Conecte-se conosco.

Top 5½

Top 5½: Piores acessórios já criados no mundo dos games

Publicado

em

Nos meus tempos de moleque, ter um Game Boy Color era o auge da ostentação. Quem tinha jogava Pokémon, era o primeiro a ser escolhido no futebol, liderava a turma no recreio, além de outras regalias. Mas dentro desse seleto grupo de afortunados, havia um ente iluminado que se destacava, quase beirando a divindade: quem tinha um desses kits faz-tudo, da foto aí de baixo!

kit-gbc-playreplay

Com exceção do Super Game Boy, nenhum outro acessório na época era tão cobiçado quanto esse monte de tralhas que transformavam o seu portátil em um não-portátil. Despeito meu ou não (voto pelo não, claro), a verdade é que essa foi uma das boas criações que a indústria de games produziu, quando falamos de acessórios. Pistolas, Bazookas, óculos e outras bugigangas de plástico não são exclusividade das novas gerações de consoles, tendo marcado presença em praticamente toda a história dos videogames. No Top 5½ de hoje, vamos listar os 5 piores apetrechos já lançados, além de um que nem é tão mal assim, mas que ainda não justificou a que veio. Confere aí!

 

5. Nintendo e-Reader

Se tem algo que nós não podemos dizer sobre a Nintendo, é que os caras não gostam de inovar. Controle com sensor de movimento, portátil 3D, impressora para console portátil e mais uma penca de invenções, sempre visando a vanguarda do setor de jogos. Algumas dessas bugigangas dão certo, enquanto outras não compartilham do mesmo sucesso. O Nintendo e-Reader é um bom exemplo.

E-Reader

A ideia era boa: um dispositivo para ler cartões de papel com dados especialmente codificados, acrescentando novos jogos e informações ao Game Boy Advance. O gadget foi lançado em 2001, mas não teve uma vida muito longa. Usá-lo era extremamente trabalhoso, já que eram necessárias muitas cartas para se obter algo ínfimo. No caso de Super Mario Advance 4: Super Mario Bros. 3, eram necessários dois Game Boy Advance, além de um cabo link. A troco de quê? Alguns meros power-ups e outras recompensas simples, que não compensavam o esforço. Já foi tarde, e-Reader!

 

4. R.O.B.

Sendo taxativo, a melhor função desempenhada por R.O.B. até hoje foi como personagem de Super Smash Bros.

O camarada robô precisava de 4 pilhas AA para te irritar com sua inutilidade e lentidão. Um CD da Gretchen te irrita por muito menos, além de ser bem mais barato. Para ter um R.O.B. em casa, só pagando pelo kit mais caro do Nes, que chegava a custar US$250 na época.

rob-playreplay

O robô recebia estímulos óticos a partir de flashes emitidos pela TV, para funcionar como uma espécie de segundo jogador. A ideia da Nintendo era dar uma cara futurista ao seu console, de modo a distanciá-lo do mercado quase falido de videogames da época. Ok, nesse sentido a ideia era boa, mas a execução foi bem diferente: R.O.B. só funcionava com dois jogos, além de precisar de outras parafernálias para ser funcional. Fala sério!

 

3. Sega Activator

Pra dar uma equilibrada no jogo, vamos espinafrar um pouquinho a maior concorrente da Nintendo na década de 90. Se você for fã de revistas de games antigas, deve ter uma por aí com anúncios do Sega Activator e algumas fotos de Eternal Champions. Não lembra? Uma foto deve te ajudar a clarear a mente.

sega-activator-playreplay

A ideia era ter uma parede infravermelha em torno do jogador, captando seus movimentos e atribuindo ações a cada golpe desferido. Vamos dizer que se trata de um kinect da década de 90, ok? Só que o sistema era extremamente confuso, já que cada direção correspondia a um botão do joystick tradicional. Conseguem imaginar o trampo que era para usar um golpe?

Além disso, o Activator precisava ser montado e calibrado a cada jogatina, além de precisar de alimentação externa para funcionar. Tem quem diga que é possível usar dois desses acoplados a um só console, mas nós não recomendamos: a chance de você chutar a canela do seu amiguinho é grande! Quase tão grande quanto a nossa decepção!

