônicos nos principais mercados mundiais. Aqui no PlayReplay, por exemplo, já estamos quase empatados! É o Girl Power!

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4. Saindo um personagem brasileiro no capricho!

Quando foi anunciado que haveria um personagem brasileiro no elenco de Street Fighter V, logo pensamos que seria o retorno de Blanka. Expoente máximo do HUE-BR em jogos de luta, nosso camarada esverdeado foi o precursor de uma leva de personagens brasileiros.

Hoje em dia é praticamente uma convenção ter um personagem brasileiro. E se no passado a máxima era ser monstruoso, vide o próprio Blanka ou o tritão Rikuo de Darkstalkers, com o tempo a situação foi melhorando, até chegar ao ponto em que somos representados por Laura Matsuda e Katarina Alves (Tekken 7). Que salto, hein?

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3. Dando a volta ao mundo

Um globo terrestre no meio da tela, cheio de bandeirinhas de diversas nacionalidades. A maioria se divide entre Estados Unidos e Japão, mas sempre dedicando algum espaço a países menores no circuito como o México, China, Rússia e o próprio Brasil.

O mais engraçado é que esses campeonatos não se concentram em um único lugar, mas sim entre vários países. É mais ou menos como imaginar a Copa do Mundo de futebol sem uma sede fixa, com os times viajando feito doidos pra lá e pra cá.

De onde será que o Ryu, que é um andarilho convicto, tira tanta grana pra dar várias voltas ao mundo? Será que o Ken banca o amigo?

 

2. História pra boi dormir

Até o surgimento do modo história de Mortal Kombat (o reboot, não o original), era regra dos jogos de luta ter uma trama frágil e inconsistente. Afinal de contas, quem precisa de um bom motivo pra sair descendo o braço em estranhos ao redor do planeta?

geese-aof2-playreplayA série Marvel Vs., por exemplo, é conhecida por ter finais medíocres, geralmente formados por uma ou duas telas estáticas sem pé e nem cabeça. Já The King of Fighters até tentou inovar e criar arcos de história, mas fez uso de uma grande licença poética para unir personagens de diferentes linhas do tempo em um mesmo jogo. Ryo e Robert, por exemplo, deveriam estar no mínimo grisalhos para participar do KOF, já que a trama de Art of Fighting acontece alguns anos antes dos eventos de Fatal Fury. Lembram do Geese jovem em Art of Fighting 2? Pois é!

 

1. Nada se cria, tudo se copia

Uma outra característica marcante dos jogos de luta está na evolução constante das séries, sempre incorporando os elementos criados pelas empresas adversárias. O sistema de combos, por exemplo, surgiu como um acidente em Street Fighter 2 e acabou sendo incorporado a todos os outros jogos do gênero. O sistema de tag, os especiais, as esquivas e rolamentos, os personagens secretos… Se tudo isso é padronizado hoje em dia, saiba que cada um desses elementos foi o diferencial de um jogo no passado, quando a guerra era muito mais acirrada.

Em alguns casos a cópia excede todos os limites, beirando a cara de pau. Com Fighter’s History (SNES), a Data East chegou a receber um processo por parte da Capcom, sob alegação de plágio de vários personagens de Street Fighter.

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Mortal Kombat também não escapou incólume, já que a sua tecnologia de digitalização e os banhos de sangue eram novidades no mercado. Tattoo Assassins e Way of the Warrior, por exemplo, bem que tentaram reproduzir esse ‘Elemento X’ em seus jogos, mas falharam miseravelmente.

Anos mais tarde foi a vez do próprio time de Mortal Kombat tentar emular um sucesso através dos crossovers. Se Marvel vs Capcom havia sido um grande sucesso, por que não juntar Mortal Kombat e os super heróis da DC em um só título?

 

½. Mas se é pra falar de cópias…

Ainda que haja alguma apropriação de conteúdo por parte das franquias rivais, nada se compara ao que as empresas menores faziam na época do NES e seus clones. Street Fighter IV, que é de 2008, foi lançado quinze anos antes para NES. Como isso é possível?

Street Fighter 4 (sem o algarismo romano) foi lançado em 1993 e contava com apenas meia dúzia de personagens, mas que se transformavam em dez lutadores “distintos”, alterando apenas a paleta de cores. Sem nenhum envolvimento da Capcom, sem nenhuma relação com a série original… apenas apropriação indevida do nome da série.

Veja também:
Carbono-14: 10 games “alternativos” que encheriam Jack Sparrow de orgulho

 

Street Fighter 3 (também para NES) seguia o mesmo esquema, mas com uma cópia mais atrevida, reproduzindo todos os personagens e golpes sem alterar seus nomes originais. Esse aqui até tem o mérito de ter saciado a vontade de jogar da galera que não podia adquirir um console novo, mas de maneira ilegal.

Encerramos por aqui mais um capítulo da nossa série de clichês dos jogos. Não deixe de acompanhar os próximos textos!

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