 

2. Power Glove

A ideia era boa e o retorno financeiro não foi dos piores, já que foram vendidas 100.000 unidades, só nos Estados Unidos. Ter uma luva e controlar os jogos com movimentos corporais parecia interessante, principalmente para o jogador de 1989. Só que, como todos os acessórios já listados até aqui, usar a Power Glove era extremamente cansativo e irritante. Com poucos jogos exclusivos para o periférico, usar a luva em qualquer outro jogo significava pedir para se aborrecer, já que você precisava descobrir sozinho as funcionalidades da luva, além de rezar para que os três sensores lessem corretamente o seu comando.

power-glove-playreplay

A cereja do bolo veio em forma de filme, que você pode conferir logo abaixo. Depois de se exibir usando o acessório, o meninão solta a frase épica: “I love the Power Glove… It’s so bad!”, vendendo uma falsa ideia de que o trambolho era radical.

 

 

1. Acessórios do Wii

O Wii foi o console campeão na arte de acessórios inúteis. Raquetes, tacos de golfe, espadas, escudos, bolas de boliche e mais uma penca de quinquilharias plásticas, todas sem nenhum propósito além de gastar seu rico dinheirinho. Não entendeu? O tio explica: todos esses pseudo-equipamentos precisavam do Wii Remote acoplado para funcionar e não traziam nenhuma funcionalidade nova para o equipamento. Ainda que ruins, todos os acessórios anteriores ao menos se esforçaram para oferecer uma experiência diferente. O campeão da nossa lista, nem isso, já que só servia como uma capa grande e desengonçada para o nosso controle.

wii-acessorios-playreplay

Como se já não fosse constrangedor o bastante correr de um lado para o outro da sala jogando Wii (é divertido, mas é visualmente bizarro, admita), imagina fazer isso segurando um controle em forma de raquete de tênis que não serve para absolutamente nada!

 

½. Kinect

Não é que nós achemos o Kinect ruim. A verdade é que o produto é razoável e cumpre seu papel na hora de capturar os movimentos do jogador, a ponto de ter se provado útil até mesmo quando está longe de um videogame. O problema está no que fazer com esses movimentos, já que poucos jogos fizeram, de fato, bom uso da tecnologia.

kinect-playreplay

Quando o Kinect foi lançado, imaginávamos estar diante de uma revolução tão grande quanto a causada pelo Wii, mas a enxurrada de joguinhos pseudo-esportivos logo nos fez baixar o ânimo. Salvo Just Dance e similares, que já mostram sinais de cansaço, nenhuma outra franquia conseguiu surfar a onda de “ser o controle”. Ainda está em tempo de mudar esse cenário!

Compartilhe

Formado em Publicidade e Propaganda e retrô gamer apaixonado, tem predileção pelos 8 bits. Lê e relê suas revistas de video game antigas todas as noites na hora de dormir. Antes de vir para o PlayReplay, coordenou a área de diagramação do GameBlast.

Séries

Top 5½ Séries sobre viagem no tempo

Publicado

em

Viajar no tempo é um dos desejos mais antigos, procurados, utópicos e… versáteis (?) da humanidade. Corrigir erros da sua vida? Desfazer guerras e injustiças históricas? Mudar a sua própria vida para ganhar benefícios? Tornar-se adulto para salvar o mundo? Ficar rico com um almanaque de resultados de jogos esportivos? Ir em um restaurante exótico? É, tem muita coisa para fazer!

Mas já que não temos tanto tempo disponível assim, separamos as cinco melhores séries de TV sobre viagens temporais para você assistir e acompanhar — e uma que não consegue ir muito bem nesse quesito. Está pronto para essa viagem pela ficção? Não temos mais um minuto para enrolar nesse Top 5 ½!

5. DC’s Legends of Tomorrow

Quando o futuro do planeta está em perigo, um viajante do tempo volta até 2016 e reúne um time de super-heróis e vilões, cada um com uma especialidade… ou quase isso! Rip Hunter, um Mestre do Tempo desertor, quer evitar que o maléfico e imortal Vandal Savage domine o mundo no futuro.

Após ver sua esposa e filho serem assassinados por Savage, Rip decide viajar até 2016 e reunir uma equipe de heróis e vilões habilidosos e viajar através do tempo para tentar impedir os planos do tirano antes de sua ascensão ao poder. Segundo Rip, mais do que mocinhos ou bandidos, no futuro os membros de seu grupo serão conhecidos como verdadeiras lendas.

Agora, ao lado de Átomo, Canário Branco, Nuclear, Mulher-Gavião, Gavião Negro, Capitão Frio e Onda Térmica, Rip segue os rastros de Savage no passado, presente e futuro da humanidade em aventuras que vão desde lidar com humanos-pássaros-mutantes dos anos 50 até combater robôs gigantes no século 22.

E o melhor de tudo: a série se passa no mesmo universo que The Flash e Arrow, então não é muito raro que personagens dessas séries façam participações especiais. Se você curte histórias de super-heróis e viagens no tempo, dê uma chance para DC’s Legends of Tomorrow!

4. 12 Monkeys

No futuro, a maior parte da humanidade morreu. O motivo: um vírus poderosíssimo foi liberado pelo terrível “Exército dos 12 Macacos” e dizimou mais de 90% da população mundial.

No ano de 2043, uma brilhante cientista chamada Katarina Jones e sua equipe descobrem uma forma de enviar pessoas através do tempo e resolvem tentar a sorte ao mandar James Cole para o passado visando ajudar a doutora Cassandra Railly, uma brilhante virologista, a encontrar uma forma de impedir a liberação do vírus e salvar o futuro dos humanos na Terra dos planos do Exército dos 12 Macacos.

Cheia de reviravoltas, personagens interessantes e com uma trama muito bem construída, 12 Monkeys é baseada no filme homônimo estrelado por Bruce Willis em 1995, mas segue uma linha um pouco diferente. Vale a pena conferir!

3. Quantum Leap

A Organização Mundial de Manipulações no Tempo sempre adverte que toda viagem temporal deve poder responder duas perguntas: “para onde estamos indo?” e “como vamos voltar?”. Felizmente, pra nós, o cientista Sam Beckett não prestou atenção nas recomendações. Ele é o protagonista de Quantum Leap, série americana lançada pela NBC nos anos 90 e que durou interessantes cinco temporadas.

Depois de participar de uma experiência arriscada no projeto científico que pesquisava, Sam incorpora o papel de uma outra pessoa na história a cada salto no tempo e deve cumprir uma “missão”, mudando o curso dos fatos, para continuar viajando. Suas únicas companhias são o super computador Ziggy e Al Calavicci, seu melhor amigo, que aparecem em suas viagens para ajudá-lo a conhecer o seu propósito naquela linha temporal.

Uma ótima pedida para aqueles que não gostam de extraterrestres e/ou coisas fantásticas no meio da história, Quantum Leap revisita muitos momentos e personalidades históricas — de Michael Jackson e Marliyn Monroe a Donald Trump e o assassino de John Kennedy — com muita emoção e personalidade. Com aquele toque clássico dos anos 90 e uma trama interessante, a série tem tudo para conquistar os amantes mais novos de viagem no tempo.

2. Life on Mars

Convenhamos que, para nenhum ser humano normal que viajar no tempo, vai ser fácil aceitar essa condição. Já que, por enquanto, consideramos viagens temporais algo inalcançável pela ciência, não seria incomum pensar que morremos, entramos em um estado de coma ou algo do tipo (não é mesmo, Ash?). Essa dúvida é o ponto-chave da trama de Life on Mars, uma ótima série feita pela BBC entre 2006 e 2007, com apenas duas temporadas.

Tudo gira em torno da figura de Sam Tyler, um detetive que trabalhava na Greater Manchester Police até ser atingido por um carro e, bom, acordar no ano de 1973 para trabalhar, também como detetive, mas agora nos primórdios de seu emprego antigo. Além de ter que enfrentar uma realidade completamente diferente que os anos 70 tinham, Sam tinha a grande missão de entender se ele realmente viajou no tempo ou está em coma, em algum lugar, apenas sonhando tudo.

Mesmo que não tenha chegado forte ao Brasil, Life on Mars fez um grande sucesso mundo afora, chegando a ser regravado nos Estados Unidos, Espanha e Rússia, com personagens e ambientes locais de cada país. Além de uma trilha sonora invejável (o nome da série é uma música de David Bowie, por exemplo), a trama vai te conquistar e, provavelmente, te deixar um pouco mais confuso que o próprio Sam.

1. Doctor Who

Viagens temporais, alienígenas, paradoxos, regenerações, grandes aventuras e uma máquina do tempo que é maior por dentro: essa é a fórmula da “série de ficção científica mais bem sucedida da história”, segundo o Guinness Book. Doctor Who surgiu ainda no longínquo ano de 1963, com a premissa de ser uma série educativa feita pela BBC, mas tornou-se rapidamente um ícone da cultura britânica e um dos maiores clássicos das aventuras pelo espaço-tempo.

Toda a série conta a vida d’O Doutor, um ser da raça dos Senhores do Tempo, que gosta de viajar por aí usando a sua máquina do tempo, a TARDIS, que tem o lado de dentro maior que o de fora e, por uma falha nos seus sistemas, ela tem uma camuflagem de “cabine policial azul dos anos 60”. Além disso, ele assume, de tempos em tempos, novas personalidades (e novos atores), fato chamado de “regeneração”, que revigora a série a cada novo Doutor que aparece.

Ele sempre anda com as suas “companhias”, amigos (quase sempre) humanos, que o acompanha em suas aventuras para salvar momentos históricos, visitar planetas alienígenas e conhecer as raças mais estranhas e perigosas do universo. Estranhas mesmo, eu diria… Afinal, quem diria que os Daleks, os arqui-inimigos dos Senhores do Tempo, pareceriam saleiros gigantes com um desentupidor na cara?

Em mais de 50 anos de série, Doctor Who acumulou cerca de 35 temporadas, um filme e um número enorme de livros, histórias em quadrinhos e audiodramas, mostrando a importância do universo expandido da série, fato que a fez sobreviver por um hiato de 16 anos (de 1989 a 2005, quando voltou a ser produzida). Por isso, seja por onde vai começar, você sempre vai ter uma nova aventura do Doutor para se maravilhar e se emocionar.

½. The Flash

Ainda que não seja exatamente uma série sobre viagens no tempo, este é um tema recorrente em The Flash, e por isso a série do velocista escarlate merece a posição ½ da nossa listinha.

Devido à sua capacidade de correr a altíssimas velocidades, Barry Allen, um cientista forense que recebeu super-poderes após ser atingido por um raio durante a explosão de um acelerador de partículas, utiliza suas habilidades para salvar pessoas e fazer o bem. O lance é que, às vezes, Barry corre tão rápido que quebra a barreira do espaço-tempo e vai parar não apenas no passado ou futuro, mas até mesmo em outras dimensões.

Quando viajando no tempo, Barry precisa evitar ao máximo modificar toda e qualquer coisa sob o risco de mudar o futuro como o conhecia, mas isso não é exatamente uma tarefa fácil para alguém cuja vida muitas vezes é extremamente dramática: além do trauma de, quando criança, ter presenciado o assassinato de sua mãe pelas mãos de um velocista maléfico, por vezes Barry é testemunha da morte de seus amigos ou da vitória de seus inimigos — e aí “não voltar no tempo e mudar tudo” deixar de ser uma opção.

São justamente os episódios de viagem no tempo que muitas vezes se destacam durante a série, que recentemente chegou ao final de sua segunda temporada.

Colaborou: Rodrigo Estevam

Compartilhe

Continue lendo

Cinema

Top 5½ filmes de terror para ver nesta noite de sexta-feira 13

Publicado

em

Sexta-feira 13. Dia de terror, sustos e tudo o que de ruim (mas que no final é muito bom). Dia de não cruzar o caminho de gato preto e nem passar debaixo de escada. Já a noite, ahhh, a noite. A noite é de assistir aquele filme de terror de arrepiar cada pelo do corpo.

Por isso, listamos cinco sugestões de filmes pra você assistir nesta noite de sexta-feira 13.

 

5- Eraserhead (1977)

Lançado nos cinemas norte-americanos em 1977, Eraserhead é um dos grandes títulos no currículo de David Lynch, o icônico diretor responsável por Twin Peaks, série de TV de sucesso nos Estados Unidos e no mundo. Trata-se de um filme de terror surreal, no melhor estilo do famoso diretor.

Eraserhead conta a história de Henry Spencer, um cara normal que precisa lidar com a pressão do trabalho, com a namorada irritadiça, com o choro incessante de seu recém-nascido filho mutante… sim, mutante. No final das contas, para Henry, aguentar a própria rotina se torna uma questão de sobrevivência. Tá esperando o que pra assistir?

 

4- Uma Noite Alucinante (The Evil Dead, 1981)

Se o seu lance é uma pegada um pouco mais leve e fantasiosa, talvez essa seja a melhor opção. The Evil Dead, um dos maiores clássicos do gênero, conta a história de cinco amigos que vão passar um final de semana em uma cabana na floresta.

O problema é que ali, com eles, se encontra o Livro dos Mortos, encadernado em pele humana e tudo. E graças ao livro, uma entidade maligna começa a assombrar o grupo, que logo se vê no maior perigo de suas vidas.

Além da trama simples, mas potencialmente assustadora, se você quer mais um motivo para assistir a The Evil Dead essa noite, aqui vai: Bruce Campbell interpreta Ash, o protagonista da série. Groovy!

 

3- Invocação do Mal (The Conjuring, 2013)

Pra quem curte filmes de terror baseados em fatos reais, que tal ficar com Invocação do Mal? O filme conta a história de Ed e Lorraine Warren, uma dupla de médiuns conhecidos mundialmente, que são convocados para ajudar uma família assombrada por forças sobrenaturais.

O filme é genuinamente assustador, com cenas com potencial pra te deixar sentando na pontinha da poltrona de tanta ansiedade angústia. E o conjunto da obra deu tão certo que sua continuação, Invocação do Mal 2, chega aos cinemas em junho deste ano com a promessa de mais cenas assustadoras.

 

2- O Exorcista (The Exorcist, 1973)

Baseado no livro homônimo, O Exorcista conta a história de Regan MacNeil, uma menininha de 12 anos que começou a sofrer convulsões e teve uma repentina mudança de comportamento. Mas seus pais começam a ficar preocupados de verdade quando a menina começa a exibir poderes sobrenaturais. E sua voz muda, ficando muito grave. E ela começa a praguejar e blasfemar.

Assim que seus pais percebem não se tratar de um efeito da puberdade, entra em ação o padre Karras, que também é psicólogo. E aí, meus amigos e amigas, o filme fica cada vez mais assustador, tenso e todos os adjetivos semelhantes que você conseguir imaginar.

Por que você deve assistir? Bom, o filme saiu em 1973 mas eu tinha tanto medo que só finalmente topei assisti-lo completo em 2004. E quase me borrei de medo enquanto assistia. É motivo o suficiente?

 

1- A Bruxa (The Witch, 2015)

No século XVII, nos EUA, uma família de colonos ingleses se estabelece em Nova Inglaterra. Banidos do lugar de onde moravam, o casal e seus filhos pequenos se vê obrigado a ir viver isoladamente no interior.

Até aí, tudo bem. O problema real começa mesmo quando o bebê da família desaparece, e vários outros acontecimentos dão indícios de algo muito errado está rolando por ali. Ao que tudo indica, uma presença maligna está rondando a família.

Quer sentir aquele gostinho de medo, de pavor, de claustrofobia? Quer sentir a aflição de não saber o que está acontecendo, de temer pela segurança daquela família? Então assista A Bruxa.

 

0,5- Sexta-Feira 13 (Friday the 13th, 1980)

O que seria deste dia sem o clássico Sexta-Feira 13? Se o que procura é mesmo uma legítima experiência de sexta-feira 13, então assista logo ao filme original ou escolha logo um dos outros 11 filmes da série e curta a noite com o famoso maníaco, vilão e assassino Jason Voorhees!

Colaborou: Luciana Anselmo

Compartilhe

Continue lendo

Top 5½

Top 5 ½ : Os maiores clichês dos jogos de luta

Publicado

em

Essa semana a Capcom resolveu dar uma forcinha para a nossa série sobre clichês dos jogos, o que é muito bom! Vocês já viram o traje alternativo da Laura, de Street Fighter V? Pois é, deu o que falar por toda a internet e dividiu opiniões: há quem ache inovador e corajoso, enquanto outros vociferam se tratar da banalização da mulher.

Sem entrar no mérito da questão, a verdade é que a fama dos jogos de luta se deve, em partes, aos estereotipos e arquétipos de personagens. O carateca protagonista, o melhor amigo e rival, a musa… Nada aqui é mera coincidência, tudo é criado de forma bastante estratégica para tirar vantagem do sucesso de outras mídias, ou até mesmo para tentar cativar o público de uma região específica.

Dando continuidade a nossa série de clichês do universo dos jogos, essa semana vamos falar dos jogos de luta. Ready? GO!

 

5. Sem a musa não tem graça

O que seria de Street Fighter sem a Chun-Li, ou de Fatal Fury sem a Mai Shiranui? E Tekken sem a Nina Williams?

Não importa o que você faça, se você quer ter uma franquia de jogo de luta de sucesso, melhor arranjar um espacinho para uma musa no seu elenco. Ou muitas musas, como é o caso de The King of Fighters.

Veja também:
Retrô: The King of Fighters 94 trouxe inovações ao gênero dos jogos de luta

 

Se no começo da história do gênero elas estavam lá para agradar a molecada, hoje a conversa é diferente e as mulheres são vitais também para cativar o público feminino, responsável por quase 50% das vendas de jogos eletrônicos nos principais mercados mundiais. Aqui no PlayReplay, por exemplo, já estamos quase empatados! É o Girl Power!

chunli-maishiranui-playreplay

 

4. Saindo um personagem brasileiro no capricho!

Quando foi anunciado que haveria um personagem brasileiro no elenco de Street Fighter V, logo pensamos que seria o retorno de Blanka. Expoente máximo do HUE-BR em jogos de luta, nosso camarada esverdeado foi o precursor de uma leva de personagens brasileiros.

Hoje em dia é praticamente uma convenção ter um personagem brasileiro. E se no passado a máxima era ser monstruoso, vide o próprio Blanka ou o tritão Rikuo de Darkstalkers, com o tempo a situação foi melhorando, até chegar ao ponto em que somos representados por Laura Matsuda e Katarina Alves (Tekken 7). Que salto, hein?

katarina-alves-playreplay

 

3. Dando a volta ao mundo

Um globo terrestre no meio da tela, cheio de bandeirinhas de diversas nacionalidades. A maioria se divide entre Estados Unidos e Japão, mas sempre dedicando algum espaço a países menores no circuito como o México, China, Rússia e o próprio Brasil.

O mais engraçado é que esses campeonatos não se concentram em um único lugar, mas sim entre vários países. É mais ou menos como imaginar a Copa do Mundo de futebol sem uma sede fixa, com os times viajando feito doidos pra lá e pra cá.

De onde será que o Ryu, que é um andarilho convicto, tira tanta grana pra dar várias voltas ao mundo? Será que o Ken banca o amigo?

 

2. História pra boi dormir

Até o surgimento do modo história de Mortal Kombat (o reboot, não o original), era regra dos jogos de luta ter uma trama frágil e inconsistente. Afinal de contas, quem precisa de um bom motivo pra sair descendo o braço em estranhos ao redor do planeta?

geese-aof2-playreplayA série Marvel Vs., por exemplo, é conhecida por ter finais medíocres, geralmente formados por uma ou duas telas estáticas sem pé e nem cabeça. Já The King of Fighters até tentou inovar e criar arcos de história, mas fez uso de uma grande licença poética para unir personagens de diferentes linhas do tempo em um mesmo jogo. Ryo e Robert, por exemplo, deveriam estar no mínimo grisalhos para participar do KOF, já que a trama de Art of Fighting acontece alguns anos antes dos eventos de Fatal Fury. Lembram do Geese jovem em Art of Fighting 2? Pois é!

 

1. Nada se cria, tudo se copia

Uma outra característica marcante dos jogos de luta está na evolução constante das séries, sempre incorporando os elementos criados pelas empresas adversárias. O sistema de combos, por exemplo, surgiu como um acidente em Street Fighter 2 e acabou sendo incorporado a todos os outros jogos do gênero. O sistema de tag, os especiais, as esquivas e rolamentos, os personagens secretos… Se tudo isso é padronizado hoje em dia, saiba que cada um desses elementos foi o diferencial de um jogo no passado, quando a guerra era muito mais acirrada.

Em alguns casos a cópia excede todos os limites, beirando a cara de pau. Com Fighter’s History (SNES), a Data East chegou a receber um processo por parte da Capcom, sob alegação de plágio de vários personagens de Street Fighter.

fighters-history-playreplay

Mortal Kombat também não escapou incólume, já que a sua tecnologia de digitalização e os banhos de sangue eram novidades no mercado. Tattoo Assassins e Way of the Warrior, por exemplo, bem que tentaram reproduzir esse ‘Elemento X’ em seus jogos, mas falharam miseravelmente.

Anos mais tarde foi a vez do próprio time de Mortal Kombat tentar emular um sucesso através dos crossovers. Se Marvel vs Capcom havia sido um grande sucesso, por que não juntar Mortal Kombat e os super heróis da DC em um só título?

 

½. Mas se é pra falar de cópias…

Ainda que haja alguma apropriação de conteúdo por parte das franquias rivais, nada se compara ao que as empresas menores faziam na época do NES e seus clones. Street Fighter IV, que é de 2008, foi lançado quinze anos antes para NES. Como isso é possível?

Street Fighter 4 (sem o algarismo romano) foi lançado em 1993 e contava com apenas meia dúzia de personagens, mas que se transformavam em dez lutadores “distintos”, alterando apenas a paleta de cores. Sem nenhum envolvimento da Capcom, sem nenhuma relação com a série original… apenas apropriação indevida do nome da série.

Veja também:
Carbono-14: 10 games “alternativos” que encheriam Jack Sparrow de orgulho

 

Street Fighter 3 (também para NES) seguia o mesmo esquema, mas com uma cópia mais atrevida, reproduzindo todos os personagens e golpes sem alterar seus nomes originais. Esse aqui até tem o mérito de ter saciado a vontade de jogar da galera que não podia adquirir um console novo, mas de maneira ilegal.

Encerramos por aqui mais um capítulo da nossa série de clichês dos jogos. Não deixe de acompanhar os próximos textos!

Compartilhe

Continue lendo

Últimas notícias

Música17 horas atrás

Pantera | Morreu o baterista e fundador Vinnie Paul

Músico nos deixou aos 54 anos de idade

Cinema18 horas atrás

Homem-Aranha | Tom Holland revela o título de seu segundo filme solo

Filme estreia em 5 de julho de 2019

life is strange life is strange
Games2 dias atrás

Life is Strange 2 | Jogo recebe data de lançamento

Ainda não se sabe qual será a trama do game ou que personagens aparecerão nele.

Música3 dias atrás

Paul McCartney | Macca revisita sucessos dos Beatles no Carpool Karoke

Teve até um show surpresa em pub!

Música3 dias atrás

Nine Inch Nails | EP Bad Witch já está disponível no Spotify

Ouça aqui o novo disco da banda

Séries3 dias atrás

Cara Gente Branca | Netflix renova a série para sua terceira temporada

Ainda não há data de estreia para os novos episódios

Games3 dias atrás

Overwatch | Assista agora à equipe do PlayReplay jogando ao vivo no Twitch!

Sexta-feira é dia de live com a equipe!

Cinema3 dias atrás

Edgar Wright | Diretor confirma estar trabalhando em documentário sobre o Sparks

Diretor volta a se envolver com o mundo da música

Música3 dias atrás

Panic! At The Disco | Ouça aqui o disco Pray for the Wicked

Confira também o vídeo oficial de Hey Look Ma, I Made It

Games3 dias atrás

World of Warcraft | MMO está gratuito neste fim de semana

Quem ainda tem curiosidade em jogar o clássico MMO, pode aproveitá-lo sem assinatura nos próximos dias.

Games3 dias atrás

PUBG | Jogo perdeu metade dos jogadores ativos no PC

Mesmo com números menores do que antes, ainda há mais de 1 milhão de jogadores ativos no game.

Games3 dias atrás

Red Dead Redemption 2 | Versão de PC pode ter sido confirmada

A Rockstar ainda não se pronunciou sobre o assunto por enquanto.

Mangá3 dias atrás

The Legend of Zelda | Panini lança o mangá The Minish Cap Phantom Hourglass

Conheça a nova Perfect Edition, de Akira Himekawa

Games3 dias atrás

Steam | Promoção de férias já está no ar!

Os usuários do Steam tem até o início de julho para comprarem seus jogos favoritos.

Games4 dias atrás

Shadowrun Returns | Jogo está gratuito no Humble Bundle

O game poderá ser adquirido de graça por mais alguns dias no PC.

Em alta